terça-feira, 5 de junho de 2012

Vaticano tomará medidas legais pela publicação de livro com os “Vatileaks





 A Santa Sé anunciou este sábado que tomará medidas legais pela publicação do livro “Sua Santidade, as cartas secretas de Bento XVI”, que mostra sem autorização alguma correspondência privada do Vaticano.

O livro foi escrito pelo jornalista Gianluigi Nuzzi, colaborador do jornal italiano Il Corriere della Sera, e já está à venda nas livrarias de toda a Itália.


Através de um comunicado, a Sala de Imprensa do Vaticano denunciou “a nova publicação de documentos da Santa Sé e de documentos privados do Santo Padre”, que “não se apresentam como uma discutível -e objetivamente difamatória-, iniciativa jornalística, mas assume claramente o caráter de um ato criminal”.


O comunicado lamenta que logo depois da filtração destes documentos reservados “o Santo Padre, assim como vários de seus colaboradores e dos remetentes das mensagens dirigidas diretamente a Ele, viram violado seu direito pessoal de reserva e de liberdade de correspondência”.


"A Santa Sé continuará aprofundando nas diferentes solapas destes atos de violação da privacidade e da dignidade do Santo Padre –como pessoa e como suprema autoridade da Igreja e do Estado da Cidade do Vaticano-, e cumprirá os passos oportunos para que os atores do roubo, das interceptações, e da divulgação de notícias secretas, assim como do uso comercial dos documentos privados, conseguidos e reunidos ilegalmente, respondam por seus atos perante a justiça”.


Em caso de necessidade, “será pedido para tal fim a colaboração internacional”, conclui o texto.

EUA: no dia 8 de junho haverá 154 manifestações contra o mandato abortista de Obama

CHICAGO, 05 Jun. 12 / 07:29 pm (ACI/EWTN Noticias)

Na sexta-feira 8 de junho milhares de pessoas sairão às ruas nos Estados Unidos para participar de –até agora– 154 manifestações pacíficas de protesto contra o mandato abortista do governo do presidente Barack Obama, que fará que a partir de agosto de 2013 todos os empregadores, incluindo os católicos, paguem planos de saúde que cobrem anticoncepcionais e fármacos abortivos.

A iniciativa leva por título "Stand Up For Religious Freedom" (Ponha-se de pé pela Liberdade Religiosa) e reúne mais de 96 organizações e a da sexta-feira será a segunda ocasião em que esta se realiza. A primeira foi a do dia 23 de março e reuniu em todo o país mais de 64 mil pessoas.

Estes protestos se unem agora aos de 43 organizações católicas em todo o país –representando todos os âmbitos nos quais a Igreja atua– contra o mandato abortista do Departamento de Serviços Humanos e Saúde liderado pela católica e promotora do aborto, Kathleen Sebelius, quem foi governadora do estado de Kansas onde o Bispo de sua diocese a proibiu de comungar devido à sua postura anti-vida.

O diretor de Comunicações da "Stand Up For Religious Freedom", Matt Yonke, assinalou que "até agora há 154 manifestações em todo o país, o que representa mais ou menos 10 a mais das que tivemos na vez passada. Esperamos que mais grupos se unam a nós antes da sexta-feira" quando os eventos tenham início ao meio-dia (hora local).

A iniciativa liderada pelos diretores nacionais Eric Scheidler e Monica Miller.

Pouco depois das manifestações pacíficas de 8 de junho, os católicos se unirão aos bispos em uma "Vigília pela liberdade" a favor da liberdade religiosa.

As manifestações procuram que os processos ante a Corte Suprema dêem a razão às instituições católicas, defendendo a liberdade religiosa e a liberdade de consciencia.

Segundo M. Yonke, os católicos e outros crentes "necessitam um lugar significativo na mesa de debate" já que a Igreja "proporcionou cuidado pela saúde por milhares de anos. E nós definitivamente temos algo a dizer a respeito".
  
Depois de assinalar que a oposição ao mandato abortista cresce cada vez mais, Yonke disse que estas manifestações um tentativa para deter "ao governo que quer impor-se a si mesmo em nossa fé".

Mais informação (em inglês): http://standupforreligiousfreedom.com/

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Vaticano condena obra de religiosa que promove masturbação, homossexualidade e divórcio

Irmã Margaret A. Farley (foto David Iliff)
VATICANO, 04 Jun. 12 / 02:09 pm (ACI/EWTN Noticias)

A Congregação para a Doutrina da Fé (CDF) no Vaticano, com a aprovação do Papa Bento XVI, condenou o livro "Just Love. A Framework for Christian Sexual Ethics" (Só Amor: Um marco para a ética sexual cristã) da religiosa Ir. Margaret A. Farley, ex-superiora geral da congregação ‘Sisters of Mercy of the Americas’ (Irmãs da Misericórdia das Américas),  no qual se promove a masturbação, os atos homossexuais, as uniões homossexuais e o divórcio.

Por sua importância, ACI Digital reproduz em sua integridade a notificação divulgada hoje pela CDF e assinada pelo seu Prefeito o Cardeal William Levada:

CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ

Notificação sobre o livro

Just Love. A Framework for Christian Sexual Ethics

de Irmã Margaret A. Farley, R.S.M.

Introdução

A Congregação para a Doutrina da Fé, depois de um primeiro exame do livro da Irmã Margaret A. Farley, R.S.M., Just Love. A Framework for Christian Sexual Ethics (New York: Continuum, 2006), endereçou à autora por meio dos bons ofícios de Irmã Mary Waskowiak, então Superiora Geral das Sisters of Mercy of the Americas, com carta de 29 de março de 2010, uma avaliação preliminar abrangente, indicando os problemas doutrinais presentes no texto. A resposta de 28 de outubro de 2010, enviada pela Irmã Farley, não foi suficiente para esclarecer os problemas indicados. Como o caso se referisse a erros doutrinários presentes num livro cuja publicação se revelara causa de confusão entre os fiéis, a Congregação decidiu empreender um "exame para casos de urgência", segundo o Regulamento para o exame doutrinal (cf. cap. IV, art. 23-27).

A propósito, depois da avaliação feita por uma Comissão de especialistas (cf. art. 24), a Sessão Ordinária da Congregação, em data de 8 de junho de 2011 confirmou que o livro em questão continha proposições errôneas, e que a sua divulgação implicava riscos de graves danos aos fiéis. Sucessivamente, com carta de 5 de julho de 2011, foi transmitida à Irmã Waskowiak a lista das proposições errôneas, pedindo que quisesse convidar a Irmã Farley a corrigir as teses inaceitáveis contidas no seu livro (cf. art. 25-26).

