terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Cantora famosa diz que autores da Bíblia estavam “bêbados e chapados” Declaração foi considerada ofensiva e ela teve de pagar multa para não ser presa


Cantora famosa diz que autores da Bíblia estavam “bêbados e chapados”
Um tribunal decidiu que Dorota Rabczewska, uma das mais famosas estrelas da música pop da Polônia é culpada de ofender os sentimentos religiosos e condenada a pagar uma indenização  de 1.450 dólares. A cantora, que usa o nome artístico de Doda, foi considerada culpada por afirmar publicamente que os escritores da Bíblia estavam bêbados e chapados ao escreverem as Sagradas Escrituras.
Doda, 27, fez essa declaração em uma entrevista para o jornal Gazeta Dziennik Prawna. Na mesma ocasião afirmou: “mais pessoas acreditam em dinossauros do que na Bíblia,” e acrescentou: “É difícil acreditar em algo escrito por alguém que estava embriagado com vinho e fumado maconha. ”
De acordo com o site Nerve.com estas palavras enfureceram os grupos católicos na Polônia, que abriram um processo contra ela. Ryszard Nowak, presidente da Comissão de Defesa, entidade que afirma lutar contra as seitas no país, levou o caso a julgamento.
Não é a primeira vez que Nowak processa um artista.  Adam Darski, ex-noivo de Doda e líder da banda de death metal  Behemoth já sofreu processo similar. Ele rasgou um exemplar da Bíblia durante um show em setembro de 2007 e disse que a Igreja Católica era “o culto aos maiores assassinos do planeta”.
O argumento de Nowak é que a declaração da cantora violou o Código Penal da Polônia, que diz: ”Aquele que ofende os sentimentos religiosos de outras pessoas, por ultrajar em público um objeto de adoração ou no espaço de execução pública dos ritos religiosos, estará sujeita a multa, restrição de liberdade ou prisão por dois anos”.
O julgamento começou em maio de 2011, e os advogados da cantora alegram que o processo não era válido, pois sua cliente tem o direito de liberdade de expressão .
O promotor discordou, dizendo ao tribunal que ela ofendeu os sentimentos religiosos de ”milhões de pessoas”, incluindo judeus, evangélicos, católicos e todos os que creem na Bíblia.
Doda argumentou que falou sobre maconha por ser algo “usado para curar”, porque durante os tempos bíblicos não existia aspirina e que o álcool a que se referiu era o “vinho sacramental”. Também pediu desculpas, dizendo que não tinha intenção de ofender ninguém.
No entanto, as explicações da cantora não convenceram  o Tribunal de Varsóvia que considerou Doda culpada por ofender os sentimentos religiosos. Ela pagou e multa e foi liberada.
No final do ano passado, o programa de Jô Soares veiculado na rede Globo mostrou uma entrevista com os músicos Moraes Moreira, Tom Zé e Henrique Dantas. Durante o programa, eles relataram que fumavam maconha em baseados feitos com as folhas de uma Bíblia.
O apóstolo René Terra Nova criticou o episódio em sua conta no Twitter, afirmando que Jô e seus convidados “zombaram da situação e menosprezaram o valor inenarrável da Bíblia Sagrada”.
Logo em seguida iniciou um movimento pela internet, exigindo que eles se desculpassem publicamente. Até agora nem Jô Soares nem os músicos se pronunciaram sobre o caso.
Traduzido e adaptado de Notícias Cristianas

Movimentos eclesiais são resposta para o mundo de hoje, afirma autoridade vaticana



Ao presidir a Eucaristia pelo milésimo Cursilho do Movimento de Cursilhos da Cristandade na cidade de Córdoba (Espanha), o presidente do Pontifício Conselho para os Leigos no Vaticano, Cardeal Stanislaw Rylko, assinalou que os movimentos eclesiásticos são um dom do Espírito Santo e uma resposta para os desafios do mundo de hoje.

"Os movimentos eclesiásticos e as novas comunidades são resposta oportuna do Espírito Santo aos desafios que o mundo lança à Igreja de nossos tempos. Por isso a Igreja vos olha com grande esperança e conta convosco", expressou o Cardeal na celebração jubilar na Igreja Catedral de Córdoba, diante de mais de 2 mil cursilhistas.

