terça-feira, 4 de setembro de 2012

Mosteiro católico na Terra Santa é incendiado e pichado com blasfêmias em hebreu


ROMA, 04 Set. 12 / 04:43 pm (ACI/EWTN Noticias).- Um grupo de desconhecidos, que poderia ser de extremistas judeus, queimou nesta madrugada a porta da abadia trapense (católica) de Latrún, localizada perto de Jerusalém, e deixaram algumas blasfêmias pintadas em hebreu.
Conforme assinala a agência Efe, os monges católicos acordaram na madrugada e encontraram a porta da entrada em chamas, e viram umas frases escritas em hebreu aonde se lia "Jesus é um burro" e "Ramat Migrón", em referência à colônia judia no território palestino ocupado da Cisjordânia desalojada no domingo pelas autoridades israelenses.
Depois do ataque, assinala a BBC, a polícia de Israel começou uma investigação para encontrar os responsáveis pelo atentado ao mosteiro localizado em território palestino a 15 quilômetros de Jerusalém.
As autoridades investigam se o ataque foi cometido por colonos judeus extremistas, como vingança pela expulsão de mais ou menos 300 pessoas do assentamento da Cisjordânia, "Ramat Migrón", que segundo a rede britânica "converteu-se em todo um emblema para os grupos de linha dura que se opõem a qualquer retirada da Cisjordânia".
A respeito, o Patriarca Latino de Jerusalém, Arcebispo Fouad Twal, assinalou em um comunicado que se sente "indignado pela brutalidade dos atos vergonhosos que danificam lugares cristãos em Israel e ofendem a figura de Cristo, filho da Terra Santa".
Conforme assinala a agência SIR dos Bispos italianos, o Patriarcado condena qualquer tentativa de "criar divisões entre as comunidades" e alenta "ao respeito, à tolerância: valores que testemunham a grandeza humana".
Por sua parte, a Assembleia dos Ordinários (Bispos) Católicos de Terra Santa (AOCTS), questiona em uma nota "por que os cristãos ainda estão na mira? O que está acontecendo na sociedade israelense ao ponto de que os cristãos sejam os bodes expiatórios de tal violência?".
"Os que deixaram as pichações com frases de ódio expressaram raiva pelo desalojamento de assentamentos judeus ilegais na Cisjordânia. Mas por que se enfurecem contra os cristãos e seus lugares de culto? Que tipo de desprezo para com os cristãos é ensinado nas escolas e nas próprias casas?"
Entre os que condenaram o ataque estão a Organização para a Liberação da Palestina (OLP), o primeiro-ministro israelense, Benjamim Netanyahu, e o ministro da defesa, Ehud Barak.
Em fevereiro passado, o Mosteiro da Santa Cruz de Jerusalém, construído no lugar onde segundo a tradição cresceu a árvore da qual se extraiu a madeira para a cruz de Cristo, também foi profanado com frases de "Morte aos cristãos" pichadas.
Os Bispos Católicos da Terra Santa também se perguntam a razão pela qual "os culpados não são encontrados e levados à justiça? Chegou o momento para que as autoridades atuem para pôr fim a esta violência insensata e se garanta o ensino do respeito nas escolas".

Desenho animado que mostrará um “segundo Filho de Deus” é condenado por cristãos




Nos Estados Unidos, foi noticiado que o ator Ryan Reynolds fará numa participação no especial de Natal do seriado de animação “Uma Família da Pesada”, da Fox. Ele irá interpretar “o outro filho de Deus”, do qual nunca ouvimos falar, uma espécie de precursor de Jesus.
O produtor-executivo da série de animação, Mark Hentemann, explicou que seria “uma tentativa anterior de Deus fazer uma concepção imaculada. Seu primeiro filho, que não deu muito certo”.
Ryan Reynolds já apareceu interpretando ele mesmo na temporada passada do seriado escrito e dirigido por Seth MacFarlane. Desta vez ele apenas dublará o personagem divino que não teve seu nome divulgado. O seriado Family Guy está em sua 11ª temporada e já causou polêmicas com a aparição de Jesus em alguns episódios, sendo representado num deles como um homem negro.  Por causa de seu humor ácido e sempre criticando a religião, gerou inúmeras críticas. No ano passado, o programa foi acusado de fazer uso insensível de violência doméstica.
O movimento cristão Conselho de Pais pela Televisão já advertiu que praticamente todos os episódios são “inundados de referências sexuais obscenas ou temas considerados tabus, como a bestialidade, incesto e pedofilia. Ele também usa linguagem profana e conteúdo ofensivo”.
No início deste ano, um episódio chamou os adventistas de loucos, gerando críticas dessa denominação.
A série mostra um pai carinhosamente ignorante, Peter Griffin (Seth MacFarlane), e sua família de classe média. Lois (Alex Borstein) é esposa de Peter, uma dona de casa sem paciência para lidar com a família. Eles tem 3 filhos: a adolescente Meg (Mila Kunis) de 17 anos, Chris (Seth Green) de 13 anos e Stewie (MacFarlane) um bebê inteligente e maligno. A família também conta com Brian (MacFarlane), um cão falante. A estreia da nova temporada vai ao ar 30 de setembro.
Assista:

Mulheres acusadas de bruxaria são obrigadas a viver em campos de refugiados


Mulheres acusadas de bruxaria são obrigadas a viver em campos de refugiadosMulheres acusadas de bruxaria são obrigadas a viver em campos de refugiados
Samata Abdulai, aos 82 anos, foi forçada a abandonar o seu povoado para viver no campo de Kukuo. O destino desta mulher idosa mudou após um de seus irmãos acusá-la de ser a bruxa responsável pela morte de sua filha, supostamente por causa de uma maldição lançada por Abdulai.
Hoje ela é mais uma moradora dos “campos de bruxas” de Gana, mas essa tradição é um costume em várias partes da África, onde são colocadas as pessoas acusadas de fazer uso de magia negra.
Um desses campos é Kukuo, que reúne cerca de mil mulheres vivendo em barracos cheios de goteiras, sem acesso a eletricidade, esgoto ou água encanada. Para apanhar água, as “bruxas” do local precisam andar cerca de 5 km diariamente até um rio.
A vida da viúva Abdulai era bem diferente quando ela vivia no vilarejo de Bulli, distante dali a cerca de 40 km. Ela vendia roupas de segunda mão e cuidava de suas netas gêmeas, enquanto sua filha trabalhava nas plantações de algodão.
Um relatório divulgado recentemente pela ONG ActionAid afirma que mais de 70% das moradoras do campo de Kukuo foram acusadas de feitiçaria e expulsas de suas aldeias. Após a morte dos seus maridos elas não tinham ninguém para protegê-las. Porém, muitos acreditam que as acusações de bruxaria são, na verdade, uma forma disfarçada de a família ficar com os bens da viúva.
“Os campos são uma manifestação dramática da condição da mulher em Gana”, afirma Dzodzi Tsikata, professor da Universidade de Gana. ”Essas idosas viram presas fáceis quando deixam de ser úteis à sociedade.”
Para o Songtaba, um grupo que luta pelos direitos das mulheres, as mulheres de opinião forte rapidamente se tornam vítimas de acusações de feitiçaria. “A expectativa cultural é que as mulheres sejam submissas, então, quando elas começam a dar muitas opiniões ou serem bem-sucedidas em seu ramo, passam a ser acusadas de estar possuídas por maus espíritos”, explica o acadêmico.
Qualquer comportamento fora dos padrões também pode ser interpretado como evidência posse por espíritos. “Nas comunidades tradicionais, não há compreensão real do que seja depressão ou demência”, diz o doutor Akwesi Osei, psiquiatra-chefe do serviço de saúde de Gana. Ele acredita que a maioria das mulheres desses campos apresentou algum tipo de doença mental.
O governo de Gana vê os campos como uma mancha na reputação de uma das nações mais democráticas e economicamente vibrantes da África. Por isso, no ano passado, afirmou que tomaria medidas para acabar o quanto antes com os seis existentes atualmente. Mas enviar as mulheres de volta para suas aldeias de origem agora seria uma decisão perigosa.
“Temos que trabalhar muito com as comunidades para que possam voltar sem serem linchadas ou novamente acusadas, se, por exemplo, uma vaca pula uma cerca e derruba alguma coisa”, afirmou a diretora da ActionAid em Gana,  Adwoa Kwateng-Kluvitse. Em sua opinião, isso pode levar entre 10 e 20 anos.
Por enquanto, mulheres como Samata Abdulai continuam seguindo a tradição ao chegarem nos campos. Elas precisam oferecer uma galinha como oferenda ao chefe religioso. O sacerdote idoso murmura algumas palavras e depois corta a garganta da ave.
Se a ave cair de costas, isso demonstra que a “bruxa” é inocente e está pronta para ser purificada com uma espécie de água benta. Do contrário, a “bruxa” precisa beber uma poção com efeito purificador, feita com sangue de galinha, crânio de macacos e terra.
Mas, para o ritual de exorcismo funcionar, a mulher não pode ficar doente nos próximos sete dias. Se ficar, tem de tomar a poção novamente.
Mas isso não significa que Samata pode ir para casa. Mesmo que ela seja inocente, as crenças que a condenaram a uma vida de exílio estão arraigadas tão profundamente que ela nunca conseguiria viver em segurança novamente.
“Quando você é acusada de praticar bruxaria, perde a dignidade. Sinceramente, tenho vontade de acabar com a minha vida… Fiquei confusa e temerosa, pois sabia que era inocente. Mas também sabia que, ao ser considerada uma bruxa, minha vida passou a correr perigo. Por isso, não perdi tempo, juntei as minhas coisas e fugi do povoado”, contou ela à rede BBC.
Sua maior tristeza é que nunca mais verá os netos novamente. ”Eu me preocupo com quem vai cuidar dos gêmeos”, diz ela em voz baixa. ”Eu era a única que lhes dava banho e colocava na  cama. Quem vai fazer isso agora?”, finaliza.
Traduzido de BBC via http://noticias.gospelprime.com.br

Anúncio cristão associa pedofilia ao homossexualismo e causa polêmica


Anúncio cristão associa pedofilia ao homossexualismo e causa polêmicaAnúncio cristão associa pedofilia ao homossexualismo e causa polêmica
O Fórum Permanente Pernambuco Pró-Vida (FPP-PV) é ligada ao grupo Javé, Nossa Justiça, uma organização que se denomina cristã, “ aberta a todos que professam a fé em Jesus Cristo”. Sua página na Internet afirma que seu objetivo é lutar contra os abusos do turismo sexual em Pernambuco, praticar e estimular a caridade, divulgar e estimular o conhecimento do evangelho e apoiar as boas causas em comunhão com a doutrina cristã.
Mas sua nova campanha está gerando polêmica no Estado. O motivo é uma propaganda veiculada esta semana que está causando revolta entre os internautas nas redes sociais.
Junto ao slogan ‘Pernambuco não te quer’, a propaganda equivale o homossexualismo a crimes como exploração sexual de menores, pedofilia, turismo sexual e prostituição.
Isso revoltou muitos ativistas LGBT, que usaram o Twitter e Facebook para expressar suas críticas. Na página do perfil Pró-Vida no Facebook, uma postagem pede: “Lute contra a pedofilia, exploração sexual de menores, prostituição, e a proliferação do homossexualismo! Junte-se a nós! Lute pela vida e pelos valores cristãos”. Como o grupo se denomina cristão, logo começou o embate entre os evangélicos e os que os acusam de homofobia.
Há centenas de mensagens com críticas e foi pedido, inclusive, a denúncia do grupo ao Ministério Público com as acusações de crime de homofobia e incitação ao ódio.
Os jornais impressos de Pernambuco que publicaram o anúncio estão sofrendo pressão, com dezenas de pedidos de retratação pela veiculação da mensagem. Por esse motivo, o termo “Recife” ficou entre os temas mais comentados do Twitter nesta terça-feira.
O jornal Folha de Pernambuco já divulgou pelo Twitter e Facebook uma nota em que afirma que essa não é a sua posição: “Com referência ao anúncio publicitário autorizado e pago pelo Instituto Pró-Vida PE, publicado na edição de segunda-feira, dia 3 de setembro, a Folha de Pernambuco afirma que o seu conteúdo de forma alguma reflete a opinião do Jornal. Ao longo dos seus 14 anos, a Folha vem construindo e mantendo uma relação de respeito junto aos seus leitores, focado na promoção dos direitos humanos, inclusive da comunidade LGBT, com quem o jornal mantém diálogo constante”.
Alheio à polêmica, o grupo também lançou uma campanha contra o aborto e emitiu um “alerta” à população para a escolha de seus candidatos. A sugestão é que “cada cidadão procure conhecer o que pensa e como age seu escolhido em relação ao aborto, ao turismo sexual, e outros temas contra os valores cristãos”.