Com carta de 3 de outubro de 2011, a Irmã Patrícia McDermott, que entrementes se sucedera à Irmã Mary Wakowiak como Superiora Geral das Sisters of Mercy of the Americas, transmitiu à Congregação a resposta da Irmã Farley, acompanhada pelo próprio parecer e do de Irmã Waskowiak, em conformidade com o art. 27 do supracitado Regolamento. Esta resposta, avaliada pela Comissão de especialistas, foi submetida à Sessão Ordinária para discernimento, aos 14 de dezembro de 2011. Em tal ocasião, considerando que a resposta da Irmã Farley não esclarecia adequadamente os graves problemas contidos no seu livro, tomou-se a decisão de proceder à publicação desta Notificação.

 1. Problemas de caráter geral

A Autora não apresenta uma compreensão correta do papel do Magistério da Igreja como ensinamento autorizado dos Bispos em comunhão com o Sucessor de Pedro, que guia a compreensão sempre mais profunda, por parte da Igreja, da Palavra de Deus, como se encontra na Sagrada Escritura, e transmitida fielmente pela tradição viva da Igreja. Ao tratar de argumentos de caráter moral, Irmã Farley ou ignora o ensinamento constante do Magistério ou, quando o menciona ocasionalmente, o trata como uma opinião entre outras. Uma tal posição não pode ser justificada de modo algum, nem mesmo ao interno de uma prospectiva ecumênica que a Autora deseja promover. Irmã Farley revela outrossim uma compreensão defeituosa da natureza objetiva da lei moral natural, escolhendo antes de argumentar partindo de conclusões seletas de determinadas correntes filosóficas ou com a sua própria compreensão da "experiência contemporânea". Um tal modo de tratar não é conforme à genuína teologia católica.

 2. Problemas específicos

Dentre os numerosos erros e ambigüidades do livro, é mister chamar a atenção para as posições a respeito da masturbação, dos atos homossexuais, das uniões homossexuais, da indissolubilidade do matrimônio e do problema do divórcio e das segundas núpcias.

 Masturbação

Irmã Farley escreve: "A masturbação (...) geralmente não comporta nenhum problema de caráter moral. (...) Este é sem dúvida o caso de muitas mulheres que (...) encontraram um grande bem no prazer buscado consigo mesmas – e talvez exatamente na descoberta das suas próprias possibilidades em relação ao prazer -, algo que muitas nem tinham experimentado e nem mesmo conhecido no tocante às suas relações sexuais ordinárias com maridos ou amantes. Neste sentido, é possível afirmar que a masturbação de fato favorece as relações muito mais do que as obstacula. Por isso a minha observação conclusiva é que os critérios da justiça, assim como os apresentei até agora, pareceriam aplicáveis à escolha de provar prazer sexual auto-erótico somente enquanto esta atividade pode favorecer ou danificar, mantém ou limita, o bem-estar e a liberdade de espírito. E esta resta amplamente uma questão de caráter empírico, não moral" (p. 236).

Estas afirmações não são conformes à doutrina católica: "Na linha duma tradição constante, tanto o Magistério da Igreja como o sentido moral dos fiéis têm afirmado sem hesitação que a masturbação é um ato intrínseca e gravemente desordenado». «Seja qual for o motivo, o uso deliberado da faculdade sexual fora das normais relações conjugais contradiz a finalidade da mesma». O prazer sexual é ali procurado fora da «relação sexual requerida pela ordem moral, que é aquela que realiza, no contexto dum amor verdadeiro, o sentido integral da doação mútua e da procriação humana. Para formar um juízo justo sobre a responsabilidade moral dos sujeitos, e para orientar a ação pastoral, deverá ter-se em conta a imaturidade afetiva, a força de hábitos contraídos, o estado de angústia e outros fatores psíquicos ou sociais que podem atenuar, ou até reduzir ao mínimo, a culpabilidade moral."1

 Atos homossexuais

Irmã Farley escreve: "Do meu ponto de vista (...), as relações homossexuais o os atos homossexuais podem ser justificados, de acordo com a mesma ética sexual, exatamente como as relações e os atos heterossexuais. Por isso, as pessoas com inclinações homossexuais, assim como os seus respectivos atos, podem e devem ser respeitados, indiferentemente de haver ou não a alternativa de serem diferentes" (p. 295).

Tal posição não é aceitável. A Igreja Católica, de fato, distingue entre pessoas com tendências homossexuais e atos homossexuais. Quanto às pessoas com tendências homossexuais, o Catecismo da Igreja Católica ensina que as mesmas devem ser acolhidas "com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta".2 No entanto, quanto aos atos homossexuais o Catecismo afirma: "Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves a Tradição sempre declarou que «os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados. São contrários à lei natural, fecham o ato sexual ao dom da vida, não procedem duma verdadeira complementaridade afetiva sexual, não podem, em caso algum, ser aprovados".3

 Uniões homossexuais

Irmã Farley escreve: "Legislações sobre a não discriminação dos homossexuais, como também sobre os casais de fato, as uniões civis e os matrimônios gay, podem ter um papel importante na transformação do ódio, da marginalização e da estigmatização de gays e lésbicas, o que se reforça ainda hoje com ensinamentos a respeito do sexo "contra a natureza", desejo desordenado ou amor perigoso. (...) Uma das questões mais urgentes do momento, diante da opinião pública dos Estados Unidos, é o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo – equivale a dizer a concessão de um reconhecimento social e de uma qualificação jurídica às uniões homossexuais, sejam masculinas ou femininas, comparáveis às uniões entre heterossexuais" (p. 293).

Tal posição é oposta ao ensinamento do Magistério: "A Igreja ensina que o respeito para com as pessoas homossexuais não pode levar, de modo nenhum, à aprovação do comportamento homossexual ou ao reconhecimento legal das uniões homossexuais. O bem comum exige que as leis reconheçam, favoreçam e protejam a união matrimonial como base da família, célula primária da sociedade. Reconhecer legalmente as uniões homossexuais ou equipará-las ao matrimônio, significaria, não só aprovar um comportamento errado, com a consequência de convertê-lo num modelo para a sociedade atual, mas também ofuscar valores fundamentais que fazem parte do patrimônio comum da humanidade. A Igreja não pode abdicar de defender tais valores, para o bem dos homens e de toda a sociedade".4 "Em defesa da legalização das uniões homossexuais não se pode invocar o princípio do respeito e da não discriminação de quem quer que seja. Uma distinção entre pessoas ou a negação de um reconhecimento ou de uma prestação social só são inaceitáveis quando contrárias à justiça. Não atribuir o estatuto social e jurídico de matrimônio a formas de vida que não são nem podem ser matrimoniais, não é contra a justiça; antes, é uma sua exigência".5

 Indissolubilidade do matrimônio

Irmã Farley escreve: "A minha posição pessoal é que o empenho matrimonial seja sujeito à dissolução pelas mesmas razões fundamentais pelas quais todo empenho permanente, extremamente grave e quase incondicionado, pode cessar de exigir um vínculo. Isto implica que existam de fato situações nas quais as coisas mudaram demais – um ou os dois partner mudaram, a relação entre eles mudou, a razão original do seu compromisso recíproco parece completamente extinta. O sentido de um compromisso permanente é ademais exatamente aquele de vincular a despeito de todas as mudanças que podem aparecer. Mas é possível de sustentá-lo sempre? É possível sustentá-lo apesar de mudanças radicais e imprevistas? A minha resposta é: às vezes não é possível. Às vezes a obrigação pode ser desfeita e o compromisso pode ser legitimamente modificado"(págs. 304-305).

