sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Universidade católica é anfitriã de simpósio de defesa ao direito à “homoafetividade”


27 de outubro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Uma universidade católica localizada no Brasil recentemente foi anfitriã de um simpósio sobre “direito homoafetivo” que deu aos promotores da agenda homossexual uma plataforma para promover sua ideologia.
O simpósio provocou indignação entre católicos fiéis, que protestaram contra o evento numa carta assinada que foi entregue pessoalmente horas antes do evento para o superior eclesiástico local, o arcebispo Fernando Saburido, que teria respondido que era tarde demais para cancelá-lo.
De acordo com o site gayzista MixBrasil, o simpósio incluiu como palestrantes o Pe. Luís Correa Lima, fundador do grupo “Diversidade Católica”, que publicamente busca normalizar e legitimar o estilo de vida homossexual e a “identidade gay”. Um dos mais importantes palestrantes foi Jean Wyllys, deputado federal e radical militante gay.
Outros palestrantes incluíram o Dr. Clicerio Bezerra, o juiz que realizou o primeiro “casamento” homossexual no estado de Pernambuco, Manoela Alves e Rhemo Guedes, presidente e advogado, respectivamente, do “Movimento Gay Leões do Norte” e várias autoridades públicas envolvidas na implementação de políticas governamentais gayzistas.
Os debates de mesa incluíram “Vulnerabilidade Social LGBT em foco e Criminalização da Homofobia”, “A Laicidade do Estado e o Direito à Livre Orientação afetivo-sexual”, “Políticas públicas e o enfrentamento da homofobia” e “O reconhecimento da união homoafetiva como entidade familiar no Direito brasileiro”.
O evento ocorreu na Arquidiocese de Olinda e Recife, que outrora ficou famosa pela liderança pró-vida do Arcebispo José Cardoso Sobrinho, que foi aposentado em 2009.
Os leigos católicos da arquidiocese teriam entregado pessoalmente uma carta ao novo arcebispo, Fernando Saburido, suplicando “que a universidade católica impedisse a realização de tal simpósio, pois fere e ataca nossa fé e desobedece às ordens de Jesus Cristo na pessoa de São Paulo, do próprio Papa Bento 16… suplicamos-lhe que não permita essa blasfêmia numa instituição católica!”
De acordo com Jorge Ferraz do blog Deus Lo Vult e residente da mesma arquidiocese, o arcebispo “recebeu atenciosamente a comitiva; mas deu a entender que, a esta altura (o simpósio se iniciaria à tarde), nada podia fazer para impedir o evento”.
Informações de contato:
Arcebispo Fernando Saburido
Rua Bispo Coutinho, s/n – Alto da Sé
53120-130 Olinda – PE
Tel.:  (55) (81) 3493-1201
E-mail: aor@hotlink.com.br
Artigos sobre o atual arcebispo de Olinda e Recife:
Artigos sobre o arcebispo anterior de Olinda e Recife:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

PRI: Bebê número 7 bilhões é uma bênção para o mundo


WASHINGTON DC, 28 Out. 11 / 11:38 am (ACI/EWTN Noticias)

O Presidente do Population Research Institute (PRI), Steve Mosher, afirmou que o nascimento do bebê sete bilhões, previsto para este 31 de outubro, é "uma bênção para todos" e não algo mau como querem fazer acreditar os promotores do controle populacional mundialmente.

"O bebê 7 bilhões, menino ou menina, branco ou negro, moreno ou amarelo não é um problema e sim um recurso. Não é uma maldição mas uma bênção para todos nós. O problema a longo prazo da humanidade não é o excesso senão a escassez de crianças”, afirmou Mosher no último boletim do PRI.

No documento, o líder pró-vida criticou as políticas do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), "que apoiada por grupos ambientalistas radicais e por organizações associadas ao controle natal e aborto", usa este nascimento "para promover o mito da superpopulação e compilar recursos para projetos anti-natalistas".

Disse que "a mentalidade anti-natalista é arrogante e elitista", porque "a mensagem que os líderes de países ricos oferecem aos africanos, asiáticos e latino-americanos é claro: ‘Há suficientes de nós e muitos de vocês’".

Mosher recordou que "o problema mais sufocante que existe para a maioria de países não é a superpopulação, mas a despopulação".