Justiça determina indenização a evangélico obrigado a assistir a pornô


Justiça determina indenização a evangélico obrigado a assistir a pornôJustiça determina indenização a evangélico obrigado a assistir a pornô
O Tribunal Superior de Trabalho (TST) manteve a decisão de que um funcionário da Companhia de Bebidas das Américas (Ambev) da filial de Curitiba (PR) deve ser indenizado por danos morais por ter sido obrigado a assistir filmes pornôs.
Casado e evangélico o funcionário ficou por dois anos tendo que assistir shows de stripper e filmes de conteúdo adulto a mando de seu gerente que usava desses artifícios para alavancar o cumprimento das metas da equipe.
Na ação que foi movida contra a empresa, o funcionário alega que por vezes chegou a ser amarrado em sua cadeira para poder participar dessas atividades. Diante desses relatos a Justiça fixou em R$50 mil o valor da indenização por ele ter passado por situações constrangedoras e vexatórias.
Julgado como procedente em favor do funcionário em primeira e segunda instância, a Ambev recorreu ao TST na tentativa de ter o valor da multa ajustado, pois para eles a indenização é desproporcional ao dano sofrido, mas o relator do processo, ministro Brito Pereira, considerou que as decisões apresentadas no recurso eram inespecíficas.
De acordo com o site G1 as estratégias do supervisor já eram conhecidas pelo Ministério do Trabalho, e a empresa até precisou firmar um Termo de Ajuste de Conduta junto ao órgão para que tais práticas consideradas desrespeitosas não voltassem a acontecer.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Soldados se convertem ao catolicismo em linha de combate graças a carismático sacerdote


Pe. Francisco Muñoz
MADRI, 03 Set. 12 / 02:33 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Pe. Francisco Muñoz, capelão da Brigada Paraquedista espanhola destacada no Afeganistão, vai celebrar 35 batismos, comunhões e crismas nos próximos meses entre os militares espanhóis. Ao ser perguntado sobre este ato respondeu com humildade: "Sou um sacerdote muito normal. Isto também faz qualquer padre de povoado".
Oriundo de Ribera del Fresno, na Extremadura, e capelão desde 1983, o Pe. Francisco se tornou capelão militar faz doze anos. "Eu sempre quis ser missionário, monge ou mártir, e fiquei em militar, que também começa por 'm' e tenho algo dos três", relata desde a província afegã de Badghis.
Conforme informou o jornal espanhol El Mundo, o sacerdote é conhecido entre os militares por seu grande carisma e capacidade para chegar ao próximo. "Deus me deu o dom da simpatia", limita-se a responder.
Esta capacidade de "ser simpático" lhe ajudou a conseguir faz quatro anos, que 37 soldados, também no Afeganistão, se batizassem e recebessem a Comunhão. E faz dois anos, quando esteve no Líbano, foram cinquenta e cinco os que mostraram sua fé.
Nesse sentido, o capelão rechaça que na Espanha haja uma crise de fé. Indicou que o problema está na forma de chegar às pessoas, pois "o espanhol normal é discretamente religioso (…), e aqui, no Afeganistão, há mais tempo para refletir".
Uma anedota lhe ocorreu no ano passado devido ao seu afã de converter mais pessoas. Aos seus 54 anos o Pe. Francisco fez o curso de paraquedista porque um militar lhe prometeu batizar-se se ele fizesse o curso. "Foi uma experiência religiosa porque se reza muito", recorda com humor ao referir-se às aulas nas quais inclusive terminou machucado.
"Tem que ser um "descerebrado" para fazer o curso com essa idade", afirmou, e recordou que ao terminar o curso, disse ao militar: "Se você já tem fé ou não, não me importa, mas agora você vai se batizar!".

“Todos os Caminhos vão dar a Roma”, testemunho de um ex pastor protestante e de sua esposa.