Do mesmo modo, depois de ressaltar a urgência do trabalho evangelizador, destacou três tarefas para as associações laicais e movimentos eclesiásticos atuais: "ser escolas de santidade, de missão e de comunhão".

Neste sentido, indicou que "o mundo necessita verdadeiros cristãos Santos, por isso os movimentos e associações laicais devem ser missionários e evangelizadores, e verdadeiras escolas de comunhão".

Em outro momento da Missa, o Bispo de Córdoba, Dom Demetrio Fernández, manifestou que o cursilho número mil "é ocasião para agradecer a Deus tantos benefícios obtidos nestes 58 anos, na Diocese de Córdoba", e acrescentou que através do Movimento de Cursilhos da Cristandade, "milhares e milhares de pessoas se encontraram com Jesus em sua Santa Igreja".

Além disso, desejou aos presentes a que a Eucaristia "os ajude a sentir-se acolhidos pela Mãe Igreja que impulsiona à Nova Evangelização". 

Fonte: ACIDIGITAL

A Missa foi concelebrada por bispos espanhóis e o Núncio Apostólico da Espanha e Bispo de Segovia, Dom Angel Rubio.

O lixo Big Brother. Bispo da Igreja se manifesta sobre programa.


Por Dom Henrique Soares, Bispo Auxilias da Arquidiocese de Aracajú-SE


A situação é extremamente preocupante: no Brasil, há uma televisão de altíssimo nível técnico e baixíssimo nível de programação. Sem nenhum controle ético por parte da sociedade, os chamados canais abertos (aqueles que se podem assistir gratuitamente) fazem a cabeça dos brasileiros e, com precisão satânica, vão destruindo tudo que encontram pela frente: a sacralidade da família, a fidelidade conjugal, o respeito e veneração dos filhos para com os pais, o sentido de tradição (isto é, saber valorizar e acolher os valores e as experiências das gerações passadas), as virtudes, a castidade, a indissolubilidade do matrimônio, o respeito pela religião, o temor amoroso para com Deus.
Na telinha, tudo é permitido, tudo é bonitinho, tudo é novidade, tudo é relativo! Na telinha, a vida é pra gente bonita, sarada, corpo legal… A vida é sucesso, é romance com final feliz, é amor livre, aberto desimpedido, é vida que cada um faz e constrói como bem quer e entende! Na telinha tem a Xuxa, a Xuxinha, inocente, com rostinho de anjo, que ensina às jovens o amor liberado e o sexo sem amor, somente pra fabricar um filho… Na telinha tem o Gugu, que aprendeu com a Xuxa e também fabricou um bebê… Na telinha tem os debates frívolos do Fantástico, show da vida ilusória… Na telinha tem ainda as novelas que ensinam a trair, a mentir, a explorar e a desvalorizar a família… Na telinha tem o show de baixaria do Ratinho e do programa vespertino da Bandeirantes, o cinismo cafona da Hebe, a ilusão da Fama… Enquanto na realidade que ela, a satânica telinha ajuda a criar, temos adolescentes grávidas deixando os pais loucos e a o futuro comprometido, jovens com uma visão fútil e superficial da vida, a violência urbana, em grande parte fruto da demolição das famílias e da ausência de Deus na vida das pessoas, os entorpecentes, um culto ridículo do corpo, a pobreza e a injustiça social… E a telinha destruindo valores e criando ilusão…
