sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Menonitas estão dispostos a morrer em vez de trair menina entregando-a a uma lésbica imposta pelo tribunal para ser mãe dela


Matthew Cullinan Hoffman
4 de setembro de 2012 (LifeSiteNews.com) — Os menonitas da Nicarágua dizem que estão sendo perseguidos por autoridades governamentais desde que escolheram abrigar a ex-lésbica Lisa Miller e sua filha Isabella depois que elas escaparam dos Estados Unidos, mas acrescentam que estão dispostos a sofrer e até morrer para proteger Isabella de uma transferência de custódia ordenada pelo tribunal para uma lésbica que não é sua mãe biológica.
Lisa Miller e sua filha fugiram dos EUA no final de 2009 a fim de evitar custódia conjunta de Isabella com Janet Jenkins, ex-parceira lésbica de Lisa. No passado, Lisa havia entrado em Vermont numa união civil homossexual com Janet, que não tem nenhum parentesco com Isabella, que foi concebida por meio de inseminação artificial e nunca foi adotada por Janet. Apesar disso, o tribunal de Vermont declarou que Janet é a “mãe” de Isabella.
Depois de sua separação, Lisa se arrependeu do estilo de vida homossexual e aceitou Jesus Cristo, e começou a lutar contra o acordo de custódia em comum imposto pelo tribunal. Embora testemunho de especialistas tivesse sido apresentado como evidência de que Isabella estava traumatizada com as visitas a Janet, o tribunal se recusou a cancelá-las.
Lisa Miller e sua filha Isabella
Numa carta publicada num site menonita dedicado a defender o Pastor Kenneth Miller (que não tem nenhum parentesco com Lisa Miller) e outros envolvidos na fuga de Lisa e Isabella, a Irmandade Menonita da Nicarágua descreve as pressões e tormentos por parte de autoridades dos EUA e da Nicarágua com relação à decisão dos menonitas de abrigar as duas depois que chegaram à Nicarágua.
A Irmandade diz que suas igrejas na Nicarágua têm sido “questionadas e pressionadas a dar informações” com relação à localização de Isabella. “Alguns têm sido questionados quando vão à embaixada dos EUA. Outros são interrogados em seus lares”.
“Os irmãos e vizinhos têm sido monitorados, interrogados e ameaçados”, e “Em algumas igrejas os cultos de domingo estão sendo vigiados e filmados”, escrevem eles. “A casa de um dos irmãos foi vasculhada sem mandato judicial”.
“Alguns irmãos excomungados disseram que um agente policial ofereceu vistos de graça, viagens aos EUA, ofertas de estudos e jeitos fáceis de se tornarem agentes policiais se ajudassem a encontrar a mãe e sua filha. O agente também aconselhou que eles se tornassem membros de novo da igreja, a fim de trabalharem como espiões”, escrevem os irmãos menonitas.
A Irmandade diz que perdoa seus perseguidores, mas permanecerá firme na defesa de Isabella, que está agora com 10 anos de idade e que “se tornou uma vítima inocente de uma agenda maligna”.
“Estão dando pouca ou nenhuma consideração ao bem-estar dela. De acordo com a Bíblia, cremos que Deus deu a Lisa a responsabilidade exclusiva de cuidar e proteger sua própria filha, já que ela não tem nenhum pai conhecido. De acordo com a Bíblia, é uma guerra entre o bem e o mal, uma batalha entre Deus e Satanás. Como congregação, permanecemos unidos nesta guerra espiritual contra o mal”.
A Irmandade acrescentou que está disposta a sofrer prisão ou morte na causa de proteger Isabella.
“O fato é que de repente nos achamos tendo de escolher entre obedecer a Deus e às leis feitas por homens”, escreveram eles. “Nossa decisão é obedecer a Deus. Estamos dispostos a renunciar a nossos direitos, ir para a prisão, ou até mesmo morrer, pela causa de ajudar alguém a se tornar livre de uma vida de pecado e ajudar essa pessoa a viver em obediência à Palavra de Deus”.
Kenneth Miller, pastor menonita dos EUA, já foi condenado por ajudar Lisa Miller e Isabella a fugirem dos Estados Unidos, e pode enfrentar até três anos de prisão quando for sentenciado. Janet também entrou com uma ação civil contra Kenneth Miller buscando indenização monetária, e incluiu na ação legal organizações que expressaram apoio a Lisa. Mat Staver, deão da Escola de Direito da Universidade Liberty caracterizou essa ação como um ataque à liberdade de expressão.
A carta da Irmandade Menonita da Nicarágua não especifica quais igrejas menonitas representa. Embora a data de sua publicação seja fevereiro deste ano, parece não ter sido distribuída fora dos círculos menonita. Foi citada em maio na publicação Mennonite World Review, e foi citada na ação legal de Janet.

Exigem censura a colunista defensor da família no Brasil


Rio de Janeiro, 05 Set. 12 / 06:58 pm (ACI).- Cerca de 3.800 pessoas assinaram petição eletrônica exigindo que o maior jornal do Paraná, Gazeta do Povo, censure o filósofo e colunista semanal, professor Carlos Ramalhete, por publicar opinião contrária à recente sentença do Tribunal de Justiça do Paraná que autorizou, sem qualquer restrição, a adoção de um menino por dois homossexuais, cujos nomes constam como pais biológicos na nova certidão de nascimento da criança.

Em seu mais recente artigo, "Perversão da Adoção", publicado na última quinta-feira, 30, Ramalhete acusou o Estado Brasileiro de cometer abuso de poder ao permitir que uma criança adotada tenha certidão de nascimento com registro de "dupla paternidade", a exemplo da recente decisão do TJ do  Paraná.

O artigo de Ramalhete foi reprovado pelo Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP-PR) que, em nota no site oficial da categoria, afirmou que o colunista "fere a dignidade do indivíduo e ultrapassa qualquer espaço de expressão que possa ser alegado".

O CRP-PR foi a única entidade representativa a fazer eco às manifestações de centenas de pessoas que desde a publicação do artigo encontraram, na página do colunista, no Facebook, espaço para acusá-lo
de incitar ódio e discriminação contra minorias. Posteriormente o acesso à página foi restringido apenas a seus administradores - auxiliares do colunista -, devido ao crescente número de ofensas e
ameaças ao autor do artigo.

