terça-feira, 4 de setembro de 2012

Com o PSDB, ficou fácil denunciar a “homofobia” no Estado de São Paulo


Julio Severo
O PSDB do Estado de São Paulo está dando um show de bola no PT no que se refere aos chamados “crimes” de homofobia. Disponibilizando a opção de fazer boletins de ocorrência (BO) de “ofensas homofóbicas” pela internet, a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) já recebeu 408 boletins de ocorrência neste ano, contra 176 no ano passado inteiro.
Agindo na surdina, para não despertar resistências da população, especialmente de católicos e evangélicos, há cinco meses a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) passou a oferecer a opção de denúncia de crimes de injúria, calúnia, difamação e ameaça pelo boletim eletrônico na internet.
Na motivação, além de homofobia e raça, o governo deixa ao denunciante a liberdade até de escolher ciúme e inveja.
Polícia de São Paulo: atenta às denúncias de “homofobia”
Na questão da raça inclui-se qualquer palavra que adeptos das religiões afro-brasileiras interpretem como “ofensa”, tais como citar passagens bíblicas contrárias à comunicação com mortos e despachos.
No caso específico de São Paulo, onde o PSDB está avançando políticas pró-homossexualismo sem causar alarde, o mesmo governo que está elevando opiniões sobre o homossexualismo ao nível de crime de ofensa está, aparentemente, abaixando reais crimes homossexuais ao nível de quase indiferença.
No Estado de São Paulo, os ativistas gays estão com tudo:
Homossexuais dançaram de calcinha na Assembleia Legislativa de São Paulo em 2007, sem nenhum impedimento.
* Um pastor foi preso no centro de São Paulo, após pregar contra as práticas homossexuais.
* O Estado de São Paulo lidera o ranking de incitação de denúncias por “homofobia”.
* Um bêbado foi multado em quase 15 mil reais por chamar um homossexual de “veado”.
* Uma  igreja evangélica teve seus outodoors com versículos bíblicos violentamente removidos pela “justiça” de São Paulo.
No Estado de São Paulo, “nóis tamo com tudo!”
Com a novidade de boletins de ocorrência pela internet no Estado de São Paulo, os ativistas gays estão fazendo farra com os presentes dados pelo PSDB. Desde 31 de março, o Decradi já recebeu 298 BOs eletrônicos pela internet — 157 deles referentes à capital.
De acordo com dados da Decradi, 53% dos casos registrados na delegacia em 2011 foram de “injúria”.
“Muitas pessoas que já foram vítimas de homofobia — até dos próprios policiais — agora podem prestar queixa pela internet”, afirma Fernando Quaeresma,  presidente da Associação da Parada Gay de São Paulo. 
Toda vez que virem alguém ou algum blog pregando contra o homossexualismo, os ativistas gays de São Paulo já sabem o que fazer: BO.
Com informações do Estadão e do site gay A Capa.

É possível um católico defender a Teoria da Evolução?


Mais uma calúnia contra a Igreja Católica


                                    

Jô Soares entrevistou o escritor português Luiz Miguel da Rocha, autor do Livro recém lançado - "A MENTIRA SAGRADA", da Editora Jangada. Uma série de colocações feitas pelo autor foram ofensas diretas à Igreja.
Tudo girou em torno da morte de JOÃO PAULO I, o qual ele alega ter sido assassinado por membro da Loja P2, a pedido do próprio Carmelengo da época. Sua Santidade teria sido sufocada com um travesseiro... Coloco em seguida um artigo de D. Estevão Bettencourt, desmentindo tudo isso.
Prof. Felipe Aquino