E quando se questiona a qualidade da programação e se pede alguma forma de controle sobre os meios de comunicação, as respostas são prontinhas: (1) assiste quem quer e quem gosta, (2) a programação é espelho da vida real, (3) controlar e informação é antidemocrático e ditatorial… Assim, com tais desculpas esfarrapadas, a bênção covarde e omissa de nossos dirigentes dos três poderes e a omissão medrosa das várias organizações da sociedade civil – incluindo a Igreja, infelizmente – vai a televisão envenenando, destruindo, invertendo valores, fazendo da futilidade e do paganismo a marca registrada da comunicação brasileira…
Um triste e último exemplo de tudo isso é o atual programa da Globo, o Big Brother (e também aquela outra porcaria, do SBT, chamada Casa dos Artistas…). Observe-se como o Pedro Bial, apresentador global, chama os personagens do programa: “Meus heróis! Meus guerreiros!” – Pobre Brasil! Que tipo de heróis, que guerreiros! E, no entanto, são essas pessoas absolutamente medíocres e vulgares que são indicadas como modelos para os nossos jovens!
Como o programa é feito por pessoas reais, como são na vida, é ainda mais triste e preocupante, porque se pode ver o nível humano tão baixo a que chegamos! Uma semana de convivência e a orgia corria solta… Os palavrões são abundantes, o prato nosso de cada dia… A grande preocupação de todos – assunto de debates, colóquios e até crises – é a forma física e, pra completar a chanchada, esse pessoal, tranqüilamente dá-se as mãos para invocar Jesus… Um jesusinho bem tolinho, invertebrado e inofensivo, que não exige nada, não tem nenhuma influência no comportamento público e privado das pessoas… Um jesusinho de encomenda, a gosto do freguês… que não tem nada a ver com o Jesus vivo e verdadeiro do Evangelho, que é todo carinho, misericórdia e compaixão, mas odeia o fingimento, a hipocrisia, a vulgaridade e a falta de compromisso com ele na vida e exige de nós conversão contínua! Um jesusinho tão bonzinho quanto falsificado… Quanta gente deve ter ficado emocionada com os “heróis” do Pedro Bial cantando “Jesus Cristo, eu estou aqui!”
Até quando a televisão vai assim? Até quando os brasileiros ficaremos calados? Pior ainda: até quando os pais deixarão correr solta a programação televisiva em suas casas sem conversarem sobre o problema com seus filhos e sem exercerem uma sábia e equilibrada censura? Isso mesmo: censura! Os pais devem ter a responsabilidade de saber a que programas de TV seus filhos assistem, que sites da internet seus filhos visitam e, assim, orientar, conversar, analisar com eles o conteúdo de toda essa parafernália de comunicação e, se preciso, censurar este ou aquele programa. Censura com amor, censura com explicação dos motivos, não é mal; é bem! Ninguém é feliz na vida fazendo tudo que quer, ninguém amadurece se não conhece limites; ninguém é verdadeiramente humano se não edifica a vida sobre valores sólidos… E ninguém terá valores sólidos se não aprende desde cedo a escolher, selecionar, buscar o que é belo e bom, evitando o que polui o coração, mancha a consciência e deturpa a razão!
Aqui não se trata de ser moralista, mas de chamar atenção para uma realidade muito grave que tem provocado danos seríssimos na sociedade. Quem dera que de um modo ou de outro, estas linha de editorial servissem para fazer pensar e discutir e modificar o comportamento e as atitudes de algumas pessoas diante dos meios de comunicação.
Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/28414

