quinta-feira, 21 de março de 2013

Conheça Eliot e entenda os 99 balões! IMPERDÍVEL!


Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/33733

Está desanimado e se acha infeliz? bem, conheça a História de Nick Vujicic.


Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/33737

Porque a Mídia tem feito uma mega cobertura da Igreja de forma tão acrítica e superficial?


 


Carlos Alberto de Franco * – O Estado de S.Paulo
Uma megacobertura. Não há outra palavra para definir o volume de informação a respeito da Igreja Católica. A surpreendente renúncia de Bento XVI, os bastidores do conclave, o impacto da eleição do primeiro pontífice da América Latina e a próxima Jornada Mundial da Juventude, encontro do papa Francisco com os jovens, em julho no Rio de Janeiro, puseram a Igreja no foco de todas as pautas.
A cobertura do Vaticano é um case jornalístico que merece uma análise técnica. Algumas patologias, evidentes para quem tem olhos de ver, estiveram presentes em certas matérias da imprensa mundial: engajamento ideológico, escassa especialização e pouco preparo técnico, falta de apuração, reprodução acrítica de declarações não contrastadas com fontes independentes e, sobretudo, a fácil concessão ao jornalismo declaratório.
Poucos, por exemplo, se aprofundaram no verdadeiro sentido da renúncia de Bento XVI e na qualidade de seu legado. O papa emérito, intelectual de grande estatura e homem de uma humildade que desarma, sempre foi julgado com o falso molde de um conservadorismo exacerbado. Mas, de fato, foi o grande promotor da realização do Concílio Vaticano II, o papa que mais avançou no diálogo com o mundo islâmico, o pontífice que empunhou o bisturi e tratou de rasgar o tumor das disputas internas de poder e o câncer dos desvios sexuais.
Sua renúncia, um gesto profético e transgressor, foi um ato moderno e revolucionário. Bento XVI não teve nenhum receio de mostrar ao mundo um papa exausto e sem condições de governar a Igreja num período complicado e difícil. Foi sincero. Até o fim. Ao mesmo tempo, sua renúncia produziu um vendaval na consciência dos cardeais. A decisão, inusual nas plataformas de poder, foi a chave para o início da urgente e necessária reforma da Igreja. O papa emérito, conscientemente afastado das bajulações e vaidades humanas e mergulhado na sua oração, está sendo uma alavanca de renovação da Igreja.
Nada disso, no entanto, apareceu na cobertura da mídia. Faltaram profundidade, análise séria, documentação. Ficamos, todos, focados nos boatos, nas intrigas, na ausência de notícia. Falou-se, diariamente, do relatório dos cardeais ao papa emérito denunciando supostos escândalos no Vaticano. Mas ninguém na mídia, rigorosamente ninguém, teve acesso ao documento. Os jornais, no entanto, entraram de cabeça no mundo conspiratório. Suposições, mesmo prováveis, não podem ganhar o status de certeza informativa.
Escrevia-me, recentemente, um excelente jornalista. “Acordei hoje cedo, li os jornais e me perguntei: sou só eu a me indignar muito com a proliferação de ‘informações’ inverificáveis, oriundas de fontes off the record ou de documentos ’sigilosos’ sobre os quais não há nenhum outro dado que permita verificar sua realidade e consistência? Ninguém se questiona sobre tantos ‘furos’, ‘obtidos’ por jornalistas que escrevem a distância ‘reportagens’ tão nebulosas, redigidas em uma lógica claramente sensacionalista? Ninguém mais se preocupa com a checagem de informações, com a credibilidade das fontes?” Assino embaixo do seu desabafo.
A enxurrada de matérias sobre abuso sexual na Igreja é outro bom exemplo desses desvios. Setores da mídia definiram os abusos com uma expressão claramente equivocada: “pedofilia epidêmica”. Poucos jornais fizeram o que deveriam ter feito: a análise objetiva dos fatos. O exame sereno, tecnicamente responsável, mostraria, acima de qualquer possibilidade de dúvida, que o número de delitos ocorridos é muitíssimo menor entre padres católicos do que em qualquer outra comunidade. O conhecido sociólogo italiano Massimo Introvigne mostrou que, num período de várias décadas, apenas cem sacerdotes foram denunciados e condenados na Itália, enquanto 6 mil professores de Educação Física sofriam condenação pelo mesmo delito. Na Alemanha, desde 1995, existiram 210 mil denúncias de abusos. Dessas 210 mil, 300 estavam ligadas ao clero, menos de 0,2%. Por que só nos ocupamos das 300 denúncias contra a Igreja? Mas e as outras 209 mil? Trata-se, como já afirmei, de um escândalo seletivo.
Claro que alguns representantes da Igreja – padres, bispos e cardeais – têm importante parcela de culpa. Na tentativa de evitar escândalos públicos, esconderam um problema que é inaceitável. Acresce a tudo isso o amadorismo, o despreparo e a falta de transparência da comunicação eclesiástica. O novo pontífice precisa enfrentar a batalha da comunicação. E o papa Francisco dá toda a impressão de que está decidido a estabelecer um diálogo direto e produtivo com a imprensa. O desejo de se reunir com os jornalistas na grande sala de audiência Paulo VI foi muito sugestivo.
A Igreja, com sua história bimilenar e precedentes de crises muito piores, é um fenômeno impressionante. E, obviamente, não é um assunto para ser tocado com amadorismo, engajamento ou preconceito. A má qualidade da cobertura da Igreja é, a meu ver, a ponta do iceberg de algo mais grave. Reproduzimos, frequentemente, o politicamente correto. Não apuramos. Não confrontamos informações de impacto com fontes independentes. Ficamos reféns de grupos que pretendem controlar a agenda pública. Mas o jornalismo de qualidade não pode ficar refém de ninguém: nem da Igreja, nem dos políticos, nem do movimento gay, nem dos fundamentalistas, nem dos ambientalistas, nem dos governos. Devemos, sim, ficar reféns da verdade e dos fatos.
Há espaço, e muito, para o bom jornalismo. Basta cuidar do conteúdo e estabelecer metodologias e processos eficientes de controle de qualidade da informação.
* Carlos Alberto de Franco é doutor em Comunicação pela Unversidade de Navarra e diretor do Departamento de Comunicação do Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS). E-mail: difranco@iics.org.br.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/33690

Rezem, diz diretor da Nasa sobre aproximação de Asteroides



20.03.2013 -
n/d
O diretor da Nasa (agência espacial americana), Charles Bolden, tem um conselho sobre o que fazer se um grande asteroide estiver a caminho da Terra: rezar. Isso é praticamente tudo o que se poderia fazer neste momento se asteroides ou meteoros desconhecidos estivessem em rota de colisão com o planeta, afirmou ele a legisladores na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos. A projeção fatalista ocorre enquanto a Nasa pede que o governo americano financie programas para detecção e desvio de objetos celestiais próximos da Terra.
Ameaças vindas do espaço costumam ser objetos da ficção científica - em filmes como Armageddon e Impacto Profundo -, porém membros do Congresso americano abordaram o assunto depois que um meteorito caiu sobre a Rússia em 15 de fevereiro e um asteroide passou muito próximo do planeta no mesmo dia. Preocupados com esses fenômenos, os políticos convidaram o diretor da Nasa para falar sobre o programa espacial e como se pode prevenir que a Terra seja atingida por corpos celestes.
Os legisladores não gostaram do que ouviram. O representante republicano Lamar Smith afirmou aos participantes, mais de uma vez, que o relatório "não era tranquilizador". Deputados governistas e da oposição, porém, se mostraram receptivos à ideia de colocar mais recursos no esforço de conter ameaças cósmicas, conforme solicitado por Charles Bolden.
O consultor científico da Casa Branca, John Holdren, observou que o financiamento anual dedicado ao catálogo de asteroides potencialmente perigosos subiu de US$ 5 milhões para mais de US$ 20 milhões nos últimos dois anos. Mesmo assim, o administrador da Nasa estimou que o trabalho de identificação de 90% dos objetos celestiais próximos da Terra entre 140 metros e 1 quilômetro de largura, como demandado pelo Congresso, deve demorar até 2030.
Fonte: Terra noticias

O Papa Francisco rompeu com a Tradição da Igreja?