A morte do Papa João Paulo I
Em síntese: A morte repentina do Papa João Paulo I em setembro de 1978 causou grande surpresa e sugeriu hipóteses várias, entre as quais a de ter sido a envenenado o Pontífice. Um livro recente de dois jornalistas italianos recolhe testemunhos e dados diversos a respeito, chegando à conclusão muito provável de que João Paulo I morreu de embolia pulmonar, cujos sintomas ele havia sentido na tarde anterior ao desenlace; recusara, porém chamar o médico de modo que foi vítima do mal que o acometia.
Os jornalistas italianos Andrea Tornielli e Alessandro Zangrando publicaram um livro cujo título em tradução portuguesa, soa: "João Paulo I. 0 Papa do Sorriso". (editora Quadrante, São Paulo). A obra apresenta uma biografia do Pontífice, cujo penúltimo capítulo trata da morte do Papa Luciani. Os dados aí coletados são importantes para elucidar tão repentino desenlace, diante do qual houve quem levantasse a hipótese de envenenamento. - Visto que o tema é de grande interesse, transcreveremos, nas páginas subseqüentes, os segmentos que melhor esclarecem o enigma.
A Morte
"Peço-te uma graça; quisera que Tu estivesses ao meu lado na hora em que fechar os olhos para este mundo. Quisera que segurasses a minha mão na tua, como faz a mãe com o seu filho na hora do perigo. Muito obrigado, Senhor!"
Na noite de 28 para 29 do setembro de 1978, o Papa Albino Luciani morre repentinamente. "Hoje, 29 do setembro, por volta das 5:30, o secretário particular do Papa, o reverendo John Mage, ao ver que o Santo Padre não se encontrava na capela privada do seu apartamento, como de costume, foi buscá-lo no seu quarto e achou-o morto no leito, com a luz acesa, como se ainda estivesse imerso na leitura. O médico, Dr. Renato Buzzonetti, que acudiu imediatamente, comprovou a sua morte, que presumivelmente lhe sobreveio por volta das 23 horas de ontem, e diagnosticou (uma morte repentina devida a um enfarte agudo do miocárdio)".
O atestado de óbito, assinado por Buzzonetti e pelo diretor de serviços sanitários do Vaticano, Mario Fontana, diz: "Certifico que Sua Santidade João Paulo I, Albino Luciani, nascido em Forno Di Canale (Belluno) em 17 de outubro de 1912, faleceu no Palácio Apostólico Vaticano em 28 de setembro de 1978, às 23 horas, por "morte imprevista, de enfarte agudo do miocárdio". O óbito foi comprovado às 6 horas do dia 29 de setembro de 1978" (pp. 108s).
"A notícia da morte prematura do Papa dá a volta ao mundo num abrir e fechar de olhos. Os fiéis estão atônitos, consternados. O rosto pacífico e sorridente do Pontífice vêneto, as suas lições de Catecismo, o seu modo simples de falar, a sua grande humildade, haviam tocado o coração de milhões de pessoas. O seu corpo é embalsamado dentro das 24 horas seguintes ao falecimento. Com as vestes vermelhas e a mitra branca sobre a cabeça, é exposto primeiro na Sala Clementina, na Basílica de São Pedro. Milhares de romanos acodem a render-lhe a homenagem.
O Papa não deixou testamento: tinha acabado de mandar destruir o que se conservava no Patriarcado de Veneza e ainda não tinha escrito o novo. Como acontecera em Vittorio Veneto e em Veneza, também havia chegado pobre ao Vaticano, sem nenhum bem" (p. 111).
Uma versão tida como mais provável, afirma que o Papa morreu de embolia pulmonar1.
"O último dia da vida de Albino Luciani havia começado, como de costume, muito cedo. Depois da oração, celebrou a Missa na capela privada e tomou o café da manhã. Às 9:30 recebeu em audiência o cardeal africano Bernardin Gantin, junto com os secretários dos conselhos pontifícios Cor Unum e Justitia et Pax. Falaram dos problemas do Terceiro Mundo. João Paulo I disse a Gantin: "É somente Jesus Cristo quem nós devemos apresentar ao mundo. Fora disso, não teríamos razão alguma para falar; por nossa incapacidade, nem sequer seríamos escutados pelos outros".
No final da audiência, Gantin notou a energia com que o Papa se levantou e dispôs as cadeiras para fazer uma foto de grupo. Nas horas seguintes, Luciani recebeu os núncios apostólicos do Brasil e da Holanda, o diretor do Gazzetino e nove bispos das Filipinas.
Ás 12:30, João Paulo I almoçou com os dois secretários, Diego Lorenzi e John Magee. A reconstrução de tudo o que aconteceu naquela tarde foi possível graças às declarações posteriores dos dois sacerdotes. Ambos, com efeito, permaneceram em silêncio durante anos. O primeiro a rompê-lo, surpreendentemente, foi Lorenzi, no decorrer da transmissão do programa televisivo Giallo, conduzido por Enzo Tertora na RAI 2 em 2 de outubro de 1987, nove anos mais tarde, Lorenzi revelou que na tarde do dia 28 de setembro João Paulo I sentiu uma forte dor no peito. Também o padre Magee, já bispo da Irlanda, depois de ter sido secretário e mestre de cerimônias do Papa Wojtyla, narrou algo parecido, primeiro à revista Trentagiorni, em 1988, e depois, no ano seguinte, ao jornalista John Cornwell. Este último foi autor do livro Un ladro nella notte (Um ladrão na noite), que foi aprovado pelas autoridades vaticanas e serviu para rebater as teses de quem sustentava que o Papa havia sido assassinado.
Depois de uma breve pausa para repouso, João Paulo I confessou a Magee:
"- Não me sinto muito bem".
O secretário disse-lhe:
"- Deixe-me chamar o doutor Buzzonetti".
"- Oh não, não..., respondeu o Papa, não é preciso chamar o médico. Andarei um pouco pelos quartos".
Segundo Magee, "o doutor Buzzonetti tinha sido escolhido como médico do Papa Luciani [...]. Buzzonetti tinha entrado em contato no Sábado anterior com o médico que o Papa tinha no Vêneto, o doutor Antonio Da Ros, e tinham combinado que este último enviaria ao Vaticano o histórico clínico de João Paulo I". O secretário, portanto, sabia que Buzzonetti era o responsável pela saúde do Papa. Mas o médico não foi avisado desse mal-estar.
Das 14:30 às 16:39, o padre John Magee ausentou-se do apartamento pontifício para ir buscar uns livros, e deixou o Papa passeando pela sala. Quando voltou, João Paulo I continuava a andar. Uma hora depois, ouviu-o tossir violentamente e precipitou-se em sua direção:
"- Sinto uma pontada", disse o Papa, segundo relata o bispo Magee.
"- Não seria melhor chamar o médico?" - Insistiu o secretário; pode ser algo grave".
Luciani voltou a recusar, e pediu à irmã Vicenza que lhe trouxesse algum remédio. Segundo John Cornwell, "com quase toda a certeza, naquele momento o Papa estava sofrendo uma leve embolia pulmonar. Estava realmente doente e precisava da atenção imediata de um especialista".
Ás 18:30, chegou aos aposentos pontifícios o Secretário de Estado Jean Villot. Foi recebido pelo Papa, com quem trabalhou durante mais de uma hora. Trataram, muito provavelmente, da escolha do novo Patriarca de Veneza.
Terminada a audiência, tanto Magee como Diego Lorenzi se encontravam no escritório da secretaria do Papa. Nesse momento, segundo Lorenzi, João Paulo I queixou-se de outra "terrível pontada": "Por volta das 19:45, assomou à porta do seu gabinete de trabalho e disse ter sentido uma pontada terrível, mas que já havia passado". Lorenzi disse que seria necessário chamar o médico. De novo o Papa se recusou e não foram consultados nem o doutor Buzzonetti nem o doutor Antonio Da Ros em Vittorio Veneto.
O Papa e os dois secretários sentaram-se para jantar. "Naquela última noite, desenvolveu-se à mesa uma conversa estranha - relata o padre John Magee -. Eu tinha resolvido lembrar ao Papa que devia escolher com certa antecedência a pessoa que iria pregar o retiro de Quaresma. Ele disse:
"- Sim, sim, é verdade, já pensei nisso, mas o retiro que eu quisera agora seria o retiro de uma boa morte".
Eram 20:15. Disse-lhe:
"- Mas, Santidade, de maneira nenhuma".
Tinha ainda na cabeça a morte de Paulo VI, e não queria ouvir falar de morte outra vez. Mas o Papa insistiu:
"- Sim, sim, gostaria de fazer um retiro desse tipo".
Dom Diego lembrou-se de uma oração. E o Papa corrigiu-o:
"- Não, isso não é assim. A forma original dessa oração é "Ó Deus, dá-me a graça de aceitar a morte da forma como ela há de me chegar".
Depois do jantar, incumbiram Dom Diego de pedir uma ligação para o cardeal Giovanni Colombo em Milão. O Papa e Magee foram juntos à cozinha para dar boa-noite às freiras. Quando se completou a ligação, Luciani correu velozmente pelo corredor. Segundo Cornwell, "este foi o último esforço da sua vida, o que lhe provocou a embolia" (pp. 112-115).
A sobrinha do Papa, Pia Luciani Bassi, recorda precedentes de mortes repentinas ocorridas na família: "Nós pensamos que foi uma morte natural, porque também o seu avô e as suas duas tias morreram assim, de repente, de um enfarte. Meu tio teve uma boa morte. Ele teria escolhido uma morte desse gênero, sem incomodar ninguém, enquanto trabalhava pela Igreja" (p. 120).
"Há outros episódios que podem ser lidos como uma premonição da morte. Na tarde de 26 de setembro de 1978, Eldoardo Luciani, o irmão do Papa, chega ao Vaticano. Vai de viagem à Austrália, mas decide visitar João Paulo I antes de iniciar o vôo. "Jantamos juntos - recorda -, e depois passeamos quase até a meia-noite pelo jardim do último andar do edifício. Meu irmão disse-me que o cardeal Villot tinha manifestado a intenção de aposentar-se e que estava pensando em quem poderia sucedê-lo na Secretaria de Estado. Também falamos do cardeal Gantin, a quem estimava muito. Na manhã seguinte, assisti à missa e depois tomamos o café da manhã juntos. Quando chegou a hora de partir, meu irmão quis acompanhar-me pessoalmente até o elevador. E para se despedir, abraçou-me e beijou-me. Fiquei surpreso, porque na nossa família não somos muito dados a semelhantes efusividades.. Ainda me causou maior impressão o fato de que, enquanto estava já para entrar no elevador, ele continuou ali, quieto, olhando-me. Virei-me e ele quis abraçar-me mais uma vez. Parti para a Austrália e lá recebi a noticia da sua morte..." Um duplo abraço, quase o presságio de que aquela era a última vez que se viam.
Duas tardes antes de morrer, durante o jantar, João Paulo I teria até feito uma alusão ao seu sucessor. "À mesa falou da sua eleição - conta o padre John Magee -; ainda não conseguia entender a escolha dos cardeais: "Havia outros melhores que eu que podiam ser eleitos. E Paulo VI já havia indicado quem seria o seu sucessor. Estava diante de mim na Capela Sixtina durante o Conclave. Mas há de chegar a sua vez, porque logo me irei embora" (p. 121).
"Outro sinal premonitório. Na manhã de 5 de setembro, o bispo ortodoxo Boris Nikodin morre praticamente nos braços do Papa Luciani ao terminar a audiência. "Quem sabe se algum dia - teria dito João Paulo I ao teólogo veneziano Germano Pattaro - não poderemos subir juntos ao altar de Deus, convertido no altar de todos os cristãos!" (p. 122).
"Albino Luciani, o Papa da misericórdia, morre com um sorriso nos lábios. No último instante sorri a Alguém. Alguém que o amava apresentou-se na hora da sua morte com a ternura de uma mãe.
Tinha-o escrito Dom Albino, numa oração de 1947, enquanto dirigia um retiro aos irmãos cartuxos de Vedana: "Peço-te uma graça: quisera que Tu estivesses ao meu lado na hora em que fecharei os olhos para este mundo. Quisera que segurasses a minha mão na tua, como faz a mãe com o seu filho na hora do perigo. Muito obrigado, Senhor!" (p. 123).