Uma opinião semelhante está em contradição com a doutrina católica sobre a indissolubilidade do matrimônio: "Pela sua própria natureza, o amor conjugal exige dos esposos uma fidelidade inviolável. Esta é uma consequência da doação de si mesmos que os esposos fazem um ao outro. O amor quer ser definitivo. Não pode ser «até nova ordem». «Esta união íntima, enquanto doação recíproca de duas pessoas, tal como o bem dos filhos, exigem a inteira fidelidade dos cônjuges e reclamam a sua união indissolúvel». O motivo mais profundo encontra-se na fidelidade de Deus à sua aliança, de Cristo à sua Igreja. Pelo sacramento do Matrimônio, os esposos ficam habilitados a representar esta fidelidade e a dar testemunho dela. Pelo sacramento, a indissolubilidade do Matrimônio adquire um sentido novo e mais profundo. O Senhor Jesus insistiu na intenção original do Criador, que queria um matrimônio indissolúvel. E abrogou as tolerâncias que se tinham infiltrado na antiga Lei. Entre batizados, o matrimônio rato e consumado não pode ser dissolvido por nenhum poder humano, nem por nenhuma causa, além da morte"6.

 Divórcio e segundas núpcias

Irmã Farley escreve: "Se há filhos do matrimônio, os ex-cônjuges deverão ajudar-se reciprocamente por anos, talvez por toda a vida, no projeto familiar empreendido. De qualquer modo, as vidas de duas pessoas uma vez casadas continuam marcadas pela experiência do matrimônio. A profundidade daquilo que resta admite graus, mas algo resta. No entanto, aquilo que resta impede um segundo matrimônio? Acho que não. Qualquer tipo de obrigação que implique um empenho não deve incluir a proibição de um novo matrimônio – pelo menos não tanto quanto a ligação atual entre os esposos resulte numa tal proibição para quem continua vivo depois da morte do cônjuge" (p. 310).

Tal visão contradiz a doutrina católica que exclui a possibilidade de segundas núpcias depois de um divórcio: "Hoje em dia e em muitos países, são numerosos os católicos que recorrem ao divórcio, em conformidade com as leis civis, e que contraem civilmente uma nova união. A Igreja mantém, por fidelidade à palavra de Jesus Cristo («quem repudia a sua mulher e casa com outra comete adultério em relação à primeira; e se uma mulher repudia o seu marido e casa com outro, comete adultério»: Mc 10, 11-12), que não pode reconhecer como válida uma nova união, se o primeiro Matrimônio foi válido. Se os divorciados se casam civilmente, ficam numa situação objetivamente contrária à lei de Deus. Por isso, não podem aproximar-se da comunhão eucarística, enquanto persistir tal situação. Pelo mesmo motivo, ficam impedidos de exercer certas responsabilidades eclesiais. A reconciliação, por meio do sacramento da Penitência, só pode ser dada àqueles que se arrependerem de ter violado o sinal da Aliança e da fidelidade a Cristo e se comprometerem a viver em continência completa."7

 Conclusão

Com esta Notificação, a Congregação para a Doutrina da Fé expressa profundo pesar pelo fato de que um membro de um Instituto de Vida Consagrada, a Irmã Margaret A. Farley, R.S.M., afirme posições em contraste direto com a doutrina católica no âmbito da moral sexual. A Congregação previne os fiéis de que o livro Just Love. A Framework for Christian Sexual Ethics não é conforme à doutrina da Igreja e portanto não pode ser utilizado como válida expressão da doutrina católica nem para a direção espiritual e formação, nem para o diálogo ecumênico e inter-religioso. A Congregação deseja além disso encorajar os teólogos a fim de que prossigam na tarefa do estudo e do ensinamento da teologia moral em plena conformidade com os princípios da doutrina católica.

 O Sumo Pontífice Bento XVI, durante a Audiência concedida ao abaixo assinado Cardeal Prefeito, em data de 16 de março de 2012 aprovou a presente Notificação, decidida na Sessão Ordinária desta Congregação em data de 14 de março de 2012, e mandou que se publicasse.

 Roma, da Sede da Congregação para a Doutrina da Fé, 30 de março de 2012.

William Cardeal Levada
Prefeito

domingo, 3 de junho de 2012


 Morre adolescente que emocionou a web com vídeo de despedida.Veja!

Um adolescente australiano de 17 anos foi destaque no You Tube durante o mês de maio. O jovem Shaun Wilson-Miller, após passar pelo seu segundo transplante de coração, recebeu a triste notícia de que não teria muitos dias de vida, já que sofria de rejeição crônica ao órgão transplantado. Ele então não pensou duas vezes, resolveu gravar um vídeo emocionante.
Em um dos trechos mais importantes do vídeo, Shaun fala que não viverá por tanto tempo quanto pensava que iria, mas que adorou cada momento de sua vida e que não sente nenhum arrependimento. Ele deseja que todos vivam a vida ao máximo, pois nós nunca sabemos o que virá pela frente.
Shaun faleceu no último sábado (26), e deixou não somente família e amigos, como também uma quantidade imensurável de desconhecidos emocionados com sua partida. Seu vídeo “ meu último adeus”, atraiu milhares de visitas e desde seu falecimento virou ponto de encontro de todos aqueles que se emocionaram e aproveitaram para dar a ele também um último adeus.


Steve Abrams: “Não nasci nem escolhi ser homossexual”.Testemunho pessoal.


Acho que se pode dizer que sou um homossexual em recuperação. Não estou totalmente recuperado mas acho que identificar-me como homossexual seria incorrecto. Se calhar a melhor descrição do que eu sou é “alguém com tendências homossexuais”.

