terça-feira, 20 de agosto de 2013

O Facebook é anticatólico? Rede social tolera ataques contra fiéis e preocupa os usuários

REDAÇÃO CENTRAL, 20 Ago. 13 / 08:51 am (ACI).- Nos últimos meses, o Grupo ACI recebeu centenas de denúncias de usuários sobre a permanente tolerância do Facebook a conteúdos obscenos dirigidos a atacar a fé católica, uma situação que levou a muitos usuários a questionar as políticas desta empresa e inclusive perguntar-se se deveriam continuar ou não usando a conhecida rede social.
Carlos Wadsworth, da Costa Rica, em resposta a uma pergunta aberta realizada pelo diretor do Grupo ACI, Alejandro Bermúdez, assegurou que denuncia páginas anticatólicas com frequência. "É tão grotesco que reporto um comentário onde textualmente insultam a mãe do Bispo e/ou a de todos os católicos" e a única resposta que recebeu por parte da rede é que estas publicações ofensivas não violam as políticas do Facebook.
Por sua parte, Mario Gallardo, escreve desde León (México) que "infelizmente no Facebook há uma política altamente tolerante ao anticatolicismo".
Gallardo assinalou que Facebook bloqueou a sua conta pessoal "várias vezes. A princípio pensei que fosse por queixa dos irmãos protestantes pelo que publicava na minha linha do tempo", porém, "penso, hoje em dia, que no Facebook se tolera o anticatolicismo".
Outro usuário, Rodrigo Perez, da Colômbia, assegura que no Facebook "promovem-se todo tipo de perversões morais, pornografia, aborto, satanismo toda a loucura do mundo. Um anticatolicismo aberto, sem controle, sem medida".
"Estou quase fechando a minha conta, perturba-me ver tanto ódio e veneno contra a Igreja Católica. Não há nenhum tipo de controle, e pelo contrário, se você fizer um comentário alertando sobre as seitas satânicas o primeiro que o Facebook faz é bloquear a sua conta temporalmente, como foi o meu caso".
Os usuários criticam que aqueles que difundem conteúdos anticatólicos, não enfrentam sanção alguma por parte dos administradores do Facebook e, paradoxalmente, a rede atuou contra páginas católicas positivas.
Uma das páginas católicas mais populares em espanhol, "Memes Católicos", foi eliminada pelo Facebook pouco depois de superar os 110 mil seguidores. Esta página, criada pelo jovem peruano Yhonathan Luque Reyes, difundia conteúdos católicos em forma de imagens com textos sugestivos.
Em outubro de 2012, Facebook notificou a Luque que vários usuários tinham denunciado sua página acusando-o de promover uma linguagem que incitava o ódio religioso. A rede social lhe ofereceu a alternativa de colocar a página sob a categoria de "humor polêmico" para permanecer no Facebook.
Entretanto, em janeiro de 2013, grupos anticristãos fizeram uma campanha para que Facebook proibisse esta página, atacando inclusive a conta pessoal de Luque que foi fechada pelo Facebook e assim conseguiram retirar definitivamente a página de "Memes Católicos". Luque decidiu abrir uma nova página que em poucos meses teve mais de 20 mil seguidores.
O caso de "Memes Católicos" atraiu a atenção do Pontifício Conselho para as Comunicações, do Vaticano, que soube da notícia de sua eliminação pela sua conta no Twitter.
Enquanto isto ocorre com sites católicos, Facebook tolera a publicação de páginas como "Peneadicto XVI" onde em nome de promover o ateísmo se publicam insultos e montagens obscenas contra Jesus, a Virgem Maria e os Papas. Esta página obscena conta com mais de 44 mil seguidores.
"Peneadicto XVI" apresenta o Papa Francisco e Bento XVI como pedófilos, promove o ódio contra a religião e incita atos de agressão física contra o Papa e outros líderes religiosos.
Apesar da proibição da pornografia no Facebook, por um tempo a imagem de capa de "Peneadicto XVI" era uma montagem fotográfica que simulava um ato sexual entre o Papa Bento XVI e um homem nu no altar maior da Basílica de São Pedro. Mesmo com as denúncias dos usuários, Facebook nunca eliminou essa imagem nem a polêmica página.
O criador de "Peneadicto XVI" foi identificado como Carlos Alberto Becerra Mendoza do Peru, que está enfrentando uma denúncia judicial por um ataque cibernético contra o site do Grupo ACI orquestrada desde sua página no Facebook.
A divisão do Facebook para a América Latina se negou a responder as acusações específicas sobre se essa página violou alguma política da rede social.
"As conversar que acontecem no Facebook, assim como as opiniões que seus usuários expressam, são um reflexo da diversidade das pessoas que fazem uso do Facebook", disse o chefe de comunicações do Facebook para a América Latina, Alberto Arébalos ao Grupo ACI.
Arebalos assegurou que "com o propósito de nivelar os interesses e as necessidades de um público mundial, Facebook protege a expressão de opiniões e conteúdos que cumprem com as normas descritas em nossas políticas".
"Posso assegurar que não há nenhum espírito anticatólico na nossa empresa", disse o chefe de comunicações do Facebook ao Grupo ACI, evitando responder sobre os incidentes específicos assinalados por este meio.
Alberto Arebalos disse que "cada denúncia da comunidade se estuda e se analisa de acordo com nossas políticas, sem nenhum tipo de inclinação em um sentido ou outro".
Em maio deste ano, Facebook anunciou uma revisão de suas políticas para retirar conteúdo ofensivo e linguagem de ódio, indicando que escutou as sugestões de grupos de mulheres e judeus, muçulmanos e grupos de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT).
Isto parece ter surtido alguns efeitos, incluindo a eliminação de páginas anticristãs em inglês como "Cristãos aos que gostaria de socar" ("Christians I’d Like to Throat Punch", em inglês).
Entretanto, esta política parece não incluir os ataques obscenos contra os líderes católicos.
Em 10 de junho deste ano, Alison Schumer, membro da seção de comunicações e política pública do Facebook, disse ao Grupo ACI que suas normas contra a perseguição "não cobrem figuras públicas".
Schumer citou as normas de comunidade do Facebook, que permitem "aos usuários falar livremente sobre assuntos e pessoas de interesse público, mas tomamos ação sobre todos os reportes de conduta abusiva dirigida a indivíduos privados".
As normas também proíbem "expressões de ódio", que significam "ataque diretos e sérios sobre qualquer categoria protegida de pessoas", incluindo categorias religiosas. A companhia diz que o "humor de mau gosto" não se qualifica como expressões de ódio.
Ante a pergunta sobre se Facebook está trabalhando com algum grupo católico ou cristão para obter feedback sobre sua política, Schumer disse que a começos de junho, o escritório do Facebook em Washington D.C. (Estados Unidos) teve uma reunião com "líderes religiosos nacionais", coordenada sob a guia dos líderes da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos.
Schumer disse que a reunião de 19 de junho foi "privada" e "um exemplo de muitos nos que nos reunimos com grupos externos sobre nossas políticas". A Conferência dos Bispos Católicos Americanos confirmou que a reunião se realizou, mas também a descreveu como "privada".
Facebook esteve operando por nove anos, chegando a dominar as redes sociais. Entretanto, mostrou sinais de estancamento em seu crescimento, e de declínio no entusiasmo entre os usuários mais jovens.