"Recebi mais de mil mensagens com ameaças e ofensas por ter afirmado o evidente: que o lugar de uma criança é com um pai e uma mãe. A defesa dafamília, no Brasil de hoje, tornou-se motivo para ódio e ameaças de morte. É a voz da maioria silenciosa sendo calada e tendo calado o seu direito de cidadania, é a imposição pela força dos tribunais da opinião de uma minoria", afirmou Carlos Ramalhete à ACI Digital.

Contra a censura ao colunista, um grupo de leitores criou a página Ramalhete Livre (http://www.facebook.com/Ramalhetelivre), no Facebook, que conta com mais de 100 mil pessoas alcançadas, de acordo com seus administradores ouvidos por ACI Digital. A página reúne argumentos em prol da liberdade de expressão e denuncia suposta tentativa de grupos de interesse em criminalizar a opinião, de forma especial a opinião contrária à desconstrução da família.

O jornal Gazeta do Povo se pronunciou sobre a polêmica, afirmando que a opinião de seus colunistas não necessariamente refletem a opinião do veículo e, até o momento, não se manifestou sobre o destino de Ramalhete que, semanalmente, tem seus artigos publicado sempre às quintas-feiras no jornal.

Plataforma do Partido Democrata nos EUA apoia aborto e uniões gay


CHARLOTTE, 06 Set. 12 / 10:24 am (ACI/EWTN Noticias).- A plataforma do Partido Democrata nos Estados Unidos, ao que pertence o presidente Barack Obama, adotou formalmente no dia 4 de setembro uma plataforma política que apoia o aborto, as uniões homossexuais e os anticoncepcionais.
A plataforma, que estabelece as prioridades partidárias, com Obama ganhando ou não as eleições, foi adotada oficialmente na Convenção Nacional Democrata que está sendo realizada em Charlotte.
O texto expressa seu apoio à "igualdade do matrimônio", frase usada por quem promove a legalização das uniões de casais do mesmo sexo. É a primeira vez que um partido político importante nos Estados Unidos expressa formalmente seu apoio à redefinição do matrimônio.
A plataforma também insiste em rejeitar totalmente a lei de 1996 (Defense Marriage Act) que define o matrimônio como a união de um homem e uma mulher, e que protege este conceito nos estados ante as pressões de alguns setores para aprovar as uniões gay.
Sublinhando seu apoio ao aborto sem restrições, a redefinição do matrimônio e dos anticoncepcionais, o Partido Democrata assinala que está comprometido com a "obtenção de políticas que realmente valorizem as famílias".
A plataforma originalmente extirpou qualquer referência : "Deus" embora admitisse que as organizações de distintos credos tiveram um papel "central" na história dos Estados Unidos. Ante as críticas provenientes dos republicanos, os democratas decidiram finalmente, em meio de protestos e depois de três votações, inserir um item no que sim expressam sua fé em Deus.
O texto também expressa seu apoio ao mandato abortista da administração Obama que violenta a liberdade religiosa e de consciência ao obrigar às organizações religiosas a adquirir planos de saúde que cubram pílulas abortivas, a esterilização e os anticoncepcionais. Os bispos do país se opuseram em bloco e de maneira muito clara a este mandato.
O Partido reiterou seu compromisso com o "aborto legal e seguro, sem considerar a capacidade de pagamento" e expressou sua oposição a qualquer tentativa de: "debilitar ou minar esse direito".
A plataforma também apoia a eliminação de restrições às pesquisas com embriões humanos para obter células estaminais, assim como uma "adequada educação sexual", embora não precisa a que se refere com este último conceito.
"O Presidente Obama e o Partido Democrata estão comprometidos com o planejamento familiar em todo o mundo", afirma e ressalta a decisão do mandatário de reverter a política conhecida como Cidade do México, que proíbe aos Estados Unidos financiar a grupos que promovam ou realizem abortos.
Também insiste em que "os direitos gay são direitos humanos" e alenta a decisão da Secretaria de Estado de financiar atualmente "um programa que sustenta às organizações de direitos gay" e exorta a "combater ativamente" as ações de outras nações que consideram que estão comprometidas com a "discriminação".

Assista esse vídeo: Afinal, os padres são ou não obrigados a usar um hábito eclesiástico?


Presidiários vivem nus no meio de fezes na Paraíba


Integrantes do Conselho Estadual de Direitos Humanos que registravam os problemas foram detidos pelo diretor da penitenciária. Ministério Público, Polícia Federal e governo estadual apuram denúncias de maus tratos aos presos e aos conselheiros.
Nem colchão, nem água potável. Um amontoado de 80 homens nus dividindo espaço numa cela com fezes flutuando em poças de água e urina. Entre eles, apenas uma bacia higiênica, esvaziada esporadicamente. Odor insuportável, umidade excessiva, pouca ventilação. Esse foi o cenário com o qual um grupo do Conselho Estadual de Direitos Humanos deparou na Penitenciária de Segurança Máxima Romeu Gonçalves de Abrantes, em João Pessoa (PB), no último dia 28. Mas a violação aos direitos humanos no PB-1, como é mais conhecido o presídio, não parou aí.
Responsáveis por relatar as condições oferecidas pelo estado aos presos, os seis conselheiros –  entre eles, a ouvidora de Segurança Pública da Paraíba, uma defensora pública, uma professora universitária e um padre – tiveram prisão anunciada pelo diretor do presídio. Detidos por três horas e ameaçados de serem conduzidos a uma delegacia de polícia, só foram liberados após a intervenção do Ministério Público Estadual, que apontou abuso nas detenções.
Dez dias depois do episódio, o major Sérgio Fonseca de Souza, responsável pelo presídio e pelas prisões, continua na direção do PB-1. Mas sob intenso fogo cruzado.
A Polícia Federal e o Ministério Público Federal abriram inquérito para apurar se ele cometeu os crimes de abuso de autoridade e cárcere privado ao deter os conselheiros. Pressionado, o governador Ricardo Coutinho (PSB), que mantém o major no cargo, criou uma comissão formada por representantes do governo, da sociedade civil e do próprio Conselho, que terá 30 dias para apresentar suas conclusões sobre o episódio. Paralelamente, a Secretaria de Administração Penitenciária abriu uma sindicância interna. Os conselheiros defendem o afastamento de Sérgio Fonseca do comando do presídio até o término das apurações.
Fotos da discórdia
O diretor da penitenciária alega que os conselheiros cometeram uma ilegalidade quando pediram a um presidiário que fotografasse a própria cela, cujo acesso não havia sido liberado aos representantes do Conselho. Um argumento que não se sustenta, segundo o Ministério Público Federal.  “Resolução do Conselho Estadual de Polícia Penitenciária impede a entrada de máquina fotográfica e celular em presídios. Mas isso não se aplica ao Conselho Estadual de Direitos Humanos. Sem fotografar, não há como fazer qualquer relatório que seja. Temos sempre de ter fotos”, contesta o procurador da República na Paraíba Duciran Farena.
 