El disse que "em uma época que deveria estar caracterizada pela austeridade fiscal, a última coisa que precisamos é gastar os recursos do Estado para baixar as taxas de natalidade. Dessa maneira o que provocamos é reduzir o montante do capital humano disponível e fazer-nos todos mais pobres no longo prazo".

Por isso, afirmou que "no PRI estamos muito contentes com a chegada ao mundo do bebê 7 bilhões".

Críticas a UNFPA

O PRI também criticou "as tergiversações ideológicas do Relatório sobre o Estado da População Mundial 2011 do UNFPA". Indicou que este organismo da ONU está "em risco de perder os recursos que recebe do governo norte-americano por seu permanente apoio à imposição da política do filho único na China".

"As investigações do PRI demonstraram reiteradamente que a UNFPA é cúmplice de uma política que se realiza por meio de esterilizações e abortos forçados e que até a data já eliminou 400 milhões de chineses", assinalou.

Pense bem, antes de comprar os produtos da PEPSICO. Exigem que Pepsi que não use restos de bebês eliminados por aborto.



ATLANTA, 28 Out. 11 / 02:36 pm (ACI/EWTN Noticias)

A denúncia de um grupo pró-vida de que a empresa internacional de refrigerantes PepsiCo estaria usando linhas celulares de fetos humanos abortados para a investigação e o melhoramento de seus produtos, fez que um de seus acionistas apresentasse uma resolução para que esta companhia internacional suprima esta prática.

Em agosto de 2010 PepsiCo assinou um acordo de quatro anos com a companhia Senomyx para desenvolver adoçantes potencializados para suas bebidas. Por este trabalho PepsiCo paga 30 milhões de dólares pela investigação e futuras regalias de seus produtos que no futuro sejam manufaturados com esta tecnologia.

Muitas das patentes de Senomyx envolvem a linha celular de fetos abortados com o código HEK-293, originada a partir de células dos rins.

aborto provocado é a eliminação ou assassinato de um ser humano dentro do ventre da mãe. A doutrina católica e a lei natural coincidem em que nunca é justificado, pois ninguém tem direito a decidir sobre a vida de outra pessoa, menos ainda a dos mais fracos e inocentes, como os não nascidos.

O grupo pró-vida da Flórida, Children of God for Life, escreveu às duas empresas em protesto por estas investigações. Senomyx não respondeu, mas PepsiCo sim o fez, assinalando que as investigações dariam como resultado produtos "de grande sabor e com menos calorias".

Frente a esta situação, um acionista apresentou uma resolução ante a junta de diretores da PepsiCo para adotar uma política que "reconheça os direitos humanos e utilize padrões éticos que não envolvam usar restos de seres humanos abortados em investigações privadas e compartilhadas assim como em acordos de desenvolvimento".

Debi Vinnedge, diretor executivo do Children of God for Life, assinalou que cada acionista tem "o direito, ou seja, a verdade sobre o que PepsiCo está fazendo com suas economias duramente obtidas".

"A falta de respeito da PepsiCo à sensibilidade moral pública solo serviu para avivar o fogo e as ameaças ao valor das ações, as pensões de aposentadoria e os investimentos", acrescentou.

Também disse que "não há nada ético ou apropriado na maneira em que estão explorando os restos de crianças inocentes abortadas".

Children of God for Life respondeu a esta situação convocando um boicote para deixar de adquirir os produtos da PepsiCo.

HazteOir.org, uma plataforma cidadã pró-vida e pró-família na Espanha, ecoou esta convocação e informou que o boicote se estende dos Estados Unidos à península ibérica, Austrália, Alemanha, Irlanda, Escócia, Polônia e Reino Unido.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Cristão é rebaixado no emprego e sofre diminuição de salário só por comentar brandamente contra “casamento” gay nas igrejas