21.03.2013 - O Papa Francisco, desde que foi eleito, já rompeu por 19 vezes com a Tradição cerimonial e litúrgica da Igreja Católica.
1 - Disse que foi eleito pelos cardeais bispo de Roma, em vez de dizer que foi eleito Papa da Igreja Universal. Assim coloca-se ao nível dos outros bispos, negando a supremacia de Papa.
2 - Não aceitou vestir o mantelete Papal nem as vestes completas de Papa, no dia da sua eleição.
3 - Não aceitou o carro papal e quis ir no micro-ônibus com todos os outros cardeais, evidenciando uma clara campanha de humildade.
4 - Foi à recepção para pagar a conta da casa de Santa Marta. evidenciando também uma clara campanha de humildade. (Ué, mas vocês não acham isto uma coisa maravilhosa? Achamos sim, para ser bem franco é maravilhoso até demais...)
5 - Não aceitou usar ao peito o Crucifixo Papal e continuou a usar a usar a sua cruz de bispo, com uma figura de braços cruzados aposta à cruz arredondada e não a convencional.
6 - Não aceitou usar os sapatos vermelhos tradicionais de papa, mas continuou com os pretos de bispo.
7 - A Dom Marini disse que o carnaval acabou e que aquelas vestes papais, se quisesse, que as usasse ele. (então temos de perguntar, se os outros valorosos Papas participavam de algum carnaval dentro do Vaticano? Isto inclui  também o Papa Emérito Bento XVI?)
São Tomás de Aquino disse na Summa Theologica: «É reprovável desprezar as honras, de modo a negligenciar aquilo que as merece».
8 - Não quis andar no papa-móvel, mas sim num jeep descapotável.
9 - Não deu a Bênção aos jornalistas por se encontrarem alguns que não eram católicos, para não ferir as suas consciências.
10 - No Angelus não se dirigiu aos fiéis em várias línguas como é habitual.
11 - Na Capela Sistina voltou a colocar o altar "versus populum" em vez de manter o "versus Deum".( Por que rejeitou ele o altar antigo, que era utilizado pelos Papas Bento XVI e João Paulo II, se é exatamente nessa posição que o celebrante fica com o rosto voltado para Deus e as costas para os homens?)
12 - Durante a Missa de entronização não foram lidas as leituras em várias línguas.
13 - Mandou que fosse um padre ortodoxo a ler o Evangelho em grego.
14 - Fez a homilia da Missa de entronização a partir do ambão, em vez de fazer desde a sua cátedra, como manda a liturgia papal.
15 - Não recebeu os bens a consagrar das mãos dos fiéis.
16 - Depois da Consagração não ajoelhou diante do Corpo de Cristo. . Pouco tempo atrás aceitou de joelhos a bênção de um pastor protestante. (Será que ele tem algumproblema físico que não possa dobrar os joelhos?  Mas se tem deve ser bem recente, pois existe foto dele (abaixo) ajoelhado para receber a benção de um pastor protestante... E foto relativamente recente...
n/d
Estranhíssimo isso: não se ajoelha para receber Jesus que acaba de se fazer presente na Sagrada Eucaristia, e se prostra de joelhos para receber a “benção” de um “pastor” protestante.
Santo Padre Pio XI em sua Encíclica “Mortalium  Animus” sobre o ecumenismo e os ecumenistas, declarou:
"Assim sendo, é manifestamente claro que a Santa Sé, não pode, de modo algum, participar de suas assembleias e que, aos católicos, de nenhum modo é  lícito aprovar ou contribuir para estas iniciativas se o fizerem concederão autoridade a uma falsa religião cristã, sobremaneira a alheia à única Igreja de  Cristo (...)  Acaso poderemos tolerar - o que seria bastante iníquo - que a verdade e, em especial a revelada, seja diminuída através de pactuações? No caso presente, trata-se da verdade revelada que deve ser defendida".
17 - Não deu a comunhão aos fiéis.
18 –  Não aceitou o anel de ouro papal, mas sim um de prata dourado oferecido por um cardeal maçom. (Opa..mas que história é essa?)
O Santo Padre também resolveu não usar o anel do Pescador de ouro sólido que havia sido encomendado pela Santa Sé e, ao invés, utilizará um anel de prata, revestido de película de ouro, que pertenceu ao Arcebispo Macchi, secretário particular do Papa Paulo VI. Este anel, após a morte do arcebispo, pertenceu a outro padre, e então ao Cardeal Giovanni Battista Re, que o deu ao novo Sumo Pontífice. O novo anel não contém a tradicional imagem de São Pedro como pescador, atirando uma rede ao mar,imagem essa que é usual nos anéis do Pescador de sucessivos pontífices.Ao invés disso, o anel contém uma imagem do rosto de Pedro, segurando as chaves.
ATENÇÃO: Outras informações importantes que os católicos precisam saber...
Macchi, Pasquale. Cardeal. Prelado de Honra e Secretário Particular de Papa Paulo VI, até ser excomungado pelo mesmo por heresia. Foi reempossado pelo Secretário do Estado Jean Villot, e feito cardeal.
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No início de setembro de1978 o recém empossado Papa João Paulo I pediu ao seu Secretário do Estado Cardeal Jean Villot iniciar uma investigação nas operações do Banco Vaticano. Concordou também em se encontrar com a delegação de congressistas americanos para discutir sobre o controle da população mundial e da natalidade.
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Em 28 de setembro de 1978 João Paulo I apresenta ao Cardeal Villot uma lista de pessoas a serem transferidas, ou a apresentarem as suas resignações, ou demitidas.Todas as pessoas da lista eram suspeitas de serem membros do grupo Maçônico “P2″, inclusive o próprio Villot.
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Em 29 de setembro de 1978 o Papa João Paulo I é encontrado morto na cama. Villot emite falsas declarações à imprensa acerca das circunstâncias envolvendo a morte,remove todas as evidências chaves do quarto do Papa e ordena que o corpo seja embalsamado imediatamente sem a autópsia… (isto é fato e contra fatos não há argumentos)
Mas não era a Maçonaria convencional que preocupava o Papa João Paulo I, embora a filiação a essa sociedade fosse considerada pela Igreja motivo para excomunhão automática. Sua preocupação maior era com a loja maçônica ilegal que se expandiria além das fronteiras da Itália em sua busca de dinheiro e poder, denominando-se P2. O fato de ter penetrado no Vaticano e estabelecido vínculos com padres, bispos e até mesmo cardeais fez da P2 um anátema para Albino Luciani.
Voltemos ao Papa Francisco:
19 - Tem no seu brasão de armas, o pentagrama, estrela de cinco pontas, a estrela de Salomão, que é um símbolo maçónico por excelência, conforme a comparação abaixo. (o brasão do Papa e mais abaixo o símbolo maçónico)
n/dn/d