O livro “Todos os Caminhos vão dar a Roma” foi editado em Portugal e narra o processo de conversão do casal Scott e Kimberly Hahn ao Catolicismo. Scott Hahn era um pastor protestante de grande ativismo e dedicado nos estudos bíblicos que passou por um duro processo de conversão onde a Santa Missa e a Eucaristia tiveram papel central. Depois de convertido ainda viveu anos com sua esposa sem que esta abraçasse a verdade Cristã do Catolicismo.
***
Ainda falando sobre o Scott Hahn, a leitura do “Todos os caminhos vão dar a Roma” (DIEL, 5ª Edição, Lisboa, 2005) revelou-me uma coisa interessante e completamente inusitada: a primeira aproximação que o casal Hahn teve da Doutrina Católica foi justamente num dos temas mais controversos e impopulares mesmo entre os que se dizem católicos: o controle de natalidade. Quando ainda eram protestantes, os dois renderam-se à força dos argumentos católicos sobre o assunto! Vale muitíssimo a pena transcrever – embora longas – as passagens mais relevantes desta narrativa:
Scott: Perguntei-lhe [a Kimberly, sua esposa] que coisa era essa tão interessante que tinha descoberto sobre a contracepção. Disse-me que até 1930 a posição de todas as Igrejas Cristãs em relação a este tema tinha sido unânime: a contracepção estava mal em qualquer circunstância.
O meu argumento foi:
- Se calhar demoraram todo esse tempo a libertarem-se dos últimos vestígios do catolicismo.
A Kimberly avançou um pouco mais:
- Mas sabes que razões eles dão para se oporem ao controlo de natalidade? Têm argumentos mais sérios do que possas pensar.
Tive que admitir que não conhecia as suas razões. A Kimberly perguntou-me se estava disposto a ler um livro sobre o tema e deu-me “O controle da natalidade e a aliança matrimonial”, de John Kippley (obra que foi posteriormente revista e intitulada O sexo e a aliança matrimonial). Eu era um especialista em teologia da Aliança e pensava que tinha lido todos os livros em que a palavra aliança figurava no título; por isso, descobrir um que não conhecia espicaçou-me a curiosidade.
Vi-o e pensei: Editorial Litúrgica? Este tipo é um católico! Um papista! O que é que anda a fazer a plagiar a noção protestante da aliança? Senti ainda mais curiosidade por ver o que dizia. Sentei-me a ler o livro. Pensei: “Isto não está certo. Não pode ser… O que este tipo diz faz sentido”. Demonstrava que o casamento não é um mero contrato, envolvendo apenas um intercâmbio de bens e serviços. O casamento é sobretudo uma aliança que implica um intercâmbio de pessoas.
O argumento de Kippley era que qualquer aliança tem um ato pelo qual se consuma e se renova; e que o ato sexual dos cônjuges é um ato de aliança. Quando a aliança matrimonial se renova, Deus utiliza-a para dar nova vida. Renovar a aliança matrimonial e usar contraceptivos para evitar uma potencial nova vida seria tanto como receber a Eucaristia para a seguir a cuspir no chão.
Kippley prosseguia dizendo que o ato conjugal demonstra de modo único o poder doador de vida do amor na aliança matrimonial. Todas as outras alianças mostram e transmitem o amor de Deus, mas só na aliança conjugal o amor é tão real e poderoso que comunica a vida.
Quando Deus fez o ser humano, homem e mulher, o primeiro mandamento que lhes deu foi o de serem fecundos e se multiplicarem. Era assim uma imagem de Deus: Pai, Filho e Espírito Santo, três em um, a família divina. De maneira que quando “os dois se fazem um” na aliança matrimonial, o “um” torna-se tão real que nove meses depois podem ter que lhe dar um nome! O filho encarna a unidade da sua aliança.
Comecei a compreender que sempre que a Kimberly e eu realizávamos o ato conjugal, realizávamos algo sagrado; e que cada vez que frustrávamos o poder de dar vida do amor com a contracepção, fazíamos algo profano (tratar algo sagrado de forma comum profana-o, por definição).
[...]
Foi então que descobri que todos os reformadores – Lutero, Calvino, Zwinglio, Knox, e todos os outros – tinham mantido sobre esta questão a mesma posição que a Igreja Católica. Isso perturbou-me ainda mais. A Igreja Católica era a única Igreja Cristã em todo o mundo que tinha a valentia e a integridade de ensinar esta verdade tão impopular.
[...]
Kimberly: O pequeno grupo [do trabalho do seminário] que teve que se debruçar sobre a contracepção reuniu-se brevemente no primeiro dia ao fundo da sala. Um autonomeado líder observou:
- Não temos que considerar a posição católica, porque só há duas razões pelas quais os católicos se opõem à contracepção: a primeira é que o Papa não se casa, e por isso não tem que viver com as consequências; e a segunda é que querem encher o mundo de católicos.
- São essas as razões que apresenta a Igreja Católica? – interrompi – Não acredito.
- Então porque é que não estudas o assunto?
- De acordo.
E assim fiz.
Em primeiro lugar, considerei a natureza de Deus e de que forma nós, como membros do casal, estávamos chamados a ser Sua imagem. Deus – Pai, Filho e Espírito Santo – criou o homem e a mulher à Sua imagem, e abençoou-os na aliança matrimonial com o mandato de crescerem e se multiplicarem, enchendo a terra e dominando toda a criação para glória de Deus (cf. Gen. 1, 26-28). A imagem à imitação da qual o homem e a mulher foram criados é a unidade das três Pessoas da Trindade que se entregam totalmente umas às outras numa plena autodoação de amor. Deus reafirmou este mandato da criação na Aliança com Noé e sua família, dando-lhes o mesmo mandamento de serem fecundos e se multiplicarem (cf. Gen. 9, 1 ss). Deste modo a existência do pecado não alterou o apelo dirigido aos casais para serem imagem de Deus através da procriação.
São Paulo esclareceu que, no Novo Testamento, o casamento foi elevado à categoria de imagem da relação entre Cristo e a Igreja (nesse momento não fazia a menor ideia que o casamento fosse atualmente um sacramento). E pelo poder de dar vida próprio do amor, Deus capacitava os esposos para refletirem a imagem de Deus na medida em que a unidade dos dois se convertia em três. A minha questão era a seguinte: O nosso uso do controle da natalidade – que intencionalmente restringe o poder doador de vida do amor, ao mesmo tempo que se goza a unidade e o prazer que dá o ato conjugal – permite que o meu marido e eu reflitamos a imagem de Deus numa total autodoação de amor?
