segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Ministério da Saúde publica manual de uso de medicamento abortivo.




O Brasil assistiu consternado a uma das mais tristes tragédias do país nos últimos anos. Enquanto os Estados Unidos eram palco da maior Marcha pela Vida de sua história, 231 jovens estudantes tinham suas vidas ceifadas em um trágico incêndio numa boate em Santa Maria/RS, na madrugada de sábado para domingo, 26/01.
A presidente Dilma Rousseff, em seu breve discurso a respeito das vítimas, não conseguiu conter as lágrimas. “Eu queria dizer para a população brasileira e para a população de Santa Maria, neste momento de tristeza, o quanto nós estamos juntos, e necessariamente, iremos superar e mantendo a tristeza”, declarou a presidente, citando também o apoio do Ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Na tarde desta segunda-feira, 28/01, a página do Movimento Brasil Sem Aborto publicou uma séria denúncia contra o Ministério da Saúde, a respeito de uma cartilha produzida pelo setor, com orientações sobre como usar o remédio abortivo Cytotec. Na nota, o movimento alerta que apesar do material ser destinado, aparentemente, a um público “especializado”, a tiragem do manual – 268.108 exemplares – e a linguagem objetiva e de fácil compreensão leva-nos a crer que o alvo principal deste material seja o público em geral.
Diz a nota do Brasil sem Aborto:
- A 1ª edição tem uma tiragem de 268.108 exemplares, sendo que dados recentes publicados no site da FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) indicam que há no Brasil 22.815 médicos em atividade nessa área. A publicação ultrapassa, portanto, em mais de dez vezes, o número de profissionais aos quais teoricamente se destinaria.
- Contrariamente ao que é habitual em protocolos para atuação médica, o uso de Misoprostol não é comparado a outros medicamentos ou técnicas que seriam possíveis na mesma situação. Por exemplo, indica-se a dose e modo de uso para “indução do parto com feto vivo”, uma utilização não aceita pela FDA (Food and Drug Administration) americana, e para a qual existem alternativas. Os próprios fabricantes do Misoprostol alertaram para o risco de ruptura uterina quando ele é usado como indutor do parto.
- Ao contrário do que se diz na apresentação, a linguagem do folheto, especialmente em sua segunda parte, quando trata do uso, é sintética e direta, facilmente compreensível por público leigo. Praticamente se restringe às doses a serem utilizadas para o”esvaziamento uterino” no primeiro, segundo e terceiro trimestres da gestação.
Em junho de 2012, a mídia divulgou as intenções do Ministério da Saúde de preparar uma cartilha que ensinasse a mulher a abortar com segurança. Na época, o secretário de Atenção à Saúde, sr. Helvécio Magalhães, alegou que o projeto era parte de uma política de “redução de danos” e que, portanto, não podia ser considerado um crime, pois o crime seria o ato em si, e não o aconselhamento.
O site padrepauloricardo.org explicou por meio de dois episódios do programa Parresía (Legalização do aborto no BrasilGoverno Dilma prepara-se para implantar aborto no Brasil ) e de várias aulas ao vivo (A vida em risco), a falsidade por trás desse discurso e o risco que o Brasil correrá caso essa intenção do governo se concretize. Nesses programas, lembrávamos que a ação do governo seria, sem sombra de dúvida, criminosa, pois, segundo os artigos 29, 286 e 287 do Código Penal, comete crime não só quem pratica o ato, mas também quem o incita de alguma maneira.
Causa-nos perplexidade, por conseguinte, que as mesmas pessoas que choram na frente das câmeras tragédias familiares como as de Santa Maria/RS, ajam sorrateiramente, sem qualquer compromisso de transparência com a população, a favor de uma agenda abortista que é contrária à opinião da maioria dos cidadãos brasileiros. Trata-se de um golpe fatal à democracia e de um desrespeito vergonhoso aos compromissos assumidos publicamente durante as eleições. Ações como essas nos levam a questionar se é para o povo que o Governo trabalha ou para as Fundações Internacionais que desejam o controle da natalidade.
Quais as consequências dessa política de Redução de Danos?
Como estudamos naquele curso sobre o documento “A Nova estratégia Mundial do Aborto”a política de “redução de danos” nada mais é do que uma das fases para a implementação do aborto como um “direito reprodutivo”. Planejada há cerca de 10 anos, a política de “redução de danos” foi um dos meios encontrados pelas fundações abortistas para introduzir o aborto naqueles países cuja a população ainda se mostra resistente à prática. Como dito no documento, a estratégia foi pensada “para produzir um resultado fulminante e simultâneo em todos os países”. Foi através dessa política, implementada no Uruguai em 2004, que os abortistas conseguiram abrir caminho para a legalização do aborto naquele país, em outubro do ano passado.