As cinco pontas da Estrela ainda lembram os cinco sentidos que estabelecem a comunicação da alma com o mundo material. Tato, audição, visão, olfato e paladar, dos quais para os Maçons três servem a comunicação fraternal, pois é pelo tato que se conhecem os toques Pela audição se percebem as palavras , e pela visão se notam os sinais. (dizem que os maçons se reconhecem de longe somente pelos sinais, uma espécie de codigo secreto entre eles escondido nas palavras e imagens)
Mesmo diante de todos estes fatos, tentando não querendo condenar as ações deste Papa, por ser apenas o inicio de seu Pontificado, mas devemos estar no minimo VIGILANTES. De minha parte, não quero declarar que o Papa Francisco poderá ser um cismático e reformador, que aguarda o momento exato para fazer uma verdadeira revolução nos ensinamentos da Igreja. Ou um falso profeta, como muitos anunciam que fará uma aliança com o chamado Anticristo, que segundo muitos católicos e até estudiosos já esta em vias de se declarar ao Mundo.
Disse o Padre Paulo Ricardo em recente video, que não devemos acusar e condenar o Papa Francisco antecipadamente por ser totalmente diferente do Papa Bento XVI., nota-se isto principalmente na liturgia e nos demais fatos acima apresentados. O Padre Paulo também disse que devemos aguardar com fé para ver oque vai acontecer de fato. Segundo ele, essa é a atitude correta de um católico. Eu concordo com o Padre Paulo Ricardo em parte, mas como católico, tenho a obrigação de observar as coisas um tanto "diferentes!, por assim dizer, que me são mostradas as claras.
"O que vos digo na escuridão, dizei-o às claras. O que vos é dito ao ouvido, publicai-o de cima dos telhados". (São Mateus 10, 27)
Um fato que realmente me deixou perplexo, foi do Papa Francisco ao declarar que ocarnaval acabou, se referindo as vestes papais, não mostrou essa mesma humildade que prega todo dia, pois, parece querer dizer,, de forma clara, que os outros valorosos Papas faziam do Vaticano uma espécie de Circo nada Sagrado.
Somos acusados de falar contra o Papa Francisco, mas como católicos conservadores e tradicionais,, fieis aos ensinamentos seculares da Igreja, observando os fatos"diferentes" apresentados, somos então obrigados ao silêncio? Nos veriam como inimigos?
"Tornei-me, acaso, vosso inimigo, porque vos disse a verdade?"  (Gálatas 4, 16)
Artigo adaptado por Dilson Kutscher  -  www.rainhamaria.com.br
Enviado pelo amigo João Bianchi - Portugal - http://www.amen-etm.org
Fonte também utilizada: http://fimdostempos.net

CFM defende aborto até 3º mês de gestação


O Conselho Federal de Medicina (CFM) anunciou que defende a liberação do aborto até a 12ª semana de gestação e disse que enviará à comissão especial do Senado - responsável pela reforma do Código Penal - um documento sugerindo que a interrupção da gravidez até o terceiro mês seja permitida. A decisão da entidade foi formalizada na quarta-feira, 20.
O presidente do CFM, Roberto D’Ávila, enfatizou que o Conselho não é favorável ao aborto, mas argumenta que as mulheres sempre recorreram ao método, sendo ele crime ou não. Para D’Ávila, elas têm autonomia para decidir e as escolhas devem ser respeitadas. Além disso, segundo o presidente, a divulgação do manifesto não mudará em nada a forma como o CFM trata acusações de médicos que realizaram aborto ilegal.
A decisão causa polêmica e diverge opiniões. Para o representante da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Clóvis Bonfleur, a liberação do aborto representaria evitar um mal com outro mal. "Isso nunca será a solução. É preciso formar a juventude, garantir o acesso à informação. Essas medidas, sim, é que podem proteger a mulher", observou.
Para o representante da CNBB, o argumento da CFM de que a liberação do aborto protegeria mulheres economicamente menos privilegiadas é questionável. "Não há nada que prove que mulheres com recursos são submetidas ao procedimento com segurança, ficando o risco de vida apenas às mais pobres", completou.
No Brasil, a lei permite o aborto nos casos em que a gestante corre risco de vida, quando a gravidez é resultado de estupro ou no caso de fetos com anencefalia (sem cérebro). O Ministério da Saúde não se posicionou sobre a decisão da CFM e informou que a discussão do tema cabe ao Congresso. Já a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, por sua vez, afirmou que não se manifestaria.
Fonte: http://atarde.uol.com.br

quarta-feira, 20 de março de 2013

Medidas de segurança não podem ser impostas a um papa, mas sim adaptadas ao estilo pessoal de cada pontífice.



As medidas de segurança não podem ser impostas a um papa, mas sim adaptadas ao estilo pessoal de cada pontífice, afirmou hoje o porta-voz do Vaticano, o padre Federico Lombardi.

“É preciso respeitar o estilo pessoal de cada papa. Os responsáveis da segurança sabem que cabe ao papa decidir e eles têm que se adaptar”, sublinhou.
A responsabilidade pela segurança dos papas pertence a cerca de 100 guardas suíços, o ‘exército’ dos pontífices, auxiliados por perto de 100 guardas do Vaticano e 140 polícias italianos.
Estes responsáveis procuram sempre o justo equilíbrio entre a segurança e a vontade dos papas de contactar diretamente com as pessoas.
Quando ouviu gritar o seu nome, o papa Francisco não hesitou um minuto e aproximou-se da multidão, junto a uma barreira de segurança, para cumprimentar as pessoas.
“O papa Francisco não dececiona os fiéis. Decidiu ir a pé até à multidão que o aclamava, além das barreiras do Vaticano. O serviço de segurança está à beira de um ataque de nervos e a multidão em delírio”, escreveu o diário Il Fatto Quotidiano.

segunda-feira, 18 de março de 2013

O legado de Bento XVI : seu ‘insuportável’ humanismo que questiona o mundo moderno.




O legado de Bento XVI 
O insuportável humanismo de Bento XVI

Francisco Borba Ribeiro Neto, coordenador do Núcleo de Fé e Cultura da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e membro do conselho editorial da versão brasileira da revista Communio

Em 1944, Henri de Lubac, um dos intelectuais que, juntamente com o jovem Ratzinger, fundou a revista internacional Communio, escreveu O drama do humanismo ateu. Sua tese era de que o humanismo moderno, perdendo a referência em Deus e no seu amor, é incapaz de realizar a pessoa, levando à dramática desumanização da sociedade contemporânea. Além disso, o livro procurava valorizar as críticas que Feuerbach, Marx e Nietzsche, entre outros, faziam ao Cristianismo – mostrando que muitas delas eram válidas, porém se referiam a um Cristianismo descaracterizado, que perdera seu élan vital.


A trajetória do teólogo Ratzinger, papa Bento XVI, pode ser lida como um diálogo entre os fundamentos do Cristianismo e esse humanismo em crise, que ao longo da modernidade parece ir vencendo todas as batalhas que luta (direitos humanos, democracia, igualdade, liberdades individuais etc.), mas estar perdendo a guerra da construção de uma humanidade mais feliz. Mas peço atenção: as bases da postura de Ratzinger não são os “valores da tradição”, como muitos dizem, mas sim os “fundamentos da tradição”. Ele tem claro que os valores morais e sociais, privados de seu fundamento original, se tornam normas vazias que mais oprimem que valorizam a pessoa; por isso sua batalha não é pela defesa de valores esclerosados, mas por uma renovação a partir da crença de que na raiz de qualquer valor realmente humanizador está o reconhecimento do amor de Deus.