Hilary White, correspondente em Roma
MANCHESTER, Inglaterra, 24 de outubro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um cristão administrador de propriedades na Inglaterra foi rebaixado em seu emprego, sofreu um corte de 22 mil dólares anuais em seu salário e quase foi despedido por fazer um comentário no Facebook de que as igrejas cristãs não deveriam ser forçadas a participar de cerimônias de união de mesmo sexo.
Adrian Smith, de 54 anos, foi declarado, por um consórcio de moradia financiado por impostos, como culpado de “má conduta grave” depois que ele disse, numa linha de comentário no Facebook, que permitir cerimônias de mesmo sexo nas igrejas é “levar a igualdade longe demais”.
Escrevendo em sua própria página de Facebook, que não estava acessível a ninguém mais do que seus amigos de Facebook, Smith havia dado uma resposta a uma notícia da BBC sobre uma nova lei polêmica que permitiria que as igrejas conduzissem cerimônias de mesmo sexo. Indagado se o comentário dele significava que ele não aprovava a lei que havia sido proposta, Smith respondeu: “Não, não realmente. Não compreendo o motivo por que as pessoas que não têm fé e não creem em Cristo quereriam se casar na igreja. A Bíblia é bastante específica que o casamento é para homens e mulheres. Se o Estado quer oferecer casamentos civis para os homossexuais, então cabe ao Estado; mas o Estado não deveria impor suas normas em lugares de fé e consciência”.
O consórcio telefonou para a casa de Smith e o chamou para uma reunião disciplinar depois que outro membro do consórcio se queixou. O Consórcio de Moradia de Trafford (CMT), que administra as casas em Sale, na Grande Manchester, removeu Smith de sua posição administrativa que lhe dava um salário de 56 mil dólares por ano, reempregando-o como um “conselheiro” com um salário de 33.500 dólares.
Com a assistência legal do Instituto Cristão, Smith está processando, dizendo que o consórcio quebrou seu contrato ao violar seus direitos de livre expressão e liberdade religiosa.
O sindicato fez uma declaração para a BBC, dizendo que seu código de conduta atualizado “claramente delimitava como os funcionários podem utilizar os sites de relacionamento social como o Facebook”.
“Uns três meses depois que esse novo código foi publicado, o sr. Smith, sem nossa autoridade ou conhecimento e numa página de Facebook que o identificava como administrador no Consórcio de Moradia Trafford, fez comentários que se verificou, por uma investigação disciplinar total em que ele tinha representação do sindicato, que ele quebrou o código de conduta da empresa e outras políticas. “O sr. Smith foi disciplinado por quebra das normas da empresa. O consórcio não fez comentário algum acerca de quaisquer convicções pessoais que ele tem”.
Tom Ellis, advogado de Smith que trabalha no escritório de advocacia Aughton Ainsworth com sede em Manchester, disse que Smith ficou “chocado e angustiado” com o incidente.
“Como cristão, Adrian crê nos valores da justiça, cortesia e respeito pela opinião dos outros. Esses são os valores de uma sociedade madura e saudável. Certamente, isso deixa espaço para colegas debaterem e até discordarem sobre os assuntos da atualidade. Conversas como essa ocorrem em escritórios e fábricas de norte a sul do país todos os dias”.
O incidente vem despertando indignação entre alguns dos populares colunistas de jornal da Inglaterra, até mesmo colunistas da esquerda. Ally Fogg, colunista do jornalGuardian, comentou que Smith havia “expressado, de modo cortês, algumas opiniões relativamente suaves” sobre a questão. “Se o consórcio está preocupado com sua reputação de ser inclusivo e tolerante, não precisava ter agido de forma tão horrível”, escreveu Fogg.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

O Reino de paz de Cristo não se estende com a violência mas com o amor, diz o Papa





Ao presidir esta manhã a celebração da Palavra que substituiu a Audiência Geral das quartas-feiras a causa do mau tempo, o Papa Bento XVI explicou que o Reino de paz de Cristo não se estende com o poder, a força ou a violência, mas com o amor vivido até o extremo, inclusive para com os inimigos.

No Sala Paulo VI e diante de milhares de peregrinos presentes, o Santo Padre presidiu a celebração da Palavra por ocasião da "Jornada de reflexão, diálogo e oração pela paz e a justiça no mundo: Peregrinos da verdade, peregrinos da paz", que será celebrada esta quinta-feira 27 de outubro em Assis.

