sábado, 6 de abril de 2013

O Catolicismo e o judaísmo diante do conformismo social da “questão gay”




Ernesto Galli Della Loggia, professor do Instituto Italiano de Ciências Humanas de Florença (SUM), em artigo publicado no jornal Corriere della Sera
***

No século XVIII, na sua batalha contra as religiões oficiais, equiparadas sem tanta cerimônia a muitas outras superstições, o Iluminismo francês, destinado a fazer escola em toda a Europa continental, certamente não teve que lidar somente com o catolicismo. Ao invés. O judaísmo, por exemplo, foi um alvo seu, talvez ainda mais usual: basta pensar nas tantas páginas de Voltaire repletas de insultos contra a religião mosaica.

Depois, entre os anos 1700 e 1800, as coisas mudaram rapidamente. Sobretudo porque o judaísmo mudou. De fato, aconteceu que, na Europa (principalmente ocidental), um grande número de judeus começou a avançar em um percurso de radical emancipação-secularização que os levou a se integrar plenamente com as elites secular-liberais no caminho de tomar o poder em toda a parte: da religião dos pais, conservando ao máximo qualquer vestígio ritual. 

Desde então, a crítica antirreligiosa de ascendência iluminística começou a pôr na mira, no âmbito ocidental, quase que exclusivamente o catolicismo
, quase como se ele fosse a única religião que restou na face da terra. Uma tendência que foi se afirmando cada vez mais, especialmente na Itália, e muitas vezes – é preciso dizer – com o consenso tácito de grande parte da intelligentzia de origem judaica, mais ou menos favorável a valorizar implicitamente a ideia – bizarríssima, mas muito “politicamente correta” – de que, no fim das contas, o judaísmo não é nem uma religião. Ou é, mas tão diferente de todas as outras, tão diferente, que, no fim, não é!

Especialmente na Itália, eu escrevi. E, de fato, quando entre nós [italianos] se falar sobre assuntos que, de algum modo, envolvem a fé religiosa, o judaísmo tende a não ter e/ou não fazer parte alguma. E, portanto, ele tende a não ser mencionado nunca. Basta pensar em toda a discussão sobre a liceidade da engenharia genética, da eutanásia ou do matrimônio entre homossexuais. 

Debatendo-se sobre essas coisas, é como se o judaísmo tivesse descido nas catacumbas, tanto a sua voz é tênue ou ausente. Com o resultado de que a voz da Igreja Católica, ao invés, é facilmente apresentada como a única que, em nome de uma visão religiosa, está empenhada em defender posições.

Ao invés, para nos lembrar de que as coisas não estão assim, de fato, e de que justamente sobre os assuntos que eu citava antes são, vice-versa, muito profundos os laços teológicos e doutrinais entre o judaísmo e o catolicismo (e o cristianismo em geral, eu diria), socorre-nos um recente documento importante de uma autoridade do judaísmo europeu como o Grão-Rabino da FrançaGilles Bernheim, intitulado “Matrimônio homossexual, homoparentalidade e adoção”.

Bernheim inicia com o ponto decisivo, isto é, contestando que tais temas tenham como verdadeira questão em jogo um problema de igualdade de direitos. O que está em jogo, ao invés, escreve ele, é “o risco irreversível de uma confusão das genealogias, dos estatutos e das identidades, em detrimento do interesse geral e em benefício do de uma ínfima minoria”. 

De um modo que me parece compartilhável até do ponto de vista de um não crente, ele desmonta um a um os argumentos habitualmente usados em favor do casamento homossexual: da exigência de proteção jurídica do potencial conjunto, à importância do querer-se bem (”não se pode reconhecer o direito ao matrimônio a todos aqueles que se amam pelo simples fato de que se amam”: por exemplo, a uma mulher que ama dois homens); às razões afetivas que justificariam a adoção de uma criança por parte de um casal homossexual. 

“Todo o afeto do mundo não basta para produzir as estruturas psíquicas basilares que respondem à necessidade da criança de saber de onde vem. A criança não se constrói a não ser diferenciando-se, e isso pressupõe, acima de tudo, que ela saiba a quem se assemelha. Ela precisa saber que é o fruto do amor e da união de um homem, seu pai, e de uma mulher, sua mãe, em virtude da diferença sexual dos seus genitores”. 

E ainda: “O pai e a mãe indicam à criança a sua genealogia. A criança precisa de uma genealogia clara e coerente para se posicionar como indivíduo. Desde sempre e para sempre, o que constitui o humano é uma palavra em um corpo sexuado e em uma genealogia”.

Bernheim não só enfrenta de peito aberto o propósito caro a muitos militantes homossexuais de substituir o conceito sexuado de “pais” por aquele assexuado e vazio de “parentalidade” e de “homoparentalidade”, mas também argumenta que não se pode falar de forma alguma de um direito de ter um filho: “O sofrimento de um casal infértil não é uma razão suficiente para obter o direito à adoção. A criança – ressalta – não é um objeto, mas sim um sujeito de direito. Falar de direito a ter um filho implica uma instrumentalização inaceitável”.

Naturalmente, as páginas mais densas do documento são aquelas em que, opondo-se à ideia cada vez mais difundida de que o sexo, longe de ser um fato natural, representa uma construção cultural, o Grão-Rabino, fortalecido com o relato do Gênesis, afirma, ao invés, “a complementaridade homem-mulher como princípio estruturante do judaísmo”, correspondendo ao plano mais íntimo da criação. 

“A dualidade dos sexos – escreve – pertence à construção antropológica da humanidade” e é desejada por Deus também como “um sinal da nossa finitude”. Nenhum indivíduo pode pretender de ser autossuficiente, representar todo o humano, a partir do momento em que, com toda evidência, “um ser sexuado não é a totalidade das espécies”.

O leitor deve ter notado a forte semelhança de muitas das coisas ditas por Bernheim com as defendidas pelo magistério católico (não por acaso, recentemente, Bento XVI citou calorosamente o documento do Grão-Rabino francês). Na realidade, as vozes conjuntas do judaísmo e do catolicismo, quando evocam o que está efetivamente em jogo nesse caso – isto é, as próprias bases da sociedade em que queremos viver, a existência ontológica de dois sexos distintos, a aliança do homem e da mulher na instituição chamada a regular a sucessão das gerações, além do risco de anular de modo irreversível tal sucessão –, no momento em que fazem isso, parecem confirmar o que foi defendido à época por Jürgen Habermas acerca da importância que tem e deve ter o ponto de vista da religião no discurso público das nossas sociedades. 
Tal ponto de vista, de fato, muitas vezes é precioso para compreender – por todos, crentes e não crentes, de toda pessoa livre – o que essas sociedade hoje têm o poder de fazer. E, portanto, para medir a ruptura que as suas decisões podem representar com relação às raízes mais profundas e vitais da nossa antropologia e da nossa cultura.