Então Bento XVI não foi um tradicionalista? Sem dúvida não; seu pretenso “moralismo” e “reacionarismo” é uma construção midiática, que não se sustenta em uma análise de seus escritos ou do conjunto de suas atitudes no papado.
Um conservador? Se olharmos para o valor que dá à tradição da Igreja, sim. Mas quem ler Caritas in veritate, sua grande encíclica social, encontrará uma obra sintonizada com as demandas sociais da chamada “ala progressista” da Igreja. Dentro desse universo de caracterizações esquemáticas, talvez a melhor para ele seja a de “pós-moderno”.
As imagens mais frequentes que se tem das mudanças pelas quais a Igreja devia passar a partir do Concílio Vaticano II nasceram dos ideais da modernidade da metade do século 20, que já enfrentava a crise que gerou esse processo ambíguo e complexo que chamamos pós-modernidade. Bento XVI é o papa pós-moderno por excelência, que não procura criar uma Igreja que se molda aos valores da modernidade, mas que responde à destruição destes valores – realizada pelo próprio pensamento crítico moderno.
Em oposição aos pensadores ateus estudados por De Lubac, que construíram a grandeza e o drama do pensamento moderno, Bento XVI pode ser compreendido como um humanista religioso, que acredita que a ligação do ser humano com Deus é o vínculo de amor que é a condição necessária para encontrarmos nossa felicidade e realização. Porém, esse humanismo, nascido de um gesto de amor gratuito e de uma esperança sem limites, é quase insuportável para a cultura contemporânea.Corresponde de tal forma ao desejo mais profundo de cada um que chegamos a ter medo… Medo de nos entregarmos a essa promessa e descobrirmos depois que se trata de mais uma ilusão.
Quem não quer receber um amor que não pede nada em troca?
Insuportável esperança, que parece negar a evidência de que nascemos marcados pela desgraça. Se acreditarmos nela, será muito mais doloroso voltarmos à desilusão da descrença, voltar a viver “sentados à sombra da morte”, inseguros em relação a cada afeto, sabendo que nenhum amor é para sempre! São essa esperança e a experiência de um amor impensável, mas realizado, que constroem o humanismo cristão proposto por Bento XVI.
Ainda é cedo para uma avaliação adequada de seu papado, mas é inegável que ele, como poucos, recolocou o humanismo cristão na agenda cultural da sociedade contemporânea; que em seu papado o mistério de Deus se tornou provocação e escândalo para um mundo fechado em si mesmo.

Itália: Vulcão Etna entra em erupção



17.03.2013 -
n/d
A oitava erupção deste ano do vulcão Etna, o maior da Europa, na ilha de Sicília, ocorreu na noite passada.
A lava incandescente começou a jorrar, atingindo 600-700 m de altura e escorrendo da nova cratera lateral encosta abaixo, para o Vale do Boi. O vento forte cobriu muitas aldeias vizinhas de cinzas vulcânicas.
Por precaução, foi encerrado por uma hora o aeroporto local. As municipalidades de 4 distritos proibiram o trânsito de motocicletas e lambretas e reduziram a velocidade dos automóveis para 20 km por hora.
Na opinião de peritos, esta erupção do Etna é a mais potente do novo ciclo de atividade do vulcão.
Fonte: Voz da Russia
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Nota de  www.rainhamaria.com.br
Profecia de Nossa Senhora de La Salette, aparição na França em 1846, reconhecida pela Igreja em 1851.
"As estações serão mudadas, a terra não produzirá senão maus frutos, os astros perderão os seus movimentos regulares, a lua não refletirá senão uma luz avermelhada; a água e o fogo causarão ao globo terrestre movimentos convulsivos e horríveis terremotos, que farão tragar montanhas, cidades...
Chegou o tempo. O sol se escurece; somente a fé viverá".

Papa surpreenderá com reviravolta na Igreja, diz Leonardo Boff, teólogo da libertação



17.03.2013 -
n/d
O ex-sacerdote brasileiro Leonardo Boff, um dos mais destacados representantes da chamada Teologia da Libertação, acredita que o papa Francisco surpreenderá muitos dando um reviravolta radical à Igreja.
"Agora é Papa e pode fazer o que quiser. Muitos se surpreenderão com o que Francisco fará. Para isso, precisará de uma ruptura com as tradições, deixar para trás a Cúria corrupta do Vaticano para abrir passagem para uma Igreja universal",disse Boff em entrevista que será publicada na edição da próxima semana da revista alemã Der Spiegel.
O teólogo se disse muito satisfeito que o novo Papa, o cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio, tenha assumido o nome de Francisco para seu pontificado. "Este nome é programático: Francisco de Assis representa uma Igreja dos pobres e dos oprimidos, responsabilidade perante o meio ambiente e rejeição ao luxo e a ostentação", acrescentou Boff, que pertence à Ordem dos Frades Menores, mais conhecidos como Franciscanos.
O estudioso disse também que, embora em muitos aspectos - como o referente aos anticoncepcionais, o celibato e o homossexualismo - Francisco tenha seguido uma linha conservadora como cardeal, isso se deveu apenas à pressão do Vaticano. Para ele, há elementos que indicam que o novo Pontífice é muito mais liberal.
"Há alguns meses, por exemplo, ele aprovou expressamente que um casal de homossexuais adotasse uma criança. Tem contato com sacerdotes que foram repudiados pela Igreja oficial por terem se casado. E, o mais importante, é que não se deixou separar de sua convicção que temos que estar do lado dos pobres", destacou.
Boff rejeita também as acusações que surgiram contra Francisco segundo as quais não deu suficiente apoio a dois jesuítas que foram presos durante a ditadura militar argentina.
"Conheço as acusações e acredito no que diz o Prêmio Nobel da Paz Adolfo Pérez Esquivel, que como opositor ao regime militar esteve preso e foi torturado. Houve bispos que foram cúmplices da ditadura, mas Bergoglio não estava entre eles", opinou. "Até agora, não há indícios claros de um comportamento censurável. Pelo contrário, ele escondeu e salvou muitos sacerdotes perseguidos. Conheci Orlando Yorio, um dos jesuítas que dizem terem sido traídos por Bergoglio, e nunca fez a mim tais acusações", completou.
Fonte: Terra noticias