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

"BBB" no limite da lei



Em um ambiente cada vez mais permissivo, o reality show que já teve ares de programa antropológico do comportamento humano vira agora caso de polícia

Antonio Carlos Prado e Wilson Aquino
img1.jpg
SEM REGRAS
Daniel, acusado de suposta violação sexual de Monique sob o
edredom após balada: polêmica e subida de 16 pontos no Ibope
chamada.jpg
Talvez o edredom do “Big Brother Brasil” tenha encoberto um estupro, talvez tenha servido apenas para esquentar o Ibope do programa em sua 12º edição. Pode até ser que tenha funcionado para as duas coisas juntas. É fato, no entanto, que dessa vez é o próprio “BBB” da Rede Globo que está no paredão que ele mesmo criou – o da crescente falta de limites para conquistar, atiçar e satisfazer o voyeurismo de espectador de reality show. Nas cenas transmitidas abertamente pela emissora, relações sexuais já foram muitas vezes insinuadas nas versões anteriores do “BBB”, tanto por baixo quanto por cima de cobertores; e naquelas cenas que só podem ser acompanhadas no pay-per-view, que é pago – como o atual suposto estupro –, já se assistiu ao longo dos anos a embalos com bravas bebedeiras e a imagens de participantes trocando carícias mais que íntimas. Até aí tudo se dava no campo da plena liberalidade sexual. A possibilidade de ocorrência de um crime hediondo no “BBB”, porém, muda as coisas de figura e pode colocar em risco a sua própria existência, segundo nota oficial do Ministério das Comunicações. Também a Polícia Civil do Rio de Janeiro e o Ministério Público Federal e Estadual querem saber o que realmente ocorreu. Ou seja: o “BBB” que em seu início era uma caricatura de um programa antropológico, no qual se observava o comportamento e a tolerância entre si de pessoas que não se conheciam, transformou-se em caso de polícia – chegou ao limite da lei. E só podia dar nisso: como na sociedade como um todo, também as regras estabelecidas para estruturar o pequeno ambiente do reality, se não forem claras e não funcionarem como freios para o comportamento humano, podem gerar um ambiente altamente permissivo. No “BBB”, tendo ou não havido o crime de estupro de vulnerável, é certo que o ambiente degringolou para aquilo que o sociólogo francês Émile Durkheim designou de “anomia social”.
img.jpg
INVESTIGAÇÃO
O delegado Nunes colheu depoimentos das estrelas do
programa: Monique disse que “as carícias foram consentidas”
A cena em questão, que na semana passada alimentou comentários e debates na internet, reações nos meios artísticos e intelectuais, bate-papo em bares e piada nas borracharias, é aquela em que o modelo paulista Daniel Echaniz, 31 anos, supostamente viola o corpo da estudante gaúcha Monique Amin, 23 anos, sob um edredom. A imagem do pay-per-view, na madrugada do domingo 15, a mostra inerte como alguém que perdera a capacidade de se autodeterminar devido ao estado de embriaguez. Talvez, nesse momento, ela tenha sido estuprada por Daniel e, se isso ocorreu, configura-se o crime de “estupro de vulnerável”: a moça não tinha condições de reagir porque se embebedara horas antes na primeira festa dessa edição do programa. Sendo esse o quadro real, o reality perde o show: processo e eventual punição da Justiça independem da vontade da vítima. Diante da grande repercussão, a produção do “BBB” foi então atrás do prejuízo ético com olhos no lucro financeiro que o programa dá: R$ 82 milhões no ano passado. É claro que ela deveria ter interrompido a cena no momento em que começou a acontecer e separado imediatamente o casal, mas ficou paralisada, talvez com uma sigla de cinco letras na cabeça: Ibope. Na verdade, toda a confusão fez o programa passar de 20 para 36 pontos. A primeira tentativa para apagar o incêndio do edredom foi perguntar a Monique o que rolara. Ela teria respondido que “todas as carícias foram consensuais”, embora, pouco depois e com apagões de memória bem típicos de quem ingere grande quantidade de bebida alcoólica, comentasse com as colegas: “Eu sei que não fiz, mas começo a pirar. Será que eu fiz? Será que não? Estou muito mal com isso.” O delegado Antonio Ricardo Nunes determinou investigação imediata, e também a ele Monique negou ter sido estuprada. Outra negativa, a de autoria, o policial ouviu de Daniel. 

A presteza do delegado é elogiável, estranhando-se somente que ele tenha feito prevalecer as regras do programa, segundo as quais ninguém sai da casa, sobre o que manda a lei do País: o policial é que foi à emissora ao invés de Monique e Daniel irem à delegacia como aconteceria com qualquer mortal. Ao mesmo tempo que a polícia começou a agir, a ministra Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas para Mulheres, encaminhou ofício ao Ministério Público do Rio de Janeiro pedindo providências, o Ministério Público Federal de São Paulo instaurou inquérito e o Ministério das Comunicações, a quem cabe o controle do conteúdo exibido na televisão, informou que investigará se as imagens são “contrárias à moral familiar e aos bons costumes. Após essa mobilização, o diretor do “BBB”, José Bonifácio Brasil de Oliveira, o Boninho, eliminou o modelo do programa, transferindo-o para um hotel pago pela emissora e no qual até a quinta-feira 19 ele vivia numa espécie de confinamento – a rede de televisão informou que tomou tal atitude porque o modelo agiu de “forma inadequada” e para que responda “formalmente às acusações”. O Ministério Público Federal requereu a apreensão de seu passaporte. “O Daniel quer provar para todos que ele não fez nada. Sua prioridade é voltar ao programa, não mais pelo prêmio, mas pelo sentimento de injustiça”, diz o advogado Wilson Matias. Em outro canal está a professora Claudia Amin, mãe de Monique: “É claro que houve abuso, ela estava apagada.” O “Big Brother” é produzido em 42 países e exibido em 80, e não há lugar onde seus participantes não tenham criado constrangimentos. Em todos eles, incluindo o do Brasil, há um traço comum: nunca são divulgadas publicamente quais são as regras de comportamento dentro da casa e quais os critérios de avaliação psicológica da personalidade dos candidatos. Se tais regras e avaliações viessem à luz, ficaria mais fácil saber se a adrenalina para supostos crimes sob o edredom deve ficar somente por conta dos brothers e sisters ou também por conta do ambiente facilitador do programa.
img2.jpg