Alemanha cria ‘terceiro gênero’ para registro de recém-nascidos hermafroditas.


G1
A partir de 1º de novembro, a Alemanha oferecerá aos pais três opções para registrar seus filhos: “masculino”, “feminino” e “indefinido”.
A nova lei foi aprovada em maio, mas seu teor só foi divulgado agora. Com isso, aAlemanha passa a ser o primeiro país europeu a oficializar o terceiro gênero.
Essa mudança é uma opção para pais de bebês hermafroditas, que nascem fisicamente com ambos os sexos.
A nova legislação abre a possibilidade de a criança, ao se tornar adulta, escolher posteriormente se prefere ser definida como homem ou mulher. Ou mesmo seguir com o sexo indefinido pelo resto da vida.
Questões indefinidas
Na Alemanha, alguns jornais disseram que a mudança é uma “revolução legal”. No entanto, a lei não prevê como a escolha do sexo indefinido é refletida em documentos como o passaporte, onde existe apenas escolha entre “M” e “F”. A revista alemã de direito familiar FamRZ sugere que a opção de sexo indefinido seja marcada com a letra “X”.
A nova lei é amparada em uma decisão do tribunal constitucional alemão que estabeleceu que pessoas que se sentem profundamente identificadas com um determinado gênero têm o direito de escolher seu sexo legalmente.
Outro assunto ainda a ser definido é matrimônio. A lei alemã só permite atualmente casamentos entre homens e mulheres, o que não contempla pessoas de gêneros indefinidos.
Poucos países no mundo possuem legislações sobre terceiro sexo. A Austrália aprovou uma lei há seis semanas, mas desde 2011 os australianos já têm o direito de identificar-se com o sexo “X” no passaporte. Na Nova Zelândia, isso é possível desde 2012.
O correspondente da BBC na Alemanha, Demian McGuiness, afirma que ainda há outros pontos em aberto. No caso de uma pessoa de sexo indefinido ser presa, em qual presídio ela seria detida?
O grupo de direitos de pessoas transgêneros Trangender Europe vê avanços na legislação alemã, mas reivindica mais mudanças.
“É [uma mudança] lógica, mas não é uma lei tão progressista como gostaríamos que fosse”, disse Richad Köhler, do Transgender Europe. Ele diz que a lei só contempla bebês que tiveram diagnóstico médico de hermafroditismo.
A entidade quer que as pessoas possam ter o direito de deixar a opção de gênero em branco, sem precisar se quer se declarar ‘indefinido’.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Sexo casual: um veneno para a alma

Com base em pesquisas de universidades americanas, arcebispo de La Plata, Dom Héctor Aguer, denuncia os riscos do sexo casual

A Igreja Católica é frequentemente acusada de ser machista e castradora devido à sua posição firme em assuntos sexuais. Para os detratores da fé, a realidade do mundo moderno não comporta mais o radicalismo cristão, por isso, a pregação sobre a castidade não seria somente antiquada, mas inoportuna. Percebe-se, assim, um aumento progressivo no estímulo à sexualidade precoce, que já não poupa nem adolescentes, nem crianças.
Sucede que as consequências desse tipo de mentalidade têm sido catastróficas. Não obstante o lobby da mídia e de empresas de marketing em cima de imagens pornográficas, os frutos do erotismo hodierno falam por si. Conforme denunciou o arcebispo de La Plata, Argentina, Dom Héctor Aguer, o sexo casual é uma fonte de estresse, sentimento de culpa, arrependimento e tristeza. As declarações foram feitas durante seu programa televisivo semanal, "Chaves para um mundo melhor", e têm por base vários estudos de universidades americanas.
Uma pesquisa da Universidade do Estado da Califórnia, por exemplo, indica que jovens adultos adeptos do sexo casual estão mais propensos a sofrer de depressão e/ou ansiedade. O estudo "Negócio perigoso: há alguma associação entre sexo casual e saúde mental para jovens adultos?", publicado nas revistas "British Medical Journal" e "Journal of Sex Research", ainda aponta que as consequências de tal comportamento são mais prejudiciais às mulheres. De acordo com a co-autora da pesquisa, Melina Bersamin, pessoas deprimidas e com baixa autoestima tendem a se envolver mais em relacionamentos frívolos e pouco duradouros.
"Desgraçadamente - lamentou Dom Aguer - parece que esta conduta é frequente entre os jovens em todo mundo". E isso se verifica na qualidade das músicas, filmes e programas televisivos que são regularmente oferecidos a esse público. "Então, aqui - ratificou o arcebispo de La Plata - a conclusão é que temos que voltar a considerar as virtudes humanas e cristãs e, entre elas, no lugar que corresponde, também a virtude da castidade que faz com que as forças que Deus pôs no homem e na mulher estejam orientadas àquilo para o qual o pensou o Criador: o casal estável, consagrado no matrimônio, que é um bem social e o âmbito adequado para a comunicação da vida humana".
O homem está naturalmente ordenado para a comunhão, seja na vocação ao matrimônio, seja no celibato. Com efeito, o casal de namorados que se prontifica a ter relacionamentos abertos e fora do casamento tem apenas uma única certeza: que tanto um quanto o outro tem uma facilidade imensa para relacionar-se fora do matrimônio. É a dolorosa certeza da traição, não do amor. Por conseguinte, quando a única certeza é a da traição, não é difícil de imaginar o porquê da promiscuidade estar associada a doenças mentais como a depressão.
A mídia que exalta a sexualidade liberal e a incentiva de maneira leviana é a principal promotora do sofrimento desses jovens. Neste sentido, vale a pena recordar as sábias palavras de Bento XVI, na sua homilia da Missa de canonização de Frei Galvão: "É preciso dizer não àqueles meios de comunicação social que ridicularizam a santidade do matrimônio e a virgindade antes do casamento". No atual contexto em que se vive, "o mundo precisa de vidas limpas, de almas claras, de inteligências simples que rejeitem ser consideradas criaturas objeto de prazer". Desse modo, as fortes palavras que aparecem na Cédula de consagração de Frei Galvão - tirai-me antes a vida que ofender o vosso bendito Filho, meu Senhor - "deveriam fazer parte da vida normal de cada cristão, seja ele consagrado ou não, e que despertam desejos de fidelidade a Deus dentro ou fora do matrimônio".
Ora, a vocação do ser humano ultrapassa as fronteiras da sexualidade barata e oportunista que o modernismo oferece. Assim, recordando o belo sermão de São Leão Magno, "reconheça, cristão, a tua dignidade e, tornando-se partícipe da natureza divina, não pretendas voltar a cair na condição desprezível de outrora com um comportamento indigno. Recorde-te de quem é a tua Cabeça e de qual Corpo és membro. Recorde-te de que, arrancado ao poder das trevas, foste transferido para a luz e para o Reino de Deus" (Sermão I sobre o Natal, 3, 2: CCL 138, 88).
Por: Equipe Christo Nihil Praeponere