sábado, 16 de março de 2013

Quase 330 milhões de abortos foram realizados na China em 40 anos


n/dQuase 330 milhões de abortos foram praticados na China entre 1971 e 2010, segundo números do ministério da Saúde. O ministério divulgou em janeiro as estatísticas sobre as esterilizações e os abortos, antes de anunciar a fusão com a Comissão Nacional da População e de Planejamento Familiar.
Alguns analistas interpretam a reorganização como o início de uma flexibilização do número de nascimentos permitido na China, mas altos funcionários do governo afirmaram justamente o contrário esta semana.
"O planejamento familiar será reforçado, e não enfraquecido", declarou Wang Feng, diretor adjunto da agência de reforma do setor público. "Depois da reforma, a China seguirá com sua política de planejamento familiar", afirmou o secretário-geral do governo, Ma Kai.
Desde o início dos anos 1980, o limite do número de nascimentos imposto a todos os chineses e a política do filho único para os residentes nas cidades permitiu, segundo Pequim, evitar 400 milhões de partos no país de maior população do mundo, que tinha 1,354 bilhão de habitantes no fim de 2012.O número de abortos foi superior a 10 milhões por ano entre 1982 e 1992, com picos de mais de 14 milhões em 1983 e 1991, destaca o ministério.
Mas os abortos também serviram para a eliminação seletiva de embriões e fetos femininos, o que reduziu em dezenas de milhões o número de mulheres. A limitação dos nascimentos provocou um grande número de abortos forçados, atualmente proibidos, pelo menos em tese, pois ainda são comuns em algumas regiões.
Em junho do ano passado, o caso de uma mulher obrigada a abortar quando estava grávida de sete meses provocou um escândalo e obrigou as autoridades a pedir desculpas.
A médio prazo, a China será obrigada a flexibilizar o controle da natalidade em consequência do envelhecimento demográfico e da redução da população ativa, segundo demógrafos e analistas.
Fonte: Terra

Cardeal que articulou candidatura do Papa é apreciador da Teologia da Libertação



14.03.2013 - Algumas considerações sobre o Cardeal Oscar Rodrígues Maradiaga, de Tegucigalpa, Honduras, que foi o articulador da eleição do Papa Francisco.
Primeiro, ele já foi considerado um candidato forte da última vez, em 2005, quando no Conclave que elegeu o Papa Bento XVI. Muitos bispos disseram que Rodriguez parecia estar em campanha para Papa  Por algum tempo o Cardeal  Rodriguez Maradiaga era descrito como “papa à espera”, um candidato tão óbvio para ser o primeiro pontífice do mundo em desenvolvimento que se esperava que ele já estivesse escolhendo as cortinas do apartamento papal. O Cardeal Rodriguez é o predileto da centro-esquerda da Igreja  por sua histórica promoção das causas de justiça social, sua declarada simpatia pela Teologia da Libertação,
Se ele fosse eleito papa no conclave anterior, em 2005, não seria loucura imaginar veículos de comunicação conservadores afirmando, nas manchetes, “Marxista é eleito Papa”
Também lembrando que o Cardeal argentino eleito Papa Francisco neste conclave de 2013,, no anterior conclave de 2005, obteve mais votos para tentar enfrentar o então favorito, cardeal Joseph Ratzinger. Depois de quatro escrutínios, o alemão foi eleito Papa Bento XVI.
Então, pode-se concluir que ambos Cardeais, tanto o de Honduras, quanto o Argentino, eram fortes candidatos a Papas há muito tempo, principalmente o Cardeal Argentino.
A surpresa para os católicos de um Papa Argentino, latino-americano foi grande no Mundo, mas nos bastidores da Cúria Romana não foi tanto assim.
Apenas lembrando, que enquanto ainda era cardeal, nos anos 1980, Joseph Ratzinger,que depois se tornaria o Papa Bento XVI, condenou a Teologia da Libertação. Ratzinger, na época prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, criticou "desvios prejudiciais à fé" pelo uso "de maneira insuficientemente crítica" de pensamentos marxistas na Teologia da Libertação. Agora, passados mais de 40 anos desde que o termo foi cunhado (em 1971), com a renúncia de Bento XVI e a eleição do novo papa, o "projeto de libertação", que teve tanto impacto no Brasil e na América Latina, parece ter à frente uma nova chance de encontrar uma aceitação maior dentro da Igreja, ainda mais tendo o Cardeal de Honduras, como articulador da eleição do Papa Francisco.
Uma reportagem da BBC Brasil citou que os defensores da Teologia da Libertação (TL) estão contando como certo,  com o apoio do novo Papa para poder impulsionar o movimento que tem como objetivo defender a justiça social. Em resumo: Teologia da Libertação, agora, espera mudança.
O mais estranho nisto tudo, foi uma declaração antes da eleição do novo Papa,  dada pelo teólogo  Leonardo Boff, um dos principais expoentes da Teologia da Libertação no Brasil, ele disse que esperava a renúncia do Papa Bento XVI, e já antecipava que o substituto poderia ser um latino-americano
Durante a entrevista à TV Brasil ele ainda elogiou o cardeal-arcebispo de Tegucigalpa, Oscar Andrés Rodríguez Maradiaga. Líder máximo da Igreja em Honduras o religioso é aberto às inovações e inclusive dialoga com a Teologia da Libertação, segundo Boff. Para ele seria muito bom ter um Papa da periferia do mundo e o cardial Maradiaga seria um bom nome. “Não temos grandes cardeais. Mas ele é um teólogo da libertação. Seria um Papa da periferia”, disse Boff (fonte Portal EBC de noticias)
Pois é, o Cardeal que Leonardo Boff queria como Papa não se elegeu, mas articulou a eleição do Novo Papa Francisco, confesso que isto é um tanto interessante.
Se o Cardeal Oscar Rodrígues Maradiaga, tivesse sido eleito, Boff possivelmente o chamaria de "Papa da Libertação",  por sua posição simpatizante a Teologia da Libertação. Também teria certeza de grandes mudanças progressistas nos ensinamentos e na própria doutrina da Igreja.
Infelizmente, como verdadeiros  católicos, precisamos ficar no mínimo vigilantes, pois, se o Novo Papa teve como apoiador e articulador de sua eleição um simpatizante declarado da Teologia da Libertação, esperamos que não haja algum acordo entre eles.
"Ai de vós, filhos rebeldes! - oráculo de Javé. Fazeis planos que não nascem de Mim, fazeis acordos sem a minha inspiração, de maneira que amontoais erros e mais erros". (Isaías 30,1)
E mais cedo ou mais tarde mostre que ao invés de manter as tradições e ensinamentos da Igreja, resolva de ”surpresa”, como de “assalto” mudar isto, com o pretexto da Igreja adaptar-se ao mundo moderno. (fazendo a vontade dos homens e não a de DEUS)
"Porque amavam mais a glória dos homens do que a glória de Deus." (Jo 12, 43)
"Jesus Cristo é sempre o mesmo: ontem, hoje e por toda a eternidade"  (Hebreus 13, 8)
O que me preocupa, é a frase de um amigo meu, católico tradicional, defensor dos ensinamentos da Santa Igreja, fiel aos Papas anteriores, como João Paulo II e Bento XVI, que lendo estas declarações recentes do Boff disse:  “Onde tem a mão do Boff, também tem a “pata” do diabo escondida”.
Falar de Boff e teologia da libertação é falar de desobediência aos ensinamentos da Igreja e rebeldia a DEUS. (tal como Satanás que desejou tomar o Lugar de DEUS, querendo ser mais sábio e poderoso)
Sempre lembrando as palavras proféticas de São Gregório Magno, Papa e Doutor da Igreja: "A Igreja, nos últimos tempos, será espoliada da sua virtude. O espírito profético esconder-se-á, não mais terá a graça de curar, terá diminuta a graça da abstinência, o ensino esvair-se-á, reduzir-se-á, senão desaparecerá de todo o poder dos prodígios e dos milagres. Para o anticristo está se preparando um exército de sacerdotes apóstatas".
Nas aparições da Virgem em Akita, no Japäo,  foi das poucas reconhecidas no século XX pela Igreja, mas seu conteúdo e aviso são similares à de Fátima e a tantas outras ainda não reconhecidas nos dias de hoje.
Também sempre lembrando que Nossa Senhora disse:
"O Diabo se infiltrará até mesmo na Igreja de tal um modo que haverá cardeais contra cardeais, e bispos contra bispos".
Tenho obrigação, como católico de dizer, ,que neste ultimo conclave, realmente houveuma disputa muito forte interna e externa  pelo poder no Vaticano
Até nas ruas de Roma, adeptos de determinado Cardeal, no caso o de Gana, colavam cartazes a seu favor, para que fosse eleito Papa.
Como disse um amigo meu:  Desde quando se faz propaganda pública para eleição de um Papa?
Diante de tudo isto, esperamos que o novo Papa em algum momento futuro não adote a postura de um falso ecumenismo mundial, bem ao gosto da Nova Ordem Mundial illuminati e totalmente contrário a Doutrina bi-milenar da Igreja...
Ainda lembrando, No dia da posse, em 2005, o atual papa emérito Bento XVI preveniu:“o meu pontificado será de curta duração”. Ele já sabia muitas coisas que o esperavam, por sua longa experiência no Vaticano. Ele teria que impedir as tentativas de modernização da Igreja, conforme prescrito no Sermão da Montanha (Mt 5,17-20) e em Ap. 22,18-19. Ele não aceitou modernizar a Igreja, porque somente Jesus na Parusía fará novas todas as coisas (Ap 21,5).
E quantas vezes ele refletiu sobre a profecia de Zacarias“Espada, levanta-te contra o meu pastor. Meu valoroso companheiro, oráculo do Senhor dos Exércitos. Fere o pastor – e as ovelhas se dispersarão” (Zc 13,7-9).
No ano de 1976, o Papa Paulo VI, decepcionado com o avanço do poder das trevas nas dependências do Vaticano, lamentou: “O fumo de Satanás se infiltrou no seio da Igreja Católica e se expande, cada vez mais, rumo ao vértice”.
Devemos lembrar que mesmo diante de tudo isto, no final diz na Sagrada Escritura
"E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela. (Mateus" 16, 18)
Estaremos aqui, vigilantes e atentos contra qualquer desvio de conduta que seja contrário aos ensinamentos da Santa Igreja, pois servimos e adoramos a DEUS, sendo obedientes a ELE e não aos homens. Queremos sempre agradar a DEUS, não aos homens, conforme diz a Sagrada Escritura:
"É, porventura, o favor dos homens que eu procuro, ou o de Deus? Por acaso tenho interesse em agradar aos homens? Se quisesse ainda agradar aos homens, não seria servo de Cristo".
Por Dilson Kutscher   -   www.rainhamaria.com.br
Fontes: Gazeta do Povo   -  Diário da Liberdade  -  BBC Brasil. - UOL noticias