Ateu é condenado a 5 anos de prisão por escrever no Facebook: “Deus não existe” O que começou como uma discussão online tornou-se um caso de agressão física


Ateu é condenado a 5 anos de prisão por escrever no Facebook: “Deus não existe”
Um ateu foi acusado de blasfêmia e preso depois de ser denunciado pelo Conselho de Ulemás da Indonésia. O arquipélago da Indonésia, com 210 milhões de habitantes é o maior país muçulmano do mundo. Estima-se que 90% de sua população segue o Islã. Os ulemás são um tipo de líder religioso muçulmano.
O Comissário Chairul Aziz, chefe de polícia de Dharmasraya, cidade da ilha de Sumatra disse em entrevista ao jornal Jakarta Globe que os representantes do Conselho de Ulemás e de outras organizações islâmicas acreditam que Alexander, 31, afrontou o Islã usando passagens do Alcorão para negar a existência de Deus.
Alexander, um funcionário público, pode ser condenado a passar cinco anos na prisão por escrever “Deus não existe” na página do Facebook do grupo que ele modera, “Ateis Minang” (“Os ateus de Minang”). Essa página tem 1.361 seguidores.
De acordo com seu perfil pessoal no Facebook, ele foi criado muçulmano, mas em 2008 decidiu não mais seguir a religião de seus pais. Suas postagens aparentemente foram removidas após sua detenção.
Seu breve comentário acabou gerando um debate sobre religião com outros usuários da rede social. Logo em seguida ele também teria escrito: “Se Deus existe, por que acontecem coisas ruins?” e também “Se Deus é misericordioso, deveriam acontecer apenas coisas boas”.
O que começou como uma argumentação on-line, acabou levando dezenas de pessoas irritadas com Alexander a invadir o escritório onde ele trabalhava. Entre elas estavam alguns de seus colegas de trabalho. Além de passarem a discutir verbalmente dentro escritório, alguns passaram a agredi-lo violentamente. A polícia então foi acionada e agora Alexander está em regime de prisão preventiva.
O comissário Chairul explica que o problema maior foi Alexander ter usado o Alcorão para justificar seu ponto de vista ateu. ”Ao fazer isso, ele violou as leis antiblasfêmia do país, ofendendo o Islã.”
“O homem disse aos investigadores da polícia que, se Deus realmente existe e tem poder absoluto, por que ele não impedir que coisas ruins acontecendo neste mundo.”
O Código Penal da Indonésia prevê uma pena de até cinco anos para o crime de blasfêmia, definido como “expressar publicamente sentimentos ou fazer algo que divulgue abusos, ódio ou ofensas a certas religiões na Indonésia, de forma que possa fazer alguém desacreditar a religião”.
A Comissão Nacional de Direitos Humanos da Indonésia, presidida por Ifdhal Kasim pediu que a polícia mantenha-se neutra e não sinta-se forçada a agir pela pressão da maioria.
“Eles deveriam proteger a liberdade de expressão, em vez de ouvir os apelos da maioria”, disse ao jornal. ”A polícia deve permanecer neutra, em vez de cumprir a lei subjetivamente”.
Ele também atacou o  Conselho de Ulemás, dizendo que é uma organização religiosa e não uma instituição estatal. ”Se todo mundo obedece o que o Conselho diz, seguir a lei será impossível”.
Um membro de uma importante organização ateísta da capital Jacarta, disse que o caso é uma clara violação dos direitos humanos. Ele não quis ser identificado, pois teme por sua segurança. “Se o Conselho de Ulemás pensa que há um amigo imaginário lá em cima, isso não significa que as outras pessoas também devem acreditar “, disse ele. ”Por que não podemos criticar a religião? Isso é contra a liberdade de expressão e os direitos humanos.”
Traduzido e adaptado The Blaze e The Jakarta Globe