Eis o que referem bons autores a respeito da morte de João Paulo I, dissipando versões infundadas.

1 Embolia é a obstrução súbita de uma veia ou de uma artéria por um coágulo (N.d.R.).

Revista "PERGUNTE E RESPONDEREMOS"

D. Estevão Bettencourt, osb

Revista nº. 462, Ano 2000, Pág. 495





DATA DA PUBLICAÇÃO: 03/09/2012 

Acusação falsa contra Rimsha mostra abusos da lei da blasfêmia, afirma sacerdote paquistanês


ROMA, 04 Set. 12 / 08:23 am (ACI/EWTN Noticias).- O Pe. Emmanuel Yousaf, Diretor da Comissão Justiça e Paz da Conferência Episcopal do Paquistão, expressou a satisfação da comunidade cristã ao ficar comprovado que a acusação de blasfêmia contra a menina Rimsha Masih era falsa, e assinalou que isto também mostra que esta lei se converteu em uma ferramenta de abusos.
Na semana passada a polícia do Paquistão deteve ao imã Khalid Jadoon após a declaração de uma testemunha de que ele foi o líder islâmico que colocou as páginas queimadas com textos do Corão na bolsa da menina cristã, para que ela fosse acusada de blasfêmia.
"Comprovar a verdade do caso de Rimsha Masih, e das acusações falsas, é uma conquista não somente para a comunidade cristã, mas também para todo o Paquistão: será um benefício para a democracia, para a justiça, para o respeito da legalidade e dos direitos de todos os cidadãos", expressou o Pe. Yousaf à agência Fides.
O sacerdote recordou que já faz tempo que os bispos, as minorias religiosas e os defensores dos direitos humanos denunciam que a lei da blasfêmia se dispõe a abusos inclusive contra os próprios muçulmanos. "Agora, esta tergiversação é evidente para todos", assinalou.
Do mesmo modo, relatou que "não houve manifestações dos radicais islâmicos contra Rimsha ou em defesa do imã detido. Ao contrário, importantes líderes islâmicos, como Tahir Ashrafi, do ‘All Pakistan Ulema Council’, defenderam a Rimsha e denunciaram os abusos da lei sobre a blasfêmia, condenando publicamente ao imã e pedindo que seja castigado". Além disso, o muftí Naeem da mesquita Jamea Bin Nooria de Karachi expressou a disponibilidade a "acolher e ajudar a Rimsha e sua família", como gesto de solidariedade inter-religiosa.
O julgamento
Com respeito ao processo judicial, o sacerdote informou que o Tribunal de Islamabad postergou a audiência para o dia 7 de setembro. "Estamos convencidos de que na sexta-feira Rimsha será solta. Sua posta em liberdade será uma vitória da verdade, mas será também uma vitória para toda a nação. O caso de Rimsha se converterá em um caso exemplar", afirmou.
Por sua parte, o advogado católico Kahalil Tahir Sindhu disse à Fides que pediu aos 17 juízes da Corte Suprema do Paquistão emitir um pronunciamento "suo moto" (de própria iniciativa), que resuma os pontos mais importantes do caso e lhe dê um relevo nacional, jurídico e cultural ao caso da Rimsha, e assim seja uma admoestação para todos.

Mosteiro católico na Terra Santa é incendiado e pichado com blasfêmias em hebreu


ROMA, 04 Set. 12 / 04:43 pm (ACI/EWTN Noticias).- Um grupo de desconhecidos, que poderia ser de extremistas judeus, queimou nesta madrugada a porta da abadia trapense (católica) de Latrún, localizada perto de Jerusalém, e deixaram algumas blasfêmias pintadas em hebreu.
Conforme assinala a agência Efe, os monges católicos acordaram na madrugada e encontraram a porta da entrada em chamas, e viram umas frases escritas em hebreu aonde se lia "Jesus é um burro" e "Ramat Migrón", em referência à colônia judia no território palestino ocupado da Cisjordânia desalojada no domingo pelas autoridades israelenses.
Depois do ataque, assinala a BBC, a polícia de Israel começou uma investigação para encontrar os responsáveis pelo atentado ao mosteiro localizado em território palestino a 15 quilômetros de Jerusalém.
As autoridades investigam se o ataque foi cometido por colonos judeus extremistas, como vingança pela expulsão de mais ou menos 300 pessoas do assentamento da Cisjordânia, "Ramat Migrón", que segundo a rede britânica "converteu-se em todo um emblema para os grupos de linha dura que se opõem a qualquer retirada da Cisjordânia".
A respeito, o Patriarca Latino de Jerusalém, Arcebispo Fouad Twal, assinalou em um comunicado que se sente "indignado pela brutalidade dos atos vergonhosos que danificam lugares cristãos em Israel e ofendem a figura de Cristo, filho da Terra Santa".
Conforme assinala a agência SIR dos Bispos italianos, o Patriarcado condena qualquer tentativa de "criar divisões entre as comunidades" e alenta "ao respeito, à tolerância: valores que testemunham a grandeza humana".
Por sua parte, a Assembleia dos Ordinários (Bispos) Católicos de Terra Santa (AOCTS), questiona em uma nota "por que os cristãos ainda estão na mira? O que está acontecendo na sociedade israelense ao ponto de que os cristãos sejam os bodes expiatórios de tal violência?".
"Os que deixaram as pichações com frases de ódio expressaram raiva pelo desalojamento de assentamentos judeus ilegais na Cisjordânia. Mas por que se enfurecem contra os cristãos e seus lugares de culto? Que tipo de desprezo para com os cristãos é ensinado nas escolas e nas próprias casas?"
Entre os que condenaram o ataque estão a Organização para a Liberação da Palestina (OLP), o primeiro-ministro israelense, Benjamim Netanyahu, e o ministro da defesa, Ehud Barak.
Em fevereiro passado, o Mosteiro da Santa Cruz de Jerusalém, construído no lugar onde segundo a tradição cresceu a árvore da qual se extraiu a madeira para a cruz de Cristo, também foi profanado com frases de "Morte aos cristãos" pichadas.
Os Bispos Católicos da Terra Santa também se perguntam a razão pela qual "os culpados não são encontrados e levados à justiça? Chegou o momento para que as autoridades atuem para pôr fim a esta violência insensata e se garanta o ensino do respeito nas escolas".