A Igreja não funciona mais, afirma Dom Claudio Hummes, Arcebispo Emérito de SP



16.03.2013 -
n/d
Apontado como o cardeal brasileiro mais próximo do novo papa, dom Claudio Hummes, 78, diz que a igreja "não funciona" do jeito que está e pede mudanças em toda sua estrutura.
Na sua apresentação ao mundo, Francisco convidou dom Cláudio, arcebispo emérito de São Paulo, a ficar do seu lado no balcão da basílica de São Pedro.
Emocionado com o convite e com a homenagem ao fundador de sua ordem, o franciscano d. Cláudio disse à Folha que a escolha do nome é por si só uma encíclica.
O ex-bispo de Santo André disse ainda que as acusações de que o novo papa colaborou com a ditadura militar argentina são "grande equívoco, senão uma falsificação".
*
Folha - O sr. foi convidado pelo papa Francisco a estar ao seu lado na primeira aparição. Como é a relação entre vocês?
D.Claudio Hummes - Nós nos conhecemos de tantas oportunidades, porque fui arcebispo de São Paulo, e ele, arcebispo de Buenos Aires. Mas sobretudo foi em Aparecida (SP) onde estivemos mais tempo trabalhando juntos, na 5ª Conferência Latino-americana, em 2007. Existia ali a comissão da redação, a mais importante porque ali que se formulava o documento para depois ser votado. Ele era o presidente, e eu, um dos membros. Admirei muito a sua sabedoria, serenidade, santidade divina, espiritualidade. Muito lúcido e muito pastoral, grande zelo missionário, de querer que a igreja seja mais evangelizadora, mais aberta.
Como foi o convite para o balcão?
Quando se começou a organizar a procissão da Capela Sistina para o balcão na praça, ele chamou o cardeal Vallini, que faz as vezes do bispo de Roma, o vigário da cidade, e me chamou também. Disse: "D.Cláudio, vem você também, fica comigo neste momento". Disse até: "Busca o teu barrete [chapéu eclesiástico]", bem informalmente. Fui lá buscar o meu barrete e estava todo feliz....
Porque não é o costume, quem vai junto são os cerimonários, nunca tem cardeais com o papa, eles estão nos outros balcões. E o fato de que ele nos convidou acabou rompendo um monte de rituais. Mas foi realmente, para mim, muito gratificante. E também pelo fato de ele ter recém-escolhido o nome de Francisco. Eu sou franciscano, então isso me envolvia muito pessoalmente.
Como o sr. interpreta esse gesto?
Como um gesto pessoal dele, muito espontâneo, muito simples. Não sei quais os significados que ele queria dar. Eu digo que fiquei muito feliz, estava ali com o primeiro papa chamado Francisco.
O papa recusou a limusine, foi pagar a conta do hotel....
São gestos simples, mas que mostram quem ele é e como ele vê as coisas. A minha maravilha foi que esses gestos foram compreendidos pelo povo simples e pela mídia. A mídia também interpretou esplendidamente, entendeu as mensagens que o papa queria dizer.
Qual é o significado de ter um papa de fora da Europa depois de mais mil anos e além disso latino-americano?
Os outros papas que não foram exatamente europeus vinham da região do Mediterrâneo. Nesse sentido, era a Europa da época, era uma grande realidade geopolítica.
Mas o fato de que hoje venha um papa de fora da Europa tem um significado muito grande porque mostra o que a igreja sempre tem dito: a igreja é universal, para a humanidade. Não é para a Europa.
Ter um papa é o sinal maior. É o gesto de dizer: o papa pode vir de qualquer parte do mundo.
Também acho importante que tenha vindo da periferia ainda pobre, emergente. Isso é uma confirmação para todos os católicos de lá: "Nós temos um papa que vem daqui".
E não só para os católicos, até os países se sentem muito mais em pé de igualdade com os outros.
São Francisco também é lembrado pela missão de reformar a igreja como um todo. A escolha do nome também tem essa abrangência?
Certamente, para o papa, o nome é todo esse programa. Hoje, a igreja precisa, de fato, de uma reforma em todas as suas estruturas. Organizar a vida da igreja, a Cúria Romana, que tanto se falou e que precisa urgente e estruturalmente ser reformada, isso é pacífico entre nós. Porém uma coisa é entender que precisa ser feito e outra coisa é fazê-lo.
Será uma obra gigantesca. Não porque seja uma estrutura gigantesca, mas por um mundo de dificuldades que há dentro de uma estrutura como essa, que foi crescendo nos últimos séculos.
Alguém disse já que a escolha do nome Francisco já é uma encíclica [mensagens do papa à igreja], não precisa nem escrever. Isso é muito bonito, é muito promissor.
Em que sentido a reforma é necessária?
Não é só da Cúria, são muitas outras coisas: o nosso jeito de fazer missa, de fazer evangelização, essa nova evangelização precisa de novos métodos. O papa falou no encontro com os cardeais sobre novos métodos, nós precisamos encontrar novos métodos.
Mas se falou sobretudo da Cúria Romana, que precisa ser reformada estruturalmente. É muito grande, mas tudo isso precisa de um estudo, a gente não tem muitas coordenadas.
Muitos dizem que é grande demais, que foi feito um puxadinho aqui, um puxadinho lá,mais uma sala aqui, mais uma comissão lá, mas essa aqui não tem suficiente prestígio.... Essas coisas todas que acontecem numa estrutura dessas.
A igreja não funciona mais. Toda essa questão que aconteceu ultimamente mostra como ela não funciona. E depois, uma vez feito esse novo desenho, você tem de procurar as pessoas adaptadas para ocuparem esses cargos, esses serviços.
Reza a lenda de que o papa Francisco não gosta de vir a Roma, que sua formação foi longe daqui. Isso contribuiu para a sua escolha?
Não sei se contribui para a sua escolha, mas contribui agora, que ele é papa, a ser mais independente, a ser uma visão mais objetiva. É muito diferente ver um jogo da arquibancada e ver um jogo jogando futebol. Ele não jogou futebol. Vai ajudar, certamente.
Mas ele também vai ouvir pessoas que jogaram, porque é importante ouvir do jogador como ele viu o jogo e quais são as necessidades dentro da forma como se joga.
Continuando a metáfora, o sr. jogou aqui por quatro anos e já foi convocado por ele. O que o sr. pode dizer a ele sobre o que precisa ser feito?