Uma coisa que é preciso entender é que eu não acredito que alguém nasce homossexual. Digo isto com uma dor enorme porque a minha caminhada ou a minha vida não têm sido felizes. Muitas pessoas acreditam que nascem assim e afirmam que são felizes. Podem até ser, mas isso não significa que seja correcto. Muitas pessoas estão felizes com a sua condição mas eu não estou.
Mesmo quando vivia como homossexual na comunidade gay, sempre me senti desconfortável em relação a isso mas não poderia expressar isso a outros homossexuais sob pena de ser acusado de traidor e ter cedido à forma de pensar Cristã.
Mas a minha história tem que ser contada porque acredito que, embora estejamos em minoria, outras pessoas com tendências homossexuais estão também infelizes nesse estilo de vida e também estão incapazes de expressar o que sentem.
Eis então a minha história.
Como criança eu era inteligente e inocente mas era também muito fraco. Não tinha uma figura paterna com quem me identificar e como tal, identifiquei-me com as influências mais fortes presentes na minha vida, a minha mãe e outras mulheres. Assumi a sua identidade e perdi a minha identidade masculina. Acredito que há uma identidade espiritual masculina – não de uma forma machista ou pejorativa.
Quando assumi a identidade duma mulher, tornei-me como elas e perdi o contacto com a minha própria identidade. Consequentemente, a minha caminhada para Deus foi perturbada.
Quando era criança não fui abusado sexualmente e como tal, essa não foi a razão que me tornou no que sou hoje – embora eu pense que muitas crianças são abusadas sexualmente e isso pode leva-las a homossexualiade. Isto depende de muitas coisas, e eu acredito na criança em si.
O meu pai morreu quando eu tinha apenas 5 anos. Devido à forma como foi educada, a minha mãe tinha uma raiva e desconfiança em relação aos homens. Esses sentimentos foram projetados em direção a uma frágil criança que, posteriormente, identificou-se com os sentimentos da mãe e rejeitou a sua identidade masculina. Acredito que esta é a causa principal.Há outras causas, mas esta é a principal.
À medida que fui crescendo, por volta dos 10 ou 11 anos, comecei a olhar para os homens de forma sexual. Isto, obviamente, perturbou-me visto que não sabia o que havia acontecido comigo. Causou confusão e conflito e é isso que tenho sentido desde então. Hoje entendo porquê.
Já em idade adulta, e depois de muita dor (sou soropositivo), apercebo-me que tudo o que eu pensava que eu era, e tudo o que me foi dito, foi uma mentira gigantesca.
Faz sentido que pessoas malignas, poderosas e milionárias, queiram controlar tudo e todos. A melhor forma de levar isto a cabo é destruindo a família – particularmente a relação entre as crianças e as figuras paternas.
A sociedade no geral está a aceitar a propaganda e a lavagem cerebral. Mesmo os Conservadores não se apercebem do que se está a passar. Todos encontram-se perdidos. Estranhamente, os Conservadores e os Cristãos parecem mais perdidos porque eles deveriam saber mais do que sabem, mas isso não acontece.
Muitos Cristãos sabem que a homossexualidade está  errada mas não entendem o porquê disso. Geralmente eles dizem coisas como “É uma escolha!” e eu posso falar por experiência própria: não é uma escolha. É uma compulsão gerada por mau desenvolvimento. Depois disto, ela torna-se um vício como o álcool ou as drogas.
Atualmente estou numa parceria civil com um homem e isso tem sido um problema para mim visto que a minha visão do mundo alterou-se. Esta parceria civil foi feita apenas por motivos econômicos e nós vivemos como irmãos. Quero com isto dizer que não há qualquer tipo de relacionamento físico. Ele aceita isso.
Curiosamente, ele concorda comigo quando que digo que o casamento é para heterossexuais e que crianças criadas por um pai e uma mãe têm melhores probabilidades de ter uma boa vida. Ele também concorda que há uma excessiva presença do politicamente correto e que a liberdade de expressão é importante, qualquer que seja a opinião. Portanto, talvez haja esperança para ele também.
Hoje tenho 51 anos e sou um homem que esbanjou a sua vida, com períodos de elevado tormento, e sinto-me perdido num mundo enlouquecido. Mas acordar para a verdade é melhor do que nunca ter acordado!
Fico perturbado quando vejo a forma como a sociedade levou uma lavagem cerebral de modo a aceitar a agenda homossexual. Penso também que nós, como sociedade, somos culpados por abandonar os nossos princípios e aceitar a dita agenda. É tempo da sociedade acordar!
Não sei se há esperança para a minha recuperação e para a vida que Deus tinha planeado para mim, mas sinto que este artigo é um bom primeiro passo.
Fonte: http://www.henrymakow.com/i_wasnt_born_gay_didnt_choose.html

quinta-feira, 31 de maio de 2012

“Jesus está voltando, melhor cortar o cabelo”, sugere propaganda de salão de beleza



“Jesus está voltando, melhor cortar o cabelo”, sugere propaganda de salão de beleza
“Jesus está voltando, melhor cortar o cabelo” diz o anúncio do salão de beleza Brown, localizado na cidade de Bristol, mas com várias filiais em outras cidades da Inglaterra. Os dizeres são acompanhados por uma imagem de Jesus com os braços abertos envolto em luz.
Para muitos é só uma brincadeira com o evento conhecido como “Segunda Vinda”, prometido na Bíblia. Para outros, uma brincadeira ofensiva e de mau gosto, que ofende a fé dos cristãos.
Um porta-voz da empresa disse que os panfletos com o anúncio foram entregues inclusive nas igrejas locais e que a maioria das pessoas achou “positiva” sua mensagem.
Contudo, a peça publicitária, que também foi estampada em jornais da cidade, ofendeu algumas pessoas, que reclamaram às autoridades.
O caso foi parar na Advertising Standards Authority (ASA), órgão que regulamente a publicidade no Reino Unido. O parecer do órgão é que ele não violou as orientações dadas às empresas.
Um porta-voz declarou: “O ASA observou que o anúncio mostrava a representação de Jesus banhado em luz e que o texto faz referência à Segunda Vinda. Reconhecemos que algumas pessoas podem achar que o anúncio é de mau gosto. No entanto, consideramos que a maioria dos consumidores entende que era se trata de uma percepção bem-humorada da história bíblica, e não uma paródia da crença cristã. Entendemos que o anúncio provavelmente não gera ofensa grave ou generalizada, por isso concluímos que ele não tinha violado o código de conduta”.
Mesmo assim, grupos cristãos afirmam que o anúncio sugere que Jesus irá julgar as pessoas por sua aparência. “É ofensiva a maneira como é retratada a Segunda Vinda, que é algo muito sério”.
A empresa se disse surpresa com tamanha repercussão e pediu formalmente desculpas, dizendo que “não era sua intenção causar ofensa” e que o anúncio foi “criado para ser algo bem-humorado e não ofensivo”.
Traduzido e adaptado de Telegraph

Anistia Internacional promove "matrimônio" gay no Dia da Família Também promove o aborto como "direito humano"

WASHINGTON DC, 16 Mai. 12 / 11:23 pm (ACI)


No marco das celebrações pelo Dia Internacional da Família que é celebrado hoje, a Anistia Internacional (AI) expressou seu apoio ao mal chamado "matrimônio" homossexual ao insistir aos Estados a promovê-lo como se fosse um "direito humano".