Desenho animado que mostrará um “segundo Filho de Deus” é condenado por cristãos




Nos Estados Unidos, foi noticiado que o ator Ryan Reynolds fará numa participação no especial de Natal do seriado de animação “Uma Família da Pesada”, da Fox. Ele irá interpretar “o outro filho de Deus”, do qual nunca ouvimos falar, uma espécie de precursor de Jesus.
O produtor-executivo da série de animação, Mark Hentemann, explicou que seria “uma tentativa anterior de Deus fazer uma concepção imaculada. Seu primeiro filho, que não deu muito certo”.
Ryan Reynolds já apareceu interpretando ele mesmo na temporada passada do seriado escrito e dirigido por Seth MacFarlane. Desta vez ele apenas dublará o personagem divino que não teve seu nome divulgado. O seriado Family Guy está em sua 11ª temporada e já causou polêmicas com a aparição de Jesus em alguns episódios, sendo representado num deles como um homem negro.  Por causa de seu humor ácido e sempre criticando a religião, gerou inúmeras críticas. No ano passado, o programa foi acusado de fazer uso insensível de violência doméstica.
O movimento cristão Conselho de Pais pela Televisão já advertiu que praticamente todos os episódios são “inundados de referências sexuais obscenas ou temas considerados tabus, como a bestialidade, incesto e pedofilia. Ele também usa linguagem profana e conteúdo ofensivo”.
No início deste ano, um episódio chamou os adventistas de loucos, gerando críticas dessa denominação.
A série mostra um pai carinhosamente ignorante, Peter Griffin (Seth MacFarlane), e sua família de classe média. Lois (Alex Borstein) é esposa de Peter, uma dona de casa sem paciência para lidar com a família. Eles tem 3 filhos: a adolescente Meg (Mila Kunis) de 17 anos, Chris (Seth Green) de 13 anos e Stewie (MacFarlane) um bebê inteligente e maligno. A família também conta com Brian (MacFarlane), um cão falante. A estreia da nova temporada vai ao ar 30 de setembro.
Assista:

Mulheres acusadas de bruxaria são obrigadas a viver em campos de refugiados


Mulheres acusadas de bruxaria são obrigadas a viver em campos de refugiadosMulheres acusadas de bruxaria são obrigadas a viver em campos de refugiados
Samata Abdulai, aos 82 anos, foi forçada a abandonar o seu povoado para viver no campo de Kukuo. O destino desta mulher idosa mudou após um de seus irmãos acusá-la de ser a bruxa responsável pela morte de sua filha, supostamente por causa de uma maldição lançada por Abdulai.
Hoje ela é mais uma moradora dos “campos de bruxas” de Gana, mas essa tradição é um costume em várias partes da África, onde são colocadas as pessoas acusadas de fazer uso de magia negra.
Um desses campos é Kukuo, que reúne cerca de mil mulheres vivendo em barracos cheios de goteiras, sem acesso a eletricidade, esgoto ou água encanada. Para apanhar água, as “bruxas” do local precisam andar cerca de 5 km diariamente até um rio.
A vida da viúva Abdulai era bem diferente quando ela vivia no vilarejo de Bulli, distante dali a cerca de 40 km. Ela vendia roupas de segunda mão e cuidava de suas netas gêmeas, enquanto sua filha trabalhava nas plantações de algodão.
Um relatório divulgado recentemente pela ONG ActionAid afirma que mais de 70% das moradoras do campo de Kukuo foram acusadas de feitiçaria e expulsas de suas aldeias. Após a morte dos seus maridos elas não tinham ninguém para protegê-las. Porém, muitos acreditam que as acusações de bruxaria são, na verdade, uma forma disfarçada de a família ficar com os bens da viúva.
“Os campos são uma manifestação dramática da condição da mulher em Gana”, afirma Dzodzi Tsikata, professor da Universidade de Gana. ”Essas idosas viram presas fáceis quando deixam de ser úteis à sociedade.”
Para o Songtaba, um grupo que luta pelos direitos das mulheres, as mulheres de opinião forte rapidamente se tornam vítimas de acusações de feitiçaria. “A expectativa cultural é que as mulheres sejam submissas, então, quando elas começam a dar muitas opiniões ou serem bem-sucedidas em seu ramo, passam a ser acusadas de estar possuídas por maus espíritos”, explica o acadêmico.
Qualquer comportamento fora dos padrões também pode ser interpretado como evidência posse por espíritos. “Nas comunidades tradicionais, não há compreensão real do que seja depressão ou demência”, diz o doutor Akwesi Osei, psiquiatra-chefe do serviço de saúde de Gana. Ele acredita que a maioria das mulheres desses campos apresentou algum tipo de doença mental.
O governo de Gana vê os campos como uma mancha na reputação de uma das nações mais democráticas e economicamente vibrantes da África. Por isso, no ano passado, afirmou que tomaria medidas para acabar o quanto antes com os seis existentes atualmente. Mas enviar as mulheres de volta para suas aldeias de origem agora seria uma decisão perigosa.
“Temos que trabalhar muito com as comunidades para que possam voltar sem serem linchadas ou novamente acusadas, se, por exemplo, uma vaca pula uma cerca e derruba alguma coisa”, afirmou a diretora da ActionAid em Gana,  Adwoa Kwateng-Kluvitse. Em sua opinião, isso pode levar entre 10 e 20 anos.
Por enquanto, mulheres como Samata Abdulai continuam seguindo a tradição ao chegarem nos campos. Elas precisam oferecer uma galinha como oferenda ao chefe religioso. O sacerdote idoso murmura algumas palavras e depois corta a garganta da ave.
Se a ave cair de costas, isso demonstra que a “bruxa” é inocente e está pronta para ser purificada com uma espécie de água benta. Do contrário, a “bruxa” precisa beber uma poção com efeito purificador, feita com sangue de galinha, crânio de macacos e terra.
Mas, para o ritual de exorcismo funcionar, a mulher não pode ficar doente nos próximos sete dias. Se ficar, tem de tomar a poção novamente.
Mas isso não significa que Samata pode ir para casa. Mesmo que ela seja inocente, as crenças que a condenaram a uma vida de exílio estão arraigadas tão profundamente que ela nunca conseguiria viver em segurança novamente.
“Quando você é acusada de praticar bruxaria, perde a dignidade. Sinceramente, tenho vontade de acabar com a minha vida… Fiquei confusa e temerosa, pois sabia que era inocente. Mas também sabia que, ao ser considerada uma bruxa, minha vida passou a correr perigo. Por isso, não perdi tempo, juntei as minhas coisas e fugi do povoado”, contou ela à rede BBC.
Sua maior tristeza é que nunca mais verá os netos novamente. ”Eu me preocupo com quem vai cuidar dos gêmeos”, diz ela em voz baixa. ”Eu era a única que lhes dava banho e colocava na  cama. Quem vai fazer isso agora?”, finaliza.
Traduzido de BBC via http://noticias.gospelprime.com.br