Caso essa política seja adotada, e ao que parece tudo se encaminha para isso, o Brasil mergulhará numa situação muito pior que a da legalização do aborto. Isso porque em um país onde o aborto é legalizado, ou seja, onde os hospitais são os responsáveis pela operação, os médicos podem alegar objeção de consciência e desestimularem a prática. Foi o que aconteceu, por exemplo, no México. Já no caso dessa política da redução de danos, as próprias mulheres farão o aborto, através dos medicamentos que serão disponibilizados nas farmácias e das cartilhas de “aconselhamento” do Ministério da Saúde. A mortandade de centenas de milhares de crianças que se seguirá nesta política criminosa será inimaginável. Desse modo, se já é absurda e impensável a legalização do aborto, tanto mais é a prática da “redução de danos”, pois nesta situação serão as próprias mães as promotoras da morte de seus filhos.
Ao contrário do que se é hipocritamente alardeado, esse tipo de ação não visa a integridade da saúde feminina. Não. Trata-se puramente de um lobby cuja finalidade é alargar as possibilidades e os números de aborto para que, posteriormente, eles tenham uma situação calamitosa que justifique o seu argumento de que “o aborto é um caso de saúde pública, não de polícia”. É dessa maneira que o Governo Federal doa 1,5 milhão de dólares a fundações feministas que defendem ao aborto, enquanto mães grávidas têm de dar à luz em corredores de hospitais em várias cidades do país, como noticiado pela imprensa em julho de 2012.
O que fazer?
Há 40 anos, uma mentira defendida diante de um tribunal nos Estados Unidos foi responsável pela morte de 55 milhões de crianças. Crianças que tiveram suas vidas interrompidas por conta de uma prática selvagem e egoísta, motivada por interesses financeiros e políticos. Neste último final de semana, a população americana, num exemplo de cidadania e coragem nunca antes vistos, marchou rumo à Casa Branca para dizer um grande basta ao morticínio silencioso desses milhões de bebês.
A exemplo de nossos irmãos americanos, hoje, mais do que nunca, somos chamados a travar esta batalha entre a vida e a cultura da morte. Portanto, no nosso tempo, não há mais espaço para tibieza, para letargia, para pusilanimidade. Definitivamente, não! Precisamos recobrar a audácia dos primeiros cristãos, a fortaleza dos mártires. Somos chamados a agir. E quais são as nossas armas? A oração, o estudo e a ação.
Rezemos por todos aqueles que são responsáveis pelo governo do Brasil, por nossas lideranças e, principalmente, pelas mães que se encontram no dramático dilema de escolher entre a vida e a morte de seus filhos. Rezemos para que elas escolham a vida.
Estudemos o histórico dessa cultura da morte, suas raízes e pretensões para que possamos nos munir dos melhores argumentos e das melhores estratégias de combate. Só podemos diagnosticar uma doença se, necessariamente, a conhecermos e descobrirmos seus pontos fracos. Só assim poderemos usar os remédios eficazes contra essa epidemia anti-vida. Recomendamos, desse modo, o estudo das aulas sobre o documento “A Nova estratégia Mundial do Aborto” disponíveis gratuitamente no site.
Por fim, lutemos contra os algozes da vida. Façamos valer nossa cidadania. Entremos em contato com o Ministério da Saúde e com os demais responsáveis e peçamos a suspensão imediata da distribuição dessas cartilhas. Eis alguns contatos:
- Ministério da Saúde: Alexandre Padilha, Ministro da Saúde
  • Telefones:             (61) 3315-2392       /             (61) 3315-2393       /            (61) 3315-2788       /             (61) 3315-9260      
  • Fax: (61) 3224-8747 / (61) 3315-2680 / (61) 3315-2816
  • E-mail: ministro@saude.gov.br
- Secretário de Atenção à Saúde: Helvécio Miranda Magalhães
  • Telefones:             (61) 3315-2626       /             (61) 3315-2133      
  • Fax: (61) 3225-0054
  • E-mail: helvecio.junior@saude.gov.br
- Casa Civil da Presidência: Gleisi Helena Hoffmann, Ministra-chefe da Casa Civil
  • Telefones:             (61) 3411-1573       /             (61) 3411-1935       /            (61) 3411-5866       /             (61) 3411-1034      
  • Fax: (61) 3321-1461 / (61) 3322-3850
  • E-mail: casacivil@presidencia.gov.br
Como disse o presidente do Movimento Pró-vida americano, Chris Smith, durante seu discurso na Marcha pela Vida, “sejamos a geração que colocará fim à lei do aborto”. Que Deus nos proteja!
Fonte: http://padrepauloricardo.org/blog/ministerio-da-saude-publica-manual-de-uso-de-medicamento-abortivo
Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio

Que realmente pensava Einstein sobre Deus?



A questão é interessante, pois, sendo o físico e matemático Alberto Einstein considerado como um dos gênios dos últimos tempos, a sua posição perante o problema de Deus não deixa de ter significado. Verdade é que, para aderir a Deus, não basta ao homem possuir uma inteligência; muitas vezes o julgamento desta se desvia da verdade por causa de dificuldades de ordem moral ou por causa das consequências práticas que a afirmação da verdade acarretaria consigo. Como quer que seja, será sempre útil o conhecimento das afirmações de homens inteligentes.
Proporemos abaixo, portanto, um esboço biográfico de Einstein, ao qual se seguirá breve análise do pensamento filosófico-religioso desse cientista.
1. Esboço biográfico
Alberto Einstein nasceu de pais israelitas na cidade de Ulm (Alemanha) aos 14 de março de 1879. Passou a juventude em Munique, onde seu pai trabalhava em eletrotécnica. Em 1896 matriculou-se na Escola Politécnica de Zurich (Suíça), doutorando-se em 1905.
Os inícios dos estudos de Einstein em Zurich não foram alvissareiros, pois o jovem candidato se viu reprovado no exame de admissão à Escola Técnica Superior da cidade. O pequeno revés se devia ao fato de que, embora muito preparado em Física e Matemática, Einstein não dominava bem as línguas modernas nem tampouco a Botânica e a Zoologia.
A partir de 1901 o sábio já publicava artigos sobre eletrodinâmica em revistas alemãs, o que lhe granjeou fama crescente. Em 1905 editou pequeno opúsculo sobre a «eletrodinâmica dos corpos em movimento», opúsculo que continha em gérmen a teoria da relatividade.
Em 1909 tornou-se catedrático de Física na Universidade de Zurich, ficando em exercício até 1913. Tendo-se aumentado o prestigio de Einstein, o Imperador Guilherme II da Alemanha nessa data convidou-o para a cátedra de Física na Academia de Ciências da Prússia; no ano seguinte (1914) o mestre sucedeu a Jakob Van’t Hoff na direção do Instituto de Física de Berlim. Foi-se tornando membro eleito das grandes Academias de Ciências do mundo inteiro, enquanto as Universidades lhe iam conferindo o título de doutor «honoris causa». Em 1921, Einstein foi condecorado com o prêmio Nobel de Física. Exonerado de obrigações acadêmicas, o sábio dedicava seu tempo ao estudo, a conferências e debates em diversas nações sobre a teoria da relatividade. Apregoava ao mesmo tempo a filantropia, o pacifismo, mostrando-se adversário de todo imperialismo e grande fautor do movimento sionista ou dos interesses do povo de Israel.
Em 1933 Einstein, que já vivia na Inglaterra ou nos Estados Unidos da América, rompeu com o regime nacional-socialista, pedindo sua demissão às Academias de Ciências da Prússia e da Baviera; não perdeu a ocasião de censurar então as sociedades de cientistas alemães por condescenderem com um governo que arbitrariamente denegava a muitos estudiosos os meios de viverem e trabalharem na Alemanha: «Eu não poderia pertencer, dizia ele, a uma comunidade que adota tal atitude, embora esta seja extorquida por pressão».
Na mesma época (1933) Einstein aceitou o cargo de Reitor da Universidade de Jerusalém; passou, porém, a residir nos Estados Unidos, na qualidade de professor da Universidade de Princeton. Após uma carreira de estudos cada vez mais brilhante, foi nesta cidade que o cientista entregou a alma ao Criador aos 18 de abril de 1955.
Interessa-nos agora reconstituir o perfil filosófico-religioso do grande varão. Para tanto, beneficiar-nos-emos dos estudos recentemente publicados por Karlheinz Schauder, nos «Frankfurter Hefte», e G. Jasper, no «Deutsches Pfarrerblatt»; estes dois autores, trazendo à tona novos fatos e ditos concernentes a Einstein, possibilitaram-nos um conhecimento mais fiel da mentalidade do cientista alemão.
2. Einstein e o problema de Deus