Segundo a AI, este "direito" está garantido pelo artigo 16 da Declaração Universal dos Direitos Humanos e pelo artigo 23 do Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos. Disse que os Estados que o negam estão discriminando aos casais do mesmo sexo.

Entretanto, isto foi criticado por fontes pró-família, que assinalaram que ambos os documentos não fazem alusão ao matrimônio como um "direito" das pessoas homossexuais.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos indica que "Os homens e mulheres de maior idade, sem qualquer restrição de raça, nacionalidade ou religião, têm o direito de contrair matrimônio e fundar uma família. Gozam de iguais direitos em relação ao casamento, sua duração e sua dissolução".

Por sua parte, o Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos "reconhece o direito do homem e da mulher a contrair matrimônio e a fundar uma família se tiverem idade para isso".

As fontes indicaram que esta posição da AI não surpreende, pois coincide com a recente defesa do "matrimônio" gay por parte do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

Recordaram também que em 2007 esta organização considerou o aborto um direito humano e atacou à Igreja por opor-se a esta prática.

Em junho desse ano o então Presidente do Pontifício Conselho Justiça e Paz, Cardeal Renato Martino, qualificou a promoção do aborto como "uma traição a sua missão" do AI, pois o que seu fundador desejava era "resguardar os direitos inalienáveis de todos os seres humanos".

"Fazer com que se perda a sensibilidade frente à cultura do mal do aborto é parte e parcela do que quer o lobby abortista. É difícil acreditar que a Anistia tenha cedido às pressões deste lobby". Se a AI persistir, os "indivíduos e as organizações católicas devem retirar-lhe seu apoio", expressou o Cardeal.

Congresso Mundial das Famílias na Espanha: A solução duradoura para a crise vem da família

MADRI, 30 Mai. 12 / 09:28 am (ACI/EWTN Noticias)


O VI Congresso Mundial de Famílias, realizado entre os dias 25 e 27 de maio em Madri (Espanha), culminou com a proclamação da Declaração de Madri, em que os mais de três mil participantes defenderam o valor da família ante os ataques da sociedade atual.

"Afirmamos que as soluções duradouras aos problemas humanos, incluindo a atual crise econômica, provêm das famílias e das pequenas comunidades. Não podem ser impostos por um decreto burocrático ou judicial. Tampouco podem ser exigidos por uma força exterior", assinala a declaração, na última de suas 17 resoluções.

Em comunicação com o Grupo ACI no dia 29 de maio, Ignacio Arsuaga, presidente da plataforma espanhola pró-vida e pró-família HazteOír, assinalou que "o encerramento do Congresso foi um dos eventos mais emotivos".

Depois da premiação realizada pelo Howard Center for Family, Religion and Society a alguns dos responsáveis pela organização do VI Congresso Mundial de Famílias, Arsuaga convocou ao palco a todos os voluntários que ajudaram na realização do evento, eles "receberam uma grande ovação de aplausos do público".

O presidente do HazteOír recordou que durante a cerimônia final, Fernando Benzo Sáiz, subsecretário do Ministério de Educação da Espanha, foi interrompido pelos aplausos " em até três ocasiões, quando denunciou os ataques dos inimigos da família e da ditadura do relativismo, que supõe uma ameaça para as liberdades e os direitos fundamentais".

Os membros do comitê internacional do Congresso Mundial de Famílias reconheceram publicamente que a edição deste ano, em Madri, foi uma das melhores realizadas, desde sua criação em 1997.

Na Declaração de Madri, que foi lida por Allan Carlson, presidente do Howard Center, e por Ignacio Arsuaga, também foi afirmado que "a família natural, não o indivíduo, é a unidade fundamental da sociedade".

"A família natural é o sistema familiar ideal e verdadeiro. Embora reconheçamos diversas outras situações, os outros ‘tipos de família’ padecem de alguma carência ou são meras invenções do Estado", indicaram.

A Declaração de Madri também remarcou "a santidade da vida humana desde a concepção até a morte natural. Cada pessoa recém concebida tem direito a viver, a crescer, a nascer e a compartilhar um lar com seus pais naturais unidos pelo matrimônio".

"O aborto, a eutanásia e todas as formas de manipulação dos seres humanos em estado embrionário ou fetal, portanto, são ataques contra a vida humana".

O Congresso Mundial de Famílias criticou o controle populacional, pois "o mundo é abundante em recursos. A debilitação da família natural e o fracasso moral e político, e não a ‘superpopulação’ humana, causaram a pobreza, a fome e a degradação do meio ambiente".

"O verdadeiro perigo demográfico que confronta a terra neste novo século é a crise de natalidade e o envelhecimento da população. Nossas sociedades necessitam mais pessoas, não menos delas".


Depois de destacar o direito dos pais a educar seus filhos, sem interferência do Estado, a Declaração de Madri afirma que todos os seres humanos têm direito à liberdade religiosa, que deve ser respeitada pela comunidade política.

O Congresso Mundial de Famílias foi realizado pouco antes do 7º Encontro Mundial das Famílias que se realizará do dia 30 de maio ao 3 de junho na cidade italiana de Milão, evento que será presidido pelo Papa Bento XVI e que leva por tema “A Família: o trabalho e a festa”.

Sacerdote morre em um terremoto na Itália enquanto recuperava imagem Mariana

Roma, 30 Mai. 12 / 08:21 am (ACI)

Pe. Ivan Martini +

Um sacerdote italiano faleceu enquanto inspecionava junto a dois bombeiros os danos em sua igreja na localidade italiana de Revoreto, depois do terremoto do dia 20 de maio que estremeceu a Itália. Na manhã do dia 29, um repentino sismo surpreendeu padre enquanto tentava recuperar uma imagem da Virgem muito venerada pelos seus paroquianos.