Em sua homilia, o Papa explicou que como cristãos, estamos convencidos de que “a contribuição mais preciosa que podemos dar à causa da paz é aquela da oração. Por esse motivo, encontramo-nos hoje, como Igreja de Roma, juntamente com os peregrinos presentes na Urbe, na escuta da Palavra de Deus, para invocar com fé o dom da paz”.

Seguidamente citou a leitura do profeta Zacarias na que Deus promete a salvação, que chegará mediante um rei. "mas aquele que é anunciado não é um rei que se apresenta com o poder humano, a força das armas; não é um rei que domina com o poder político e militar; é um rei manso, que reina com humildade e suavidade frente a Deus e aos homens, um rei diferente dos grandes soberanos do mundo".

Os apóstolos, explicou Bento XVI, recordaram o anúncio do profeta "de modo particular após os eventos da paixão, morte e ressurreição, do Mistério Pascal, quando retornaram com os olhos da fé àquele alegre ingresso do mestre na Cidade Santa. Ele monta um jumento, tomado emprestado: não está sobre uma rica carruagem, não está em um cavalo como os grandes. Não entra em Jerusalém acompanhado de um poderoso exército de carros e cavaleiros".

Jesus, prosseguiu, "é um rei pobre, o rei daqueles que são os pobres de Deus (...) quantos têm aquela liberdade interior que os torna capazes de superar a ganância, o egoísmo que está no mundo, e sabem que Deus somente é a sua riqueza".

"Ele é o rei da paz, graças ao poder de Deus, que é o poder do bem, o poder do amor. É um rei que fará desaparecer os cavalos de batalha, que quebrará os arcos de guerra; um rei que realiza a paz sobre a Cruz, conjugando a terra e o céu e lançando uma ponte fraterna entre todos os homens. A Cruz é o novo arco da paz, sinal e instrumento de reconciliação, de perdão, de compreensão, sinal de que o amor é mais forte do que toda a violência e opressão, mais forte do que a morte: o mal se vence com o bem, com o amor".

O Santo Padre disse logo que "O reino que Cristo inaugura tem dimensões universais. O horizonte deste rei pobre, brando, não é aquele de um território, de um Estado, mas são os confins do mundo; para além de toda a barreira de raça, língua, cultura, Ele cria comunhão, cria unidade. E onde vemos realizar-se no hoje este anúncio? Na grande rede das comunidades eucarísticas que se estende sobre toda a terra ressurge a luminosa profecia de Zacarias”.

Em todos os lugares, em cada realidade, cultura, das grandes cidades, com os seus palácios, até as pequenas cidades com suas humildes moradias, das poderosas catedrais às pequenas capelas, Ele vem, torna-se presente; e ao entrar em comunhão com Ele, também os homens são unidos entre si em um único corpo, superando divisões, rivalidades, rancores. O Senhor vem na Eucaristia para tolher-nos do nosso individualismo, dos nossos particularismos que excluem os outros, para formar-nos em um só corpo, um só reino de paz em um mundo dividido".

Para construir a paz de Cristo Rei, é necessário que seus mensageiros caminhem sem usar "a potência da guerra ou o poder".

"Os cristãos não devem nunca cair na tentação de se tornarem lobos entre os lobos; não é com o poder, com a força, com a violência que o reino de paz de Cristo se estende, mas com o dom de si, com o amor levado ao extremo, também com relação aos inimigos. Jesus não vence o mundo com a força das armas, mas com a força da Cruz, que é a verdadeira garantia da vitória", explicou.

O Papa Bento XVI se referiu logo às estátuas de São Pedro e São Pedro se localizadas ante a Basílica vaticano. Assim como Pedro tem as chaves, Paulo leva uma espada "o instrumento com que foi martirizado e derramou seu sangue".

São Paulo, disse o Santo Padre, "Dedicou sua vida a levar a mensagem de reconciliação e de paz do Evangelho, gastando toda a sua energia para fazê-lo ressoar até os confins da terra. E essa foi a sua força: não procurou uma vida tranqüila, cômoda, distante das dificuldades, das contrariedades, mas se consumou pelo Evangelho, deu todo a si mesmo, sem reservas, e, assim, tornou-se o grande mensageiro da paz e da reconciliação de Cristo".