Nova lei proíbe conversões na Índia


Nova lei proíbe conversões na ÍndiaNova lei proíbe conversões na Índia
Segundo país mais populoso do mundo, com mais de um bilhão de habitantes, a Índia é majoritariamente hinduísta. Agora, uma nova lei anticonversão pode marcar definitivamente a história da nação milenar.
Desde 1968 há uma luta jurídica em relação ao Ato de Liberdade Religiosa de Madhya Pradesh, um dos Estados indianos mais populosos. A denúncia do Conselho Global de Cristãos da Índia anunciou que Shri Ram Naresh Yadav, governador do Estado, assinou a emenda que proíbe as pessoas de mudarem de religião sem autorização do governo. Ironicamente, a lei implica em seu nome a liberdade de culto.
A pressão dos extremistas hindus é para que ocorra o mesmo muçulmanos, onde desde o nascimento a religião vem impressa nos documentos do cidadão. O país chega a essa decisão antidemocrática em meio às comemorações do 67º aniversário da independência da Índia do domínio inglês.
Sajan George, presidente do Conselho Global, diz que “A democracia leiga da Índia está em perigo por causa da lei anticonversão”. A modificação de 2013, altera o 5º parágrafo da lei estadual e impõe aos sacerdotes que apresentem às autoridades locais todos os detalhes relativos à pessoa que decidiu mudar de religião, pelo menos 30 dias antes da cerimônia. Além disso, precisa fornecer uma lista com os nomes e endereços daqueles que desejam a conversão.
Caso isso não seja feito, explica o líder cristão, “corre-se o risco de uma multa de 50 mil rupias (cerca de R$ 1.700) e até três anos de cadeia; ou 100 mil rupias (R$ 3.500) e até quatro anos de cadeia quando forem menores de idade ou pessoas sem castas ou de povos tribais”.
George explica que “o governo tentou impor esta lei muito severa para agradar a maioria hindu, antes das próximas eleições”. No Estado de Madhya Pradesh fica a sede do Bharatiya Janata, partido ultranacionalista hindu que apoia grupos extremistas acusados de violência e perseguição contra as minorias étnicas, sociais e religiosas em toda a Índia.
O temor dos cristãos é a medida seja ampliada para todo o país, o que causaria uma modificação na Constituição indiana, que assegura a liberdade religiosa. A Federação Evangélica da Índia apelou ao Supremo Tribunal, que reconhece que existe uma violação ao direito fundamental à privacidade previsto na Constituição da Índia. “A crença ou religião de uma pessoa é algo muito pessoal”, afirmou o tribunal em nota.
“O Estado não tem o direito de pedir uma pessoa para divulgue qual é a sua crença pessoal… no caso de uma pessoa decidir mudar sua religião ao dar um aviso prévio aumentam as chances de o convertido ser submetido a tortura física e psicológica”.
Até o momento o governo da capital Nova Deli não se manifestou sobre o assunto. Historicamente, hindus convivem com budistas, siques, jainistas, muçulmanos e cristãos. Por diferenças religiosas, a Índia perdeu território e viu surgirem dois países independentes: o Paquistão (1947) e Bangladesh (1971) ambos de maioria muçulmana.

Buffon, ex-melhor goleiro do mundo, maravilha-se ante a humanidade do Papa Francisco

Gianluigi Buffon e o Papa Francisco. Foto: News.va
ROMA, 19 Ago. 13 / 10:39 am (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco tocou o coração de Gianluigi Buffon. O capitão da Juventus F. C., da Seleção Italiana de Futebol e, por vários anos melhor goleiro do mundo, maravilhou-se ante a grande humildade e humanidade do Pontífice. Ele pediu aos jogadores que rezassem por ele durante uma audiência no Vaticano no último dia 13 de agosto.
"O fato de que ele tenha nos pedido como discípulos rezar por ele é o enésimo sinal de humildade e de humanidade, é uma figura que representa a Igreja, e que está aquecendo os corações de todos os fiéis e também daqueles que tinham se afastado", assegurou Buffon na conferência de imprensa com os jornalistas, celebrada na Casina Pio VI do Vaticano, depois de cumprimentar o Papa.
O jogador explicou também que "certamente entre as nossas partidas e a sua ‘partida’ –a do Papa-, há claramente uma grande diferença de dificuldade e de compromisso".
Buffon chegou ao Vaticano acompanhado pela Seleção Italiana e pela Seleção Argentina de Futebol –liderada pelo seu capitão Lionel Messi-. Os dois astros do futebol visitaram a cidade eterna com ocasião do amistoso que disputaram no Estádio Olímpico de Roma em homenagem ao Pontífice argentino.
O goleiro da Juventus FC expressou em nome de toda a sua equipe estar muito orgulhoso do Santo Padre, e assegurou que o encontro "ficará nas nossas mentes e corações para sempre".
"Ter a honra de participar na audiência com este Papa é realmente algo gratificante que nos faz sentir de maneira especial", e "pela primeira vez vi uma pessoa ter mais êxito que Messi, e isto é um grande gesto de normalidade, e é algo que se agradece hoje em dia", acrescentou brincando.
Buffon está atualmente casado pela Igreja com a modelo tcheca Alena Seredova, com quem tem dois filhos. Reconhece-se católico e sua visita em julho de 2012 ao Santuário da Virgem de Medjugorje, na Bósnia-Herzegovina, foi notícia.
O goleiro italiano está incluído na lista de "Jogadores de futebol FIFA 100", que inclui o nome dos melhores jogadores de futebol vivos do mundo. Além disso, recebeu a Bola de Prata, o prêmio ao goleiro do ano na Série A, entre outros. Foi eleito o "Melhor Goleiro do Mundo dos últimos 25 anos" e "Melhor Goleiro do Mundo da 1ª Década do Século XXI" pela Federação Internacional de História e Estatística de Futebol.

Medalhista Isinbayeva exige respeitar lei russa que proíbe a promoção da homossexualidade

Yelena Isinbayeva
MOSCOU, 19 Ago. 13 / 11:07 am (ACI/EWTN Noticias).- A atual campeã mundial de salto com vara Yelena Isinbayeva exigiu aos atletas estrangeiros que participam do mundial de atletismo Moscou 2013, respeitar as leis da Rússia, entre elas a atual lei que proíbe a promoção da homossexualidade.
No dia 15 de agosto, a atleta russa criticou a atitude da atleta sueca Emma Green, que competiu com as unhas pintadas com as cores do arco íris em apoio à comunidade gay da Rússia e para manifestar seu protesto contra a recente lei.
A crítica de Isinbayeva levantou os protestos dos grupos pró-gay, por isso a atleta russa emitiu nesta sexta-feira um comunicado no que adverte que suas palavras podem ter sido mal interpretadas como se fossem um ataque às pessoas homossexuais.
"O inglês não é a minha primeira língua e acho que fui mal interpretada quando falei. O que quis dizer é que as pessoas deveriam respeitar as leis de outros países, sobretudo quando estão de visita neles", assinalou. "Quero deixar claro que respeito o ponto de vista de meus companheiros atletas e destacar nos termos mais rotundos que estou contra qualquer discriminação contra os gays por razão de sua sexualidade", acrescentou.
A tricampeã mundial tinha considerado as críticas à lei como uma "falta de respeito" para com a Rússia. "É uma falta de respeito para com o nosso país, para com os nossos cidadãos, porque nós somos russos. Talvez diferentes a outros europeus, mas temos uma lei que tem que ser respeitada", assinalou.
Indicou que quando viaja a outros países respeita suas leis. "Não tentamos impor nossas leis aonde vamos, mas nos mostramos respeitosos", acrescentou.
Do mesmo modo, disse que na Rússia "estamos contra sua promoção (da homossexualidade), não, obviamente, contra a livre eleição de cada pessoa. É sua vida, é sua eleição, seus sentimentos, mas estamos contra sua promoção e eu apoio o Governo".