Conforme informa o jornal italiano Il Corriere della Sera, o Padre Ivan Martini, Pároco da Santa Caterina, faleceu após a queda de uma viga que se desprendeu do teto durante um dos sismos que atingiram a Itália nesta terça-feira, 29, enquanto o sacerdte tentava salvar uma pequena estátua da Virgem da sua igreja paroquial.

O jornal italiano assinala que "enquanto Rovereto inspeciona os danos e oferece ajuda a algumas pessoas, especialmente os idosos que não conseguiram sair de casa, a população local chora a perda do Pe. Ivan" em uma zona que foi duramente golpeada pelos últimos sismos.

O sacerdote é um dos 16 falecidos por causa dos terremotos da última terça-feira na Itália. A cifra de feridos chegou a 200 e cerca de 8 mil pessoas tiveram que ser evacuadas.

As cifras dos afetados pelo sismo, que teve seu epicentro na província de Módena, foram divulgadas pelo chefe da Defesa Civil, Franco Gabrielli, durante sua intervenção em um programa da televisão pública italiana.

O primeiro destes terremotos, que alcançou os 5,8 graus na escala de Richter, foi registrado às 09:00h (horário local) e foi sentido no norte e no centro da Itália.

A terra seguiu tremendo com numerosas réplicas durante toda o dia, entre elas uma de 5,3 graus ao redor das 13:00h, mantendo a população em alerta, enquanto as equipes de resgates ainda procuram desaparecidos entre os escombros.

“Linguagem do corpo” no matrimônio: Tema de colóquio internacional no Vaticano

ROMA, 31 Mai. 12 / 11:07 am (ACI/EWTN Noticias)
 
O Pontifício Instituto João Paulo II para estudos sobre o Matrimônio e a Família realizará entre os dias 20 e 21 de setembro o colóquio internacional titulado "Uma carne: A Linguagem do Corpo e a União Conjugal".

No anúncio da conferência internacional se faz uma pergunta que guiará as reflexões no evento: "que tipo de união é a conjugal, que ocorre quando um homem e uma mulher se fazem ‘uma só carne’?"

O título do evento se desprende de um discurso que o Papa Bento XVI dirigiu ao Pontifício Instituto no dia 13 de maio de 2011, no que fez uma reflexão sobre a criação de Adão e Eva.

"A carne recebida de Deus é necessária para fazer possível a união de amor entre um homem e uma mulher que transmitem a vida", disse. "Antes da queda os corpos de Adão e Eva estavam em perfeita harmonia. Há uma linguagem neles que eles não criaram, um eros enraizado na sua natureza que os convida a receber um ao outro reciprocamente do Criador, para poder dar-se a eles mesmos".

A nota que anuncia a conferência também afirma que é necessário distinguir a união conjugal dos seus "substitutos" em uma sociedade que perdeu o sentido do que significa fazer-se "uma só carne".

Esta união, "consuma o amor", une às pessoas "de modo único" e abre "um caminho fecundo para a total unidade de vida".

No colóquio se tratará o tema do aspecto teológico, o psicológico, desde a perspectiva do direito canônico.

Mais informação em: http://www.istitutogp2.it

Orgias com clérigos no Vaticano? Mentira. Imprensa mundial difunde como notícia invenção de blogueiro espanhol

REDAÇÃO CENTRAL, 30 Mai. 12 / 10:42 am (ACI/EWTN Noticias)
 
Nos últimos dias dezenas de veículos de comunicação em todo mundo acusaram o Vaticano de organizar orgias com jovens recrutadas como escravas sexuais por sacerdotes. A nova lenda urbana se apóia na nota de um blogueiro do portal Yahoo a Espanha, que envolveu clérigos no desaparecimento de uma jovem italiana em 1983, manipulando as memórias do famoso exorcista Padre Gabriel Amorth.

Thomas Castroviejo (ou Tom C. Avedaño) publicou na sexta-feira 25 de maio a nota "Emanuela Orlandi foi escrava sexual no Vaticano, afirma o exorcista mor" no blog Gazeta Trotamundos do Yahoo Notícias em Espanhol.

Avendaño –que em seu perfil do LinkedIn.com se apresenta como jornalista colaborador do El Pais, Cadena Ser e Informativos Cuatro– atribui ao Padre Amorth declarações que nunca fez.

"Já de por si cabe esperar palavras surpreendentes e inesperadas do principal exorcista do Vaticano. Mas nada podia ter preparado a Santa Sé para suas últimas declarações: o padre Gabriele Armoth (SIC) assegurou que Emanuela Orlandi, a famosa adolescente romana que foi seqüestrada em 1983, esteve em realidade no Vaticano durante o tempo do seu desaparecimento. Ali, os clérigos a converteram em sua escrava sexual e a usaram em várias orgias. Quando se cansaram dela, assassinaram-na", escreveu o blogueiro e citou como fonte uma nota aparecida no Daily Telegraph em 22 de maio.

Entretanto, o Daily Telegraph não incluiu sacerdote algum na denúncia. O jornal inglês citou declarações do Pe. Amorth publicadas pelo diário italiano La Stampa no mesmo 22 de maio e mencionou que no desaparecimento de Orlandi um policial que prestava serviços no Vaticano e funcionários estrangeiros de uma embaixada teriam estado envolvidos.

A difamatória tradução de Castroviejo foi considerada como notícia por diversos meios espanhóis e mundiais que difundiram como comprovada a participação de sacerdotes tanto em orgias dentro da Santa Sé como no desaparecimento e provável assassinato da jovem.

Mas aqui não termina a história de horror. No domingo 27 de maio, o portal ReligiónDigital.com –porta-voz do "progressismo radical" espanhol e dirigido pelo ex-sacerdote José Manuel Vidal– recolheu as invenções de Castroviejo e as ampliou.

ReligiónDigital.com publicou a nota titulada "O exorcista da Santa Sé: ‘Emanuela Orlandi foi escrava sexual no Vaticano’" na qual difama falecido Monsenhor Simeone Duca, que trabalhou no arquivo do Vaticano há três décadas, assinalando-o como o recrutador de jovens para orgias.

"Em entrevista com o jornal italiano La Stampa, o sacerdote de 85 anos e chefe de exorcistas do Vaticano nomeado pro João Paulo II, disse que Mons. Duca, arquivista do Vaticano, apresentou-se a si mesmo como o encarregado de recrutar meninas e jovens para reuniões clandestinas desta natureza, ajudado por guardas do estado papal", afirmou ReligionDigital.com.

A versão do Pe. Amorth

Tanto Castroviejo como ReligionDigital.com tergiversaram a nota original de La Stampa. O jornal italiano não entrevistou o Padre Amorth mas publicou um fragmento de seu livro "O último exorcista" no qual o sacerdote se refere ao caso Orlandi.