2.1. Não seria inútil notar aqui, em primeiro lugar, o traço marcante da personalidade de Einstein, a saber: a sua independência de caráter. Esta se manifestava principalmente pelo desejo de se emancipar das convenções e dos hábitos, por vezes avassaladores, da vida social. Diz-se que o sábio não se intimidava por andar de sandálias, sem meias, com a cabeleira em desordem, prestes a mostrar a língua a um fotógrafo indiscreto; chegou a declarar: «Nunca pertenci de todo o coração a algum país ou Estado, nem a um circulo de amigos, nem mesmo à minha própria família». — Casou-se com antiga colega sua na Escola Politécnica de Zurich, tornando-se pai de dois filhos, que ele muito amava; divorciou-se, porém, e em consequência separou-se também dos filhos, contraindo novas núpcias com sua prima Elza. Este foi o episódio mais doloroso da vida de Einstein.
2.2. A tal independência de caráter associou-se outro fator importante para a configuração do pensamento do estudioso israelita. Filho de pai que zombava da Religião, Alberto recebeu sua primeira formação numa época em que mestres e livros costumavam apregoar oposição frontal entre um evolucionismo exagerado, de tendências monistas, e a tradicional fé em Deus; ainda ressoava nos ouvidos de muitos a sátira de Haeckel, que afirmara ter conseguido transformar o Deus dos cristãos em um «vertebrado gasoso». — Influenciado pela mentalidade da época, o jovem Einstein desde cedo abandonou a sinagoga; não se tornou ateu, mas passou a professar uma religião «cósmica», de caráter panteísta e vago; como ele mesmo dizia, acreditava na «existência de uma força pensante superior que se manifesta pelo insondável universo».
Significativo é o episódio seguinte: em 1919 ou 1920, tendo o Cardeal de Boston assinalado Einstein entre os ateus da época, um rabino de Nova Iorque telegrafou ao cientista nos seguintes termos: «Crê V. S. em Deus? Resposta paga, 50 palavras». Ao que Einstein respondeu: «Creio no Deus de Spinoza, que se manifesta na harmonia das seres… Não em um Deus que se importe com as sortes e as ações dos homens».
De passagem diga-se que Baruque de Spinoza foi um filósofo judeu do séc. XVII (+1677), o qual professou o panteísmo ou a identificação de Deus com o mundo.
A ideologia de Einstein, como a de Spinoza, negava a liberdade de arbítrio do homem, como se este fosse habitualmente impelido a agir por uma necessidade interior. — Negando que a Divindade se importe com o destino e os atos do homem, Einstein estava naturalmente bem longe do conceito de Deus revelado pelas Escrituras de Israel, ais quais descrevem a Providência Divina a zelar carinhosamente pela sorte das criaturas.
2.3. Contudo o pensamento de Einstein não se fixou definitivamente em tão pálidas noções religiosas. Em 1950, numa entrevista à imprensa, declarava:
«A opinião comum de que sou ateu, repousa sobre grave erro. Quem a pretende deduzir de minhas teorias científicas, não as entendeu… Creio num Deus pessoal, e posso dizer com sinceridade que nunca em minha vida cedi a uma ideologia ateia».
Na mesma entrevista, Einstein fazia observar outrossim que os homens de ciência concordam em afirmar ‘que não há oposição entre Ciência e Religião; reconheceu contudo haver cientistas que ainda em nossos dias abraçam os pontos de vista de seus predecessores em 1880. E, para firmar bem sua oposição radical ao ateísmo, Einstein em 1950 não hesitava em asseverar que já aos 18 anos «considerava as teorias evolucionistas de Darwin, Haeckel e Huxley como teorias irremediàvelmente antiquadas».
Entre parênteses seja licito notar: não é o evolucionismo como tal que se opõe à crença em Deus, mas é o evolucionismo mecanicista ou casualista, que abstrai da ação de um Deus Criador e Providente.
O evolucionismo pode-se conciliar com a fé cristã; cf. «P.R.» 4/1957, qu. 1.
2.4. A verificação desse roteiro espiritual suscita espontaneamente a questão: poder-se-iam indicar os fatores que levaram Einstein a trocar o panteísmo pela profissão de fé num Deus pessoal, distinto do mundo ?