Leia essa matéria antes de vacinar a sua filha (HPV).

Organização Mundial de Saúde é acusada de promover vacinas que beneficiam fabricantes

Jeannie Stokowski-Bisanti
O governo japonês cancelou a vacinação contra o vírus do papiloma humano (HPV) em Kitui, cidade a 180 km de Nairobi, no Quênia, mencionando reações adversas que incluíam infertilidade, dores prolongadas, fraqueza e paralisia, enquanto a Organização Mundial de Saúde (OMS) está sendo criticada por sua posição de defender a eficácia da vacina contra o HPV com a alegação de que é uma ferramenta útil para prevenir o câncer do colo do útero. Um artigo da agência de notícias queniana Standard Digital de 14 de julho afirma que críticos acusaram a OMS de promover vacinas que beneficiam os fabricantes, e acusações do mesmo teor foram feitas contra a Vigilância Sanitária (FDA) americana.
O Ministro da Saúde japonês nomeou uma força tarefa para investigar aproximadamente 2.000 reações adversas e para elaborar um relatório sobre a segurança das vacinas. As vacinas, Gardasil e Cervarix, estavam sendo ministradas a meninas com idades entre 11 e 14 anos em Kitui. O governo japonês aconselhou as autoridades que parassem de promover a vacinação de meninas com Gardasil e Cervarix até que mais estudos sejam concluídos.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) e a FDA americana recomendou vacinas contra o HPV como Gardasil e Cervarix contra o câncer do colo do útero, apesar de preocupações quanto à sua segurança.
A empresa americana Merck Sharp & Dohme (Merck & Co) é a fabricante do Gardasil, enquanto que o Cervarix é fabricado pela britânica GlaxoSmithKline PLC (GSK). A FDA licenciou o Gardasil da Merck em 2006, e o Cervarix da gSK entrou no mercado em 2007. Instituições médicas japonesas agora são obrigadas por lei a informar às jovens ou aos seus pais que o governo não recomenda mais as vacinas devido às reações adversas associadas a ela.
O artigo afirma que quatro tipos de HPV, dos mais de 100 tipos, estão associados ao câncer do colo do útero e que nunca houve provas conclusivas de ligações entre a infecção do HPV e o desenvolvimento de câncer cervical. Críticos afirmam que as vacinas não foram utilizadas por tempo suficiente para constituir prova de que elas podem prevenir o câncer do colo do útero. O governo municipal da região de Kanto, no Japão, declarou: “Omitir a recomendação é o mesmo que desaconselhar a vacina”.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do Examinar: World Health Organization accused of promoting vaccines to benefit manufacturers

Neil Armstrong valorizava mais ter pisado onde pisou Cristo que aquela pegada sobre a Lua.



Fonte: religionenlibertad.com
Neil Armstrong valorizava mais ter pisado onde pisou Cristo que aquela pegada sobre a Lua
Foi um homem muit religioso, contraponto da pretensão de Khruschev do que disse que Yuri Gagarin «não tinha visto Deus» no espaço.
Corriam os anos sessenta, e na corrida espacial entre Estados Unidos e a União Soviética era importante “ser o primeiro”.
Os russos, com Yuri Gagarin, foram os primeiros a conseguir que um homem completasse uma viajem espacial completa. Foi em 1961, e Nikita Khrushev aproveitou a ocasião para uma ocorrência atéia, proclamando em uma reunião do Politburo: «Gagarin voou ao espaço, mas não viu Deus ali». O herói russo morreu em 1968 em um acidente de avião, sem chegar a ver o seguinte grande façanha da navegação extra-terrestre.
Em 21 de julho de 1969 a Apolo 11, com aquela histórica tripulação (Neil Armstrong, Edwin “Buzz” Aldrin, Michael Collins), chegou à órbita da lua, e euando o módulo tocou sua superfície Armstrong desceu, deixou sua pegada e pronunciou ao vivo, para milhões de telespectadores, aquela frase: “Um pequeno passo para um homem, um grande passo para a Humanidade”.
Após os passos de Cristo
Seu falecimento aos 82 anos foi recordado sobre todo este momento, mesmo tendo chegado à NASA depois de uma brilhante historia militar que inclui 78 missões de combate como piloto naval na Coréia.
Diferente de Gagarin, Armstrong era um homem muito religioso e profundamente cristão. A história mais conhecida nesse sentido foi a que sucedeu em Jerusalém em 1988.
Neil visitou Jerusalém neste ano, e pediu a Thomas Friedman, um professor expecialista em arqueologia bíblica que fosse seu guia pela cidade, que lhe levasse a um lugar onde pudesse ter a certeza de que havia caminhado Jesus Cristo.
Uma das alunas do professor, Ora Shlesinger, relatou a história mais de uma vez, levou Armstrong aos restos de escadas do templo construído por Herodes o Grande que ainda se conservam. “Estes degraus constituíam a principal entrada do templo”, lhe disse: “Não há dúvida de que Jesus subiu por eles”.
Neil Armstrong se concentrou então profundamente e rezou durante um tempo. Ao terminar, se voltou a Friedman, e, emocionado, lhe disse: “Para mim significa mais ter pisado estas escadas que ter pisado na Lua”.

O ‘Globo Repórter’, as “novas” famílias e o marxismo cultural de Gramsci.