O que o Padre Amorth diz no livro –e como foi citado em La Stampa– foi literalmente: 
"como também declarou Mons. Simeone Ducca, arquivista vaticano, organizavam-se festas nas quais também estava envolvido como ‘recrutador de moças’ um guarda (policial) da Santa Sé. Acredito que Emanuela foi vítima disto. Nunca acreditei na pista internacional, tenho motivos para acreditar que tratou-se de um caso de exploração sexual com o conseguinte homicídio pouco depois do desaparecimento e ocultação do cadáver (…) Nestes fatos estava também envolvido o pessoal do corpo diplomático de uma embaixada estrangeira ante a Santa Sé". 

O caso Orlandi

Emanuela Orlandi tinha apenas 15 anos de idade quando em 22 de junho de 1983 desapareceu no centro de Roma. Filha de um empregado do Vaticano. Seu paradeiro é até agora desconhecido e foram difundidos dezenas de rumores que tentam vincular o caso com bispos, sacerdotes e até com a captura de Ali Agca, o turco que tentou assassinar o Papa João Paulo II em 1981.

Versões jornalísticas atribuíram o desaparecimento à "Frente de Liberação Turca", que pediu a libertação de Agca, personagem quem em várias ocasiões assegurou que a jovem estava viva e que vivia na Europa.

Em 2005, Sabrina Minardi, identificada como ex-amante do chefe da máfia Enrico De Pedis, assassinado em um ajuste de contas em 1990, assinalou o mafioso como autor do seqüestro de Orlandi e insinuou que em sua tumba encontrariam provas do desaparecimento da jovem.

Em 2009, Minardi disse à Procuradoria de Roma que ela foi encarregada de introduzir a jovem em seu automóvel e levá-la até o lugar onde disse seu amante havia indicado, mas assegurou desconhecer o paradeiro final de Orlandi.

Há duas semanas, no dia 14 de maio, as autoridades abriram a tumba de Pedis na basílica de Santo Apolinário –onde seus familiares conseguiram enterrá-lo- e só encontraram os restos de um homem, que ainda estão sendo investigados para confirmar sua identidade.

No domingo passado, o irmão de Emanuela Orlandi junto com um grupo de amigos chegou até a Praça de São Pedro durante a oração do Regina Caeli para exigir que o Papa que se pronuncie sobre este caso, a pesar de que seu porta-voz, o Padre Federico Lombardi, já havia manifestado duas semanas atrás que a Santa Sé seguirá ajudando os investigadores em tudo o que for possível.

No dia 15 de maio, o Padre Lombardi declarou à imprensa que "a inspeção realizada na tumba do Enrico De Pedis na basílica de Santo Apolinário, de Roma, por iniciativa da magistratura , é obviamente, um fato positivo".

O porta-voz pediu para que fossem dados "todos os passos possíveis" para concluir as investigações e garantiu à magistratura romana a "plena colaboração das autoridades eclesiásticas" para esclarecer o caso.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Léo Moura comenta sobre sua conversão e fala sobre fé e futebol



 

Em entrevista ao Globo Esporte, o jogador Léo Moura, do Flamengo, falou sobre sua conversão e de como se envolver com a religião tem lhe ajudado a ser uma pessoa melhor não só profissionalmente como também pessoalmente.

Questionado se essa nova fase seria fanatismo o atleta garante que não, pois sempre frequentou a igreja, mas que nos últimos tempos passou a se envolver mais depois que teve algumas revelações.

“Tive várias revelações, isso me aproximou ainda mais da igreja”, disse ele. Uma dessas revelações foi a respeito da Libertadores: “Na Libertadores, na noite anterior ao jogo com o Emelex, eu tive um sonho onde via muitas pessoas orando por mim, eu corria em direção ao gol e marcava. Na primeira bola do jogo, eu fiz como estava no sonho. Aquilo era uma mensagem de Deus que se realizou”, disse ele.

Mas Léo está ciente de que sua religião e sua carreira não podem se misturar e procurar transmitir o que tem aprendido na igreja com tranquilidade. Quando entra em campo ele ergue as mãos e ora, mas ele explica que não pede para ganhar o jogo.

“Quero deixar claro que não peço para ganhar, peço proteção para me livrar das contusões, para livrar nosso time de alguma coisa grave, e também para livrar o adversário. Do outro lado têm pessoas que também são evangélicas”.

Léo Moura frequenta a Igreja Batista Central da Barra da Tijuca, onde Fernanda Brum e seu esposo, Emerson Pinheiro, são pastores. A música gospel passou a ser aliada do jogador que até está promovendo um show evangélico.

“Fui chamado através do testemunho do Thalles Roberto, que hoje virou meu amigo, junto com a Fernanda Brum, que além de ser pastora da minha igreja é um louvor que eu gosto muito. Tem a Bruna Karla. São músicas que pessoas de fora também gostam”, disse o atleta que ouve música gospel no carro e até mesmo tem um louvor como toque de seu celular.

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br

Crucifixo que jorra água gera polêmica entre católicos e cientistas





Um crucifixo passou a receber milhares de católicos em Mumbai, na Índia, depois que foi constatado que desse objeto jorra água, e muitos viajam quilômetros para beber dessas águas. Mas um militante da ciência decidiu afirmar que não se trata de um milagre, mas de um problema no encanamento e por causa dessa declaração pode ser acusado de blasfêmia.

O presidente da Associação Racionalista Indiana, Sanal Edamakuru, examinou o crucifixo e percebeu que se tratava de um problema de encanamento rompido e que, portanto, quem beber daquela água pode colocar a saúde em risco. Tal declaração revoltou os católicos indianos e uma denúncia contra ele foi feita, sob a alegação de “propagar o veneno anticatólico”, Edamaruku pode ficar três anos na prisão.

A Índia é um país laico, mas a blasfêmia é considerada um crime no país que tem sua maioria hindu. Um dos detratores do presidente da Associação é Joseph Dias, secretário-geral do fórum secular católico-cristão. Ele não concorda com as declarações de Edamaruku.

“Sempre disse que há duas Índias: a do século XXI, que é progressista, moderna e científica, e a do século XVII, que nos faz retornar a épocas obscuras de intolerância, hipocrisia e superstição”, criticou Edamaruku.

Com informações UOL

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br

Pais muçulmanos assassinam filha adolescente por ser “muito ocidental”.






Shafilea Ahmed, uma jovem de 16 anos de origem paquistanesa que radicava em Warrington, Grã-Bretanha, foi assassinada por seus pais muçulmanos porque consideraram que sua filha  era “muito ocidental”.