Lixo por toda parte
Uma das pessoas detidas, a ouvidora da Secretaria de Segurança Pública, Valdênia Paulino, reforça que a resolução alcança somente os visitantes. Ela lembra que a competência do Conselho Estadual de Direitos Humanos é regulada por uma lei estadual. “Uma resolução não pode ser maior que uma lei. Atuamos pautados pela legalidade. Para ser conselheiro estadual de Direitos Humanos, é preciso ter reputação ilibada. O conselho tem representantes da sociedade civil. Era um grupo de autoridades”, reforça.
Os conselheiros se recusaram a entregar a máquina fotográfica aos agentes penitenciários. E incluíram as imagens em relatório despachado à Secretaria de Administração Penitenciária, ao governador Ricardo Coutinho, ao Ministério Público Federal e ao Juizado de Execuções Penais. Procurada, a secretaria informou que ainda não recebeu oficialmente o relatório, mas que está apurando tanto a versão do diretor do presídio quanto a dos conselheiros. 

Vigilância: 'Medidores Inteligentes' ESPIONAM todas as ações de famílias americanas em seus lares



Especialistas em privacidade tem alertado que os medidores inteligentes poderiam ser usados para espionar
 os consumidores de inúmeras e diferentes maneiras, incluindo “ quais aparelhos estão sendo usados
 individualmente e até mesmo que programas estão sendo assistidos na TV. ”
A European Data Protection Supervisor (EDPS) alerta que a expansão dos medidores inteligentes
vão permitir “ captação maciça de dados pessoais ” por concessionárias de serviços públicos e governos,
rastreando o que as famílias fazem na privacidade de seus lares, saber se eles estão ausentes a trabalho
ou de folga, se alguém usa um monitor de bebê ou dispositivo médico especial, ou o que eles fazem nas horas
vagas.
Uma mulher do distrito de Harris sacou uma arma para um trabalhador da CenterPoint Energy para impedir a instalação de um medidor inteligente, em um enfrentamento que evidencia as preocupações com os dispositivos sendo usados para espionar o consumo de energia dos americanos, assim como seus possíveis impactos na saúde.
Telma Taormina, de 55 anos, possui avisos colocados eu seu portão frontal advertindo aos funcionários de empresas de serviços para não cruzarem sua propriedade, assim como outro que diz, “ Nenhum medidor inteligente será instalado nesta propriedade. ”

No entanto, isso não impediu um empregado da CenterPoint Energy de tentar substituir o antigo medidor de energia de Taormina por um novo dispositivo que transmite via rede sem fio as informações sobre o uso de energia de cada residência para um dispositivo central.

Quando o empregado começou a usar a força para retirar Taormina do caminho, em uma tentativa de instalar o medidor inteligente, Taormina sacou sua arma e exigiu que o empregado deixasse sua propriedade.

“ Nossa constituição nos permite recusar esse tipo de intromissão em nossa privacidade, ” disse Taormina a Khou11News. “ Eles poderão saber se você está usando o computador, ar condicionado, o que quer que seja. ”

Realmente, especialistas em privacidade tem alertado que os medidores inteligentes poderiam ser usados para espionar os consumidores de inúmeras e diferentes maneiras, incluindo “ quais aparelhos estão sendo usados individualmente e até mesmo que programas estão sendo assistidos na TV. ”

A European Data Protection Supervisor (EDPS) alerta que a expansão dos medidores inteligentes vão permitir “ captação maciça de dados pessoais ” por concessionárias de serviços públicos e governos, rastreando o que as famílias fazem na privacidade de seus lares, saber se eles estão ausentes a trabalho ou de folga, se alguém usa um monitor de bebê ou dispositivo médico especial, ou o que eles fazem nas horas vagas.

Taormina e seu marido também manifestaram temores sobre os possíveis impactos dos medidores inteligentes na saúde.

A Academia Americana de Medicina Ambiental e outros órgãos de saúde expressaram preocupação sobre os possíveis efeitos nocivos das ondas de rádio emitidas pelos medidores inteligentes e pediram a interrupção da instalação dos dispositivos.

O grupo recentemente advertiu que pessoas portadoras de “ doenças neurológicas ou degenerativas, anomalias genéticas e outras condições de saúde, ” deveriam evitar os medidores inteligentes porque elas poderiam ser “afetadas negativamente pelas frequências eletromagnéticas (EMF) e pelos campos de radiofrequência (RF), ” emitidos pelos dispositivos.

A Comissão de Serviços Públicos está agora discutindo se deve permitir aos proprietários remover os medidores inteligentes que já tenham sido instalados. Em outras áreas do país, as concessionárias de serviços públicos estão forçando os moradores a pagar uma taxa extra para ficar com os tradicionais medidores analógicos.

A CenterPoint Energy está agora ameaçando levar Taormina ao tribunal devido a suas ações para obrigar o trabalhador da empresa a sair de sua propriedade.

Fonte: http://www.prisonplanet.com/
Via: http://planetaprisao.wordpress.com/

Assista esse vídeo: A Nova Estratégia Mundial do Aborto




Padre Paulo Ricardo apresentou, no dia 28 de agosto, em primeira mão, o documento intitulado "A Nova Estratégia Mundial do Aborto".
Este documento informa, de forma sistemática, todos as ações dos governos da América Latina, combinados com as grandes fundações internacionais para implantar a Cultura da Morte. Nesta aula, Padre Paulo apresenta o documento e fala sobre estas ações. O documento está disponível no site para estudo e divulgação.
Ajude-nos a divulgar esta aula. Convide seus amigos, utilize suas redes sociais. Precisamos nos mobilizar para impedir que essa catástrofe se abata sobre o nosso continente.
Clique aqui para baixar o documento "A nova estratégia mundial do aborto". Documento de autoria da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul-1 da CNBB

Misteriosa chuva vermelha na Índia

chuva vermelha, Índia, origem alienígena


Habitantes da cidade indiana de Kannur no estado de Kerala foram testemunhas de um fenômeno natural incomum: na cidade houve uma chuva de cor vermelha brilhante.