Rodrigo Constantino
O programa “Globo Repórter” dessa sexta-feira (16 de Agosto de 2013) mostrou que todo tipo de família é o máximo, a coisa mais linda do mundo. “Família é aquilo que cada um diz que é”, afirmou a psicóloga entrevistada.
Mães sem pais, pais sem mãe, pai solteiro sozinho, vários agregados misturados vivendo sob o mesmo teto, casal separado super amiguinho onde o ex tem a chave da casa dela (e os filhos, por algum motivo, vivem alimentando a ideia de que eles podem reatar), tudo apresentado pela Zileide Silva. Bem progressista e moderno.
A única formação que ficou parecendo ultrapassada, retrógrada, reacionária, chata e careta é a de papai, mamãe e filhos. Revolução cultural gramsciana? Imagina… Para quem não conhece bem o que seja a estratégia de Gramsci para a tomada do poder pelos comunistas, recomendo uma resenha que escrevi em 2009 do ótimo livro do saudoso General Coutinho sobre o assunto. Abaixo, alguns trechos:
Muitos preferem acreditar inclusive no óbito da ideologia socialista depois da queda do Muro de Berlim e da União Soviética. Doce ilusão! O moribundo apenas recuou um pouco, fez algumas plásticas superficiais, mudou a embalagem, mas continua bastante vivo.
As idéias de Gramsci serviram justamente para esta mudança tática, para a adaptação dos socialistas à nova realidade. Mas a meta continua a mesma: conquistar o poder e criar o “novo homem” e o “novo mundo”, onde a necessidade é coisa do passado burguês, as classes desaparecem e todos vivem felizes para sempre.
Pode parecer incrível para alguns que esta utopia ainda possa conquistar tantos adeptos. Mas basta um olhar mais atento em volta para constatar que isso é fato: o socialismo ainda encanta muita gente. E com os instrumentos estratégicos fornecidos por Gramsci, o perigo aumentaexponencialmente.
[...]
Será criado na sociedade um novo senso comum, que irá destruir a capacidade individual de bom senso. Alguns velhos conceitos podem ser preservados se forem “instrumentais”, bastando aprimorá-los para contribuírem também para a formação da nova mentalidade. Os meios de comunicação social (imprensa, radio e televisão) serão os principais canais de difusão do novo senso comum. Além destes, o setor editorial, a cátedra, o magistério, a expressão artística e o meio intelectual tradicional serão importantes veículos dessa transformação. Assim como a estratégia atribuída a Goebbels no nazismo, os argumentos serão repetidos ‘ad nauseam’, através de uma “orquestração”.
O sistema defensivo da burguesia deverá ser neutralizado. Entre as principais instituições alvos, estão os partidos políticos, o parlamento, a classe empresarial, a Igreja, as forças armadas, o aparelho policial e a família. Como explica o autor, “o empreendimento de neutralização é complexo e é conduzido pelo amplo trabalho psicológico, político e ideológico que realiza o esvaziamento do moral do elemento humano das organizações burguesas, de tal modo que elas perdem o seu valor funcional e ético perante a sociedade civil”. Serão utilizadas táticas como o “denuncismo”, isolamento, constrangimento e inibição, patrulhamento, penetração ideológica e infiltração de intelectuais. Trata-se de uma batalha longa, que exige paciência, mas que cria as condições necessárias para a tomada do poder.
[...]
Ao término do livro, o autor oferece alguns sinais do avanço da estratégia gramscista no Brasil, que não podem fugir aos olhares mais atentos. Os mais jovens não notam a mudança cultural porque não conheceram os valores antigos, e os mais velhos encaram as modificações como “naturais” ou “espontâneas”, ignorando a “penetração cultural” bem conduzida pelos intelectuais orgânicos.
Em primeiro lugar, temos o conceito de “politicamente correto”, que passou a dominar qualquer debate e ofuscar a livre opinião ou independência intelectual. Trata-se de “socialização” da opinião, e o patrulhamento ideológico é uma poderosa arma nesse sentido.
Além disso, o conceito de legalidade está sendo substituído pelo de “legitimidade”, esvaziando as normas e leis em troca das “reivindicações justas”. Invadir terras ou saquear estabelecimentos passam a ser atos “legítimos”, pois representam um passo na luta pela “justiça social”.
Existem outros exemplos, como o ataque aos valores familiares tradicionais, o uso manipulado da questão racial para negar a tolerância multirracial burguesa, o uso dos “direitos humanos” como proteção ao criminoso, identificado como vítima da “sociedade burguesa”, enquanto a vítima real é tratada com indiferença por ser identificada geralmente como burguês privilegiado(…)  a utilização da “opinião pública” como critério de verdade maior que a própria lógica;
O diretor do Instituto Liberal, Bernardo Santoro, capturou bem o espírito da crítica:
Eu cresci em uma família de pais separados e sempre digo que acho qualquer modelo diferente do tradicional algo péssimo pros filhos. Eu sou um defensor da liberdade de casamento e da liberdade das formas de família por achar que não tenho o direito de impor meu modelo de vida pras pessoas, mas achar bonito esses modelos que apareceram na globo, não acho não.
Uma coisa é defender a liberdade de formas familiares, outra coisa é glamourizar esses modelos. Acho que a Globo errou a mão.
Exato. Como liberal, eu defendo o direito de as pessoas viverem de forma diferente. Claro, desde que respeitados os direitos dos outros, principalmente os interesses das crianças envolvidas. Mas esse não é o ponto em questão. O problema é essa glamourização do “diferente”, só por ser diferente. E quanto mais diferente, mais legal, pois não podemos ser “intolerantes”, “preconceituosos”. Essa perda da capacidade de julgar de forma minimamente objetiva é a desgraça de nosso tempo.
E os maiores prejudicados, como sempre, não são os membros da elite relativista, e sim os mais humildes da periferia, que pagam um preço bem elevado por essa degradação moral e esse relativismo disseminado de cima para baixo. A família tradicional sempre foi, com todos os seus possíveis defeitos, um obstáculo aos avanços do estado totalitário. Por que será que a esquerda bate tanto nessa instituição?

Dezoito Bispos do Regional Leste I assinam carta pública onde manifestam consternação diante da aprovação da lei que facilita o Aborto.