Em segundo lugar, examinei o que a Escritura diz sobre as crianças. O testemunho da Bíblia era arrasador! Todos os versículos que se referiam às crianças, consideravam-nas sempre e só como uma bênção (Sal. 127, 128). Não havia um só provérbio que advertisse que não valia a pena afrontar as despesas que um filho significa. Não havia qualquer bênção para os esposos que adiassem o mais possível a chegada dos filhos, nem para o casal que estivesse o número correto de anos sem filhos antes de assumir o encargo que as crianças representam, nem para o casal que planeasse cada concepção. Tudo isto eram ideias que eu tinha aprendido nos meios de comunicação social, na escola pública ou com a vizinhança, mas não tinham nenhum fundamento na Palavra de Deus.
Na Escritura, a fertilidade é apresentada como algo que se deve apreciar e celebrar, não como uma doença que se deve evitar a todo custo. E embora não tivesse encontrado nenhum versículo que falasse negativamente das pessoas com famílias pequenas, à luz de numerosas passagens bíblicas, não havia dúvida de que as famílias grandes pareciam ter recebido de Deus uma graça maior. Era Deus que abria e fechava o ventre, e quando Ele dava a vida isso era sempre considerado como uma bênção. Em última instância, o que Deus desejava dos fiéis era “uma prole piedosa” (Mal. 2, 15). As crianças eram descritas como “flechas nas mãos de um guerreiro…, bendito o homem cuja aljava está cheia” [cf. Sl 126, 4-5]. Quem iria à batalha apenas com duas ou três flechas se pudesse ir com a aljava cheia? A minha questão era a seguinte: o nosso uso do controle da natalidade refletia o modo como Deus via as crianças ou o modo como as via o mundo?
Em terceiro lugar punha-se a questão do domínio de Jesus Cristo. Como protestantes evangélicos, o Scott e eu tomávamos muito a sério o domínio de Cristo sobre as nossas vidas. No aspecto monetário pagávamos o dízimo regularmente, sem nos importarmos que os nossos fundos fossem escassos, porque queríamos ser bons administradores do dinheiro que Deus nos tinha confiado. Uma e outra vez vimos como o Senhor supria às nossas necessidades com mais do que nós Lhe tínhamos dado. Em termos de tempo, observávamos o Dia do Senhor, pondo de parte o estudo, que era o nosso trabalho, mesmo que tivéssemos exames à segunda-feira. Muitas vezes o Senhor nos premiou por esse dia de descanso, e sempre tivemos excelentes resultados nos exames que fizemos à segunda-feira. Em termos de talentos, aceitávamos que devíamos estar sempre disponíveis para servir Deus com o nosso apostolado e acrescentávamos com gosto obras de serviço ao trabalho abundante do estudo. Ver vidas abençoadas como resultado desse apostolado fortaleceu enormemente a nossa fé e o nosso casamento.
Mas, e os nossos corpos? A nossa fertilidade? O domínio do Senhor estendia-se até aí? Li então em I Cor 6, 19-20: “… não vos pertenceis. Fostes comprados a grande preço. Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo”. Talvez fosse uma atitude mais americana do que religiosa pensar na fertilidade como algo que podemos controlar como muito bem nos parecer. E eu perguntava-me: o uso que fazemos do controlo da natalidade, demonstra uma fiel vivência do domínio de Jesus Cristo?
[...]
No fundo, sabia bem com que é que estava a lutar: com a autêntica soberania de Deus. Só Deus conhecia o futuro e qual era o melhor modo de formarmos a nossa família com a prole piedosa que Ele desejava que tivéssemos. Certamente, Ele já tinha dado provas de ser digno de confiança de muitos outros modos. Sabia que podíamos confiar em que nos daria a fé que necessitávamos para lhe confiar este aspecto da nossa vida, e para nos dar a confiança de que esta visão fazia parte do Seu plano para nós, e que verteria o Seu amor em nós, e através de nós, em todas as preciosas almas que nos quisesse confiar. Aliás, conhecia muitos casais no seminário que “planeavam” a chegada das crianças, para descobrirem depois que afinal o calendário de Deus era diferente do deles.
[...]
Kippley fazia a seguinte comparação: tal como acontecia na Roma antiga, em as pessoas participavam num banquete e depois iam vomitar o alimento que acabavam de ingerir (para evitar as consequências dos seus atos), o mesmo se passa com os esposos que celebram um banquete no ato conjugal mas se opõem ao poder de dar vida que tem o ato de renovação da sua aliança. Esta ações são contrárias à lei natural e à aliança entre os esposos.
Da perspectiva de Kippley, que era a perspectiva da Igreja Católica, o fim primordial do ato matrimonial era a procriação dos filhos. Quando um casal impede esse fim intencionalmente, atua contra a lei natural. Subverte a renovação da sua própria aliança matrimonial, convertendo numa mentira o compromisso dos esposos de se entregarem totalmente um ao outro.
Agora compreendia por que razão a Igreja Católica se opunha à contracepção. Mas o que dizer dos métodos de planejamento familiar natural? Não eram simplesmente a versão católica do controle da natalidade?
Primeira Epístola aos Coríntios (7, 4-5) fala de períodos de tempo nos quais os esposos poderiam abster-se de manter relações sexuais para se dedicarem à oração, reatando depois as suas relações, não deixando a Satanás nenhum resquício por onde entrar no seu casamento. Lendo aHumanae Vitae cheguei a apreciar o equilíbrio da Igreja relativamente à contracepção. Havia uma forma religiosa de se levar a cabo o ato conjugal e de ser prudente em circunstâncias graves, praticando a abstinência durante períodos de mútua fertilidade.
Tal como a comida – em que podia haver temporadas nas quais o jejum fosse útil – de modo similar podia haver períodos nos quais o “jejum” do ato conjugal, por razões meditadas na oração, pudesse ser útil. Contudo, a não ser por milagre, ninguém poderia sobreviver se jejuasse a maior parte do tempo. Igualmente, os métodos naturais de planejamento familiar eram uma receita para momentos difíceis, não uma vitamina quotidiana para a saúde geral.
[op. cit., pp 43-45. 50-56]
***
Fica, assim, o testemunho do valor da Doutrina Católica, cujos argumentos, de tão claros, conseguiram convencer até mesmo dois protestantes ferrenhamente anti-católicos. Não deixa de ser profundamente irônico que, enquanto existem católicos rejeitando os ensinamentos da Moral da Igreja, dois protestantes tenham se preocupado em defendê-los. Não posso deixar de me lembrar da passagem do Evangelho (Lc 19, 39-40), onde Jesus disse que as pedras falariam se os discípulos se calassem; não consigo deixar de achar que é algo extremamente eloquente que Deus tenha suscitado protestantes para defenderem a Doutrina Católica quando os católicos se envergonham dela.
Fonte: Deus lo Vult