Nas estradas se formaram poças vermelhas, e as roupas dos transeuntes que não conseguiram se esconder da chuva coraram instantaneamente.
Os pesquisadores recolheram amostras de água para análise, mas não foram capazes de explicar nada. Especialistas da Universidade de Mahatma Gandhi sugeriram que a chuva foi causada por composições moleculares não identificadas que não possuem ADN. Há defensores da origem alienígena da chuva, alegando que nas gotas vermelhas ao nosso planeta vieram formas de vida extraterrestres.

Produtora disfarça atores de seminaristas e grava cenas com papa Bento XVI para filme pornô

O ator Travor Yates, vestido de noviço. Foto: Bel Ami/Divulgação
O ator Travor Yates, vestido de noviço. Foto: Bel Ami/Divulgação

  Escândalo na indústria pornô. A Bel Ami, famosa produtora gay do leste europeu, vai usar uma cena gravada com o papa Bento XVI numa de suas próximas produções.

O truque da produtora foi colocar dois atores vestidos de seminaristas num evento do Vaticano que contou com a presença do pontífice. Os rapazes em questão, que de santos não têm nada, foram abençoados pelo papa e as cenas registradas pela Bel Ami.

Agora, a sequência vai fazer parte de "mais um dos seus apimentados filmes, que seria inspirado numa história real", segundo os produtores. Em 2010 um jornal italiano expôs a vida secreta e sexual de alguns membros religiosos do alto escalão da Igreja Católica.

O Vaticano, assim que soube da história, entrou com uma ação para impedir que o papa apareça num filme pornô.

Fonte: Fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/mundo/2012/09/05/interna_mundo,394896/produtora-disfarca-atores-de-seminaristas-e-grava-cenas-com-papa-bento-xvi-para-filme-porno.shtml

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Papa: Valores inegociáveis: Vida, Família e educação dos filhos.




DISCURSO DO PAPA BENTO XVI
AOS PARTICIPANTES NO CONGRESSO PROMOVIDO
PELO PARTIDO POPULAR EUROPEU


Ilustres Parlamentares
Senhoras e Senhores!
Sinto-me feliz em receber-vos por ocasião dos Dias de Estudo sobre a Europa organizados pelo vosso grupo parlamentar. Os Pontífices Romanos prestaram sempre uma especial atenção a este Continente. Por conseguinte, a audiência de hoje é oportuna e insere-se numa longa série de encontros entre os meus predecessores e os movimentos políticos de inspiração cristã. Agradeço ao Deputado Pöttering as palavras que me dirigiu em vosso nome e manifesto-lhe, assim como a todos vós, as minhas cordiais saudações.
Actualmente a Europa deve enfrentar questões complexas de grande importância, como o crescimento e o desenvolvimento da integração europeia, a definição cada vez mais completa da política de proximidade no seio da União e o debate do seu modelo social. Para alcançar estes objectivos, será importante inspirar-se, com fidelidade criativa, na herança cristã que contribuiu de modo particular para forjar a identidade deste continente. Valorizando as suas raízes cristãs, a Europa será capaz de oferecer uma orientação segura às opções dos seus cidadãos e das suas populações, fortalecendo a sua consciência de pertencer a uma civilização comum, e alimentará o compromisso de todos para enfrentar os desafios do presente para o bem e para um futuro melhor.
Portanto, aprecio o reconhecimento, da parte do vosso grupo, da herança cristã da Europa que oferece orientações éticas preciosas para a busca de um modelo social que satisfaça adequadamente as exigências de uma economia já globalizada e responda às mudanças demográficas, garantindo crescimento e progresso, tutela da família, iguais oportunidades na instrução dos jovens e solicitude pelos pobres.
Além disso, o vosso apoio à herança cristã pode contribuir de modo significativo para derrubar aquela cultura tão difundida na Europa que limita na esfera privada e subjectiva a manifestação das próprias convicções religiosas. As políticas elaboradas partindo desta base não só implicam o repúdio do papel público do cristianismo, mas, mais em geral, excluem o compromisso com a tradição religiosa da Europa, que é tão clara apesar das suas variedades confessionais, ameaçando desta forma a própria democracia, cujo vigor depende dos valores que promove (cf. Evangelium vitae, 70). A partir do momento que esta tradição, precisamente no que podemos definir a sua união polifónica, transmite valores que são fundamentais para o bem da sociedade, a União Europeia só pode receber um enriquecimento do compromisso com ela. Seria um sinal de imaturidade, ou até de debilidade, optar por se opor a ela ou por ignorá-la, em vez de dialogar com ela. Neste contexto, é necessário reconhecer que uma certa intransigência secular demonstra ser inimiga da tolerância e de uma visão sadia da sociedade. Portanto, sinto-me feliz pelo facto de o tratado constitucional da União Europeia prever uma relação estruturada e permanente com as comunidades religiosas, reconhecendo-lhes a sua identidade e o seu contributo específico.
Sobretudo, tenho esperança de que a realização eficaz e correcta deste relacionamento comece agora, com a cooperação de todos os movimentos políticos independentemente das suas orientações. É preciso não esquecer que, quando as Igrejas ou comunidades eclesiais intervêm no debate público, manifestando dúvidas ou recordando certos princípios, com isso constitui uma forma de intolerância ou uma interferência porque tais intervenções são unicamente destinadas a iluminar as consciências, permitindo que elas se movam livre e responsavelmente segundo as exigências autênticas de justiça, mesmo quando isso pudesse entrar em conflito com situações de poder e com interesses pessoais.
No que se refere à Igreja Católica, o interesse principal das suas intervenções no campo público é a tutela e a promoção da dignidade da pessoa e, por conseguinte, ela chama conscientemente a uma particular atenção aos princípios que não são negociáveis. Entre eles, hoje emergem os seguintes:
Tutela da vida em todas as suas fases, desde o primeiro momento da concepção até à morte natural;
reconhecimento e promoção da estrutura natural da família, como união entre um homem e uma mulher baseada no matrimónio, e a sua defesa das tentativas de a tornar juridicamente equivalente a formas de uniões que, na realidade, a danificam e contribuem para a sua desestabilização, obscurecendo o seu carácter particular e o seu papel social insubstituível;
tutela do direito dos pais de educar os próprios filhos.
Estes princípios não são verdades de fé mesmo se recebem ulterior luz e confirmação da fé. Eles estão inscritos na natureza humana e, portanto, são comuns a toda a humanidade. A ação da Igreja de os promover não assume, por conseguinte, um carácter confessional, mas dirige-se a todas as pessoas, prescindindo da sua filiação religiosa. Ao contrário, esta acção é tanto mais necessária quanto mais estes princípios forem negados ou mal compreendidos porque isto constitui uma ofensa contra a verdade da pessoa humana, uma grave ferida infligida à própria justiça.
Queridos amigos, ao exortar-vos a ser testemunhas críveis e coerentes destas verdades fundamentais através da vossa actividade política e mais basilarmente através do vosso compromisso de levar uma vida autêntica e coerente, invoco sobre vós e sobre a vossa obra a permanente assistência de Deus, em cujo nome concedo a minha Bênção Apostólica a vós e a quantos vos acompanham.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Como a devassidão dos gays pode deixar você doente