"A espada que São Paulo tem nas mãos também se refere ao poder da verdade, que muitas vezes pode ferir, pode fazer mal; o Apóstolo manteve-se fiel até o fim a esta verdade, a serviu, sofreu por ela, entregou a sua vida por ela".

“Essa mesma lógica vale também para nós, se desejamos ser portadores do reino de paz anunciado pelo Profeta Zacarias e realizado por Cristo: devemos estar dispostos a pagar pessoalmente, a sofrer em primeira pessoa a incompreensão, a rejeição, a perseguição. Não é a espada do conquistador que constrói a paz, mas a espada do sofredor, de quem sabe dar a própria vida".

"Como cristãos, desejamos invocar de Deus o dom da paz, desejamos rezar para que Ele nos torne instrumentos da sua paz em um mundo ainda lacerado pelo ódio, por egoísmos, por guerras”.
“Desejamos pedir-Lhe que o encontro de amanhã, em Assis, favoreça o diálogo entre pessoas de diversas pertenças religiosas e leve um raio de luz capaz de iluminar a mente e o coração de todos os homens, para que o rancor dê espaço ao perdão, a divisão à reconciliação, a violência à delicadeza, e, no mundo, reine a paz. Amém", conclui o Santo Padre.

Para ver o vídeo da alocução do Papa, visite nosso canal no YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=qO7x9HpRdtU&feature=player_embedded

Fonte: ACIDIGITAL

A Europa entrou em uma era de descristianização. Irreversível?




por Marco Politi, do jornal Saturno
Crise de fé é uma expressão otimista, no fundo. Parece a crise dos bancos. Algo que, com oportunas recapitalizações, pode ser posta nos eixos. Mas o fenômeno em curso no Velho Continente, casa e coluna do catolicismo, vai muito além. A Europa entrou em uma era de descristianização.
A primeira década de 2000 viu a afirmação de uma geração que, no seu conjunto, perdeu a memória viva, o vínculo real com o patrimônio cristão. Armando Matteo, assistente eclesiástico dos universitários católicos (Fuci), fala de “primeira geração incrédula” e não tem medo de afirmar que o cristianismo está se tornando estranho aos homens e às mulheres do nosso tempo.

As massas não devem se enganar com os grandes encontros ou as declarações de “pertencimento” ao cristianismo que se verificam nas pesquisas. É uma pertença sem crença. Meramente sociológica. Mas se a diferença entre identidade formal e fé substancial é típica de outras épocas, muitas vezes caracterizada por flutuações no curso da existência, o sinal da atual geração incrédula se revela (para a grande massa, sem se deter nas pequenas minorias motivadas) por meio de uma “surdez geral quando se fala de Deus, de fé, de oração, de comunidade”. Uma atitude que supera em muito a escassa participação na missa e nos sacramentos.

É uma perda sistêmica dos fundamentos culturais do cristianismo, dos ensinamentos, dos símbolos derivados do Antigo e do Novo Testamento. O fenômeno se manifesta ainda na infância, a partir do momento em que a família não exerce mais um lugar de transmissão primária da fé.
Foram removidos das suas raízes conceitos poderosos como eternidade, criação, providência, destino escatológico. Paraíso e inferno não são mais representáveis.
Darwin subverteu a imagem do Deus Criador. Auschwitz tornou impossível a ideia de que o mal, embora grande, possa ter uma função voltada para o bem. O próprio Bento XVI em seu livro-entrevista Luz do Mundo (Ed. Planeta), por exemplo, reconhece que hoje a ideia do sangue de Cristo como “resgate” dos pecados do homem corre o risco de não chegar mais aos contemporâneos. Por outro lado, da sua pregação contra o relativismo, surge a dificuldade de propor o conceito de verdade absoluta.
Declinados os conflitos ideológicos do século XX, quando ainda se contrapunham visões de mundo fortes, a novidade radical não consiste no aumento do ateísmo. Matteo defende com justiça que a nova geração não se coloca contra Deus e a Igreja, mas “está aprendendo a viver sem Deus e sem a Igreja”.
A presença de Deus não é mais um axioma individual e social. Acreditar em Deus é uma “possibilidade”.
Alessandro Castegnaro, que dirige o Observatório Sociorreligioso do Triveneto, não por acaso intitula uma recente pesquisa sua sobre o mundo juvenil de C’è campo? [Há espaço?]. O ponto de interrogação expressa a intermitência com que são captados os temas da espiritualidade, da religião, da Igreja.
As novas levas respeitam expoentes eclesiais individuais e apreciam a Igreja quando indica horizontes de valores. Mas a separação da instituição é enorme, e a individualização das escolhas é máxima.
Regras e crenças são submetidas a um mecanismo de seleção e de redução sobre os quais a Igreja não tem nenhum poder. Dogmas fundamentais – como a pessoa de Deus, a filiação divina de Cristo, a ressurreição, o além – assumiram uma fisionomia indeterminada.
Grande parte dos conceitos teológicos são percebidos como imagens velhas. A Igreja como um todo é percebida como antiquada. “Eles não acertam as contas com o que vivemos. Contam-nos uma história que não existe”, resume Castegnaro.
Fonte: www.comshalom.org/blog/carmadelio/27003