Anúncio cristão associa pedofilia ao homossexualismo e causa polêmica


Anúncio cristão associa pedofilia ao homossexualismo e causa polêmicaAnúncio cristão associa pedofilia ao homossexualismo e causa polêmica
O Fórum Permanente Pernambuco Pró-Vida (FPP-PV) é ligada ao grupo Javé, Nossa Justiça, uma organização que se denomina cristã, “ aberta a todos que professam a fé em Jesus Cristo”. Sua página na Internet afirma que seu objetivo é lutar contra os abusos do turismo sexual em Pernambuco, praticar e estimular a caridade, divulgar e estimular o conhecimento do evangelho e apoiar as boas causas em comunhão com a doutrina cristã.
Mas sua nova campanha está gerando polêmica no Estado. O motivo é uma propaganda veiculada esta semana que está causando revolta entre os internautas nas redes sociais.
Junto ao slogan ‘Pernambuco não te quer’, a propaganda equivale o homossexualismo a crimes como exploração sexual de menores, pedofilia, turismo sexual e prostituição.
Isso revoltou muitos ativistas LGBT, que usaram o Twitter e Facebook para expressar suas críticas. Na página do perfil Pró-Vida no Facebook, uma postagem pede: “Lute contra a pedofilia, exploração sexual de menores, prostituição, e a proliferação do homossexualismo! Junte-se a nós! Lute pela vida e pelos valores cristãos”. Como o grupo se denomina cristão, logo começou o embate entre os evangélicos e os que os acusam de homofobia.
Há centenas de mensagens com críticas e foi pedido, inclusive, a denúncia do grupo ao Ministério Público com as acusações de crime de homofobia e incitação ao ódio.
Os jornais impressos de Pernambuco que publicaram o anúncio estão sofrendo pressão, com dezenas de pedidos de retratação pela veiculação da mensagem. Por esse motivo, o termo “Recife” ficou entre os temas mais comentados do Twitter nesta terça-feira.
O jornal Folha de Pernambuco já divulgou pelo Twitter e Facebook uma nota em que afirma que essa não é a sua posição: “Com referência ao anúncio publicitário autorizado e pago pelo Instituto Pró-Vida PE, publicado na edição de segunda-feira, dia 3 de setembro, a Folha de Pernambuco afirma que o seu conteúdo de forma alguma reflete a opinião do Jornal. Ao longo dos seus 14 anos, a Folha vem construindo e mantendo uma relação de respeito junto aos seus leitores, focado na promoção dos direitos humanos, inclusive da comunidade LGBT, com quem o jornal mantém diálogo constante”.
Alheio à polêmica, o grupo também lançou uma campanha contra o aborto e emitiu um “alerta” à população para a escolha de seus candidatos. A sugestão é que “cada cidadão procure conhecer o que pensa e como age seu escolhido em relação ao aborto, ao turismo sexual, e outros temas contra os valores cristãos”.

Justiça determina indenização a evangélico obrigado a assistir a pornô


Justiça determina indenização a evangélico obrigado a assistir a pornôJustiça determina indenização a evangélico obrigado a assistir a pornô
O Tribunal Superior de Trabalho (TST) manteve a decisão de que um funcionário da Companhia de Bebidas das Américas (Ambev) da filial de Curitiba (PR) deve ser indenizado por danos morais por ter sido obrigado a assistir filmes pornôs.
Casado e evangélico o funcionário ficou por dois anos tendo que assistir shows de stripper e filmes de conteúdo adulto a mando de seu gerente que usava desses artifícios para alavancar o cumprimento das metas da equipe.
Na ação que foi movida contra a empresa, o funcionário alega que por vezes chegou a ser amarrado em sua cadeira para poder participar dessas atividades. Diante desses relatos a Justiça fixou em R$50 mil o valor da indenização por ele ter passado por situações constrangedoras e vexatórias.
Julgado como procedente em favor do funcionário em primeira e segunda instância, a Ambev recorreu ao TST na tentativa de ter o valor da multa ajustado, pois para eles a indenização é desproporcional ao dano sofrido, mas o relator do processo, ministro Brito Pereira, considerou que as decisões apresentadas no recurso eram inespecíficas.
De acordo com o site G1 as estratégias do supervisor já eram conhecidas pelo Ministério do Trabalho, e a empresa até precisou firmar um Termo de Ajuste de Conduta junto ao órgão para que tais práticas consideradas desrespeitosas não voltassem a acontecer.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Soldados se convertem ao catolicismo em linha de combate graças a carismático sacerdote


Pe. Francisco Muñoz
MADRI, 03 Set. 12 / 02:33 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Pe. Francisco Muñoz, capelão da Brigada Paraquedista espanhola destacada no Afeganistão, vai celebrar 35 batismos, comunhões e crismas nos próximos meses entre os militares espanhóis. Ao ser perguntado sobre este ato respondeu com humildade: "Sou um sacerdote muito normal. Isto também faz qualquer padre de povoado".
Oriundo de Ribera del Fresno, na Extremadura, e capelão desde 1983, o Pe. Francisco se tornou capelão militar faz doze anos. "Eu sempre quis ser missionário, monge ou mártir, e fiquei em militar, que também começa por 'm' e tenho algo dos três", relata desde a província afegã de Badghis.
Conforme informou o jornal espanhol El Mundo, o sacerdote é conhecido entre os militares por seu grande carisma e capacidade para chegar ao próximo. "Deus me deu o dom da simpatia", limita-se a responder.
Esta capacidade de "ser simpático" lhe ajudou a conseguir faz quatro anos, que 37 soldados, também no Afeganistão, se batizassem e recebessem a Comunhão. E faz dois anos, quando esteve no Líbano, foram cinquenta e cinco os que mostraram sua fé.
Nesse sentido, o capelão rechaça que na Espanha haja uma crise de fé. Indicou que o problema está na forma de chegar às pessoas, pois "o espanhol normal é discretamente religioso (…), e aqui, no Afeganistão, há mais tempo para refletir".
Uma anedota lhe ocorreu no ano passado devido ao seu afã de converter mais pessoas. Aos seus 54 anos o Pe. Francisco fez o curso de paraquedista porque um militar lhe prometeu batizar-se se ele fizesse o curso. "Foi uma experiência religiosa porque se reza muito", recorda com humor ao referir-se às aulas nas quais inclusive terminou machucado.
"Tem que ser um "descerebrado" para fazer o curso com essa idade", afirmou, e recordou que ao terminar o curso, disse ao militar: "Se você já tem fé ou não, não me importa, mas agora você vai se batizar!".