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Tesoureira da Igreja Universal é condenada nos Estados Unidos A brasileira recebeu a punição de liberdade condicional e terá que reportar todos os seus passos à Justiça americana



Tesoureira da Igreja Universal é condenada nos Estados Unidos
Na quarta-feira, 18, a Justiça de Nova York julgou o processo movido contra Regina da Silva, tesoureira da Igreja Universal do Reino de Deus nos Estados Unidos, pelo crime de apresentação de documentos falsos para obtenção de empréstimos hipotecários. A brasileira foi condenada e ficará em liberdade condicional.
De acordo com o jornal O Globo, Regina Silva foi acusada pela Promotoria do Estado de Nova York por fraudar documentos para obter empréstimos hipotecários, junto ao Signature Bank, de valor total superior a US$ 22 milhões, entre 2006 e 2008. Fora isso ela também foi acusada de apropriação indébita, falso testemunho e montagem de esquema fraudulento.
Em novembro do ano passado a tesoureira da IURD reconheceu a autoria do crime de apresentação de documentos falsos e por isso sua pena foi de liberdade condicional no período de três anos. A defesa da brasileira fez um acordo com a Promotoria de Nova York para que ela reconhecesse ao menos um dos crimes, mas não há informações se isso foi confirmado.
Regina teve seu passaporte apreendido em julho de 2010 e foi impedida de deixar o país enquanto o processo não era julgado. Agora ela poderá viajar ao Brasil quando desejar mas terá que reportar todos os seus passos à justiça americana.
O jornal O Globo noticiou que em 2010 o advogado de Regina, Andrew Lankler, disse aos jornais da região que quem se beneficiou com os empréstimos milionários não foi sua cliente, mas a Igreja Universal. Ao que parece os fiéis das filiais da IURD no Brooklyn e no Queens teriam endossado os pedidos de empréstimos, beneficiando depois a denominação.
Com informações O Globo

Bruxa exige que livro de feitiços seja distribuído em escolas públicas Seguidora da Wicca, pagã questiona distribuição de Bíblias aos alunos


Ginger Strivelli e sua filha Sybilsue.
Uma autointitulada “pagã” e seguidora da Wicca, um tipo de bruxaria, está questionando se não tem o mesmo direito que osGideões em distribuir seu “livro sagrado”. Seu pedido tem feito a Secretaria de Educação da Carolina do Sul reavaliar suas políticas sobre liberdade de culto.
Ginger Strivelli, que pratica bruxaria afirmou ter ficado chocada quando sua filha de 12 anos voltou para casa trazendo uma Bíblia que ganhou na escola de ensino médio North Windy Ridge. Os Gideões Internacionais haviam entregado várias caixas de livros sagrados na secretaria da escola. Todos os estudantes interessados podiam levar um exemplar para casa.
De acordo com Strivelli, ela questionou que as escolas não deveriam distribuir materiais de uma religião e não de outras. Ele teria respondido que a escola disponibilizaria da mesma forma textos religiosos doados por qualquer grupo. Porém, quando Strivelli apareceu na escola levando livros de feitiços da Wicca, disse que foi mandada embora. Por isso decidiu protestar.
A história ganhou espaço na mídia e os funcionários da administração do Condado onde fica a escola emitiu uma nota oficial. “No momento estamos revisando políticas sobre essa prática com os advogados do conselho escolar. Durante este período, nenhuma escola no sistema estará aceitando doações de materiais que defendam uma determinada religião ou crença”. O conselho escolar deve anunciar sua decisão sobre a questão dia 2 de fevereiro.
“Você deve abrir as escolas públicas para todo tipo de material religioso, ou você pode proibir todo tipo de material religioso”, explica Michael Broyde, professor e pesquisador no Centro para o Estudo do Direito e Religião da Emory University. ”Você não pode dizer: ‘Vamos distribuir material religioso, mas apenas de uma fé em particular”.
Embora possa parecer um problema apenas nos Estados Unidos, o fato é que esse tipo de discussão ocorre em todo o mundo e já causou grandes problemas como na Alemanha e Irlanda, enfatiza Broyde.
Tradicionalmente, os ensinamentos predominantes nas escolas seguem a tradição judaico-cristã dos países ocidentais, com seus feriados religiosos e celebrações como Páscoa e Natal que afetam cristãos e não cristãos.
Bobby Honeycutt defende “Nosso país foi fundado sobre os princípios judaico-cristãos, não nos princípios da Wicca. Além disso, nossas crianças têm acesso a mais material não-cristão nas bibliotecas e on-line do que a coisas cristãs”, disse ele.
Enquanto a maioria dos pais cristãos que tem filhos na escola North Windy Ridge acreditam que os eventos recentes são uma ameaça à tradição, outros defendem a separação entre Igreja e Estado em escolas públicas.
“Muitos cristãos têm dito que concordam comigo”, disse Strivelli. ”Porque, entendem que não gostariam de ver na porta da escola as Testemunhas de Jeová distribuindo suas revistas ou católicos entrando ali distribuindo Rosários. Do mesmo modo eu não gostei de saber que distribuíram Bíblias”
Traduzido e adaptado de Fox News