Mas do Grão-Rabino Bernheim chega outra lição. Isto é, como é importante que a discussão pública seja conduzida com coragem, desafiando o conformismo que muitas vezes anima a intelectualidade convencional e o mundo da mídia. Como é que é importante que personalidades com autoridade (por exemplo, os psicanalistas) não tenham medo de fazer ouvir a sua opinião: mesmo quando ela não é conforme ao que aparece no mainstream das ideias dominantes. 

É uma lição particularmente essencial. Onde é cada vez mais raro ouvir vozes destoantes e provenientes de bocas insuspeitas, onde é cada vez mais forte a tentação de ter razão colando rótulos a quem discorda, em vez de discutir os seus argumentos, onde estão cada vez mais prontos a libertar impiedosamente os reflexos condicionados dos pertencimentos. 

Onde – especialmente quando se trata de certas questões – não deixa de se fazer ouvir pontualmente o preconceito que tende a fazer do catolicismo o bode expiatório mais adequado para ser apontado para a execração pública pelas vestais do iluminismo e para ver chover sobre si todas
 as culpas (e todas as supostas culpas) do caso.

Assista o vídeo: Veja um belo exemplo de como evangelizar com criatividade!

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Cientistas japoneses decifram parcialmente conteúdo dos sonhos

sonho, saúde
© Flickr.com/Kaptain Kobold/cc-by-nc-sa 3.0

Uma equipe de cientistas japoneses anunciou ter conseguido decifrar parcialmente o conteúdo dos sonhos, uma experiência intrigante que consideram útil para a análise do estado psíquico, a compreensão das doenças psicológicas e até mesmo o controlo de máquinas através do pensamento.

"Há muito tempo que os humanos se interessam pelos sonhos e os seus significados, mas até agora apenas a pessoa que sonha conhece o conteúdo do seu sonho", explicam os cientistas do laboratório de Yukiyasu Kamitani do Instituto Internacional de Pesquisas de Telecomunicações Avançadas (ATR) de Kyoto.
Para avançar na compreensão científica dos sonhos, os cientistas criaram um dispositivo para decodificar as imagens que uma pessoa observa durante a fase onírica.
Para tal, registaram repetidamente a atividade cerebral de três pessoas durante a fase de sonho. Quando aparecia no monitor de análises um sinal correspondente a uma fase de sonho, os cientistas despertavam os voluntários e perguntavam que imagens tinham acabado de ver. A operação foi repetida mais de 200 vezes por pessoa.
Este exercício permitiu criar uma tabela de correspondências entre a atividade cerebral e objetos ou temas de diversas categorias (alimentos, livros, personalidades, móveis, veículos, etc.) observados nos sonhos: uma espécie de léxico que associa um sinal cerebral a uma imagem.
Ao ter sido criada esta base de dados, a exploração da actividade cerebral através de ressonância magnética permitiu saber que imagens as pessoas viam durante os sonhos, graças ao registro dos mesmos sinais característicos.
Em 60 a 70% dos casos, a predição foi exata.
"Os nossos resultados demonstram que a experiência visual durante o sonho é representada por padrões específicos de actividade cerebral, o que permite decifrar o conteúdo dos sonhos", explicou a equipe do professor Kamitani.
-- Diário Digital

Incêndio na boate: Acidente ou sacrifício?



Incêndio na boate: Acidente ou sacrifício? [Atualizado com mais evidências - Música do Filme de Cazuza na Rede Globo]

Atualização:

E depois da tragédia na Boate Kiss, a Rede Globo Illuminati de Televisão, transmite em sua programação o filme "Cazuza: O Tempo Não Para", onde logo na primeira cena, aparece o personagem cantando a música "Smoke On The Water" da Banda "Deep Purple", com a seguinte letra (veja um trecho):



Were at the best place around
But some stupid with a flare gun
Burned the place to the ground

Smoke on the water, fire in the sky
Smoke on the water

They burned down the gambling house
It died with an awful sound
Funky & Claude was running in and out
Pulling kids out the ground

Tradução:

Estavam lá no melhor lugar
Mas algum estúpido com um sinalizador
Incendiou o local até o chão

Fumaça sobre a água, fogo no céu
Fumaça sobre a água

Eles queimaram totalmente a casa de jogos
A casa ruiu com um som terrível
Funky claude correu pra todo lado
Tirando as crianças do local





Qual foi a intenção deles?

Isso não aumenta a suspeita que tal tragédia foi premeditada?

Tira suas conclusões...

Segue o artigo anterior:




Veja estas "coincidências" sobre a tragédia que houve em uma boate em Santa Maria, no Rio Grande do Sul. O incêndio deixou mais de 230 mortos, além de inúmeros feridos.

Sei que pode soar um pouco impróprio, tratar este evento desta forma, mas como este site aborda temas e assuntos que não estão na mídia comum, acho importante publica-los.

Será que este incêndio foi premeditado?

Lembrando que o dia 27 de janeiro (2+7=9) é o dia Internacional em Memória do Holocausto.

Confira este texto na íntegra, do jeito que foi escrito, que está circulando pela internet. Tire suas conclusões...

[sic] "Todo mundo falando da tragédia que aconteceu, eu vou falar o que eu acho(eu sei que não tem nada a ver com a pagina, mais *).

'EU' não acho que isso foi um acidente ou coisa do tipo, se vocês ligarem as coisas podem perceber isso também.

O cartaz da banda, era uma caveira pegando foco e no fundo varias caveiras dançando pegando fogo também.


Agora começa a coisa mais estranha, a última musica que foi tocada foi Die Young, que traduzindo significa Morrer Jovem.

Na boa, os seguranças fecharam TODAS AS PORTAS, vei, se alguém chegasse e falasse que estava havendo um incêndio é claro que iriam abrir as portas, até porque eles não iriam querer morrer e muito menos serem acusados por serem responsáveis pela morte de mais de 200 pessoas.

Uma coisa estranha também é que uma sobrevivente disse que viu uma mulher de vestido vermelho sorrindo pra todos (isso é bizarro).

Agora, ta vendo esse cara aqui que tirou foto do lado do cartaz da banda?



Foi ele quem jogou o sinalizador que fez começar o "incêndio acidental" (eu não acredito nessa história que foi um acidente).

Além disso tudo que é super estranho,na página da Kiss no facebook foi postado assim "hoje temos a banda gurizada, a kiss VAI PEGAR FOGO" logo depois do incêndio o post foi apagado,estranho não?E uma coisa SUPER estranha foi que o só morreu UM integrante da banda (ele era o mais novo) só porque ele não conseguiu sair da fumaça,o outros mal se feriram, se não fosse por isso, todos os integrantes da banda estavam bem e VIVOS.