“Todos os Caminhos vão dar a Roma”, testemunho de um ex pastor protestante e de sua esposa.


O livro “Todos os Caminhos vão dar a Roma” foi editado em Portugal e narra o processo de conversão do casal Scott e Kimberly Hahn ao Catolicismo. Scott Hahn era um pastor protestante de grande ativismo e dedicado nos estudos bíblicos que passou por um duro processo de conversão onde a Santa Missa e a Eucaristia tiveram papel central. Depois de convertido ainda viveu anos com sua esposa sem que esta abraçasse a verdade Cristã do Catolicismo.
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Ainda falando sobre o Scott Hahn, a leitura do “Todos os caminhos vão dar a Roma” (DIEL, 5ª Edição, Lisboa, 2005) revelou-me uma coisa interessante e completamente inusitada: a primeira aproximação que o casal Hahn teve da Doutrina Católica foi justamente num dos temas mais controversos e impopulares mesmo entre os que se dizem católicos: o controle de natalidade. Quando ainda eram protestantes, os dois renderam-se à força dos argumentos católicos sobre o assunto! Vale muitíssimo a pena transcrever – embora longas – as passagens mais relevantes desta narrativa:
Scott: Perguntei-lhe [a Kimberly, sua esposa] que coisa era essa tão interessante que tinha descoberto sobre a contracepção. Disse-me que até 1930 a posição de todas as Igrejas Cristãs em relação a este tema tinha sido unânime: a contracepção estava mal em qualquer circunstância.
O meu argumento foi:
- Se calhar demoraram todo esse tempo a libertarem-se dos últimos vestígios do catolicismo.
A Kimberly avançou um pouco mais:
- Mas sabes que razões eles dão para se oporem ao controlo de natalidade? Têm argumentos mais sérios do que possas pensar.
Tive que admitir que não conhecia as suas razões. A Kimberly perguntou-me se estava disposto a ler um livro sobre o tema e deu-me “O controle da natalidade e a aliança matrimonial”, de John Kippley (obra que foi posteriormente revista e intitulada O sexo e a aliança matrimonial). Eu era um especialista em teologia da Aliança e pensava que tinha lido todos os livros em que a palavra aliança figurava no título; por isso, descobrir um que não conhecia espicaçou-me a curiosidade.
Vi-o e pensei: Editorial Litúrgica? Este tipo é um católico! Um papista! O que é que anda a fazer a plagiar a noção protestante da aliança? Senti ainda mais curiosidade por ver o que dizia. Sentei-me a ler o livro. Pensei: “Isto não está certo. Não pode ser… O que este tipo diz faz sentido”. Demonstrava que o casamento não é um mero contrato, envolvendo apenas um intercâmbio de bens e serviços. O casamento é sobretudo uma aliança que implica um intercâmbio de pessoas.
O argumento de Kippley era que qualquer aliança tem um ato pelo qual se consuma e se renova; e que o ato sexual dos cônjuges é um ato de aliança. Quando a aliança matrimonial se renova, Deus utiliza-a para dar nova vida. Renovar a aliança matrimonial e usar contraceptivos para evitar uma potencial nova vida seria tanto como receber a Eucaristia para a seguir a cuspir no chão.
Kippley prosseguia dizendo que o ato conjugal demonstra de modo único o poder doador de vida do amor na aliança matrimonial. Todas as outras alianças mostram e transmitem o amor de Deus, mas só na aliança conjugal o amor é tão real e poderoso que comunica a vida.
Quando Deus fez o ser humano, homem e mulher, o primeiro mandamento que lhes deu foi o de serem fecundos e se multiplicarem. Era assim uma imagem de Deus: Pai, Filho e Espírito Santo, três em um, a família divina. De maneira que quando “os dois se fazem um” na aliança matrimonial, o “um” torna-se tão real que nove meses depois podem ter que lhe dar um nome! O filho encarna a unidade da sua aliança.
Comecei a compreender que sempre que a Kimberly e eu realizávamos o ato conjugal, realizávamos algo sagrado; e que cada vez que frustrávamos o poder de dar vida do amor com a contracepção, fazíamos algo profano (tratar algo sagrado de forma comum profana-o, por definição).
[...]
Foi então que descobri que todos os reformadores – Lutero, Calvino, Zwinglio, Knox, e todos os outros – tinham mantido sobre esta questão a mesma posição que a Igreja Católica. Isso perturbou-me ainda mais. A Igreja Católica era a única Igreja Cristã em todo o mundo que tinha a valentia e a integridade de ensinar esta verdade tão impopular.
[...]
Kimberly: O pequeno grupo [do trabalho do seminário] que teve que se debruçar sobre a contracepção reuniu-se brevemente no primeiro dia ao fundo da sala. Um autonomeado líder observou:
- Não temos que considerar a posição católica, porque só há duas razões pelas quais os católicos se opõem à contracepção: a primeira é que o Papa não se casa, e por isso não tem que viver com as consequências; e a segunda é que querem encher o mundo de católicos.
- São essas as razões que apresenta a Igreja Católica? – interrompi – Não acredito.
- Então porque é que não estudas o assunto?
- De acordo.
E assim fiz.
Em primeiro lugar, considerei a natureza de Deus e de que forma nós, como membros do casal, estávamos chamados a ser Sua imagem. Deus – Pai, Filho e Espírito Santo – criou o homem e a mulher à Sua imagem, e abençoou-os na aliança matrimonial com o mandato de crescerem e se multiplicarem, enchendo a terra e dominando toda a criação para glória de Deus (cf. Gen. 1, 26-28). A imagem à imitação da qual o homem e a mulher foram criados é a unidade das três Pessoas da Trindade que se entregam totalmente umas às outras numa plena autodoação de amor. Deus reafirmou este mandato da criação na Aliança com Noé e sua família, dando-lhes o mesmo mandamento de serem fecundos e se multiplicarem (cf. Gen. 9, 1 ss). Deste modo a existência do pecado não alterou o apelo dirigido aos casais para serem imagem de Deus através da procriação.
São Paulo esclareceu que, no Novo Testamento, o casamento foi elevado à categoria de imagem da relação entre Cristo e a Igreja (nesse momento não fazia a menor ideia que o casamento fosse atualmente um sacramento). E pelo poder de dar vida próprio do amor, Deus capacitava os esposos para refletirem a imagem de Deus na medida em que a unidade dos dois se convertia em três. A minha questão era a seguinte: O nosso uso do controle da natalidade – que intencionalmente restringe o poder doador de vida do amor, ao mesmo tempo que se goza a unidade e o prazer que dá o ato conjugal – permite que o meu marido e eu reflitamos a imagem de Deus numa total autodoação de amor?