O Papa: A unidade de cristãos é obtida com oração e conversão interior


 

(ACI/EWTN Noticias)

Em sua catequese da manhã de ontem o Papa Bento XVI explicou que a oração e a conversão são o caminho para obter a unidade dos cristãos, no marco da celebração até o 25 de janeiro da Semana de Oração por esta intenção.

Diante de milhares de fiéis presentes no Sala Paulo VI no Vaticano, o Santo Padre recordou que esta celebração é uma iniciativa que se realiza há mais de um século, e na qual participam cristãos de todo o mundo para invocar "o dom extraordinário pelo qual o próprio Senhor Jesus rezou durante o Última Ceia: 'Para que todos sejam um".

A Semana de Oração foi introduzida em 1908 pelo Padre Paul Wattson, fundador de uma comunidade religiosa anglicana que entrou depois na Igreja Católica. O Papa afirmou que, nesta Semana, "o impulso dado pelo Concílio Vaticano II à busca da plena comunhão entre todos os discípulos de Cristo encontra uma de suas expressões mais eficazes".

"Este encontro espiritual, que une cristãos de todas as tradições, aumenta nossa consciência sobre o fato que a unidade que buscamos não poderá acontecer somente por meio de nossos esforços, mas será sim um dom recebido do Alto, algo a se invocar sempre.".

Este ano, os textos para a Semana de Oração foram propostos por um grupo de representantes da Igreja Católica e do Conselho Ecumênico Polonês. Este último sugeriu o tema: "Todos seremos transformados pela vitória de nosso Senhor Jesus Cristo".

A história da Polônia está marcada por invasões e derrotas, pela luta constante contra a opressão e a favor da liberdade; isso induziu ao grupo ecumênico polonês a refletir sobre o verdadeiro significado das palavras "vitória" e "derrota".

“A respeito da “vitória, que em alguns termos significa triunfar, Cristo nos sugere uma estrada bem diferente, que não passa pelo poder e pela força. Ele, de fato, afirma: “Se alguém quer ser o primeiro, seja o último de todos e servo de todos” (Mc 9,35). Cristo fala de uma vitória por meio do amor sofredor, por meio do serviço recíproco, da ajuda, da nova esperança e da concreta doação aos últimos, aos esquecidos, aos excluídos”, afirmou.

“Para todos os cristãos, a mais alta expressão de tal humilde serviço é Jesus Cristo próprio, a doação total que fez de Si mesmo, a vitória do Seu amor sobre a morte, na cruz, que esplende na luz da manhã de Páscoa", disse também o Papa Bento.

O Santo Padre assinalou que "nós podemos fazer parte desta “vitória” nos transformado e nos deixando transformar por Deus, somente se operamos uma conversão de nossa vida e a transformação de si só se realiza por meio da conversão".

Do mesmo modo, "a unidade pela qual rezamos requer uma conversão interior, comum e pessoal. Não se trata simplesmente de cordialidade ou cooperação, é necessário, sobretudo, reforçar a nossa fé em Deus".