Campanha assemelha riscos de fontes indiretas de AIDS e outras doenças ao risco do cigarro e uso de drogas

Embora o debate envolvendo a “Igualdade do Casamento” — o mais recente eufemismo para designar o casamento homossexual — esteja focando inteiramente em considerações sociais desde “direitos iguais” à “moralidade bíblica”, uma nova campanha em oposição à legalização do casamento de mesmo sexo está provocando preocupações completamente diferentes: os riscos de saúde documentados ligados à homossexualidade e o impacto desses riscos na população geral.
Aliás, a diretoria do Centro de Políticas de Casamento (CPC) diz que vai destacar questões de saúde sérias, mas raramente debatidas, numa grande campanha de oposição ao casamento de mesmo sexo, designando setembro como “Mês de Proteção à Família”.
“As políticas públicas precisam desestimular a promiscuidade e a homossexualidade pelas mesmas razões que desestimulamos o uso de drogas e o cigarro”, declaram eles num panfleto preparado para distribuição em massa. “As escolas e as organizações que defendem a família precisam ensinar as crianças a evitar esse estilo de vida”.
E num comentário hoje no WND, David R. Usher, presidente do CPC, e Cynthia L. Davis, diretora-executiva do CPC, focam diretamente no que veem como um colossal problema de saúde pública: “O impacto da homossexualidade no resto de nós não mais pode ser ignorado”, escrevem eles, comentando que o HIV é a causa número 14 de mortalidade infantil, e “a causa é na maioria das vezes mulheres que têm um marido ou namorado bissexual”.
Além disso, escrevem eles, “Crianças criadas por ‘pais’ homossexuais têm uma probabilidade dramática maior do que crianças criadas por pais heterossexuais casados de sofrerem inúmeros problemas sociais”. Eles têm também mais probabilidade de serem promíscuos, que é a chave para escolhas de estilos de vida sexual alternativos, acrescentam eles.
“A situação que enfrentamos é que as DSTs mais graves estão saindo da população homossexual, e o impacto nos heterossexuais é muito maior do que qualquer um já discutiu”, Usher disse ao WND hoje.
Sua organização está trabalhando numa campanha, disse ele, que inclui eventos e panfletos de publicidade, para informar o público o que estudos e especialistas têm documentado como atribuível à promiscuidade e à conduta homossexual.
“Sabemos que 25 por cento das novas infecções do HIV nas mulheres são em mulheres que são esmagadoramente heterossexuais”, disse ele. Essas vítimas são infectadas, disse ele, na grande maioria dos casos por namorados ou maridos infiéis.
Como consequência, elas são infectadas e podem propagar essa infecção para outros, inclusive seus filhos.
“Então, o que está acontecendo é que um monte de mulheres e crianças inocentes está pegando doenças”, disse ele.
“Quando nossos filhos vão à escola, eles ouvem o dia inteiro ‘não use drogas’. Ponto final. ‘Não use drogas’. ‘Não fume’. Eles até são instruídos quando chegarem a casa, a pensar nos pais e lhes dizer que não fumem. Então eles vão à escola, e na aula de educação sexual, os professores lhes ensinam como ter sexo homossexual, e como usar camisinhas”, disse Usher.
As coisas acontecem nesta ordem, disse ele: Os adolescentes são incentivados a serem sexualmente ativos, mas para evitarem gravidezes eles são orientados a adotar ideologias homossexuais. Homossexuais mais velhos então “aconselham” os jovens aprendizes. O resultado de tal atividade muitas vezes é o HIV, e depois a AIDS em fase avançada.
“Somos pró-vida. O que estamos tentando fazer aqui é ir ao fundo disso e dizer que a promiscuidade em todas as suas formas causa problemas para todos”, Usher disse.
Em sua coluna, Usher e Davis citam estatísticas que apoiam seu argumento de que muitas questões de doenças hoje têm origem na homossexualidade e promiscuidade.
Embora o “impacto total de morte provocada pela promiscuidade seja difícil de medir porque muitas outras doenças fatais oportunistas são a causa final de morte”, eles comentam que em Nova Iorque, onde se registram elevados índices de práticas homossexuais de risco, uns 10 por cento dos estudantes secundários sexualmente ativos tiveram pelo menos um parceiro de mesmo sexo.
“Em todo lugar dos Estados Unidos, o uso do cigarro está proibido por causa dos riscos impostos aos outros. As leis são duras contra beber e dirigir pelos mesmos motivos. Não mais podemos dar à homossexualidade um passe livre porque esse comportamento impõe no resto de nós uma pesada carga de saúde pública”, escrevem eles. “Se não quiserem ser prejudicados, os cidadãos que pagam impostos não podem ser tolerantes”.
As autoridades federais não podem identificar a homossexualidade como uma desordem, comentam eles. Por isso, as escolas são limitadas a “cuidadosamente incentivar o uso da camisinha e gastar vastas quantias do dinheiro dos cidadãos que pagam impostos para cuidar de indivíduos doentes e moribundos”.
“Os ativistas gays que estão agora controlando a Associação Americana de Psiquiatria criaram uma ciência falsa vastamente mais perigosa do que as teorias desmascaradas de aquecimento global de Al Gore”, escreveram os dois colunistas.
Eles mencionaram a história da homossexualidade de Ryan Sorba, a qual revela como a ideia de que a homossexualidade é natural ou normal foi primeiramente discutida, então promovida e em seguida aceita.
“Sorba… documenta como a revolução homossexual oprimiu a classe científica nas décadas de 1970 e 1980 [e] aplicou ativismo agressivo e ‘estudos’ hoje desmascarados para chegar ao impossível: diagnósticos de desordens homossexuais não são mais o objetivo”.
“Precisamos revogar as irresponsáveis políticas públicas homossexuais das leis e desestimular a conduta homossexual. Temos a obrigação de não permitir que os pansexuais dominem o movimento conservador do jeito que fizeram com a Associação Americana de Psiquiatria. A invasão deles é tão perigosa para nosso sistema socioeconômico quanto o movimento Occupy é para a livre iniciativa”, os dois escrevem.
Traduzido por Julio Severo do artigo de WND: ‘HOW 'GAYS'' PROMISCUITY CAN MAKE YOU SICK