Se um dia me perguntarem sobre isso... Claro, todos nós já falamos sobre isso nas congregações gerais [reuniões pré-conclave], em que ele estava presente. E estamos disponíveis sempre pra ajudar e precisamos ajudar. Os cardeais são o conselho que deve ajudar o papa.
Há relatos na imprensa argentina sobre o envolvimento --por omissão ou colaboração-- do papa Francisco com a ditadura militar. O que tem sr. pode falar sobre isso?
Certamente, isso não é real. Pode ser que alguém tenha se equivocado em certos discernimentos, mas conhecendo toda a pessoa dele.... Não conheço os detalhes, mas, conhecendo a pessoa, nem é possível imaginar isso. Ele é um homem extremamente dos pobres, dos direitos da gente, dos mais simples, dos mais oprimidos, dos mais humilhados, ele é um exemplo de defesa, de estar junto dos pobres.... É inimaginável. Tenho certeza de que tudo isso de fato é um grande equívoco, senão uma falsificação.
A igreja no Brasil, incluindo o sr., teve um papel muito importante na defesa dos direitos humanos durante a ditadura. Como isso se deu na Argentina, sem levar em conta o papa Francisco?
As igrejas pelo mundo afora tiveram as suas próprias avaliações e seu próprio modo de ser. Não me sinto autorizado para fazer um juízo sobre a igreja nesse ou naquele país.
Fala-se muito que a herança da Teologia da Libertação para a igreja na América Latina é o discurso em favor dos pobres. No caso do papa Francisco, qual é a relação dele com esse movimento?
Basta olhar como ele foi arcebispo em Buenos Aires e o documento de Aparecida, que diz tudo isso. Ele está nessa linha, certamente. Se a gente quer descobrir qual é a linha dele de pastoral social, de relação com os pobres, nós vamos encontrá-lo lá, sim.
A Teologia da Libertação foi uma fase histórica que, obviamente, tem essa questão da consciência que temos dos pobres e da necessidade de sermos solidários em termos construtivos da justiça social. Tudo isso a Teologia da Libertação também reforçou.
Eu acho que hoje, se a gente quer ver como as pessoas se relacionam com esse passado, é preciso olhar os documentos de hoje. Senão, você começa a transportar o passado, que não é mais uma resposta para hoje. O mundo já mudou, e as respostas são diferenciadas.
A primeira viagem do papa deve ser ao Brasil, onde a igreja enfrenta desafios muito grandes, como a evasão de jovens e o avanço das igrejas neopentecostais. O sr. tem uma ideia do que o papa pretende orientar sobre o futuro da igreja no país?
Ainda não transpirou nada sobre as mensagens que ele vai levar, mas a gente sabe, tem certeza de que ele vai falar, em primeiro lugar, da importância dos jovens, de que devemos estar do lado dele, devemos ser compreensíveis. Ele quer que a igreja seja compreensiva, misericordiosa, saiba caminhar juntos e que isso é um percurso que tem de fazer, não se pode exigir que amanhã alguém já seja um cristão perfeito. É um caminho, um processo.
É dar a certeza aos jovens de que a igreja os entende e quer acompanhá-los e também quer mostrar a luz. Quer dizer: "Prestem atenção, existe, sim, um sentido para a vida, existe alguém pelo qual vale a pena viver e dar a vida. Há alguém, que é Jesus Cristo, ele é uma luz que vocês deveriam seguir." Isto é, não deixar de mostrar o caminho, mas, ao mesmo tempo, ser compreensivo de onde o jovem ainda está nesse caminho.
E depois a nova evangelização certamente será um outro tema forte dele.
Desde o Concílio Vaticano 2º, há um grande esforço para o diálogo interreligioso, principalmente com as religiões mais antigas. No caso da América Latina, como é o diálogo neste momento entre a igreja e o neopentecostalismo, que não para de crescer?
O diálogo ecumênico com as outras igrejas cristãs não católicas existe de forma muito forte, sobretudo a partir do Concílio Vaticano 2º. Com as grandes igrejas: ortodoxa, oriental, as igrejas protestantes de origem luterana, calvinistas, que são igrejas históricas. Mesmo com o judaísmo, há um grande diálogo. E também com o islamismo, mas isso é outro setor porque, para eles, Jesus Cristo não é como para nós cristãos. Esse diálogo é lento, mas vai caminhando.
Com as igrejas neopentecostais, onde existe muito uma teologia da prosperidade, se dá muito acento ao exorcismo, ao dízimo e coisas assim, elas se diferenciam das igrejas pentecostais. Mas tanto uma com a outra são muito semelhantes. Com elas, é mais difícil, porque muitas delas simplesmente não aceitam o diálogo, mesmo se nós quiséssemos dialogar. Porque não aceitam pensar numa unidade um dia. E muitas vezes são agressivamente anticatólicas, então é muito complicado.
O sr. já é emérito, mas vai ficar no Vaticano em alguma função?
Não, não, eu vou ficar aqui até o dia 22, vou participar da cerimônia pública religiosa e vou participar de uma reunião no dia 21. E aí volto para os meus trabalhos.
Há relatos na imprensa italiana de que o sr. contribuiu durante o conclave para eleger o papa Francisco. O sr. confirma?
Tudo o que aconteceu dentro do conclave, eu não posso falar.
Voltando ao seu trabalho na cúria, de 2006 a 2010, na Congregação para o Clero, houve uma entrevista em que o sr. falava que o celibato era uma questão disciplinar e que, por isso, estava aberto à discussão. O sr. teria sofrido uma reprimenda quando chegou ao Vaticano. Está na hora de questões como celibato e a ordenação de mulheres serem menos ortodoxas?
Isso de reprimenda, você é quem está dizendo. Eu apenas digo que todas essas questões, todos esses desafios hoje, grandes questões que estão aí em aberto, a igreja não se fecha a discutir aquilo que é necessário ser discutido, ser aprofundado. E isso significa uma igreja capaz de dialogar, capaz de ouvir, capaz de aprofundar, discutir e procurar caminhos. É o que ela vai fazer, certamente.
E esse papa é muito aberto a ouvir. Ele mesmo disse que quer ouvir o mundo, e não só os cardeais e os bispos.
Fonte: Folha SP   -    www.rainhamaria.com.br