É necessário, explicou o Papa, "entrar na nova vida em Cristo, que é a nossa verdadeira e definitiva vitória; é necessário abrir-se uns aos outros, acolhendo todos os elementos de unidade que Deus conservou por nós e sempre de novo nos doa; é necessário sentir a urgência de testemunhar, ao homem do nosso tempo, o Deus vivente, que se fez conhecer em Cristo".

A tarefa ecumênica, tal como sublinham o Concílio Vaticano II e o beato João Paulo II, "é uma responsabilidade de toda Igreja e de todos os batizados, que devem fazer crescer a comunhão parcial já existente entre os cristãos até a plena comunhão na verdade e na caridade.".

Por essa razão, indicou Bento XVI, rezar pela unidade "deve se tornar parte integrante de nossas orações, da vida de oração de todos os cristãos, em todos os lugares e em todos os tempos, sobretudo, quando pessoas de diversas tradições se encontram e louvam juntas pela vitória, em Cristo, sobre tudo aquilo que é pecado, mal, injustiça e violação à dignidade do homem".

O Papa destacou também que "a falta de unidade entre os cristãos impede o anúncio mais eficaz do Evangelho, porque coloca em perigo a nossa credibilidade”. 
“Como podemos dar um testemunho convincente se estamos divididos?", questionou.

"Certamente, naquilo que resguarda as verdades fundamentais da fé, nos unimos muito mais que nos dividimos. Mas as divisões restantes, e que resguardam também várias questões particulares e éticas, suscitam confusões e diferenças, enfraquecendo nossa capacidade de transmitira a Palavra salvadora de Cristo.".

“O caminho da Igreja, como aquele dos povos, está nas mãos de Cristo ressuscitado, vitorioso sobre a morte e sobre a injustiça que Ele carregou e sofreu em nome de todos. Ele nos faz participantes de sua vitória. Somente Ele é capaz de nos transformar de fracos e indecisos para fortes e corajosos ao operar o bem. Somente Ele pode nos salvar das conseqüências negativas das nossas decisões”, concluiu o Papa.

Pró-vidas ajudam a fechar clínica de aborto que funcionou durante quase 40 anos


   

 (ACI/EWTN Noticias)

Um grupo de ativistas pró-vida contribuíram ao fechamento definitivo de uma clínica de abortos em Rockford, estado de Illinois (Estados Unidos), que funcionou durante quase 40 anos sem cumprir  as normas dos códigos de saúde do estado.

Em declarações ao grupo ACI, o diretor executivo do grupo Pro Life Action League da cidade de Chicago, assinalou que o fechamento "é uma incrível vitória" para o ativismo pró-vida.

"Estamos emocionados" por esta decisão, disse Thomas Brejcha, presidente e chefe de conselheiros da Thomas Morre Society. "As condições dentro da clínica era abomináveis. Era um claro perigo para a saúde pública", acrescentou.

Brejcha contou também que o dono do Rockford’s Northern Illinois Women’s Center tinha colocado pôsteres e objetivos ofensivos "incluindo uma boneca de uma freira que tinha um piercing com forma de crucifixo e que tinha uma mensagem macabra", além de um Cristo com um gesto obsceno.

Em sua opinião, estas coisas "eram símbolos anti-católicos e anti-cristãos horríveis, muito ofensivos para acreditar que eram reais".

A clínica de abortos foi fechada temporalmente em setembro do ano passado por não satisfazer os mínimos requerimentos em suas três salas de operações. Logo depois de uma audiência no dia 5 de janeiro diante do departamento de saúde pública reabriu suas portas após pagar uma multa de 9.750 dólares.

Brejcha comentou ademais que "este é não é um caso isolado" e colocou como exemplo uma clínica de abortos na Filadélfia "com péssimas condições" que também foi fechada logo depois de uma investigação por homicídio".

Depois de assinalar que o ativismo pró-vida nos exteriores da clínica foi muito importante para obter o fechamento da clínica em Rockford, Brejcha alertou que "os padrões legais foram estabelecidos por baixo até mesmo do que se solicita às clínicas veterinárias. Isto é inaudito e tem que acabar".