Com o PSDB, ficou fácil denunciar a “homofobia” no Estado de São Paulo


Julio Severo
O PSDB do Estado de São Paulo está dando um show de bola no PT no que se refere aos chamados “crimes” de homofobia. Disponibilizando a opção de fazer boletins de ocorrência (BO) de “ofensas homofóbicas” pela internet, a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) já recebeu 408 boletins de ocorrência neste ano, contra 176 no ano passado inteiro.
Agindo na surdina, para não despertar resistências da população, especialmente de católicos e evangélicos, há cinco meses a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) passou a oferecer a opção de denúncia de crimes de injúria, calúnia, difamação e ameaça pelo boletim eletrônico na internet.
Na motivação, além de homofobia e raça, o governo deixa ao denunciante a liberdade até de escolher ciúme e inveja.
Polícia de São Paulo: atenta às denúncias de “homofobia”
Na questão da raça inclui-se qualquer palavra que adeptos das religiões afro-brasileiras interpretem como “ofensa”, tais como citar passagens bíblicas contrárias à comunicação com mortos e despachos.
No caso específico de São Paulo, onde o PSDB está avançando políticas pró-homossexualismo sem causar alarde, o mesmo governo que está elevando opiniões sobre o homossexualismo ao nível de crime de ofensa está, aparentemente, abaixando reais crimes homossexuais ao nível de quase indiferença.
No Estado de São Paulo, os ativistas gays estão com tudo:
Homossexuais dançaram de calcinha na Assembleia Legislativa de São Paulo em 2007, sem nenhum impedimento.
* Um pastor foi preso no centro de São Paulo, após pregar contra as práticas homossexuais.
* O Estado de São Paulo lidera o ranking de incitação de denúncias por “homofobia”.
* Um bêbado foi multado em quase 15 mil reais por chamar um homossexual de “veado”.
* Uma  igreja evangélica teve seus outodoors com versículos bíblicos violentamente removidos pela “justiça” de São Paulo.
No Estado de São Paulo, “nóis tamo com tudo!”
Com a novidade de boletins de ocorrência pela internet no Estado de São Paulo, os ativistas gays estão fazendo farra com os presentes dados pelo PSDB. Desde 31 de março, o Decradi já recebeu 298 BOs eletrônicos pela internet — 157 deles referentes à capital.
De acordo com dados da Decradi, 53% dos casos registrados na delegacia em 2011 foram de “injúria”.
“Muitas pessoas que já foram vítimas de homofobia — até dos próprios policiais — agora podem prestar queixa pela internet”, afirma Fernando Quaeresma,  presidente da Associação da Parada Gay de São Paulo. 
Toda vez que virem alguém ou algum blog pregando contra o homossexualismo, os ativistas gays de São Paulo já sabem o que fazer: BO.
Com informações do Estadão e do site gay A Capa.

É possível um católico defender a Teoria da Evolução?


Mais uma calúnia contra a Igreja Católica


                                    

Jô Soares entrevistou o escritor português Luiz Miguel da Rocha, autor do Livro recém lançado - "A MENTIRA SAGRADA", da Editora Jangada. Uma série de colocações feitas pelo autor foram ofensas diretas à Igreja.
Tudo girou em torno da morte de JOÃO PAULO I, o qual ele alega ter sido assassinado por membro da Loja P2, a pedido do próprio Carmelengo da época. Sua Santidade teria sido sufocada com um travesseiro... Coloco em seguida um artigo de D. Estevão Bettencourt, desmentindo tudo isso.
Prof. Felipe Aquino