Em segundo lugar, examinei o que a Escritura diz sobre as crianças. O testemunho da Bíblia era arrasador! Todos os versículos que se referiam às crianças, consideravam-nas sempre e só como uma bênção (Sal. 127, 128). Não havia um só provérbio que advertisse que não valia a pena afrontar as despesas que um filho significa. Não havia qualquer bênção para os esposos que adiassem o mais possível a chegada dos filhos, nem para o casal que estivesse o número correto de anos sem filhos antes de assumir o encargo que as crianças representam, nem para o casal que planeasse cada concepção. Tudo isto eram ideias que eu tinha aprendido nos meios de comunicação social, na escola pública ou com a vizinhança, mas não tinham nenhum fundamento na Palavra de Deus.
Na Escritura, a fertilidade é apresentada como algo que se deve apreciar e celebrar, não como uma doença que se deve evitar a todo custo. E embora não tivesse encontrado nenhum versículo que falasse negativamente das pessoas com famílias pequenas, à luz de numerosas passagens bíblicas, não havia dúvida de que as famílias grandes pareciam ter recebido de Deus uma graça maior. Era Deus que abria e fechava o ventre, e quando Ele dava a vida isso era sempre considerado como uma bênção. Em última instância, o que Deus desejava dos fiéis era “uma prole piedosa” (Mal. 2, 15). As crianças eram descritas como “flechas nas mãos de um guerreiro…, bendito o homem cuja aljava está cheia” [cf. Sl 126, 4-5]. Quem iria à batalha apenas com duas ou três flechas se pudesse ir com a aljava cheia? A minha questão era a seguinte: o nosso uso do controle da natalidade refletia o modo como Deus via as crianças ou o modo como as via o mundo?
Em terceiro lugar punha-se a questão do domínio de Jesus Cristo. Como protestantes evangélicos, o Scott e eu tomávamos muito a sério o domínio de Cristo sobre as nossas vidas. No aspecto monetário pagávamos o dízimo regularmente, sem nos importarmos que os nossos fundos fossem escassos, porque queríamos ser bons administradores do dinheiro que Deus nos tinha confiado. Uma e outra vez vimos como o Senhor supria às nossas necessidades com mais do que nós Lhe tínhamos dado. Em termos de tempo, observávamos o Dia do Senhor, pondo de parte o estudo, que era o nosso trabalho, mesmo que tivéssemos exames à segunda-feira. Muitas vezes o Senhor nos premiou por esse dia de descanso, e sempre tivemos excelentes resultados nos exames que fizemos à segunda-feira. Em termos de talentos, aceitávamos que devíamos estar sempre disponíveis para servir Deus com o nosso apostolado e acrescentávamos com gosto obras de serviço ao trabalho abundante do estudo. Ver vidas abençoadas como resultado desse apostolado fortaleceu enormemente a nossa fé e o nosso casamento.
Mas, e os nossos corpos? A nossa fertilidade? O domínio do Senhor estendia-se até aí? Li então em I Cor 6, 19-20: “… não vos pertenceis. Fostes comprados a grande preço. Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo”. Talvez fosse uma atitude mais americana do que religiosa pensar na fertilidade como algo que podemos controlar como muito bem nos parecer. E eu perguntava-me: o uso que fazemos do controlo da natalidade, demonstra uma fiel vivência do domínio de Jesus Cristo?
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No fundo, sabia bem com que é que estava a lutar: com a autêntica soberania de Deus. Só Deus conhecia o futuro e qual era o melhor modo de formarmos a nossa família com a prole piedosa que Ele desejava que tivéssemos. Certamente, Ele já tinha dado provas de ser digno de confiança de muitos outros modos. Sabia que podíamos confiar em que nos daria a fé que necessitávamos para lhe confiar este aspecto da nossa vida, e para nos dar a confiança de que esta visão fazia parte do Seu plano para nós, e que verteria o Seu amor em nós, e através de nós, em todas as preciosas almas que nos quisesse confiar. Aliás, conhecia muitos casais no seminário que “planeavam” a chegada das crianças, para descobrirem depois que afinal o calendário de Deus era diferente do deles.
[...]
Kippley fazia a seguinte comparação: tal como acontecia na Roma antiga, em as pessoas participavam num banquete e depois iam vomitar o alimento que acabavam de ingerir (para evitar as consequências dos seus atos), o mesmo se passa com os esposos que celebram um banquete no ato conjugal mas se opõem ao poder de dar vida que tem o ato de renovação da sua aliança. Esta ações são contrárias à lei natural e à aliança entre os esposos.
Da perspectiva de Kippley, que era a perspectiva da Igreja Católica, o fim primordial do ato matrimonial era a procriação dos filhos. Quando um casal impede esse fim intencionalmente, atua contra a lei natural. Subverte a renovação da sua própria aliança matrimonial, convertendo numa mentira o compromisso dos esposos de se entregarem totalmente um ao outro.
Agora compreendia por que razão a Igreja Católica se opunha à contracepção. Mas o que dizer dos métodos de planejamento familiar natural? Não eram simplesmente a versão católica do controle da natalidade?
Primeira Epístola aos Coríntios (7, 4-5) fala de períodos de tempo nos quais os esposos poderiam abster-se de manter relações sexuais para se dedicarem à oração, reatando depois as suas relações, não deixando a Satanás nenhum resquício por onde entrar no seu casamento. Lendo aHumanae Vitae cheguei a apreciar o equilíbrio da Igreja relativamente à contracepção. Havia uma forma religiosa de se levar a cabo o ato conjugal e de ser prudente em circunstâncias graves, praticando a abstinência durante períodos de mútua fertilidade.
Tal como a comida – em que podia haver temporadas nas quais o jejum fosse útil – de modo similar podia haver períodos nos quais o “jejum” do ato conjugal, por razões meditadas na oração, pudesse ser útil. Contudo, a não ser por milagre, ninguém poderia sobreviver se jejuasse a maior parte do tempo. Igualmente, os métodos naturais de planejamento familiar eram uma receita para momentos difíceis, não uma vitamina quotidiana para a saúde geral.
[op. cit., pp 43-45. 50-56]
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Fica, assim, o testemunho do valor da Doutrina Católica, cujos argumentos, de tão claros, conseguiram convencer até mesmo dois protestantes ferrenhamente anti-católicos. Não deixa de ser profundamente irônico que, enquanto existem católicos rejeitando os ensinamentos da Moral da Igreja, dois protestantes tenham se preocupado em defendê-los. Não posso deixar de me lembrar da passagem do Evangelho (Lc 19, 39-40), onde Jesus disse que as pedras falariam se os discípulos se calassem; não consigo deixar de achar que é algo extremamente eloquente que Deus tenha suscitado protestantes para defenderem a Doutrina Católica quando os católicos se envergonham dela.
Fonte: Deus lo Vult

Universidade rejeita acusações contra estudo que revela drama da “paternidade” gay.