Schauder, nos estudos citados, assinala dois elementos que terão feito amadurecer de tal modo o pensamento do mestre:
a) a percepção adquirida nos últimos anos por Einstein e pelos cientistas em geral, percepção de que no interior do átomo não reinam a harmonia e a regularidade que os estudiosos costumavam pressupor. Com efeito, no átomo apenas se depreendem leis prováveis, formuladas na base de estatísticas. Ora essa indeterminação ou essas lacunas no plano da matéria abrem lugar à intervenção de uma causa extrínseca, diferente da matéria, causa que equilibra e harmoniza as reações dessemelhantes ou contraditórias da matéria. Assim Einstein terá considerado as lacunas da ordem dentro da matéria como o ponto de encontro do finito com o ínfinito, da criatura com o Criador, sendo Este essencialmente distinto daquela.
b) A bomba atômica também concorreu poderosamente para abalar o pensamento de Einstein. Tendo colaborado para a fabricação dessa arma, o grande cientista impressionou-se profundamente com as consequências da mesma. Avivou-se nele o senso da responsabilidade moral. Schauder julga mesmo que nos dizeres do velho Einstein se encontram esparsos os indícios de consciência do pecado e de atitude de oração. A idéia de Deus, em consequência, deixou de ser pálida e vaga na mente de Einstein, como fôra outrora, para tornar-se muito viva. Ele reconheceu que, junto ao mistério do mundo (que, aliás, Einstein sempre respeitou), existe o mistério de Deus, mistério que requer fé da parte do homem.
São, sem dúvida, palavras do sábio consignadas em carta à sua irmã: «O fundamento de todos os valores humanos é a moralidade».
Em outra missiva, dirigida a Max Bom, detentor do prêmio Nobel, escrevia Einstein:
«O que cada indivíduo pode fazer é dar o exemplo da retidão de vida e conceber a coragem de sustentar seriamente as suas convicções éticas em meio a uma sociedade de cínicos. Há muito tempo que, com sucesso desigual, procuro comportar-me desse modo».
Ora não resta dúvida de que o fundamento de toda a moralidade, tão vivamente apregoada por Einstein, é Deus, e Deus distinto do homem, Providente e Solícito para com a sua criatura.
2.5. Quanto a Jesus Cristo em particular, perguntaram certa vez ao sábio se acreditava na existência d’Ele. Ao que respondeu:
«Sem dúvida. Ninguém se pode iludir a respeito desses fatos: Jesus viveu, e suas palavras são admiráveis. Ainda que um ou outro pensador da antiguidade se tenha manifestado de maneira semelhante à de Jesus, nenhum deles se exprimiu de modo tão divino».
«Ninguém pode ler os Evangelhos sem tomar consciência da realidade de Jesus. A sua personalidade vibra em cada uma das suas palavras. Fábula nenhuma se apresentaria tão penetrada de vida. Muito diferente é a impressão que colhemos das narrativas de heróis legendários de tempos remotos, como, por exemplo, Teseu; todos esses carecem do fidedigno dinamismo de Jesus».
«Sou judeu. Contudo a figura brilhante do Nazareno exerceu extraordinária influência sobre mim».
Fato notável: quarenta anos antes de se exprimir de tal modo, Einstein costumava colocar Jesus no mesmo plano que Kant e Goethe!
2.6. A respeito da Igreja Católica, apraz ainda consignar a seguinte observação de Einstein:
«A Igreja Católica foi a única a levantar a voz contra o assalto dirigido por Hitler contra a liberdade. Até aquela época a Igreja jamais detivera a minha atenção. Hoje, porém, exprimo minha grande admiração e meu profundo apego a essa Igreja que, a sós, teve a inabalável coragem de lutar em prol da liberdade espiritual e moral».
Assim Einstein, do seu modo, professava o caráter único (diríamos: sobrenatural) da Santa Igreja Católica.
Em conclusão: é de crer que o Senhor em seu justo juízo não terá desprezado tudo quanto de belo e nobre Ele mesmo colocou na alma de quem tão certeiramente soube elevar-se da matéria visível à Realidade invisível.
Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio

Medicina afirma de forma categórica:” A concepção marca o início da vida de um ser humano”



João Araújo

No século XIX descobriu-se que, a partir da concepção, tínhamos um novo ser humano e que, por isso, o aborto consistia em matar deliberadamente um ser humano inocente. Interessa, pois, saber se desde então foi feita alguma descoberta científica que anulasse ou questionasse as descobertas desse século.

Os livros a seguir citados são usados em cerca de 80% das Faculdades de Medicina dos Estados Unidos da América e em muitos outros países do mundo.
“Zigoto. Esta célula resulta da fertilização de um oócito por um espermatozóide e é o início de um ser humano… Cada um de nós iniciou a sua vida como uma célula chamada zigoto.” (K. L Moore. The Developing Human: Clinically Oriented Embryology (2nd Ed., 1977), Philadelphia: W. B. Saunders Publishers)
“Da união de duas dessas células [espermatozóide e oócito] resulta o zigoto e inicia-se a vida de um novo indivíduo. Cada um dos animais superiores começou a sua vida como uma única célula.”(Bradley M. Palten, M. D., Foundations of Embryology (3rd Edition, 1968), New York City: McGraw-Hill.)
“A formação, maturação e encontro de uma célula sexual feminina com uma masculina, são tudo preliminares da sua união numa única célula chamada zigoto e que definitivamente marca o início de um novo indivíduo”. (Leslie Arey, Developmental Anatomy (7th Edition, 1974). Philadelphia: W. B. Saunders Publishers)
“O zigoto é a célula inicial de um novo indivíduo.” (Salvadore E. Luria, M. D., 36 Lectures in Biology. Cambridge: Massachusetts Institute of Technology (MIT) Press)
“Sempre que um espermatozóide e um oócito se unem, cria-se um novo ser que está vivo e assim continuará a menos que alguma condição específica o faça morrer:” (E. L. Potter, M. D., and J. M. Craig, M. D Pathology of lhe Fetus and lhe Infant, 3rd Edition. Chicago: Year Book MedicaI Publishers, 1975.)
“O zigoto (…) representa o início de uma nova vida.” (Greenhill and Freidman’s, Biological Principies and Modern Practice of Obstetrics)
Como já se disse o valor científico destas afirmações é inquestionável, pois constam dos livros adotados pela maioria das Faculdades de Medicina dos EUA.
Em 1971 o Supremo Tribunal de Justiça dos EUA pediu a mais de duzentos cientistas, entre os mais prestigiados especialistas americanos, que elaborassem um relatório sobre o desenvolvimento embrionário. Esse documento diz o seguinte:
“Desde a concepção a criança (1) é um organismo complexo, dinâmico e em rápido crescimento. Na seqüência de um processo natural e contínuo o zigoto irá, em aproximadamente nove meses, desenvolver-se até aos trilhões de células do bebê recém-nascido. O fim natural do espermatozóide e do óvulo é a morte, a menos que a fertilização ocorra. No momento da fertilização um novo e único ser é criado, o qual, embora recebendo metade dos seus cromossomos de cada um dos progenitores, é completamente diferente deles”. (Amicus Curiae, 1971 Motion and Brief Amicus Curiae of Certain Physicians, Professors and Fellows of the American College of Obstetrics and Gyneco1ogy, Supreme Court of the United States, October Term, 1971, No. 70-18, Roe v.
Wade, and No. 70-40, Doe v. Bolton.)

Em 1981 o Senado dos EUA estudou a chamada Human Life Bill. Para o efeito ouviu durante oito dias os maiores especialistas do mundo na questão (americanos e não só). Ao todo foram feitos cinqüenta e sete depoimentos. No final, o relatório oficial dizia o seguinte:
“Médicos, biólogos e outros cientistas concordam em que a concepção marca o início da vida de um ser humano – um ser que está vivo e que é membro da nossa espécie. Há uma esmagadora concordância sobre este ponto num sem-número de publicações de ciência médica e biológica.” (Report. Subcommittee on Separation of Powers to Senate Judiciary Committee 5-158. 97th Congress. 1st Session 1981. p. 7.).
Conclusão
1. A partir do momento da concepção, do ponto de vista biológico, temos um ser vivo. A expressão “ser vivo”, aparece nesta frase com o mesmo valor e significado com que aparece na frase “A Rainha da Inglaterra, do ponto de vista biológico, é um ser vivo”.
2. Este ser vivo está individualizado.
3. Este ser vivo pertence a uma espécie definida: a espécie à qual pertencem todos os seres humanos. Portanto:
4. A partir do momento da concepção, do ponto de vista biológico, temos um ser vivo, individualizado e humano. Estas palavras têm todas exatamente o mesmo valor e significado com que aparecem na afirmação “A Rainha da Inglaterra, do ponto de vista biológico, é um ser vivo, individualizado e humano”.
Está completamente fora de dúvidas que o aborto mata um ser humano. Aos defensores do aborto resta explicar como se pode defender a morte arbitrária de seres humanos inocentes.
(1) No original: “From conception the child (…)”. Muitas pessoas pretendem que o aborto não mata um bebê: o que mata é um feto. É curioso notar que duzentos especialistas americanos elaboraram um texto onde começam por se referir à “criança” e não ao feto ou ao zigoto. Também no livro de Baruch Brody, Abortion and the Sanatity of Human Life, MIT Press, 1975, ele afirma que enquanto não conseguir distinguir feto de criança rejeitará a palavra feticídio usando indistintamente a palavra homicídio.
Fonte: site Aldeia

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Um milhão de cartões-postais dizem sim ao matrimônio e não às uniões homossexuais no Reino Unido