Na boa,eu não acho que isso foi um acidente,uma boate não pode pegar fogo do nada e iniciar um incêndio só por causa de um sinalizador gente,eu não acho que 233 pessoas morreram assim nesse incêndio que aconteceu do nada, não concordam"? [sic]



Fonte: http://forum.jogos.uol.com.br/esse-incendio-foi-premeditado_t_2366872

Leia mais: http://www.libertar.in/2013/01/polemica-incendio-em-boate-em-santa.html#ixzz2PeIiuVIf

Um quarto dos americanos acredita que Obama seja o Anticristo


Um quarto dos americanos acredita que Obama seja o AnticristoUm quarto dos americanos acredita que Obama seja o Anticristo
Uma pesquisa do Public Policy Polling indica que cerca de 13% dos norte-americanos acreditam que Barack Obama realmente é o Anticristo, a encarnação do mal que a Bíblia explica que virá para enganar as pessoas durante o Fim dos Tempos. Outros 13% acreditam que ele “pode ser” o Anticristo. Somados, 26% da população acredita que o presidente esteja ligado a esse personagem bíblico.
A pesquisa foi feita mês passado com 1.247 americanos adultos, todos votantes e tem uma margem de erro de 2,8% para mais ou para menos. Curiosamente, 5% das pessoas que responderam a pesquisa disseram que votaram em Obama mesmo acreditando que ele possa ser o Anticristo.
Embora os americanos sejam conhecidos por acreditarem e divulgarem um grande número das chamadas “teorias da conspiração”, não é a primeira vez que esse tipo de pesquisa é realizada. Desde sua primeira eleição, em 2009, líderes religiosos vem fazendo esse tipo de afirmação e voltaram a fazê-lo quando Obama foi reeleito.
Mesmo tendo declarado publicamente que “Jesus Cristo é o Senhor” ao ser chamado de Anticristo, outer pedido pela ajuda de Deus quando assumiu seu segundo mandato no início deste ano, muitos americanos acreditam que ele, na verdade, é muçulmano.
A nova pesquisa pode ter sido influenciada por um episódio recente, sobre o qual a Casa Branca não se pronunciou.  Durante a exibição de um episódio recente da minissérie “A Bíblia”, o personagem que vivia Satanás tinha uma grande semelhança com o presidente Obama. O assunto chegou a ser um dos mais comentados no Twitter, embora os produtores da série neguem que a escolha do ator Mehdi Ouzaani para o papel foi por isso. Com informações de WND.

Estudo revela que mentir faz mal para saúde


Que mentir é pecado todo cristão já sabe, mas que faz mal à saúde nem todos sabiam. Uma pesquisa realizada por psicólogos afirmam que o ato de mentir causa problemas físicos e psicológicos em curto prazo.
Para chegar a essa conclusão os pesquisadores da Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos, analisaram por dez semanas os efeitos da honestidade em uma pessoa.
Foram cem indivíduos analisados com idades entre 18 e 71 anos, os psicólogos dividiram em dois grupos, sendo que metade deles foram instruídos a evitar perguntas que pudessem acarretar em mentiras e a outra metade liberada para enganar.
Semanalmente os responsáveis pelo estudo examinavam os pacientes através de polígrafos e chegaram à conclusão de que o grupo honesto apresentou uma saúde melhor que os mentirosos apresentando em média quatro vezes menos queixas ligadas à saúde mental e três vezes menos reclamações de dores físicas.
A psicóloga que liderou o estudo, Anita Kelly, explicou que a intenção da pesquisa era saber se viver honestamente pode melhorar a saúde já que nos Estados Unidos a média é que cada pessoa minta 11 vezes por semana.
Kelly percebeu que os participantes da equipe honesta conseguiram reduzir o número de mentiras em torno da quinta semana de prática, uma mudança no comportamento que resultou na melhora das relações mais próximas.
Para não mentir muitas pessoas conseguiram contornar perguntas complicadas fazendo outras perguntas e trocando de assunto, em outras condições falar a verdade foi a escolha que fez com que muitos dos participantes evitassem inventar desculpas.

Pais serão obrigados por lei a matricular filhos de 4 anos na pré-escola


Julio Severo
Pais de crianças de 4 anos serão agora obrigados a matricular seus filhos na pré-escola. A presidente Dilma Rousseff sancionou hoje (5 de abril) lei, aprovada por seu antecessor Lula, que efetua mudanças radicais nas diretrizes e bases do ensino (LDB), ao determinar que a educação básica agora é obrigatória dos 4 aos 17 anos. Com isso, todos os pais deverão matricular mais cedo seus filhos na escola.
Em 2009, uma emenda constitucional defendida pelo PT deu ao governo poderes para obrigar os pais a colocar os filhos em instituição escolar a partir dos 4 anos de idade, garantindo que as crianças sejam doutrinadas o mais cedo possível.
Pela lei, os pais que não matricularem os filhos de 4 anos estarão sujeitos às ações e intrusões dos agentes do Conselho Tutelar.
O controle sobre indivíduos requerer que a qualidade e a liberdade sejam descartadas e sacrificadas em troca da doutrinação compulsória. Para um Estado sob possessão socialista, não importa que os alunos de escolas não estejam aprendendo a ler e escrever satisfatoriamente. O que importa é distanciar as crianças da esfera dos pais, sua autoridade e seus valores a fim de doutriná-las diretamente nos interesses estatais.
Essa doutrinação é realidade comprovada em todo o Brasil. Em matéria longa sobre as escolas brasileiras, a revista Veja de 20/08/2008 fez as seguintes constatações:
* Uma tendência prevalente entre os professores brasileiros de esquerdizar a cabeça das crianças.
* A doutrinação esquerdista é predominante em todo o sistema escolar privado e particular. É algo que os professores levam mais a sério do que o ensino das matérias em classe, conforme revela a pesquisa CNT/Sensus encomendada por VEJA.
* É embaraçoso que o marxismo-leninismo sobreviva apenas em Cuba, na Coréia do Norte e nas salas de aula de escolas brasileiras.
* A pesquisa CNT/Sensus ouviu 3 000 pessoas de 24 estados brasileiros, entre pais, alunos e professores de escolas públicas e particulares. Sua conclusão nesse particular é espantosa. Os pais (61%) sabem que os professores fazem discursos politicamente engajados em sala de aula e acham isso normal. Os professores, em maior proporção, reconhecem que doutrinam mesmo as crianças e acham que isso é sua missão principal — algo muito mais vital do que ensinar a interpretar um texto ou ser um bamba em matemática. Para 78% dos professores, o discurso engajado faz sentido, uma vez que atribuem à escola, antes de tudo, a função de "formar cidadãos" — à frente de "ensinar a matéria".
* Muitos professores brasileiros se encantam com personagens que em classe mereceriam um tratamento mais crítico, como o guerrilheiro argentino Che Guevara, que na pesquisa aparece com 86% de citações positivas, 14% de neutras e zero, nenhum ponto negativo.
Essa realidade das escolas do Brasil está em perfeita sintonia com as políticas do governo, cuja preocupação não é a qualidade nem a liberdade, mas exclusivamente o controle estatal sobre as crianças. Essa realidade faz com que o Brasil se pareça mais com a China comunista, onde crianças de 4 anos são obrigadas a ir para a escola apenas para receber doutrinação estatal. Aliás, de acordo com a Folha de S. Paulo, na época em que o governo Lula aprovou sua lei de escravidão educacional para crianças de 4 anos (sancionada hoje pela dama vermelha Dilma), o governo e a China haviam anunciado a “criação de um plano quinquenal de metas, aos moldes dos adotados pelo regime comunista chinês, para criar uma pauta comum na área da educação”.
O que fazer agora? Os cristãos da antiga Roma assassina se protegiam nas catacumbas para ensinar de Cristo e a Bíblia. Hoje o governo socialista do Brasil obriga os pais cristãos a voltar às catacumbas.
O único modo de proteger nossos filhos de 4 anos da voracidade do monstro estatal é confiando em Cristo e recorrendo à educação escolar em casa. Para mais informações, visite o Blog Escola Em Casa: http://escolaemcasa.blogspot.com/
Com informações do G1 da Globo e outras agências de notícias.