Conforme informou o jornal italiano Avvenire, Alesha Ahmed, a irmã mais nova de Shafilea, revelou esta semana às autoridades que seus pais assassinaram Shafilea asfixiando-a com uma bolsa de plástico.

Os fatos ocorreram em 2003. Os pais declararam o desaparecimento da jovem e seus restos apareceram um ano depois.

Alesha assegurou que seus pais mataram sua irmã por “temor à vergonha que cairia sobre a honra da família, por causa de um comportamento “ocidentalizado” da jovem.

Shafilea sonhava com poder ir à universidade e conhecer outros jovens. Os pais decidiram enviá-la ao Paquistão para obrigá-la a casar-se com um desconhecido através de um matrimônio arranjado. Neste lugar, a adolescente tentou suicidar-se e foi enviada de volta à Inglaterra, onde seus pais a mataram.

Fonte: ACI

Quando é que uma pessoa deve pedir ajuda psicológica no campo afetivo? dependência afetiva é uma doença?



Um conversa com Dra. Michela Pensavalli, Psicóloga-Psicoterapeuta
Por Thácio Siqueira
Um congresso sobre o tema do amor, em uma época líquida em que as relações são rápidas, frenéticas e virtuais dificilmente fazemos uma pausa para compreender as nossas emoções e os nossos sentimentos.
Entrevista com Dra. Michela Pensavalli, Psicóloga-Psicoterapeuta, Professora e Coordenadora Acadêmica SCint (Escola de Especialização em Psicoterapia Cognitivo – Interpessoal), membro da CeDic (Centro para a pesquisa e a terapia do Dep. Comportamental), Investigadora junto à ITCI (Instituto de Terapia Cognitivo – Interpessoal) e Membro do Comitê editorial da revista Modelli per la Mente e Idee in Psicoterapia.
Publicamos a seguir a entrevista:
Por que um congresso sobre o tema do amor e da afetividade?
Dra. Michela Pensavalli: Em uma época em que as relações são rápidas, frenéticas e virtuais dificilmente fazemos uma pausa para compreender as nossas emoções e os nossos sentimentos. O congresso aborda a temática do amor em tempos de liquidez mediática, explicando como funcionam os mecanismos desta nova realidade, oferecendo pontos de reflexão para entender como o Amor mudou desde a introdução da Internet, do ponto de vista comunicativo, comportamental e social.
Hoje, as pessoas buscam muito estes temas, também porque sofrem muito por isso. Onde encontrar ajuda, já que no campo psicológico há muitas escolas diferentes, e talvez algumas que realmente não ajudam a encontrar uma solução adequada?
Dra. Michela Pensavalli: Até à data as psicoterapias com mais crédito parecem ser aquelas cognitivistas. A Psicoterapia Cognitiva Interpessoal, em particular, representa uma abordagem integrada em quanto que aborda a exigência clínica de tratar os pacientes com problemas relacionais. A condução do processo de psicoterapia, envolve a construção de uma atmosfera de cooperação com o paciente, onde ele é visto como o maior especialista de si mesmo e dos seus males, enquanto que o terapeuta é o principal especialista das estratégias e das técnicas para resolvê-las. Terapeuta e paciente constroem o cenário de exploração e conhecimento das dinâmicas profundas que vão sendo expressas no contexto da relação terapêutica.
Na sua opinião, quando é que uma pessoa deve pedir ajuda psicológica no campo afetivo?
Dra. Michela Pensavalli: Quando se busca contínua e incessantemente a felicidade, uma realização de si mesmo, uma paz interior através de uma relação com um objeto ou com um evento ou com uma pessoa e esta busca entra na cotidianidade no âmbito sentimental, profissional e relacional, então pode ser útil confiar num tratamento psicoterapêutico. Por meio desta ajuda, a pessoa experimenta novas atitudes e retoma, passo a passo, o domínio da própria vida e a direção escolhida para ser perseguida nos vários âmbitos da vida cotidiana.
O que é a dependência afetiva? é uma doença? É algo normal hoje?
Dra. Michela Pensavalli: Define-se “doença das emoções”. O objeto da dependência é um relacionamento. Designa uma necessidade geral e excessiva de ser acudidos, necessidade que leva a um comportamento submisso e a uma angústia de separação. É a antítese do amor a si mesmos. O dependente afetivo não consegue desenvolver o amor próprio nem a auto-estima.
Na sociedade atual, onde é dada uma grande importância à estética e à beleza externa, o dependente afetivo vive constantemente no medo de não ser aceito e aceita fazer qualquer coisa para mostrar-se complacente como o outro ainda que este seja contrário aos seus valores e ao seu código moral.
As pessoas sentem medo de ficar na solidão, mas ao mesmo tempo não têm a coragemde tomar a sério uma relação porque é muito difícil. É realmente assim? Por quê?
Dra. Michela Pensavalli: Solidão significa entrar em contato consigo mesmos e com a própria alma, significa, às vezes, terror de viver na dor do abandono. As pessoas têm medo da solidão, porque naquele momento encontram-se diante de si mesmas. Ao mesmo tempo, no entanto, têm medo de estreitar laços fortes porque não se sentem capazes de mantê-los e gerenciá-los no tempo. A psicoterapia pós-moderna encaminha-se na direção de sustentar a pessoa enquanto busca o equilíbrio entre os excessos de extrema solidão e busca complacente e contínua do outro.
Michela, junto com Tonino Cantelmi, você escreveu um livro sobre o assunto: “Scusa se non ti chiamo piu amore”. Qual é a mensagem que você daria para os jovens de hoje que se deparam com a escolha de se casar ou não casar, que se encontram diante das dificuldades psicológicas de seus parceiros?
Dra. Michela Pensavalli: Uma justa premissa que deve ser sublinhada é saber que o amor pode transformar-se numa dependência afetiva mas a dependência não se transforma jamais em amor. Isso explica porque em muitos casos uma relação amorosa transformada em uma história de dependência recíproca pode ser curada por meio do compromisso ativo dos parceiros, enquanto que uma relação que se destacou  como dependência desde o início está destinada a acabar de um modo ou de outro, quando não termina destruindo as pessoas envolvidas.
No entanto, investir no amor é sempre a direção certa e a solução. Isto quando o amor é saudável e não vinculativo, quando se vive de forma independente e recíproca sem excluir o amor para si mesmos. A união no matrimônio não significa dependência afetiva, mas o oposto. Uma sadia relação baseia-se na liberdade e na autonomia, na pura necessidade de ser amados. Num matrimônio cada um manifesta o seu amor ao seu modo, e cada um ama o outro como acha melhor: isso é o amor humano. Amar significa aceitar o desafio de suportar e acolher sobretudo os defeitos do outro.