Universidade rejeita acusações contra estudo que revela drama da “paternidade” gay.




Depois de uma pesquisa oficial, a Universidade do Texas em Austin (Estados Unidos) rejeitou as acusações de má conduta científica realizada por um ativista homossexual contra o professor de sociologia Mark Regnerus, logo depois da publicação de um estudo no qual encontrou resultados negativos na vida de crianças cujos pais eram casais do mesmo sexo.
O responsável de integridade da pesquisa da universidade, Robert Peterson, indicou que “revisou cuidadosamente” toda a informação disponível, e discutiu o caso com outros membros da mesa de pesquisa.
“Concluí que o professor Regnerus não cometeu má conduta científica”, assinalou em um memorando dirigido às autoridades da universidade, em 24 de agosto.
O estudo de Regnerus recolheu informação do Estudo de Novas Estruturas Familiares, que examinou os resultados da vida de 3000 americanos entre 18 e 39 anos.
Regnerus encontrou que os lares encabeçados por pais de qualquer sexo, que estão comprometidos em relações homossexuais, mostram grande instabilidade.
O estudo descobriu diferenças “estatisticamente significativas” em 25 dos 40 resultados, entre crianças que cresceram com pais casados, de sexos opostos, e aquelas que cresceram com uma relação que tinha uma mãe envolvida em uma relação homossexual.
As crianças de lares com relações homossexuais femininas mostraram mais problemas de saúde física e mental, mais instabilidade nas relações românticas, e uma média inferior de ganhos econômicos ao alcançar a vida adulta.
Estas pessoas também mostraram altos níveis de desemprego, vício ao cigarro, necessidade de assistência pública…
O ativista e blogueiro Scott Rose denunciou a Regnerus por supostas violações éticas, em uma carta remetida ao presidente da Universidade do Texas, Bill Powers. As autoridades universitárias se reuniram com Rose para dialogar sobre suas acusações.
Entretanto, Robert Peterson assinalou que “nenhuma das acusações de má conduta científica realizadas por Rose foi fundamentada, já seja por informação física, materiais escritos ou informação provida durante as entrevistas”.
“Muitas das acusações estiveram expressamente fora do âmbito da pesquisa”, indicou.
Peterson disse que Rose achava que a pesquisa de Regnerus tinha “graves deficiências” e “inferiu que poderia haver má conduta científica”.
“De qualquer forma, não há evidencia para apoiar essa inferência”, indicou.
Peterson acrescentou que qualquer problema com a pesquisa e a análise de Regnerus deveria ser deixado aos debates acadêmicos e futuras pesquisas.
Por sua parte, David Hacker, advogado principal do grupo de liberdade religiosa Alliance Defending Freedom, elogiou o resultado da pesquisa.
“As universidades dos Estados Unidos devem servir sempre para buscar a verdade, mercados de ideias livres”, disse em 29 de agosto.
“Discrepar com as conclusões de um estudo não é campo para denúncias de má conduta científica; portanto não estamos surpreendidos de que essas acusações fossem declaradas sem fundamento”.
A pesquisa envolveu um tempo e esforço significativo. Toda a informação dos computadores de Regnerus, incluindo seu correio eletrônico e documentos foram sequestrados.
A universidade criou um grupo de membros principais da faculdade para assessorar o processo de pesquisa, e a universidade manteve um consultor experiente independente, para monitorar a pesquisa.
As autoridades pesquisadoras entrevistaram tanto a Regnerus como a Rose. As entrevistas foram gravadas e transcritas por um jornalista da corte, revelou o memorando do Peterson.
O diretor e vice-presidente da Universidade, Steven Leslie, disse que aceitou a conclusão de Peterson, de que não há evidência de má conduta, em um memorando de 28 de agosto.
“Consequentemente, o caso está fechado”, disse Leslie.
O relatório inicial sobre as descobertas de Regnerus gerou a reação do lobby gay. A Campanha de Direitos Humanos e a Aliança de Gays e Lésbicas contra a Difamação criticaram o relatório da pesquisa.
Um grupo de 18 cientistas sociais assinaram uma declaração de apoio a Regnerus em junho. Eles admitiram que seu estudo tem limitações, mas eles consideraram que muitas das críticas contra ele eram “injustificadas”.
Em uma entrevista dada a EWTN News em 12 de junho, Regnerus disse que começou seu projeto “sem ideia do que a informação revelaria”.
Em seu anúncio da pesquisa em junho, Regnerus disse que sua descoberta “mais significativa” é “discutivelmente que as crianças parecem mais aptas para ter êxito como adultos quando passam suas vidas com seu pai e mãe casados, e especialmente quando os pais permanecem casados até a atualidade”.

Em filme que aborda o fanatismo, devota se masturba com crucifixo



Paradies: Glaube mostra o gozo do fanatismo religioso
O cineasta austríaco Ultrich Seidl está apresentando no Festival de Veneza 2012, que começou na quarta-feira (29), o Paradies: Glaube (Paraíso: fé), um filme que aborda o fanatismo religioso.

Na cena que mais tem chamado a atenção dos críticos e público, a personagem Annamaria (Maria Hofstätter) obtém orgasmo com um crucifixo. Em seu quarto, ela tira o símbolo católico da parede, acaricia-o, beija-o, acaricia-o de novo, mais uma vez, outra vez, de novo, sempre com mais intensidade, até se masturbar com o objeto, cena que o filme mostra sob as cobertas.

A auxiliar de raio x Annamaria acentua a sua devoção após o fracasso do seu relacionamento com Nabil Saleh, imigrante egípcio muçulmano que não tolera o cristianismo. "Ela é uma mulher decepcionada com o amor, com os homens e frustrada sexualmente", disse Seidl. "Sente um vazio interior."

Annamaria se dedica a rodas de oração e à visita de imigrantes para tentá-los convertê-los ao catolicismo. Ela se açoita, anda de joelhos e se fere com instrumentos cortantes.

Paradies: Glaube compõe uma trilogia com Paradise: love e Paradise: hope. No Brasil, o filme foi acusado por pelo menos um crítico de ser apelativo, mas sem se dar conta de que apelativo mesmo é o fanatismo religioso.

Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2012/08/filme-aborda-o-fanatismo-religioso.html#ixzz25Snaw3nt

Os Segredos do Ocultismo


Você é o universo!
Este brilhante documentário da Discovery deixa claro e com evidências que a ciência nasceu da espiritualidade e de todo um processo de evolução e estudos em torno do ocultismo.

Este é de longe o melhor e mais completo documentário sobre a história do ocultismo.

Oculto significa escondido, não é algo satânico, embora existam grupos que fazem usos ignorantes de conhecimentos diversos que são escondidos da população em geral.
Esses conhecimentos se tornaram ocultos graças a perseguição de idéias inovadoras, as pessoas criaram medo em relação ao assunto, tornando isso um tabu(qualquer assunto ou comportamento inaceitável ou proibido em uma determinada sociedade), o que gerou a distorção dos conceitos expressados dentro das filosofias que saiam do senso comum, permitindo que atrocidadades como a inquisição(perseguição de pessoas que desafiavam os conceitos estabelecidos pelas elites)  acontecesse.

Os Mágicos

Os Cientistas


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

O Segundo Filho de Deus: Em novo filme de Renato Aragão, Jesus fracassou e Didi irá substitui-lo em “contos bíblicos”

O Segundo Filho de Deus: Em novo filme de Renato Aragão, Jesus fracassou e Didi irá substitui-lo em “contos bíblicos” 

O humorista Renato Aragão, famoso pelo personagem Didi dos Trapalhões, vai estrelar um filme no qual viverá um suposto “filho de Deus”, enviado para cumprir a missão na qual Jesus teria falhado.

- Como Jesus veio à Terra e não conseguiu cumprir a sua missão, porque os homens não deixaram, Deus resolve mandar um segundo filho. Aí, sim, Ele cumpre a missão – explica Aragão sobre o roteiro do filme, segundo o site Padom.

A polêmica produção, intitulada “O Segundo Filho de Deus”, está sendo anunciada como tendo seu enredo será baseado em “contos bíblicos”, para contar a estória de que Jesus não cumpriu sua missão na terra, e por isso Deus envia o seu segundo filho para concluí-la.