Marca “Coca-Cola” é mais conhecida que Jesus Cristo, indica pesquisa mundial.


Uma pesquisa realizada pela empresa de consultoria Interbrand, mostrou que a Coca-Cola era a marca mais conhecida do mundo de 2012. Criada em 1886, a multinacional produz cerca de 3.500 produtos, está presente em todos os 200 países do globo e investe por ano aproximadamente dois bilhões de dólares em publicidade.

Alguns dados sobre a produção e a influência do refrigerante são surpreendentes. Ao redor do planeta, 94% das pessoas reconhecem o nome e o logotipo da Coca-Cola, mas apenas 54% da população identificam a cruz como símbolo do Cristianismo e sua associação com Jesus Cristo.
O Instituto de Consultoria de Marketing Sri Sharada estudou as estratégias de promoção da Coca-Cola e afirma : “A pesquisa garante que essa marca é reconhecida por mais de 94% da população do mundo. Há muitos fatores que contribuem para o sucesso da Coca-Cola, no entanto, os principais fatores de seu sucesso são inovação, marketing, e globalização”.
Segundo o site Unfinished Task [Tarefa inacabada], que acompanha o crescimento da população e o número total de cristãos, estima que dos quase 7 bilhões de habitantes do planeta, 3.6 bilhões de pessoas “não tem oportunidade de ouvir e compreender o Evangelho.”
The Christian Post.
Confira um infográfico (em inglês):

Revista TIME: Ascensão dos imigrantes pentecostais de origem latina pode mudar cenário religioso dos EUA.



Mesmo em tempos de internet, a revista Time ainda é considerada uma das mais influentes do mundo. Na semana passada, sua matéria de capa foi sobre o julgamento de legitimidade do casamento gay na Suprema Corte. Esta semana, abordou a grande influência das igrejas evangélicas latinas no cenário atual.
“The Latino Reformation”, diz a manchete em letras amarelas, o subtítulo anuncia: “por dentro das igrejas hispânicas que estão transformando a religião na América”. De maneira direta, a publicação reconhece que existe uma mudança no cenário religioso dos Estados Unidos, que poderá influenciar todo o mundo no futuro.
A ascensão da influência latina já foi reconhecida politicamente nas últimas eleições presidenciais. Os estudiosos já apontavam anos atrás que, enquanto a maioria dos brancos estão cada vez menos religiosos, a “Reforma Latina” faz com que igrejas frequentadas pelos latino-americanos ou seus descendentes dobrem de tamanho em poucos anos.
Assim como em seus países de origem, muitos desses fiéis eram católicos, mas acabaram sendo atraídos pelos cultos pentecostais, sua música alegre e promessa de milagres e prosperidade. Em especial para os imigrantes de primeira geração, as igrejas tornaram-se uma espécie de refúgio, quase uma nova família longe de casa.
Com os recentes debates no Congresso americano sobre leis de imigração, milhares desses evangélicos latinos poderão ficar de vez nos Estados Unidos, o que certamente influenciará as próximas gerações. Afinal, os evangélicos latinos são o segmento que mais cresce na igreja da América. Segundo o Fórum Pew sobre Religião e Vida Pública, mais de dois terços dos 52 milhões de latinos que vivem nos EUA são católicos.
Um dos sinais claros desta crescente influência é a consolidação de megaigrejas hispânicas, com cultos em espanhol. Não mais como um ministério dentro das igrejas cuja maioria dos membros é nascido nos EUA e só fala inglês.
O Pastor Wilfredo De Jesús, por exemplo, lidera a Igreja Assembleia de Deus Nova Aliança, em Chicago, com 17.000 mil membros. Em 2000, eram apenas 100 pessoas por culto. Essa é, hoje, a maior igreja das Assembleias de Deus de todos os Estados Unidos. E o processo se inverteu, são as igrejas latinas que hoje tem um ministério em inglês para alcançar as gerações mais jovens, que não domina ou não quer falar espanhol.  Além disso, tornou-se mais fácil enviar e sustentar missionários para países latinos onde os evangélicos ainda são minoria, mas o dólar continua forte.
A ascensão dos evangélicos latinos cada vez mais se torna um desafio, tanto para a Igreja Católica quanto para a Convenção Batista do Sul (SBC), a maior denominação evangélica dos EUA. Richard Land, ex-presidente da Comissão de Ética da SBC e da Comissão da Liberdade Religiosa, desafiou os pastores batistas há quatro anos a investir na evangelização dos latinos. Ele estima que 40% dos Batistas do Sul são imigrantes em situação irregular no país. Rick Warren, pastor da Igreja Saddleback, na Califórnia, admite ”O maior crescimento de todos ocorre nas igrejas pentecostais”, disse. ”É uma história que não pode ser mais ignorada”.

Papa Francisco: não são os magos que nos salvam, nem os tarôs ou nós mesmos, somente Jesus salva



Cidade do Vaticano (RV) - Somente no nome de Jesus há salvação: foi o que disse o Papa na manhã desta sexta-feira na breve homilia da missa presidida na capelinha da Casa Santa Marta, no Vaticano. Participaram da celebração alguns sediários pontifícios e um grupo de funcionários da Farmácia vaticana.

Comentando as leituras desta Sexta-feira da Oitava de Páscoa, o Santo Padre recordou com São Pedro que somente no nome de Jesus somos salvos: "Em nenhum outro há salvação".

Pedro, que havia renegado Jesus, agora com coragem, na prisão, dá o seu testemunho diante dos chefes judeus, explicando que é graças à invocação do nome de Jesus que um paralítico é curado. É "aquele nome que nos salva". Pedro não pronuncia aquele nome sozinho, mas "repleto do Espírito Santo".

De fato – explicou Francisco –, "nós não podemos confessar Jesus, não podemos falar sobre Jesus, não podemos dizer algo sobre Jesus sem o Espírito Santo. É o Espírito que nos impele a confessar Jesus ou a falar sobre Jesus ou a ter confiança em Jesus. Jesus que está no nosso caminho da vida, sempre".