Rio de Janeiro, agosto de 2013.
Exmo. Sr.
Os Bispos do Regional Leste I, sem deixarem de prestar sua solidariedade às mulheres vítimas
de qualquer violência, sobretudo sexual
, querem demonstrar sua profunda consternação
com o PLC nº 3/2013, e sua sanção, por não estar, realmente a favor da vida,
atentando contra um inocente indefeso no ventre materno.
A defesa da vida desde a sua concepção até sua morte natural é um princípio inviolável
dentro de uma sociedade que aspira ser humana e justa com todas as pessoas.
O povo brasileiro tem sido espectador nos dois últimos meses – Junho e Julho –
de uma forte e numerosa presença dos jovens nas ruas e praças das principais
cidades do país.
Esses rapazes e moças, de modo pacífico e cidadão, têm sido a voz de tantas pessoas
que não têm vez numa sociedade cada dia mais manipulada e enganada por
grupos ideológicos.
A saúde, a educação, o transporte, a segurança, os valores éticos, têm sido mencionados
em programas de governos e em discursos de políticos brasileiros, porém o que a juventude
brasileira mais aspira não são palavras, mas atitudes éticas e soluções permanentes
para essas questões.
O Papa Francisco durante a Jornada Mundial da Juventude realizada entre os dias 23 e 28
de julho foi a voz unida às vozes de milhões de jovens brasileiros e estrangeiros que
alegraram ainda mais a Cidade Maravilhosa.
A sua voz ecoou nas mentes e nos corações de tantas pessoas que o aplaudiram nesses dias
no Rio de Janeiro, e sem omitir outras falas importantes queremos destacar suas palavras
no Teatro Municipal no dia 27 de julho passado.
“O futuro exige de nós uma visão humanista da economia e uma política que realize
cada vez mais e melhor a participação das pessoas, evitando elitismos e erradicando
a pobreza. Que ninguém fique privado do necessário, e que a todos
sejam asseguradas dignidade, fraternidade e solidariedade: esta é a via a seguir
”.
Senhor Senador, a sua presença no Congresso Nacional é para todos nós,
sobretudo para o nosso povo, um eco dessas vozes. Conhecemos sua identificação como
político católico, reconhecemos que a sua atuação tem sempre presente uma visão de futuro
para que o Brasil seja realmente uma nação rica nos valores ético e cristãos.
Os Bispos do Regional Leste 1 da CNBB ficaram muito surpresos e perplexos quando o PLC
nº3/2013 foi sancionado sem veto pela Presidenta Dilma Rousseff no último 1º de agosto.
O povo católico gostaria de ter ouvido mais nitidamente a sua voz denunciando, publicamente,
nos meios de comunicação a farsa presente nesse projeto que facilita o aborto no Brasil e acaba
obrigando os médicos e hospitais católicos associados ao SUS a realizarem esse crime horrendo.
Nós Bispos esperávamos uma demonstração mais firme e corajosa de Vª. Excia.
na defesa da vida da criança e da mãe, especialmente quando esta depois de sofrer uma violência sexual inadmissível pela sociedade, vai sofrer outra violência, que é o aborto,
mesmo quando este se dá como uma possibilidade com a ingestão da pílula do dia seguinte.
Aos nossos políticos católicos reiteramos o nosso respeito e valorização de seu trabalho,
mas conscientes do valor da vida humana, deveriam ter demonstrado uma consciência reflexa
mais aguçada, pois tal projeto, longe de proteger a mulher da violência sexual,
é também uma janela de implantação do aborto em nosso país.
Com isso, não queremos desmerecer a obrigatoriedade de atendimento integral às pessoas
em situação de violência sexual. Os políticos católicos que  receberam votos  dos eleitores,
na  sua  maioria católicos, deveriam testemunhar com o seu voto e a sua voz sua posição
contrária à “cultura do descarte”, apontada pelo Papa Francisco como uma causa do desprezo
da vida humana, e irem, corajosamente, contra a maré, pois suas eleições nos fazem esperar
uma defesa maior dos princípios cristãos na vida política.
Assinam:
Dom Orani João Tempesta, O.Cist. - Presidente do Regional Leste 1, Arcebispo do Rio de Janeiro
Dom Luciano Bergamin, CRL - Vice-Presidente do Regional Leste 1, Bispo de Nova Iguaçu
Dom José Francisco Rezende Dias - Secretário do regional Leste 1, Arcebispo de Niterói
Dom Francesco Biasin - Bispo de Barra do Piraí-Volta Redonda
Dom Antonio Augusto Dias Duarte - Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Dom Tarcísio Nascentes dos Santos - Bispo de Duque de Caxias
Dom Edson de Castro Homem - Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Dom Frei José Ubiratan Lopes, OFMCap - Bispo de Itaguaí
Dom Pedro Cunha Cruz - Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Dom Frei José Ubiratan Lopes, OFMCap - Bispo de Itaguaí
Dom Pedro Cunha Cruz –  Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Dom Frei Elias James Manning, OFMConv - Bispo de Valença
Dom Nelson Francelino Ferreira - Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Dom Roberto Francisco Ferrería Paz - Bispo de Campos dos Goytacazes
Dom Paulo Cezar Costa - Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Dom Edney Gouvêa Mattoso - Bispo de Nova Friburgo
Dom Luiz Henrique da Silva Brito - Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Dom Gregório Paixão, OSB - Bispo de Petrópolis
Dom Roque Costa Souza - Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Dom Fernando Áreas Rifan – Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney

Assista esse vídeo e denuncie no YouTube: OH, MEUS DEUS!


O YouTube também tem um botão "Denunciar", para que os usuários indiquem conteúdos impróprios, que podem ser retirados do site. As diretrizes do site reprovam vídeos com "sexo e nudez", com "apologia ao ódio" e com conteúdo "chocante e repugnante".
Abaixo esta as diretrizes do You Tube:

Nós aplicamos essas diretrizes

Bom, isso tem mais a ver conosco do que com você. A equipe do YouTube revê vídeos sinalizados 24 horas por dia, sete dias por semana para determinar se elas violam as nossas Diretrizes para Comunidades. Quando tais vídeos violam essas diretrizes, nós os removemos do site. Às vezes um vídeo não viola as Diretrizes para Comunidades, mas pode não ser adequado para todos. Esses vídeos devem ser restringidos por idade. As contas dos usuários são penalizadas por violações das nossas diretrizes para comunidades, e violações graves e repetidas podem levar ao cancelamento da conta. Se sua conta for cancelada, não será permitida a criação de novas contas. Para obter mais informações sobre como são aplicadas as Diretrizes para Communidades e as consequências de suas violações, visite o Help Center.

Dicas de Diretrizes para Comunidades

Quer saber um pouco mais sobre os limites e exceções das Diretrizes para Comunidades? Aqui estão alguns exemplos e dicas úteis:

Sexo e Nudez

A maioria dos vídeos de nudez não são permitidos, especialmente se tiver um contexto sexual. Geralmente, quando um vídeo é destinado a ser sexualmente provocativo, é menos provável que seja aceito pelo YouTube. Há exceções para alguns conteúdos educativos, documentários e científicos, mas somente se esses forem o único objetivo do vídeo e se as imagens não forem muito fortes. Por exemplo, um documentário sobre o cancro da mama seria apropriado, mas postar clips fora de contexto a partir do documentário não seria.

Apologia ao ódio

Não permitimos apologia ao ódio (como ataques ou insultos a um grupo baseados em raça ou etnia, religião, deficiência física ou mental, sexo, idade e orientação ou identidade sexual). Às vezes há uma linha muito fina entre o que é e o que não é considerado apologia ao ódio. Por exemplo, geralmente é aceitável se criticar uma nação, mas não é aceitável fazer generalizações e insultar pessoas de uma determinada nacionalidade.

Chocante e Repugnante

O mundo é um lugar perigoso. Às vezes as pessoas se machucam e é inevitável que tais eventos sejam documentados no YouTube. No entanto, não é legal postar conteúdo violento ou sangrento com a intenção de ser chocante, sensacional ou desrespeitoso. Se um vídeo é particularmente perturbador, deve ser equilibrado com contexto e informações adicionais. Por exemplo, incluir um clip de um matadouro em um vídeo sobre agricultura pode ser apropriado. No entanto, compilar em um vídeo uma série de clips independentes e macabros de animais sendo abatidos pode ser considerado injustificado se sua finalidade é a de chocar ao invés de ilustrar.

Atos perigosos e ilegais

Embora não pareça justo dizer que você não pode mostrar alguma coisa por causa do que os espectadores teoricamente podem fazer em resposta, recusamos conteúdo que incitam a violência ou encorajam atividades perigosas e ilegais que têm um risco inerente de causar danos físicos graves ou morte. Isso significa não postar vídeos sobre coisas como elaboração de bombas, treino de ninja assassino, ataque de franco atirador, vídeos para treinar terroristas e coisas similares. Quaisquer demonstrações desse tipo devem ser educativas ou documentais e não para ajudar ou encorajar outros a imitá-las.