Orçado em 8,1 milhões de reais, o filme será dirigido por Paulo Aragão, e será o 49º filme da carreira do comediante, que é também escritor, diretor e produtor.

Como escritor, Renato Aragão escreveu recentemente seu primeiro romance “Amizade Sem Fim”. Com claras alusões ao espiritismo, o livro conta história do jovem empresário Ely, que abre a mão de sua fortuna para empreender uma busca interior, recorrendo à regressão hipnótica, através da qual acaba descobrindo que numa de suas vidas passadas, foi amigo íntimo de Jesus Cristo.

- Até pensei em fazer regressão para escrever sobre o assunto com mais consciência, mas ficou só na vontade. No final das contas, pensei: ‘Ah, não vou entrar nessa não! – disse Renato sobre o livro.

Redação Gospel+

Enxame sísmico atinge a Califórnia e lembra hipótese do Big-One

Nas últimas 36 horas, o sul da Califórnia sofreu um verdadeiro bombardeio tectônico e registrou nada menos que 128 tremores de pequena e média magnitude. Apesar de os tremores serem comuns naquela região, o enxame sísmico chamou a atenção e lembrou que a região pode ser palco de um intenso terremoto a qualquer momento.

A incrível sequência de abalos teve início às 12h53 pelo horário de Brasília, com o registro de um tremor de 3.3 magnitudes localizado a 17 km do norte-nordeste da cidade de Indio. O segundo sismo ocorreu quase seis horas depois, quando outra ruptura de 2.5 magnitudes foi detectada a 5 km de Brawley.

Após esses dois tremores, todo o sul da Califórnia passou a tremer seguidamente, como se um verdadeiro bombardeio sísmico tivesse sido desencadeado a intervalos menores que 10 minutos.

Todos os tremores registrados até às 22h31 BRT eram de magnitude baixa, comuns naquela região. Nesse instante um evento mais forte, calculado em 5.3 magnitudes foi detectado na mesma localidade de Brawley, a apenas 12 km de profundidade.

A atividade sísmica permaneceu constante até ás 23h57, quando outro evento de magnitude 5.5 foi novamente registrado abaixo de Brawley.

Até a manhã desta segunda-feira o USGS, Instituto de Pesquisas Geológicas dos EUA, já havia computado pelo menos 128 tremores, a maior parte deles de média e baixa intensidade.
Apesar da atividade sísmica naquela região do Pacífico ser bastante comum, um enxame de tremores nessa quantidade foge aos padrões estatísticos. Normalmente, a falha de San Andreas - onde ocorreram os sismos - registra entre 4 e 12 tremores diariamente. Esse número pode atingir entre 30 e 50 quando ocorre um enxame sísmico.
Falha de San Andreas

A costa oeste dos EUA, especialmente a Califórnia, é um dos lugares com a maior atividade sísmica do planeta. É ali que se encontra a conhecida falha de San Andreas, uma gigantesca rachadura visível de 1300 km de extensão que marca os limites entre as duas maiores placas tectônicas do planeta: a placa norte-americana e a placa do Pacífico.

Apesar de não ser perceptível aos nossos olhos, naquela região a placa norte-americana desliza 14 mm por ano em sentido sudeste enquanto a placa do Pacífico se desloca em sentido oposto a 5 mm por ano. Vez por outra a resistência entre elas aumenta e a energia do movimento se acumula até ser repentinamente liberada. Esse deslizamento entre as placas causa grande instabilidade em todo o Estado da Califórnia e foi a causa do violento terremoto que abalou a cidade de São Francisco em 1906.

Big One: O Grande Abalo

De acordo com o Instituto de Pesquisas Geológicas dos EUA, USGS, o Estado da Califórnia tem 99% de chances de ser atingido nos próximos 30 anos por um grande terremoto superior a 6.7 graus e 46% de possibilidades para um tremor de 7.5 graus, que os habitantes locais chamam de "Big One", capaz de sacudir a cidade de Los Angeles com graves consequências.

Um levantamento realizado em 2008 mostrou a existência de mais de 300 falhas em todo o Estado da Califórnia.

Para os especialistas, se a região sofrer um abalo de forte intensidade, acima de 9.2 magnitudes, a energia liberada poderá ser suficiente para separar definitivamente parte d Califórnia do resto do continente americano.

Foto: No topo, imagem feita por radar de abertura sintética (SAR) mostra o reservatório de Crystal Springs, assentado exatamente entre as placas tectônicas do Pacífico e América do Norte. A represa armazena milhões de litros de água em uma das rachaduras provocadas pelo movimento entre as placas. Na sequencia, sismicidade na região do enxame. Cada pontinho representa um terremoto desde 1900. A estrela marca a localização do tremor de 5.5 magnitudes próximo à cidade de Brawley. Créditos: Nasa/Jet Propulsion Laboratory/USGS, Apolo11.com.

Fonte: http://www.apolo11.com

Igreja Católica faz campanha contra casamento gay.




O padre Peter Harris lê para a congregação uma carta da Igreja Católica com críticas ao casamento gay
Foto: Reuters / David Moir

O padre Peter Harris lê para a congregação uma carta da Igreja Católica com críticas ao casamento gayREUTERS / DAVID MOIR
LONDRES - Uma carta com duras críticas ao governo da Escócia por apoiar planos de legalizar o casamento gay será lida em todas as 500 paróquias do país neste domingo. Segundo o jornal "The Guardian", no documento, o Vaticano declara este 26 de agosto como o "domingo nacional do casamento" e pede aos políticos escoceses para "apoiar e não subverter o casamento".
O governo já se posicionou favoravelmente a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, mas afirmou que a Igreja não será obrigada a celebrá-los. A expectativa é que os políticos aprovem este ano uma lei que permitirá a partir de 2015 os casamentos civis entre homossexuais.
O cardeal Keith O'Brien, líder da Igreja na Escócia, interrompeu na semana passada as discussões sobre o tema com o primeiro-ministro, Alex Salmond. O'Brian, que descreveu recentemente o casamento gay como "uma subversão grotesca de um direito humano universalmente aceito", disse que o ensinamento da Igreja sobre o casamento é único, "a união de um homem e uma mulher".
- A partir desta carta, vamos anunciar a criação de uma comissão nacional para o casamento e da família, um corpo que será encarregado de promover a verdadeira natureza do casamento, que vai desenvolver uma presença online e produzir materiais e organizar eventos que irão ajudar as famílias católicas a apoiar e sustentar o casamento - afirmou O'Brien.
Em uma mensagem contundente, a carta vai destacar "profunda decepção com o governo escocês que decidiu redefinir o casamento e legislar para o casamento do mesmo sexo" da igreja.
A organização Equality Network, que faz campanha em apoio de casamento do mesmo sexo, ressaltou que os políticos devem se manter firme com os planos de legalização.
- É cada vez mais claro que a Igreja tem uma agenda anti-gay que quer impor ao resto da sociedade. Instamos o governo escocês para se manter firme nos planos para introduzir o casamento igual e não ceder às exigências que discriminam as pessoas LGBT - afirmou Tom French, coordenador da ONG.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/igreja-catolica-faz-campanha-contra-casamento-gay-na-escocia-5899826#ixzz24na9ngcp

Bento XVI: A falsidade é a marca do diabo.