Francisco contou um fato: "na Cúria de Buenos Aires trabalha um homem humilde, trabalha há 30 anos; pai de oito filhos. Antes de sair, antes de fazer as coisas, sempre diz: 'Jesus!' E eu, uma vez, perguntei-lhe: 'Por que você sempre diz 'Jesus'?' Quando eu digo 'Jesus' – disse-me este homem humilde – me sinto forte, sinto poder trabalhar, e sei que Ele está a meu lado, que Ele me protege'".

"Este homem – observou – não estudou Teologia, tem somente a graça do Batismo e a força do Espírito. E esse testemunho – afirmou o Papa Francisco – me fez um grande bem": porque nos recorda que "neste mundo que nos oferece tantos salvadores" somente o nome de Jesus salva.

Para resolver seus problemas, muitos recorrem aos magos ou aos tarôs – ressaltou. Mas somente Jesus salva "e devemos dar testemunho disso! Ele é o único".

Por fim, fez um convite a ter Maria como companheira: "Nossa Senhora nos conduz sempre a Jesus", como fez em Caná quando disse: "Fazei aquilo que Ele vos disser!" Assim, confiemo-nos ao nome de Jesus, invoquemos o nome de Jesus, deixando que o Espírito Santo nos impulsione "a fazer esta oração confiante no nome de Jesus – concluiu Francisco – ... nos fará bem!". (RL)

Religiosas ameaçadas de serem multadas por alimentar os pobres em Miami


Madre Teresa de Calcutá alimentando uma criança pobre
MIAMI, 05 Abr. 13 / 03:22 pm (ACI/EWTN Noticias).- Há poucos dias, a cidade de Miami (Estados Unidos) notificou as missionárias da caridade, que servem os pobres na cidade, alimentando mais de 300 pessoas diariamente, que poderiam ser multadas por gerenciar o seu "negócio" de alimentar os pobres.

A insólita notificação foi colocada em um poste de luz de fora da casa, onde as irmãs servem os indigentes e desabrigados que, se não fosse pelas Irmãs dafamília espiritual fundada por Madre Teresa de Calcutá, simplesmente teriam nada para comer.

O aviso de 20 de março foi recentemente publicado nesta quarta-feira, 2 de abril pelo jornal El Nuevo Herald em sua íntegra. Esta afirma que a operação de um ‘negócio´ sem uma licença é ilegal perante a lei estadual e Municipal; por isso exigem legaliza-lo e solicitar permissão das autoridades para continuar seu trabalho com os pobres.

O documento adverte as irmãs que se elas continuam seu "negócio" de alimentar os indigentes gratuitamente, poderiam receber uma multa de até 100 dólares diárias.

"Não estamos operando um negócio. Nosso negócio é fazer o bem", disse a Madre Superiora da casa dos missionárias da caridade, Irmã Lima Marie, ao El Nuevo Herald.

O que estamos violando?", pergunta a freira e lembra que a única missão desta congregação católica religiosa fundada em 1950, para ajudar "os mais pobres entre os pobres" é "saciar a sede de Jesus na Cruz, trabalhando para a salvação e a santificação daa almaa".

As Missionárias da caridade possuem 710 centros em mais de 133 países ao redor do mundo onde ajudam os menos favorecidos de diversas formas e estão presentes nos Estados Unidos desde a década de 70.

O mundo de cabeça para baixo: Tribunal valida holandês pedófilo associação


Martijn Uittenbogaard
Martijn Uittenbogaard
MADRID, 05 de maio. 13 / 11:12 ( CNA / EWTN Noticias ) -. Em uma decisão controversa, um tribunal holandês validado a existência de uma associação de pedófilos, que inicialmente tinham sido dissolvidos no ano passado, considerando que há "uma ameaça para a desintegração da sociedade."
Segundo o jornal ABC, Martijn associação que defende o sexo consensual entre adultos e crianças, podem continuar no cargo depois que o tribunal de apelações em Arnhem, Leewarden, observou que "o trabalho da associação é contrária ao público , mas não há ameaça de desintegração da sociedade. "
Apelando para a "liberdade de expressão", disse o presidente da Associação Martijn Uittenbogaard, apelou da decisão de um tribunal de Assen em junho de 2012 ordenou a dissolução do grupo pedófilo.
Fundada em 1982, a Martijn associação, cuja sede era no tribunal distrital de Arnhem, Leeuwarden, diz que é a favor da aceitação de relações sexuais consensuais entre adultos e crianças, mas indica que eles são contra qualquer forma de abuso sexual .
O Tribunal de Apelações considerou que os antecedentes criminais de alguns membros de abuso sexual pode estar relacionado com a associação, mas nunca tinha cometido um crime.
"O texto e as imagens publicadas no site de Martijn são legais e nunca deu conselhos para ter sexo com crianças", diz a corte anunciou a decisão controversa.
O tribunal afirmou que a própria associação é contrário a alguma lei holandesa cedo porque "banaliza os perigos do contato sexual com crianças pequenas, fala bem desses contatos".
O presidente da associação, por meio de sua conta no Twitter, escreveu que "ainda há juízes sábios, felizmente."
Em 21 de novembro de 2011, o Tribunal Criminal de Leeuwarden caso aberto rejeitou a associação. No entanto, o presidente da mesma, Ad van den Berg, foi condenado em 18 de outubro de 2011, em Haarlem a três anos de prisão, seis meses suspenso, por posse de fotografias, filmes e revistas de pornografia infantil.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

A Grande Farsa Verde nº 1:


Prova concreta finalmente mostra que as previsões do aquecimento global que geraram bilhões em gastos estavam ERRADAS o tempo todo