domingo, 23 de outubro de 2011

O Amor de Deus é para sempre.



O “Grande Hallel”
Salmo 136 (135)
Queridos irmãos e irmãs,
Hoje queria meditar convosco o salmo 136, um solene hino de louvor que celebra as inúmeras manifestações de bondade do Senhor para com os homens. Conhecido como o “Grande Hallel”, este salmo é cantado tradicionalmente no final da Ceia pascal hebraica; isso mesmo deve ter feito o próprio Jesus na Última Ceia com seus discípulos. A antífona “eterno é o seu amor” acompanha a narração dos diversos prodígios de Deus na história. De fato, a motivação fundamental do louvor é o amor eterno de Deus: um amor manifestado já desde o início da criação e que vai se reafirmando nos prodígios do Êxodo, na longa travessia do deserto, na conquista da terra prometida, nos momentos de humilhação e desgraça. Por fim, o Salmo louva a bondade de Deus, “que a todo ser vivente alimenta”. Assim, sintetiza o amor paternal de Deus por nós e abre-nos à promessa da Eucaristia, o alimento que acompanha a nossa caminhada de fé.

PAPA BENTO XVI
AUDIÊNCIA GERAL
Praça de São Pedro
Quarta-feira, 19 de Outubro de 2011

Hoje se celebra a festa do Beato João Paulo II



Este 22 de outubro se celebra a festa litúrgica do Beato Papa João Paulo II, elevado aos altares em uma multitudinária Missa no dia 1º de maio de 2011 na Praça de São Pedro em Roma.

A decisão de celebrar a memória do Papa Peregrino nos dia 22 de outubro foi tomado devido a que nesse dia em 1978 João Paulo II iniciou seu pontificado.

Na homilia daquela Eucaristia, o Papa Wojtyla fez sua emblemática exortação aos católicos de todo o mundo: "Não tenham medo! Abram, mais ainda, abram de par em par as portas a Cristo!"

Por ser João Paulo II ainda beato, as celebrações oficiais se realizam em Roma, cidade da que todo Papa é Bispo e na Polônia, seu país natal. Isto não impede que católicos de outras partes do mundo, alguns dos quais solicitaram através de sua diocese a permissão formal, possam unir-se às celebrações.

O processo de canonização do Papa Wojtyla segue sua marcha normal e possíveis milagres atribuídos a sua intercessão estão sendo avaliados, como confirmou ao grupo ACI dias atrás o Prefeito para a Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato.

O milagre que permitiu a beatificação do João Paulo II foi a cura de Parkinson da religiosa francesa Marie Simon-Pierre, curada de Parkinson, a mesma doença que padeceu o falecido Pontífice.

No dia 4 de outubro o Cardeal Amato explicou ao grupo ACI, que não há pressa para a canonização. "Por enquanto, nós desfrutamos da beatificação. Porque a beatificação é um objetivo importante desde o momento em que foi confirmado o tema do heroísmo da virtude, selado por um milagre grandioso", afirmou.