A morte do Papa João Paulo I
Em síntese: A morte repentina do Papa João Paulo I em setembro de 1978 causou grande surpresa e sugeriu hipóteses várias, entre as quais a de ter sido a envenenado o Pontífice. Um livro recente de dois jornalistas italianos recolhe testemunhos e dados diversos a respeito, chegando à conclusão muito provável de que João Paulo I morreu de embolia pulmonar, cujos sintomas ele havia sentido na tarde anterior ao desenlace; recusara, porém chamar o médico de modo que foi vítima do mal que o acometia.
Os jornalistas italianos Andrea Tornielli e Alessandro Zangrando publicaram um livro cujo título em tradução portuguesa, soa: "João Paulo I. 0 Papa do Sorriso". (editora Quadrante, São Paulo). A obra apresenta uma biografia do Pontífice, cujo penúltimo capítulo trata da morte do Papa Luciani. Os dados aí coletados são importantes para elucidar tão repentino desenlace, diante do qual houve quem levantasse a hipótese de envenenamento. - Visto que o tema é de grande interesse, transcreveremos, nas páginas subseqüentes, os segmentos que melhor esclarecem o enigma.
A Morte
"Peço-te uma graça; quisera que Tu estivesses ao meu lado na hora em que fechar os olhos para este mundo. Quisera que segurasses a minha mão na tua, como faz a mãe com o seu filho na hora do perigo. Muito obrigado, Senhor!"
Na noite de 28 para 29 do setembro de 1978, o Papa Albino Luciani morre repentinamente. "Hoje, 29 do setembro, por volta das 5:30, o secretário particular do Papa, o reverendo John Mage, ao ver que o Santo Padre não se encontrava na capela privada do seu apartamento, como de costume, foi buscá-lo no seu quarto e achou-o morto no leito, com a luz acesa, como se ainda estivesse imerso na leitura. O médico, Dr. Renato Buzzonetti, que acudiu imediatamente, comprovou a sua morte, que presumivelmente lhe sobreveio por volta das 23 horas de ontem, e diagnosticou (uma morte repentina devida a um enfarte agudo do miocárdio)".
O atestado de óbito, assinado por Buzzonetti e pelo diretor de serviços sanitários do Vaticano, Mario Fontana, diz: "Certifico que Sua Santidade João Paulo I, Albino Luciani, nascido em Forno Di Canale (Belluno) em 17 de outubro de 1912, faleceu no Palácio Apostólico Vaticano em 28 de setembro de 1978, às 23 horas, por "morte imprevista, de enfarte agudo do miocárdio". O óbito foi comprovado às 6 horas do dia 29 de setembro de 1978" (pp. 108s).
"A notícia da morte prematura do Papa dá a volta ao mundo num abrir e fechar de olhos. Os fiéis estão atônitos, consternados. O rosto pacífico e sorridente do Pontífice vêneto, as suas lições de Catecismo, o seu modo simples de falar, a sua grande humildade, haviam tocado o coração de milhões de pessoas. O seu corpo é embalsamado dentro das 24 horas seguintes ao falecimento. Com as vestes vermelhas e a mitra branca sobre a cabeça, é exposto primeiro na Sala Clementina, na Basílica de São Pedro. Milhares de romanos acodem a render-lhe a homenagem.
O Papa não deixou testamento: tinha acabado de mandar destruir o que se conservava no Patriarcado de Veneza e ainda não tinha escrito o novo. Como acontecera em Vittorio Veneto e em Veneza, também havia chegado pobre ao Vaticano, sem nenhum bem" (p. 111).
Uma versão tida como mais provável, afirma que o Papa morreu de embolia pulmonar1.
"O último dia da vida de Albino Luciani havia começado, como de costume, muito cedo. Depois da oração, celebrou a Missa na capela privada e tomou o café da manhã. Às 9:30 recebeu em audiência o cardeal africano Bernardin Gantin, junto com os secretários dos conselhos pontifícios Cor Unum e Justitia et Pax. Falaram dos problemas do Terceiro Mundo. João Paulo I disse a Gantin: "É somente Jesus Cristo quem nós devemos apresentar ao mundo. Fora disso, não teríamos razão alguma para falar; por nossa incapacidade, nem sequer seríamos escutados pelos outros".
No final da audiência, Gantin notou a energia com que o Papa se levantou e dispôs as cadeiras para fazer uma foto de grupo. Nas horas seguintes, Luciani recebeu os núncios apostólicos do Brasil e da Holanda, o diretor do Gazzetino e nove bispos das Filipinas.
Ás 12:30, João Paulo I almoçou com os dois secretários, Diego Lorenzi e John Magee. A reconstrução de tudo o que aconteceu naquela tarde foi possível graças às declarações posteriores dos dois sacerdotes. Ambos, com efeito, permaneceram em silêncio durante anos. O primeiro a rompê-lo, surpreendentemente, foi Lorenzi, no decorrer da transmissão do programa televisivo Giallo, conduzido por Enzo Tertora na RAI 2 em 2 de outubro de 1987, nove anos mais tarde, Lorenzi revelou que na tarde do dia 28 de setembro João Paulo I sentiu uma forte dor no peito. Também o padre Magee, já bispo da Irlanda, depois de ter sido secretário e mestre de cerimônias do Papa Wojtyla, narrou algo parecido, primeiro à revista Trentagiorni, em 1988, e depois, no ano seguinte, ao jornalista John Cornwell. Este último foi autor do livro Un ladro nella notte (Um ladrão na noite), que foi aprovado pelas autoridades vaticanas e serviu para rebater as teses de quem sustentava que o Papa havia sido assassinado.
Depois de uma breve pausa para repouso, João Paulo I confessou a Magee:
"- Não me sinto muito bem".
O secretário disse-lhe:
"- Deixe-me chamar o doutor Buzzonetti".
"- Oh não, não..., respondeu o Papa, não é preciso chamar o médico. Andarei um pouco pelos quartos".
Segundo Magee, "o doutor Buzzonetti tinha sido escolhido como médico do Papa Luciani [...]. Buzzonetti tinha entrado em contato no Sábado anterior com o médico que o Papa tinha no Vêneto, o doutor Antonio Da Ros, e tinham combinado que este último enviaria ao Vaticano o histórico clínico de João Paulo I". O secretário, portanto, sabia que Buzzonetti era o responsável pela saúde do Papa. Mas o médico não foi avisado desse mal-estar.
Das 14:30 às 16:39, o padre John Magee ausentou-se do apartamento pontifício para ir buscar uns livros, e deixou o Papa passeando pela sala. Quando voltou, João Paulo I continuava a andar. Uma hora depois, ouviu-o tossir violentamente e precipitou-se em sua direção:
"- Sinto uma pontada", disse o Papa, segundo relata o bispo Magee.
"- Não seria melhor chamar o médico?" - Insistiu o secretário; pode ser algo grave".
Luciani voltou a recusar, e pediu à irmã Vicenza que lhe trouxesse algum remédio. Segundo John Cornwell, "com quase toda a certeza, naquele momento o Papa estava sofrendo uma leve embolia pulmonar. Estava realmente doente e precisava da atenção imediata de um especialista".
Ás 18:30, chegou aos aposentos pontifícios o Secretário de Estado Jean Villot. Foi recebido pelo Papa, com quem trabalhou durante mais de uma hora. Trataram, muito provavelmente, da escolha do novo Patriarca de Veneza.
Terminada a audiência, tanto Magee como Diego Lorenzi se encontravam no escritório da secretaria do Papa. Nesse momento, segundo Lorenzi, João Paulo I queixou-se de outra "terrível pontada": "Por volta das 19:45, assomou à porta do seu gabinete de trabalho e disse ter sentido uma pontada terrível, mas que já havia passado". Lorenzi disse que seria necessário chamar o médico. De novo o Papa se recusou e não foram consultados nem o doutor Buzzonetti nem o doutor Antonio Da Ros em Vittorio Veneto.
O Papa e os dois secretários sentaram-se para jantar. "Naquela última noite, desenvolveu-se à mesa uma conversa estranha - relata o padre John Magee -. Eu tinha resolvido lembrar ao Papa que devia escolher com certa antecedência a pessoa que iria pregar o retiro de Quaresma. Ele disse:
"- Sim, sim, é verdade, já pensei nisso, mas o retiro que eu quisera agora seria o retiro de uma boa morte".
Eram 20:15. Disse-lhe:
"- Mas, Santidade, de maneira nenhuma".
Tinha ainda na cabeça a morte de Paulo VI, e não queria ouvir falar de morte outra vez. Mas o Papa insistiu:
"- Sim, sim, gostaria de fazer um retiro desse tipo".
Dom Diego lembrou-se de uma oração. E o Papa corrigiu-o:
"- Não, isso não é assim. A forma original dessa oração é "Ó Deus, dá-me a graça de aceitar a morte da forma como ela há de me chegar".
Depois do jantar, incumbiram Dom Diego de pedir uma ligação para o cardeal Giovanni Colombo em Milão. O Papa e Magee foram juntos à cozinha para dar boa-noite às freiras. Quando se completou a ligação, Luciani correu velozmente pelo corredor. Segundo Cornwell, "este foi o último esforço da sua vida, o que lhe provocou a embolia" (pp. 112-115).
A sobrinha do Papa, Pia Luciani Bassi, recorda precedentes de mortes repentinas ocorridas na família: "Nós pensamos que foi uma morte natural, porque também o seu avô e as suas duas tias morreram assim, de repente, de um enfarte. Meu tio teve uma boa morte. Ele teria escolhido uma morte desse gênero, sem incomodar ninguém, enquanto trabalhava pela Igreja" (p. 120).
"Há outros episódios que podem ser lidos como uma premonição da morte. Na tarde de 26 de setembro de 1978, Eldoardo Luciani, o irmão do Papa, chega ao Vaticano. Vai de viagem à Austrália, mas decide visitar João Paulo I antes de iniciar o vôo. "Jantamos juntos - recorda -, e depois passeamos quase até a meia-noite pelo jardim do último andar do edifício. Meu irmão disse-me que o cardeal Villot tinha manifestado a intenção de aposentar-se e que estava pensando em quem poderia sucedê-lo na Secretaria de Estado. Também falamos do cardeal Gantin, a quem estimava muito. Na manhã seguinte, assisti à missa e depois tomamos o café da manhã juntos. Quando chegou a hora de partir, meu irmão quis acompanhar-me pessoalmente até o elevador. E para se despedir, abraçou-me e beijou-me. Fiquei surpreso, porque na nossa família não somos muito dados a semelhantes efusividades.. Ainda me causou maior impressão o fato de que, enquanto estava já para entrar no elevador, ele continuou ali, quieto, olhando-me. Virei-me e ele quis abraçar-me mais uma vez. Parti para a Austrália e lá recebi a noticia da sua morte..." Um duplo abraço, quase o presságio de que aquela era a última vez que se viam.
Duas tardes antes de morrer, durante o jantar, João Paulo I teria até feito uma alusão ao seu sucessor. "À mesa falou da sua eleição - conta o padre John Magee -; ainda não conseguia entender a escolha dos cardeais: "Havia outros melhores que eu que podiam ser eleitos. E Paulo VI já havia indicado quem seria o seu sucessor. Estava diante de mim na Capela Sixtina durante o Conclave. Mas há de chegar a sua vez, porque logo me irei embora" (p. 121).
"Outro sinal premonitório. Na manhã de 5 de setembro, o bispo ortodoxo Boris Nikodin morre praticamente nos braços do Papa Luciani ao terminar a audiência. "Quem sabe se algum dia - teria dito João Paulo I ao teólogo veneziano Germano Pattaro - não poderemos subir juntos ao altar de Deus, convertido no altar de todos os cristãos!" (p. 122).
"Albino Luciani, o Papa da misericórdia, morre com um sorriso nos lábios. No último instante sorri a Alguém. Alguém que o amava apresentou-se na hora da sua morte com a ternura de uma mãe.
Tinha-o escrito Dom Albino, numa oração de 1947, enquanto dirigia um retiro aos irmãos cartuxos de Vedana: "Peço-te uma graça: quisera que Tu estivesses ao meu lado na hora em que fecharei os olhos para este mundo. Quisera que segurasses a minha mão na tua, como faz a mãe com o seu filho na hora do perigo. Muito obrigado, Senhor!" (p. 123).