David Rose
Não, o mundo NÃO está esquentando (como você deve ter notado). Vamos agora revelar os dados oficiais que estão fazendo com que os cientistas mudem repentinamente de ideia sobre o apocalipse climático. Será que os políticos financiados pelos ambientalistas irão parar de travar uma cruzada verde com o nosso dinheiro? Bem... o que VOCÊ acha?
O jornal britânico Mail on Sunday apresentou provas irrefutáveis de que as previsões oficiais do aquecimento do clima mundial eram catastroficamente falhas.
O gráfico nesta página destrói a “base científica” utilizada pela Inglaterra para reestruturar toda a sua economia e gastar bilhões em impostos e subsídios para reduzir emissões de gases estufa. Essas ações já aumentaram em £100 (cerca de R$ 300) ao ano a conta de energia das famílias britânicas.
Gráfico do aquecimento global
As faixas vermelha e rosa no gráfico, subindo gradualmente, são as previsões computadorizadas utilizadas pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas das Nações Unidas.
As estimativas, às quais foram atribuídas certeza de 75% e 95%, sugerem que havia uma chance de apenas 5% de a temperatura real ficar abaixo das duas faixas.
Mas quando as últimas estatísticas oficiais do aquecimento global publicadas pelo departamento nacional de meteorologia do Reino Unido (Met Office) são sobrepostas às previsões, elas mostram quão erradas elas estavam, ao ponto de cair completamente abaixo da faixa de 95%.
O gráfico mostra em detalhes incontestáveis que a velocidade do aquecimento global foi extremamente superestimada. No entanto, essas previsões tiveram um impacto destrutivo nas contas que o britânico paga, do aquecedor à gasolina, passando pelas enormes quantias pagas às cúpulas para reduzir emissões de carbono.
O debate ambientalista foi, para todos os fins, sequestrado por informações falsas. As previsões também forçaram a saída de vagas de emprego no país, pois as fábricas foram transferidas para lugares em que não havia metas de emissões.
Uma versão do gráfico aparece em uma minuta do histórico Quinto Relatório de Avaliação do IPCC, previsto para ser publicado ainda este ano. O vazamento ocorreu em um momento em que os mais eminentes cientistas começam a admitir que seus maiores temores com relação ao aquecimento global não se tornarão realidade.
Os acadêmicos estão revendo suas posições depois que se deram conta dos erros de cálculo. Myles Allen, professor de Geografia Física pela Universidade de Oxford, declarou que até recentemente acreditava que o mundo poderia estar a caminho de um aumento catastrófico de temperatura de mais de cinco graus célsius ainda neste século.
Mas agora ele admite: “O improvável se concretizou”, acrescentando que o aquecimento provavelmente será muito menor.
Allen diz agora que as estimativas mais altas “parecem duvidosas”.
O gráfico confirma que não houve um aumento estatisticamente relevante da temperatura média do mundo desde janeiro de 1997, conforme este jornal divulgou com exclusividade no ano passado.
No fim do ano passado, o Met Office revisou sua previsão para dez anos, que previa recordes anuais de aquecimento. Agora ele afirma que a estagnação do aquecimento irá durar até pelo menos 2017. Um olhar rápido no gráfico é suficiente para confirmar que o mundo estará muito mais frio do que o mais frio dos cenários previstos.
Especialistas
A fonte é impecável. A linha que mostra a temperatura mundial é do banco de dados “HadCRUT4” do Met Office, com base em leituras de mais de 30.000 postos de medição. Ela foi sobreposta às faixas de certeza de 75% e 95% para produzir o gráfico acima por um grupo que combina o trabalho de 20 centros de modelos climático a serviço do IPCC.
As predições do aquecimento global, baseadas nas previsões dos cientistas de quão rápido os aumento dos níveis de CO2 causariam aumentos de temperatura, influenciaram diretamente a criação da Lei de Mudanças Climáticas da Inglaterra. Segundo a lei, o Reino Unido se compromete a reduzir as emissões em 80% até 2050.
A conta elétrica no Reino Unido inclui subsídios para turbinas de energia eólica no valor de £ 7,6 bilhões (cerca de R$ 23,5 bilhões) por ano, levando a um valor total de £ 110 bilhões (cerca de R$ 340 bilhões). Os motoristas em breve verão outro aumento de £ 0,03 (R$ 0,09) por litro de gasolina devido à mistura de etanol.
Muitos cientistas dizem que a estagnação (além de novas pesquisas sobre fatores como partículas de fumaça e ciclos oceânicos) os fez repensar no que se chama de “sensibilidade climática”, ou quanto o mundo irá aquecer para um dado nível de CO2.
Piers Forster, professor de Mudanças Climáticas da Universidade de Leeds, declarou recentemente: “O fato de que a temperatura da superfície global não aumentou nos últimos 15 anos, somado a bons conhecimentos dos fatores que alteram o clima, tornam as altas estimativas pouco prováveis”.
E a professora Judith Curry, coordenadora de ciências climáticas no respeitado Instituto de Tecnologia da Georgia, declarou: “Os modelos estão ficando quentes demais. A tendência de estabilidade da temperatura global pode continuar por uma ou duas décadas”.
Jamen Annan, integrante do Centro de Vanguarda em Pesquisa de Mudanças Globais (Frontier Research Center for Global Change) e famoso defensor da teoria do aquecimento, afirmou recentemente que as altas estimativas da sensibilidade climática agora parecem “cada vez mais indefensáveis”, uma vez que os reais números provavelmente serão cerca de metade da previsão do IPCC em seu último relatório de 2007.
Os céticos declarados do aquecimento global estão mais inequívocos. O Dr. David Whitehouse, autor de um novo relatório sobre a estagnação do aquecimento global publicado este mês pela Fundação Lord Lawson para Políticas sobre o Aquecimento Global, declarou: “Isso muda tudo. Significa que temos muito mais tempo para esclarecer as coisas. O aquecimento global não deve mais ser o principal determinante para a política econômica e energética de lugar nenhum”.

Eu disse que o fim não estava próximo... e isso me custou minha carreira na BBC, afirma o primeiro ambientalista da TV, David Bellamy

Desafiou a ortodoxia: O botânico David Bellamy, que trabalhava na BBC, afirmou ter sido visto como herético por não seguir a linha do aquecimento global.
Este gráfico mostra que o fim do mundo não está próximo. Mas para qualquer pessoa, como eu, que foi difamada por defender uma visão tão fora de moda, a coisa mais importante a esse respeito provavelmente é a fonte: O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas (IPCC).
Desde sua criação em 1988, o IPCC vem alardeando sobre o aquecimento global antrópico. Mas aqui, em uma minuta do seu último relatório, está um gráfico que sobrepõe a temperatura observada da Terra com suas previsões.
Ele mostra um mundo que teimosamente se recusa a aquecer. Aliás, mostra que o mundo está a ponto de esfriar.
O fato estranho é que a Terra aqueceu apenas 0,5 graus Celsius nos últimos 50 anos. E os registros do Met Office mostram que nos últimos 16 anos as temperaturas têm se mantido no mesmo patamar, e até começando a cair.
Como demonstra o gráfico, quanto mais o tempo passar, mais o registro da temperatura real irá divergir da previsão apocalíptica do IPCC.
Mas mesmo assim, essa previsão foi utilizada para justificar os horríveis parques eólicos que estragam a zona rural do Reino Unido, e bilhões em impostos “verdes” desnecessários que tornam sua indústria menos competitiva e aumentam em £ 100 (R$ 300) por ano as contas de luz das famílias.
O aquecimento global antrópico se tornou a ortodoxia científica, sem espaço para dissidências. Tragicamente, a tradicional cautela dos meus compatriotas foi jogada fora junto com o conceito cético da revisão por pares para testar novas teorias.
Os opositores do aquecimento global antrópico são vistos como hereges perigosos, como descobri por conta própria. Logo após a criação do IPCC, fui convidado para o que agora se chama Centro Hadley para Previsões e Pesquisas sobre o Clima, em Exeter, para assistir a uma apresentação sobre o aquecimento global.
Como editor de história natural da BBC e acadêmico de ciências, eles queriam que eu me juntasse à causa. Mas quando li as ditas evidências, dei-me conta que eram falhas e não me “registrei”.
Rapidamente fui afastado da BBC e da comunidade científica mais ampla. Quando ajudei algumas crianças em uma campanha contra um parque eólico como parte do programa de TV Blue Peter, fui publicamente difamado. Recebi e-mails abusivos me criticando. Dei-me conta que minha carreira na BBC estava terminada.
Mas a teoria científica seria testada. É por isso que questiono a ciência que culpa o carbono com o vilão que trará o fim do mundo.