Ao dizer ao Papa “Não se esqueça dos pobres”, Dom Cláudio Hummes acabou inspirando o nome ‘Francisco’


Jéssica Marçal
Da Redação
Em encontro com jornalistas, Papa conta como escolheu o nome ‘Francisco’
Papa Francisco durante seu discurso em encontro com jornalistas na manhã deste sábado, 16. Foto: Reprodução
Dando continuidade aos seus primeiros compromissos como Sucessor de Pedro, o Papa Francisco participou na manhã deste sábado, 16, de um encontro com os jornalistas que fizeram a cobertura do Conclave. O encontro aconteceu na Sala Paulo VI, no Vaticano.
Em um primeiro momento, o presidente do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli, fez uma saudação inicial ao Santo Padre.
Já em seu discurso, o Papa contou qual foi a inspiração para a escolha de seu nome de pontificado: Francisco. Ele explicou que o arcebispo emérito de São Paulo, Cardeal Cláudio Hummes, esteve ao seu lado no Conclave, principalmente quando a contagem dos votos já havia alcançado 2/3 e os cardeais já sabiam quem seria o novo Papa. Nesse momento, o Papa contou que Dom Cláudio o abraçou, o beijou e lhe disse: “Não se esqueça dos pobres”.
Em relação aos pobres, o Papa logo pensou em São Francisco de Assis. E enquanto o escrutínio continuava, ele disse que pensou na questão das guerras, e Francisco é um homem da paz, então veio ao seu coração o nome Francisco de Assis.
“Para mim é o homem da pobreza, da paz, que ama e guarda a criação. Neste momento, infelizmente, não temos uma relação tão boa com a natureza, com a criação. Como eu gostaria de uma Igreja pobre, como eu gostaria de uma Igreja junto aos pobres”.
Agradecimentos
Papa Francisco destacou que estava muito feliz em poder participar desse encontro no início de seu ministério e agradeceu a todos os jornalistas.
“Agradeço o serviço que vocês prestaram levando notícias para o mundo inteiro, vocês realmente trabalharam. Nesses dias, todos os olhos do mundo católico, mas não só dos católicos, se voltaram aqui para este lugar, para a Praça São Pedro. Todos se voltaram para os ritos da Igreja católica, noticiando todos os acontecimentos da vida da Igreja, da Santa Sé e, em particular, daquilo que é próprio do ministério petrino”, disse.
Francisco também agradeceu a todos os que comunicaram aquilo que é justo da vida da Igreja, que é a fé. Ele enfatizou que a Igreja, mesmo sendo uma instituição humana e histórica, com tudo aquilo que comporta, não tem uma natureza política, mas essencialmente espiritual, porque ela é o povo de Deus, o santo povo de Deus, que caminha em direção ao encontro com Jesus Cristo.
“Somente colocando nesta perspectiva é possível dar razão aquilo que é a Igreja católica. Cristo é presente na vida da Igreja. Entre todos os homens, Cristo escolheu o seu vigário, que é o Sucessor de Pedro, mas Cristo é o centro, e não o Sucessor de Pedro. Cristo é o fundamento da vida da Igreja”.
O Santo Padre também agradeceu pelo empenho que os jornalistas tiveram, sobretudo, de terem buscado o conhecimento da natureza da Igreja, o seu caminho no mundo. E todo esse trabalho, segundo Papa Francisco, está em comunhão com a Igreja.
“Há uma comunhão, porque a Igreja existe para comunicar a verdade, a bondade e a beleza. O que deveria aparecer claramente é que somos todos chamados não a comunicar a nós mesmos, mas essa tríade existencial que é a verdade, a bondade e a beleza”.
A benção
Ao final da audiência, o Papa expressou seu desejo de abençoar o trabalho de todos os jornalistas e de que todos possam conhecer Cristo e a verdade da Igreja. Ele confiou o trabalho de todos à intercessão da Bem Aventurada Virgem Maria, estrela da nova evangelização.
A benção foi dada de coração, e não como de costume. O gesto do Papa foi em respeito aos presentes que poderiam não ser católicos. “Muitos de vocês pertencem à Igreja católica, outros não são cristãos, mas eu gostaria de dar essa benção a cada um de vocês, respeitando a consciência de cada um, porque cada um de vocês é filho de Deus”.
No momento dos cumprimentos com os membros do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais, o Papa recebeu de presente um Ipad.
Fonte: http://papa.cancaonova.com

quarta-feira, 13 de março de 2013

“Doutor, TEREI meus 4 filhos, SIM!”



O casal Martin e Emma Robbins, de 39 e 31 anos, respectivamente, residente em Bristol, na Inglaterra, já tinha um filho – Lucas, 3 – quando ficou sabendo que ganharia o segundo, informou o diário “Daily Mail”.
Mas, depois veio nova informação dos médicos do hospital Saint Michael de Bristol: não vinha um, mas quatro, e quadrigêmeos (dois são gêmeos).
Os médicos vieram então com uma proposta que Emma julgou ofensiva: que seria melhor abortar dois filhos para salvar os outros dois.
A mãe: Emma Robbins
“Não! Eu vou dar à luz os quatro!” – exclamou a corajosa mãe, que foi apoiada pelo marido na decisão.
Emma lembra que foi tomada por uma enorme sensação de amor quando soube que vinham quatro.
Assumiu então a decisão de ficar com todos e fazer quanto estava a seu alcance para dar à luz quatro bebês saudáveis.
“Cada vez que eu ia ao hospital – conta – eles só me falavam dos riscos e perguntavam se eu não queria abortar dois deles. Mas eu pensava que cada vez que eu olhasse para os dois sobreviventes eu iria me lembrar dos outros dois que perdi. E esse pensamento rachava meu coração”.
Emma se sentia sob imensa pressão e angustiada. Quando o médico veio com a “pressão final” – pois era a data limite para o aborto – “nós já sabíamos que seriam quatro meninos e, assim que ele acabou de falar, respondi que nossa decisão era definitiva”.
Afinal, saudáveis e dois meses antes do prazo nasceram os quatro bebês, que cheios de saúde completaram um ano de idade no dia 29 de fevereiro (1º de março) de 2013.
Os quadrigêmeos Zachary e Joshua (idênticos), Reuben e Sam foram concebidos naturalmente. Trata-se um caso raro, mas não anormal: acontece um caso em cada 750 mil.
“Não sabíamos como nos viraríamos depois financeira e materialmente, mas sentíamos que acabaria aparecendo um jeito”, explicou a mãe.
“Toda noite eles acordam e choram um após o outro, acordam até o Luke (o primogênito). Nossa vida parece esgotadora” conta Emma
E os quatro vão crescendo, e fazendo muita bagunça enquanto brincam.
Mas nada tira ao casal a alegria e a paz da consciência limpa, sem falar da bênção de Deus que paira sobre aquele lar.
Fonte: http://www.comshalom.org