Eis o que referem bons autores a respeito da morte de João Paulo I, dissipando versões infundadas.

1 Embolia é a obstrução súbita de uma veia ou de uma artéria por um coágulo (N.d.R.).

Revista "PERGUNTE E RESPONDEREMOS"

D. Estevão Bettencourt, osb

Revista nº. 462, Ano 2000, Pág. 495





DATA DA PUBLICAÇÃO: 03/09/2012 

Acusação falsa contra Rimsha mostra abusos da lei da blasfêmia, afirma sacerdote paquistanês


ROMA, 04 Set. 12 / 08:23 am (ACI/EWTN Noticias).- O Pe. Emmanuel Yousaf, Diretor da Comissão Justiça e Paz da Conferência Episcopal do Paquistão, expressou a satisfação da comunidade cristã ao ficar comprovado que a acusação de blasfêmia contra a menina Rimsha Masih era falsa, e assinalou que isto também mostra que esta lei se converteu em uma ferramenta de abusos.
Na semana passada a polícia do Paquistão deteve ao imã Khalid Jadoon após a declaração de uma testemunha de que ele foi o líder islâmico que colocou as páginas queimadas com textos do Corão na bolsa da menina cristã, para que ela fosse acusada de blasfêmia.
"Comprovar a verdade do caso de Rimsha Masih, e das acusações falsas, é uma conquista não somente para a comunidade cristã, mas também para todo o Paquistão: será um benefício para a democracia, para a justiça, para o respeito da legalidade e dos direitos de todos os cidadãos", expressou o Pe. Yousaf à agência Fides.
O sacerdote recordou que já faz tempo que os bispos, as minorias religiosas e os defensores dos direitos humanos denunciam que a lei da blasfêmia se dispõe a abusos inclusive contra os próprios muçulmanos. "Agora, esta tergiversação é evidente para todos", assinalou.
Do mesmo modo, relatou que "não houve manifestações dos radicais islâmicos contra Rimsha ou em defesa do imã detido. Ao contrário, importantes líderes islâmicos, como Tahir Ashrafi, do ‘All Pakistan Ulema Council’, defenderam a Rimsha e denunciaram os abusos da lei sobre a blasfêmia, condenando publicamente ao imã e pedindo que seja castigado". Além disso, o muftí Naeem da mesquita Jamea Bin Nooria de Karachi expressou a disponibilidade a "acolher e ajudar a Rimsha e sua família", como gesto de solidariedade inter-religiosa.
O julgamento
Com respeito ao processo judicial, o sacerdote informou que o Tribunal de Islamabad postergou a audiência para o dia 7 de setembro. "Estamos convencidos de que na sexta-feira Rimsha será solta. Sua posta em liberdade será uma vitória da verdade, mas será também uma vitória para toda a nação. O caso de Rimsha se converterá em um caso exemplar", afirmou.
Por sua parte, o advogado católico Kahalil Tahir Sindhu disse à Fides que pediu aos 17 juízes da Corte Suprema do Paquistão emitir um pronunciamento "suo moto" (de própria iniciativa), que resuma os pontos mais importantes do caso e lhe dê um relevo nacional, jurídico e cultural ao caso da Rimsha, e assim seja uma admoestação para todos.