Discussão aberta: David Bellamy argumenta que deveríamos ser capazes de testar teorias sobre o aquecimento global, e que o mundo pode viver com flutuações de níveis de carbono no ar.
A geologia nos diz que os combustíveis fósseis se compõem predominantemente de carbono que já fez parte da nossa atmosfera antes de ser isolado na terra há milhões de anos atrás. Naquele tempo, havia mais de 4.000 partes de carbono por milhão (ppm) na atmosfera. Ao longo do tempo, esse nível caiu para 270 ppm, e agora está por volta de 385 ppm.
É óbvio que o mundo pode viver com essas flutuações no nível de carbono na atmosfera. Há uma correlação entre a temperatura e o CO2, mas alguns dos meus colegas colocaram o carro na frente dos bois.
As evidências mostram que os níveis de CO2 acompanham a temperatura, e não o contrário. Aliás, pode haver muitos fatores que determinam o nosso clima. O cientista australiano David Archibald mostrou uma incrível correlação entre a atividade solar e o nosso clima ao longo dos últimos 300 anos. Os cientistas do clima insistem que devemos aceitar a ortodoxia do “carbono” ou ser deixados de lado.
Mas os cientistas por trás da teoria possuem outros interesses: é uma maneira excelente de justificar novos impostos, ganhar mais dinheiro e lhes garantir mais trabalho.
A realidade é que o aquecimento global antrópico é um mito: a temperatura global está perfeitamente dentro dos limites que possibilitam a vida, e além disso, a temperatura atual é mais fria em comparação com boa parte da história da terra. Talvez esse seja o momento em que esse fato se torne uma nova ortodoxia científica.
Revista Time de 1977: Como Sobreviver à Era do Gelo que Está Vindo
1977 – O ANO EM QUE NOS DISSERAM PARA TEMER OS HORRORES DO... ESFRIAMENTO GLOBAL
Na década de 1970, cientistas e formuladores de políticas estavam tão preocupados com a chegada de uma “era do gelo” quanto ultimamente com o aquecimento global, como ilustra a capa da revista Time.
As temperaturas têm caído desde o início dos anos 40. Os professores alertaram que a tendência iria continuar e as crises de alimentos iriam piorar devido à redução das estações de cultivo.
A revista Newsweek publicou que as evidências do esfriamento eram tão fortes que “os meteorologistas estão tendo dificuldades para acompanhá-las”. Mas, lamentou, “os cientistas veem poucos sinais de que os líderes do governo de qualquer país estejam preparados para tomar simples medidas para introduzir as variáveis de incerteza climática em suas projeções econômicas”. Segundo a revista, o planeta já estava “um sexto a caminho da próxima era do gelo”.
Enquanto recentemente a culpa de todos os eventos climáticos extremos é atribuída ao aquecimento global, na década de 1970 o culpado era o esfriamento global. Um artigo previa “o surto mais devastador de tornados já registrado”, além de “secas prolongadas, inundações e geadas”.
O gráfico original foi produzido pelo Dr. Ed. Hawkins, pesquisador sênior do Centro Nacional de Ciências Atmosféricas. Discussões sobre o gráfico e seu significado podem ser encontrados no site Climate Lab Book.

Marco Feliciano, o homem que desafia o País


Apesar do clamor nacional pela renúncia do presidente da Comissão de Direitos Humanos, o pastor-deputado e seu partido, o PSC, ainda resistem, movidos pelo oportunismo político. Para desistir, agora eles querem cargos no governo