Depois de uma pesquisa oficial, a Universidade do Texas em Austin (Estados Unidos) rejeitou as acusações de má conduta científica realizada por um ativista homossexual contra o professor de sociologia Mark Regnerus, logo depois da publicação de um estudo no qual encontrou resultados negativos na vida de crianças cujos pais eram casais do mesmo sexo.
O responsável de integridade da pesquisa da universidade, Robert Peterson, indicou que “revisou cuidadosamente” toda a informação disponível, e discutiu o caso com outros membros da mesa de pesquisa.
“Concluí que o professor Regnerus não cometeu má conduta científica”, assinalou em um memorando dirigido às autoridades da universidade, em 24 de agosto.
O estudo de Regnerus recolheu informação do Estudo de Novas Estruturas Familiares, que examinou os resultados da vida de 3000 americanos entre 18 e 39 anos.
Regnerus encontrou que os lares encabeçados por pais de qualquer sexo, que estão comprometidos em relações homossexuais, mostram grande instabilidade.
O estudo descobriu diferenças “estatisticamente significativas” em 25 dos 40 resultados, entre crianças que cresceram com pais casados, de sexos opostos, e aquelas que cresceram com uma relação que tinha uma mãe envolvida em uma relação homossexual.
As crianças de lares com relações homossexuais femininas mostraram mais problemas de saúde física e mental, mais instabilidade nas relações românticas, e uma média inferior de ganhos econômicos ao alcançar a vida adulta.
Estas pessoas também mostraram altos níveis de desemprego, vício ao cigarro, necessidade de assistência pública…
O ativista e blogueiro Scott Rose denunciou a Regnerus por supostas violações éticas, em uma carta remetida ao presidente da Universidade do Texas, Bill Powers. As autoridades universitárias se reuniram com Rose para dialogar sobre suas acusações.
Entretanto, Robert Peterson assinalou que “nenhuma das acusações de má conduta científica realizadas por Rose foi fundamentada, já seja por informação física, materiais escritos ou informação provida durante as entrevistas”.
“Muitas das acusações estiveram expressamente fora do âmbito da pesquisa”, indicou.
Peterson disse que Rose achava que a pesquisa de Regnerus tinha “graves deficiências” e “inferiu que poderia haver má conduta científica”.
“De qualquer forma, não há evidencia para apoiar essa inferência”, indicou.
Peterson acrescentou que qualquer problema com a pesquisa e a análise de Regnerus deveria ser deixado aos debates acadêmicos e futuras pesquisas.
Por sua parte, David Hacker, advogado principal do grupo de liberdade religiosa Alliance Defending Freedom, elogiou o resultado da pesquisa.
“As universidades dos Estados Unidos devem servir sempre para buscar a verdade, mercados de ideias livres”, disse em 29 de agosto.
“Discrepar com as conclusões de um estudo não é campo para denúncias de má conduta científica; portanto não estamos surpreendidos de que essas acusações fossem declaradas sem fundamento”.
A pesquisa envolveu um tempo e esforço significativo. Toda a informação dos computadores de Regnerus, incluindo seu correio eletrônico e documentos foram sequestrados.
A universidade criou um grupo de membros principais da faculdade para assessorar o processo de pesquisa, e a universidade manteve um consultor experiente independente, para monitorar a pesquisa.
As autoridades pesquisadoras entrevistaram tanto a Regnerus como a Rose. As entrevistas foram gravadas e transcritas por um jornalista da corte, revelou o memorando do Peterson.
O diretor e vice-presidente da Universidade, Steven Leslie, disse que aceitou a conclusão de Peterson, de que não há evidência de má conduta, em um memorando de 28 de agosto.
“Consequentemente, o caso está fechado”, disse Leslie.
O relatório inicial sobre as descobertas de Regnerus gerou a reação do lobby gay. A Campanha de Direitos Humanos e a Aliança de Gays e Lésbicas contra a Difamação criticaram o relatório da pesquisa.
Um grupo de 18 cientistas sociais assinaram uma declaração de apoio a Regnerus em junho. Eles admitiram que seu estudo tem limitações, mas eles consideraram que muitas das críticas contra ele eram “injustificadas”.
Em uma entrevista dada a EWTN News em 12 de junho, Regnerus disse que começou seu projeto “sem ideia do que a informação revelaria”.
Em seu anúncio da pesquisa em junho, Regnerus disse que sua descoberta “mais significativa” é “discutivelmente que as crianças parecem mais aptas para ter êxito como adultos quando passam suas vidas com seu pai e mãe casados, e especialmente quando os pais permanecem casados até a atualidade”.

Em filme que aborda o fanatismo, devota se masturba com crucifixo



Paradies: Glaube mostra o gozo do fanatismo religioso
O cineasta austríaco Ultrich Seidl está apresentando no Festival de Veneza 2012, que começou na quarta-feira (29), o Paradies: Glaube (Paraíso: fé), um filme que aborda o fanatismo religioso.

Na cena que mais tem chamado a atenção dos críticos e público, a personagem Annamaria (Maria Hofstätter) obtém orgasmo com um crucifixo. Em seu quarto, ela tira o símbolo católico da parede, acaricia-o, beija-o, acaricia-o de novo, mais uma vez, outra vez, de novo, sempre com mais intensidade, até se masturbar com o objeto, cena que o filme mostra sob as cobertas.

A auxiliar de raio x Annamaria acentua a sua devoção após o fracasso do seu relacionamento com Nabil Saleh, imigrante egípcio muçulmano que não tolera o cristianismo. "Ela é uma mulher decepcionada com o amor, com os homens e frustrada sexualmente", disse Seidl. "Sente um vazio interior."

Annamaria se dedica a rodas de oração e à visita de imigrantes para tentá-los convertê-los ao catolicismo. Ela se açoita, anda de joelhos e se fere com instrumentos cortantes.

Paradies: Glaube compõe uma trilogia com Paradise: love e Paradise: hope. No Brasil, o filme foi acusado por pelo menos um crítico de ser apelativo, mas sem se dar conta de que apelativo mesmo é o fanatismo religioso.

Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2012/08/filme-aborda-o-fanatismo-religioso.html#ixzz25Snaw3nt

Os Segredos do Ocultismo


Você é o universo!
Este brilhante documentário da Discovery deixa claro e com evidências que a ciência nasceu da espiritualidade e de todo um processo de evolução e estudos em torno do ocultismo.

Este é de longe o melhor e mais completo documentário sobre a história do ocultismo.

Oculto significa escondido, não é algo satânico, embora existam grupos que fazem usos ignorantes de conhecimentos diversos que são escondidos da população em geral.
Esses conhecimentos se tornaram ocultos graças a perseguição de idéias inovadoras, as pessoas criaram medo em relação ao assunto, tornando isso um tabu(qualquer assunto ou comportamento inaceitável ou proibido em uma determinada sociedade), o que gerou a distorção dos conceitos expressados dentro das filosofias que saiam do senso comum, permitindo que atrocidadades como a inquisição(perseguição de pessoas que desafiavam os conceitos estabelecidos pelas elites)  acontecesse.

Os Mágicos

Os Cientistas