VATICANO, 26 Ago. 12 / 09:35 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em suas palavras prévias à oração do Ângelus, junto aos fiéis reunidos em sua residência de Castel Gandolfo, o Papa Bento XVI recordou a traição de Judas, que permaneceu não por amor, mas por vingança, e cuja culpa mais grave "foi a falsidade, que é a marca do diabo".

O Santo Padre assinalou "Ele poderia ter ido embora, como fizeram os outros discípulos, ou melhor, deveria ter ido embora, se tivesse sido honesto. Porém, ficou com Jesus. Ficou não por causa da fé, nem por amor, mas com a intenção secreta de se vingar do Mestre. Por quê? Porque Judas se sentia traído por Jesus, e decidiu que, por sua vez, iria traí-lo".

"Judas era um Zelota, e queria um Messias vencedor, para guiar uma revolta contra os romanos. Mas Jesus tinha decepcionado essas expectativas. O problema é que Judas não foi embora, e sua culpa mais grave foi a falsidade, que é a marca do diabo".

O Papa indicou que por isso Jesus disse aos doze apóstolos que "um de vós é um diabo!".

Bento XVI assinalou que no Evangelho de hoje indica que muitos seguidores de Jesus se afastaram dele e deixaram de acompanhá-lo "porque não acreditaram nas palavras de Jesus que dizia: Eu sou o pão vivo descido do céu. O que comer deste pão viverá eternamente".

"Para eles esta revelação permanecia incompreensível, a entendiam em sentido material, enquanto que aquelas palavras preanunciavam o mistério pascal de Jesus, em que Ele daria a si mesmo pela salvação do mundo".

O Santo Padre recordou que depois Jesus se dirige aos apóstolos e lhes pergunta se eles também querem ir-se, "e como em outras situações, foi Pedro quem tomou a palavra e respondeu em nome dos doze: "Senhor, a quem iríamos nós? Tu tens as palavras de vida eterna. E nós cremos e sabemos que tu és o Santo de Deus".

Ao concluir, o Santo Padre pediu à Virgem Maria que "nos ajude a crer em Jesus, como São Pedro, e a ser sempre honestos com Ele e com todos".

Inscrições para a JMJ estarão abertas a partir do dia 28 de agosto




Rio de Janeiro, 27 Ago. 12 / 12:21 pm (ACI/EWTN Noticias).- Segundo o anúncio feito na página oficial da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio2013, as inscrições serão abertas na terça-feira, 28 de agosto. No dia seguinte haverá uma entrevista coletiva com o presidente do COL e Arcebispo do Rio Dom Orani João Tempesta e a Irmã Maria Shaiane Machado, encarregada do Setor Inscrições.

Para ajudar o peregrino com as inscrições a Organização da JMJ já havia lançado o Manual do Peregrino (que pode ser baixado aqui), e traz a informação básica necessária para as inscrições de individuos e grupos com uma ampla seção de perguntas e respostas.

Segundo a diretora do Setor de Inscrições da JMJ Rio2013, Irmã Maria Shaiane Machado, este será um dia significativo para a JMJ. "No momento da inscrição o grupo de peregrino poderá optar pelo tipo de pacote. Assim poderemos acolher o peregrino em suas necessidades". "A inscrição no portal oficial da JMJ Rio2013 representa uma pré-reserva. A confirmação da inscrição é o pagamento", explicou.

"O peregrino já pode optar pelo seu pacote e a JMJ está se organizando para acolhê-lo", disse também a Irmã Shaiane.

Desde o último dia 31 de julho, está disponível online o Manual de Inscrições de Peregrinos. Nele estão todas as orientações necessárias para preparar da melhor forma o grupo. As inscrições serão feitas em grupo por meio de um responsável (chamado de “responsável pelo grupo”). Além desse, haverá um “segundo responsável”. Para grupos mistos, preferencialmente um responsável masculino e um feminino.

Os valores têm variações, tanto da modalidade dos pacotes (que poderão ou não incluir alojamento e alimentação), quanto por classificação dos países. Para ajudar que peregrinos de países economicamente mais pobres possam participar das JMJs, eles são classificados nas classes A, B e C.

A classificação dos países e os tipos de pacotes definem os valores. Serão 21 tipos de pacotes com valores que variam de R$ 100,70 a R$ 577,60. Esses valores são válidos até 31 de janeiro de 2013, incluindo um desconto de 5%. Após esse período, as variações são de R$ 106,00 a R$ 608,00.

Os grupos deverão ter até 50 peregrinos, incluindo os responsáveis. Grupos maiores deverão ser divididos em subgrupos de até 50 pessoas, que poderão estar vinculados entre si por um grupo principal. A vinculação entre os grupos não garante que todos ficarão juntos. O alojamento oferecido pelo COL será por região linguística. Também outros fatores podem ser decisórios, como por exemplo, a distância dos pagamentos entre os grupos.

Na quarta-feira, dia 29, às 10 horas, na sede da Arquidiocese do Rio de Janeiro (Rua Benjamin Constant, 23, Glória), acontece a coletiva de Lançamento das Inscrições da Jornada Mundial da Juventude Rio 2013. Estarão presentes: o presidente do COL e Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, o Presidente do Banco Santander no Brasil, Marcial Portela (que liderou a estruturação tecnológica das inscrições); o Monsenhor Joel Amado (Coordenador Geral da JMJ) e a Irmã Shaiane Machado (Diretora do Setor de Inscrições). Além de detalhes sobre as inscrições, os participantes irão revelar novas informações sobre o evento e ficarão à disposição para perguntas.

As inscrições serão realizadas exclusivamente online, através do portal oficial da Jornada: www.rio2013.com