Claudio Dantas Sequeira e Izabelle Torres
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Los Angeles (EUA), 1905. Em uma pequena igreja do subúrbio, o pastor evangélico William Seymor promove conversões em massa, iniciando o fenômeno que passaria a ser conhecido como avivamento. Belém do Pará, 1910. Desembarcam no País os pastores suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg com a missão de fundar a Assembleia de Deus, entidade que se tornaria a maior denominação evangélica do Brasil. Um século depois, em 2010, o engraxate Marco Feliciano aluga uma sala comercial e registra em cartório sua própria igreja: a “Assembleia de Deus – Catedral do Avivamento”. Desde então, por meio dela, além de explorar economicamente a fé alheia, professa o racismo, a homofobia e o machismo. Em suas pregações, sejam elas no púlpito, sejam no Parlamento ou nas redes sociais, Feliciano tenta impor o atraso a uma sociedade em inequívoca evolução, na qual as vozes da intolerância são sufocadas cada vez mais pelas dos defensores da igualdade entre os homens, independentemente de cor, raça, gênero, credo e opção sexual. Para piorar, o pastor-deputado, sem o menor constrangimento, em nome de ideias ultrapassadas com claro viés autoritário e de conotação desagregadora, profana a memória dos líderes religiosos que ele mesmo escolheu como patronos. Ao tachar um negro de pessoa “amaldiçoada por Noé”, Feliciano desrespeita a todos, incita o ódio e ainda omite de seus fiéis e eleitores que o pastor Seymor, prócer do avivamento, era afrodescendente e já naquela época defendia a liderança feminina nas igrejas. Ele também esconde debaixo do tapete do preconceito e da intolerância que a Suécia, de Vingren e Berg, mesmo sendo o berço do calvinismo protestante, não vacilou ao reconhecer no início do século XXI o casamento homossexual e a adoção por casais gays.
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TOLERÂNCIA, JÁ
O deputado Jean Wyllys é uma das principais vozes pela saída de Feliciano
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São fatos históricos, mas que o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) preferiu escamotear. Ele dá de ombros aos protestos contundentes que pedem sua renúncia da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara. Desde que foi indicado para o posto há quatro semanas, o parlamentar passou a enfrentar protestos diários que começaram na internet, se espalharam pelas ruas e invadiram o Congresso Nacional. Um movimento inicialmente organizado por representantes de grupos negros e homossexuais, mas que ganhou adeptos por todo o País. Estudantes, intelectuais e artistas famosos, de todo tipo e todo credo, mostram que a sociedade brasileira não tolera mais comportamentos intransigentes com as diferenças. É incompreensível, afinal, que um parlamentar com posições tão retrógradas e alvo de investigações judiciais esteja à frente de uma Comissão de Direitos Humanos. A aberração política não decorre só do oportunismo do PSC (Partido Social Cristão). É fruto também da conivência e do jogo de pequenos interesses das grandes legendas no órgão legislativo. Esses partidos – e aí estão incluídos PT, PMDB, PSDB e outros – não podem ser eximidos da equivocada ascensão de Feliciano ao posto e são corresponsáveis pelo caos instalado ali.
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Ante toda a comoção social, a lógica seria substituir Feliciano por qualquer outro parlamentar. Mas o jogo político da Câmara é movido por regras próprias e elas, normalmente, não seguem os interesses dos eleitores. A tensa reunião de líderes na quarta-feira 27 escancarou esta situação. Ao pedir que o líder do PSC, André Moura (SE), resolvesse o impasse, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), ouviu uma resposta atravessada. Moura lembrou que o PSC tem o direito regimental de indicar quem bem entender e que as outras legendas, hoje opositoras à indicação de Feliciano, optaram por comandar outras comissões. O líder do PSC não mentiu. Esta é uma das razões pelas quais o pastor-deputado, a despeito de todas as pressões e manifestações País afora, ainda não deixou o cargo de presidente da Comissão de Direitos Humanos. Concorde-se ou não com a dinâmica – e o caso Feliciano mostra que ela deveria ser revista para não produzir novas aberrações –, historicamente, a divisão dos comandos das comissões permanentes leva em conta a proporcionalidade dos partidos. A depender do tamanho das bancadas, as legendas ganham a prioridade na escolha dos colegiados que vão presidir. Dessa forma, os maiores partidos, como PT e PMDB, saem na frente e comandam mais de uma comissão. Por anos, os petistas optaram pela Comissão de Direitos Humanos, alegando afinidade da legenda com as causas sociais. Este ano, porém, o PT preferiu a Comissão de Seguridade Social e Família e as importantes comissões de Constituição e Justiça e de Relações Exteriores. “O PT abriu mão da comissão e ela nos foi oferecida. Nosso direito é indicar o presidente e o dever dos outros partidos é nos respeitar”, resume o líder do PSC. Pode soar como um absurdo, mas, pelas regras estabelecidas na Casa, nem mesmo o presidente da Câmara tem poder para destituir Feliciano do cargo. A Alves e aos demais líderes resta apenas a prerrogativa de apelar ao PSC pelo bom-senso, que se expressaria na substituição de Feliciano para permitir a retomada dos trabalhos pela comissão. Não tem sido, no entanto, uma tarefa fácil. “O diálogo está cada dia mais difícil. Regimentalmente, não há como solucionar o impasse imediatamente. E nos parece que os integrantes do PSC não querem ouvir os apelos”, lamenta o líder do PSOL, Ivan Valente (SP).
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TUMULTO E PRISÃO
O manifestante Marcelo Régis invade a Comissão de Direitos Humanos
na quarta-feira 27 e é detido pela Polícia Legislativa
Por trás da manutenção de Feliciano também há o velho e surrado oportunismo político orientado por uma lógica eleitoral. Inegavelmente, o PSC – legenda de pequeno porte composta por apenas 16 deputados – foi alçado à ribalta política a partir da superexposição do pastor-deputado. Os louros, seus dirigentes pretendem colher nas eleições de 2014. Membro da bancada evangélica e comentarista político da Rádio Melodia FM, no Rio de Janeiro, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) vaticina: “Ele não renunciará.”
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O peemedebista, profundo conhecedor dos meandros da política, explica: manter o pastor significa dividendos políticos. “Se ele renunciar, não se reelege nunca mais. Se ficar, se reelege com 1 milhão de votos sem sair de casa”, sustenta Cunha. Antes mesmo das eleições, no entanto, o PSC já pensa em faturar politicamente. Na última semana, ao se despedir da bancada, o vice-presidente da legenda, pastor Everaldo Pereira, disse sorridente: “Acho que agora vão nos convidar para o banquete!”. Everaldo passou a reunião explicando que “nunca antes o PSC tivera tamanha visibilidade” e que agora o governo sabia da sua existência e importância. O banquete a que se referiu nada mais é do que a divisão de cargos no governo. O pequeno partido compõe a base da presidenta Dilma Rousseff, mas até agora não teve direito de indicar ministros ou funcionários de primeiro e segundo escalões. Agora, sente-se no direito de pleitear espaço no consórcio governista.
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BEIJAÇO E MANIFESTAÇÃO NO RIO
Ato contra Feliciano reuniu artistas na sede da ABI. Em protesto contra o preconceito,
a atriz Fernanda Montenegro beijou a colega Camila Amado diante das câmeras
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Na campanha eleitoral de 2010, argumentam os principais líderes do PSC, o apoio da legenda ajudou Dilma a conseguir os votos dos evangélicos, mesmo depois de suas declarações polêmicas sobre o aborto. Apesar da alardeada fidelidade, a bancada tem se queixado da dificuldade para ser recebida por ministros, por exemplo. “Apoiamos a campanha e hoje somos um aliado fiel que não tem cargos. Somos maiores do que outros partidos mais consolidados, como PCdoB e PV. Mas que nunca teve direito a muita coisa”, disse o pastor Everaldo Pereira à ISTOÉ. Não se sabe se as reivindicações serão atendidas, na esteira das peripécias do seu mais ilustre parlamentar, o deputado-pastor Marco Feliciano. Mas no PSC paira uma certeza. O espaço na mídia e no mundo político conquistado pelo partido no último mês nunca mais será o mesmo. Antes desconhecido e com tempo escasso de propaganda eleitoral, o partido tem pregado seu fundamentalismo cristão e conservador nos corredores do Congresso e nas reuniões. A avaliação do partido é que a polêmica também beneficia o próprio Feliciano, que atrai a curiosidade de mais fiéis – e potenciais eleitores – a seus templos. Hoje, a “Catedral do Avivamento” possui 13 unidades espalhadas em São Paulo. O número de downloads de CDs e DVDs, como “Caçadores de Jumenta”, quase dobrou em março. Até pouco tempo atrás, Feliciano era um deputado desconhecido, eleito com pouco mais de 200 mil votos e candidato a permanecer no anonimato legislativo pelos próximos dois anos. Agora, ele aproveita a onda de notoriedade e se movimenta em todas as frentes. De olho na popularidade, resolveu até se apresentar como negociador da liberdade dos torcedores do Corinthians presos na Bolívia.
Apesar de o PSC e Feliciano se ancorarem no regimento da Câmara e na oportunidade político-eleitoral para não largar a Comissão de Direitos Humanos, mesmo diante do clamor popular pela renúncia, a batalha ainda não está encerrada. Depois da Páscoa, o presidente da Câmara, Henrique Alves, pretende convocar Feliciano para uma reunião com a presença de todos os líderes de partido. Assim, espera ampliar a pressão pela renúncia. Em paralelo, ainda existe a ameaça de um processo por quebra de decoro no Conselho de Ética. A assessoria jurídica do PSOL está analisando as denúncias publicadas por ISTOÉ, indicando que o deputado-pastor escondeu da Justiça Eleitoral que era dono de empresas, entre elas um consórcio de imóveis que ele próprio induzia fiéis a comprar durante sermões em seu programa de tevê. Marco Feliciano também é acusado de contratar funcionários fantasmas e responde na Justiça por estelionato e homofobia.
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Montagem sobre foto: Adriano Machado/Ag.Istoé
Fotos: ED FERREIRA/ESTADãO; Levi Bianco/Brazil Photo Press/Folhapress; Givaldo Barbosa/Ag. O Globo; FABIO MOTTA/ESTADãO CONTEúDO; Pedro Kirilos /Agencia O Globo
Fonte: www.istoe.com.br