Crianças

Vídeos envolvendo crianças (menores de 18 anos) são particularmente sensíveis. Vídeos contendo crianças nunca devem ser sexualmente sugestivos ou violentos. Por favor, seja cauteloso ao postar algo que envolve uma criança. Se você estiver compartilhando um momento familiar, considere marcar a opção de vídeo privado, de forma que apenas seus amigos e familiares possam vê-lo.

Direitos Autorais

Quando você cria algo original, você possui os direitos autorais sobre sua criação. Do mesmo modo, quando as outras pessoas criam conteúdo, eles podem ter um direito de autor sobre tal conteúdo. Como fazemos parte de uma comunidade criativa, é essencial que todos os usuários do YouTube respeitem os direitos autorais de terceiros. Se você não tem certeza de que algo pode violar os direitos autorais de alguém, o mais seguro é criar algo completamente original, com imagens e áudio que você criou. Se o conteúdo é todo seu, você nunca terá que se preocupar com direitos autorais, você é o proprietário. Se você gravou alguma coisa a partir de um DVD, videotape ou TV, ou se você baixou um vídeo online, não publique no YouTube, a menos que você tenha permissão.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Se nos amamos e vamos nos casar, por que não podemos ter relações sexuais?



“A relação sexual dentro do matrimônio defende a integridade do amor: seja a dos cônjuges entre si, seja o amor deles para com o fruto natural do matrimônio: o filho”

Por Pe. Anderson Alves
Essa é uma pergunta que alguns namorados cristãos comprometidos se fazem. Se eles sentem um amor real, por que não podem expressá-lo num gesto de intimidade que poderia ajudar a crescer o afeto entre os dois?
Se a união corporal será comum dentro de pouco tempo, por que não iniciá-la quando o amor parece já ser maduro?
Certamente, a maioria dos cristãos aceita que uma relação realizada por pessoas que mal se conhecem é irresponsável e pecaminosa. Mas não seria exagerado dizer o mesmo do ato realizado por namorados sinceros, fiéis e que estão (quase) decididos a se casar?
Para responder a essa questão é preciso lembrar que a Igreja não tem autoridade para mudar o que Deus revelou. A Palavra de Deus é sempre viva e eficaz, é uma luz que guia nossos passos. E ela ensina:

“O corpo não é para a fornicação, e sim para o Senhor, e o Senhor é para o corpo”; “Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo”[1].
Esses textos expressam o valor altíssimo do corpo humano, que é templo do Espírito Santo, e não algo que possa ser usado ou abusado. E a fornicação (ato sexual fora do casamento) é um ato pecaminoso, porque reduz o valor do corpo humano ao de uma coisa, a algo utilizável.
As relações sexuais não são meros atos físicos, mas devem ser expressão de algo mais profundo: a doação total e incondicional de uma pessoa a outra. E essa doação é real e se concretiza com o pacto matrimonial. Por isso, o ato sexual é bom quando busca o bem do casal e está aberto à transmissão da vida[2]. Esses são os dois fins do matrimônio.
Mas como aceitar isso nos nossos dias? Há algum motivo racional que poderia convencer-nos da verdade desses ensinamentos?
Cremos que há vários motivos. Apresentamos agora alguns.
1. A relação sexual dentro do matrimônio defende especialmente a mulher e o possível fruto dessa relação: o filho. Se a geração de um filho se dá antes do matrimônio, o que geralmente ocorre? Esse novo ser passa a ser visto mais como um problema do que como um dom. Pois a concepção de um filho não obriga ao homem (o pai) a se casar. Se o pai é reto e tem um sentido apurado de justiça, manterá suas obrigações financeiras para com esse filho e para com a mulher. Mas isso não basta para a criança.Cada filho tem o direito de nascer dentro de um matrimônio sólido, no qual os pais busquem a felicidade juntos. Dentro do matrimônio, o filho é seu fruto natural, está protegido social e juridicamente e é naturalmente visto como um dom, e não como um fruto indesejável;
2. Em geral, quem vive a castidade no namoro terá menos dificuldades de viver a fidelidade ao matrimônio. Hoje em dia, o “permissivismo” moral é grande. A “educação sexual” transmitida pelos meios de comunicação e, às vezes, pelas escolas, diz somente: “faça o que você quiser, desde que seja com preservativos e escondido dos seus pais”.
Para vencer nesse ambiente hostil e irresponsável é necessária uma verdadeira educação à castidade,que é a proteção do amor autêntico. E o período de namoro serve para isso: para que o casal cresça no conhecimento mútuo, elabore projetos comuns e adquira virtudes indispensáveis para a vida matrimonial. Se o casal vive bem esse período, sem chegar a ter intimidades próprias da vida matrimonial, passará por uma verdadeira escola de castidade e de fidelidade.
Constatamos que pecar contra a castidade antes do matrimônio é tão fácil quanto pecar contra a fidelidade dentro dele. Assim, estará mais preparado para viver a fidelidade quem se preparou bem antes, vivendo a castidade no namoro;
3. O amor matrimonial não se reduz a um exercício físico, mas é a comunhão total de vida.Certa vez, disse Chesterton: «Em tudo que vale a pena, até em cada prazer, há um ponto de dor ou tédio que deve ser preservado, para que o prazer possa reviver e durar. A alegria da batalha vem depois do primeiro medo da morte; a alegria em ler Virgílio vem depois do tédio de aprendê-lo; o brilho no banhista vem depois do choque gelado do banho do mar; e o sucesso do casamento vem depois da decepção com a lua-de-mel»[3].
O que diz esse autor, que foi um homem bem casado por muitos anos, é uma verdade comprovável. O prazer do ato sexual certamente existe, mas não é tudo na vida matrimonial. O ato sexual é, como todo ato humano, sempre ambíguo, pois ao mesmo tempo em que realiza quem o faz, causa certa frustração, porque o coração humano é feito para o infinito e não se contenta com atos singulares.Todo jovem deve reconhecer isso, que faz parte de todo processo de maturação, e o ideal é que isso ocorra dentro do matrimônio. Só quem supera a “decepção” inicial pode ser feliz no matrimônio, pois a felicidade vem de Deus, do amor fiel e responsável renovado diariamente em atos de doação mútua. O amor não é o mesmo que o prazer, mas é uma entrega voluntária e fiel, que supera todas as dificuldades.
4. Boa parte dos casais que fazem planos sérios de casamento acabam por se separar antes que isso se realize. Nem o namoro e nem o noivado dão ao casal o mesmo nível de comprometimento um com o outro que só dá o matrimônio. Por isso, quem tem relações sexuais antes do casamento corre o sério risco de se entregar a alguém com quem, ao fim, não se unirá sacramentalmente. E tal pecado sempre marca profundamente a alma e traz sérias consequências (principalmente afetivas), ainda que seja plenamente perdoado por Deus após uma boa Confissão.
Nos tempos atuais as pessoas “usam” o sexo como se fosse um jogo. E o que ocorre? Cada vez menos pessoas adquirem a capacidade de fazer escolhas definitivas, cada vez menos pessoas se casam. O ato matrimonial, ao qual Deus quis unir um prazer sensível, deve produzir um prazer superior, de natureza espiritual: a alegria de saber que se está cumprindo a vontade de Deus. E o ato de gerar um filho é algo de milagroso, no qual se dá a união das partes materiais provenientes dos pais e a criação de uma nova alma humana, diretamente por Deus. O prazer que os pais têm ao saber que estão colaborando com Deus é algo único.
A resposta à pergunta diz, portanto, que o amor não é somente um sentimento vago, nem mesmo se reduz ao prazer. Mas é algo bem prático e exigente, que implica a vontade concreta de colaborar com os planos de Deus, que concebeu o ato matrimonial como a expressão perfeita de uma doação integral de duas pessoas, um homem e uma mulher, colaborando assim com a mesma obra criadora de Deus.
[1] I Cor. 6,13 e 18; cfr.: Tob. 4,13; At, 21,25; Ef. 5,3.[2] Cfr. Catecismo da Igreja Católica, § 2361-2363.[3] Chesterton, O que há de errado no mundo, EditoraEcclesiae,Campinas2012.
Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio

A artimanha e astúcia do PT em aprovar o aborto no Brasil.


Por Carlos Alberto Di Franco*
Em pouco mais de dois meses, sob a proteção de um gritante silêncio, foi aprovado um projeto que abre portas para a ampliação do aborto no Brasil.Segundo informação do jornal interno da Câmara dos Deputados, a iniciativa partiu do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, do PT
Em reunião com o  deputado Henrique Eduardo Alves, presidente da Câmara dos Deputados, em fevereiro deste ano, Padilha  pediu que, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, fosse votado no plenário da Câmara, em regime de urgência, o Projeto de Lei 60/1999. O projeto trata do atendimento prioritário nos hospitais à mulher vítima de violência.
Como resultado do acordo entre o ministro da Saúde e o presidente da Câmara, o deputado José Guimarães, irmão do deputado José Genoíno e líder do PT na Câmara, pediu a tramitação do projeto em regime de urgência.
Na ausência por motivo de viagem do deputado Henrique Eduardo Alves, a presidência da Câmara foi assumida pelo deputado André Vargas, secretário nacional de comunicação do PT.
O regime de urgência foi, então, aprovado por uma reunião de líderes das bancadas dos diversos partidos. Em seguida, no mesmo dia, o projeto foi emendado e apresentado ao Plenário da Câmara. O projeto foi aprovado no dia 5 de março. Três dias depois foi encaminhado para ser apreciado pelo Senado. Velocidade incomum para os padrões parlamentares.
No dia 10 de abril, já renomeado como Projeto de Lei Originário da Câmara 3/2013, ou PLC 3/2013, o texto foi aprovado pela Comissão de Direitos Humanos do Senado, após leitura de relatório favorável da Senadora Ana Rita, do PT do Espírito Santo.
No dia 19 de junho, após relatório favorável da Senadora Angela Portela, do PTde Roraima, o projeto foi também aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado.
Finalmente, no dia 4 de julho, sem que houvesse sido apresentado um único pedido de emenda, o PLC 3/2013 foi aprovado no Plenário do Senado e, em seguida, encaminhado à Presidência da República para ser sancionado.
O texto, estrategicamente, evita mencionar a palavra aborto, mas abre atalhos para sua ampla ampliação. O projeto, na sua formulação conceitual e na sua tramitação política, foi conduzido com muita esperteza, mas também com notável autoritarismo. Um tema  sensível foi conduzido de costas para a sociedade. Vamos analisar o texto, amigo leitor.
O artigo primeiro afirma que os hospitais, – todos os hospitais, sem que aí seja feita nenhuma distinção -, “Devem oferecer atendimento emergencial e integral decorrentes de violência sexual, e o encaminhamento, se for o caso, aos serviços de assistência social”.
Atendimento emergencial significa o atendimento que deve ser realizado imediatamente após o pedido, não podendo ser agendado para uma data posterior. Colocou-se no mesmo pacote o aborto terapêutico e o aborto por estupro. O atendimento integral significa que nenhum aspecto pode ser omitido, o que por conseguinte subentende que se a vítima de violência sexual estiver grávida, deverá ser encaminhada aos serviços de aborto. Os serviços de assistência social aos quais a vítima deve ser encaminhada, que não eram mencionados no projeto original, são justamente os serviços que encaminharão as vítimas aos serviços de aborto ditos legais. É todo um jogo malandro de palavras que conduz a um objetivo bem determinado: escancarar janelas para o aborto no Brasil.
Portanto, uma vez o projeto sancionado, todos os hospitais do Brasil serão obrigados a encaminhar as vítimas de violência à prática do aborto. O projeto não contempla a possibilidade da objeção de consciência.
O artigo segundo define que, para efeitos desta lei, “Violência sexual é qualquer forma de atividade sexual não consentida”. A expressão “Tratamento do impacto da agressão sofrida”, constante do artigo primeiro do texto original, foi suprimida e substituída por “Agravos decorrentes de violência sexual”, para deixar claro que a violência sexual não necessita ser configurada por uma agressão comprovável em um exame de corpo de delito. Uma vez que o projeto não especifica nenhum procedimento para provar que uma atividade sexual não tenha sido consentida, e o consentimento é uma disposição interna da vítima, bastará a afirmação da vítima de que ela não consentiu na relação sexual para que ela seja considerada, para efeitos legais, vítima de violência e, se ela estiver grávida, possa exigir um aborto ou o encaminhamento para o aborto por parte de qualquer hospital.
O inciso quarto do artigo terceiro menciona, ainda, como obrigação de todos os hospitais, em casos de relação sexual não consentida, “a profilaxia da gravidez“.  O termo é novo. Foi estrategicamente plantado neste projeto de lei. Terá que ser regulamentado ou interpretado.
O projeto, tramitado com velocidade surpreendente e sob um silêncio antidemocrático, configura uma violência. O brasileiro é a favor da vida. Não se trata apenas de uma opinião, mas de fato medido em reiteradas pesquisas. A defesa da vida, da liberdade e dos direitos das minorias, tão duramente conquistados, compõem o mosaico da nossa cidadania.
A presidente Dilma Rousseff, em 2010, empenhou sua palavra ao rejeitar qualquer iniciativa do seu governo em favor da implantação do aborto. (porem sancionou o projeto )
As passeatas mostram o nascimento de um novo Brasil. Os cidadãos exigem transparência dos seus governantes e liberdade para manifestar seus pontos de vista. E o que está em jogo não é coisa pequena. É a preservação de um valor fundamental: o direito à vida.
*Diretor do Departamento de Comunicação do Instituto Internacional de Ciência Sociais – IICS (www.iics.edu.br) e doutor em Comunicação pela Universidade de Navarra, é diretor da Di Franco – Consultoria em Estratégia de Mídia (www.consultoradifranco.com)