Cartão-postal para enviar aos legisladores
LONDRES, 28 Jan. 13 / 08:31 am (ACI/EWTN Noticias).- Mais de um milhão de cartões-postais em defesa do autêntico matrimônio conformado por um homem e uma mulher, estão sendo distribuídos em todas as paróquias do Reino Unido para que os católicos os enviem aos legisladores e expressem sua oposição à legalização das uniões homossexuais.
A iniciativa parte dos Bispos da Inglaterra e Gales ante o próximo debate do projeto de lei no Parlamento no mês de fevereiro, que poderia abrir as portas ao mal chamado "matrimônio" gay.
Os prelados distribuíram os cartões-postais entre 5 mil sacerdotes que servem no país, quem têm a tarefa de entregá-los aos fiéis. Cada presbítero recebeu uma cópia da carta escrita pelo Vice-Presidente da Conferência Episcopal e Arcebispo do Southwark, Dom Peter Smith.
Na missiva, Dom Smith assinala que "é de particular importância que neste momento todos os deputados sejam conscientes dos sentimentos que gera este tema entre seus próprios eleitores, além disso, recebemos muitas cartas de leigos que pedem que façamos algo para frear esta nova medida".
No cartão-postal está a frase: "Fala pelo Matrimônio", uma mensagem que aparece em cima da imagem de umas mãos com aliança. Também há uma exortação em que se recorda que "o matrimônio entre um homem e uma mulher é a base fundamental da família e oferece as melhores condições para educar às próximas gerações".
Além dos cartões, os Bispos colocarão pôsteres com mensagens a favor do matrimônio na parte exterior dos templos.
Esta iniciativa está sendo feita depois que, em meados de janeiro, mais de mil sacerdotes assinassem uma carta aberta dirigida aos políticos e publicada no jornal The Daily Telegraph na qual advertem que o projeto de lei é um perigo para a liberdade religiosa.
Essa carta exorta aos parlamentares a "não terem medo de rechaçar esta legislação".

domingo, 27 de janeiro de 2013

O silencio da dor é um grito de louvor.

Esse artigo neste dia de hoje diz muito, com o que aconteceu em Santa Maria-rs.
A perda e o luto é um mistério doloroso e ausência é crucial, mas a fé que gera a esperança em nossos corações que um dia vamos nos encontrar na Eterna Família do Pai.
Nota de Marcos Antonio Inácio.
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O silêncio da dor da morte, nos leva a ter um olhar naquilo que não passa,
n’Aquele que é a nossa vida, nos leva a ouvir a única voz que nos dá a vida ...

E ao ouvir esta voz, nós podemos olhar para o Senhor e já avistar o lugar onde
todos nós nos encontraremos e nos alegraremos. Este é o lugar que o Senhor
nos preparou, e é Ele mesmo que em seu infinito e sublime amor nos faz
contemplar o céu naqueles que partiram para este tão esperado lugar.

Essa é a maior alegria de sermos filhos de Deus, pois em nossos corações
cantamos o hino de triunfo a Cristo ressuscitado, onde o único sentido da morte
é a alegria de estar com Deus e poder contemplá-lo face a face.















Lado a lado - Canção do espetáculo Encontro 

Lado a lado como dois amigos irmãos
caminhávamos na mesma direção
Em teu sorriso pude ver a alegria de viver
Em teus olhar o brilho do infinito eu já encontrava
Não podia imaginar que um dia iria te perder
de tão perto te ver partir
No mistério dessa dor tua morte me levou
a sentir o céu mais perto de mim
Em meio a tanta dor não
cesse o louvor em meus lábios em meu coração
Perfume que sobe ao Senhor oferta de amor
que exala a eternidade
enfim, o céu sinto em mim
Não podia imaginar que um dia iria te perder
de tão perto te ver partir
No mistério dessa dor tua
morte me levou
a sentir o céu mais perto de mim
Em meio a tanta dor não cesse o louvor
em meus lábios em meu coração
Perfume que sobe ao Senhor
oferta de amor
que exala a eternidade
enfim, o céu sinto em mim.


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por Adney Pinheiro 

Fonte: http://www.comshalom.org