Fonte: ACIDIGITAL

O céu está caindo, e os ursos polares estão… ficando menores

Matthew Cullinan Hoffman
18 de outubro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Todos adoram os ursos polares, não é mesmo? É por isso que eles são as mascotes prediletas dos anúncios anuais de “Natal” da Coca-Cola — anúncios que não fazem nenhuma referência ao Natal. É por isso também eles são o símbolo oficial dos adeptos do aquecimento global — mais tarde re-apelidados de adeptos da “mudança climática” devido ao fato cada mais vez evidente de que a Terra não está de forma alguma se aquecendo.
Essa gente que crê na mudança climática, que talvez não por coincidência são os mesmos indivíduos que querem urgentemente matar seu filho em gestação e fazer sua família ficar sob a contracepção até à extinção, há anos vem usando os ursos polares em suas campanhas para assustar as pessoas. Um de seus temas centrais favoritos é um urso polar agarrado a um pedaço de gelo flutuante, enquanto as geleiras ao redor dele estão se derretendo. Os ursos polares podem nadar dezenas de quilômetros por dia nas frias águas do Ártico e adoram descansar em blocos de gelo flutuantes, mas tais detalhes nunca parecem aparecer nas reportagens.
Ainda mais problemático para os adeptos do aquecimento global — isto é, da mudança climática —, é o fato desconfortável de que sua mascote parece não estardesaparecendo de acordo com o cronograma que fizeram. Como consequência, o urso polar está parecendo cada vez mais inaproveitável como símbolo do alarmismo da “mudança climática”.
Mas no momento exato em que pensávamos que o urso polar estava condenado a uma aposentadoria prematura, os profissionais da histeria têm uma nova crise sobre a qual mostrar seus exageros. O urso polar pode não estar desaparecendo, mas eles estão… ficando menores.
Isso mesmo. Diminuindo de tamanho. Eles não são tão grandes quanto costumavam ser. Os jornalistas não estão especificando em que medida os ursos polares estão menores, mas pode ter certeza de que a grande imprensa nunca faria divulgação do assunto se não fosse sério.
Não são só os ursos polares que estão diminuindo de tamanho, mas algumas outras espécies também. Além disso, essa diminuição de tamanho tem a ver com as temperaturas globais mais elevadas, de acordo com um grupo de cientistas que estão ocupados fazendo propaganda de seu estudo recentemente publicado sobre o tamanho das espécies na revista “Nature Climate Change” (Mudança Climática na Natureza).
“Isso poderia ter um impacto negativo tanto nas plantações agrícolas quanto nas fontes proteínicas como peixes, que são importantes para a nutrição humana. Além do mais, a heterogeneidade em resposta provavelmente descontrolará a estabilidade do ecossistema”, os autores do estudo escrevem no resumo do artigo.
Contudo, alguns cientistas, que parecem suspeitosamente “negadores” da mudança climática, zombaram dos resultados do estudo.
Yoram Yom-Tov, um zoólogo de Tel Aviv citado no estudo, disse para a Associated Press que “Mudanças no tamanho do corpo são um fenômeno normal”, e acrescentou: “Quando as condições são favoráveis, eles aumentam de tamanho ou se reproduzem em índices mais elevados, e quando as condições se deterioram, eles diminuem de tamanho ou se reproduzem em índices menos elevados. Penso que a maioria das espécies se adaptará à mudança climática e sobreviverá. Não há nenhuma necessidade de pânico”.
Terry Root, biólogo da Universidade de Stanford, chegou ao ponto de chamar os resultados de “irreais” numa entrevista para a mesma agência.
Só aguardem, vocês que zombam do aquecimento global — isto é, da mudança climática. Esperem até os ursos polares ficarem tão pequenos que, claramente, não serão tão grandes quanto costumavam ser. Aguardem até os comerciais da Coca-Cola mudarem as medidas deles. Só esperem. Então vocês rirão?
Faça a coisa certa. Recicle e reduza sua “pegada de carbono” para lutar contra a diminuição do tamanho dos ursos polares. Vote a favor de governos inchados, e a favor de restrições draconianas nas atividades da economia. Se você não votar a favor, seus filhos lhe perguntarão: o que você estava fazendo quando os ursos polares estavam diminuindo de tamanho? Espere, apague isso — você nem deveria ter filho algum. Filhos fazem com que o clima mude, e o clima faz com que os ursos polares diminuam de tamanho.
Artigo relacionado:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Professora é investigada por criticar homossexualidade no Facebook

Jeremy Kryn
UNION TOWNSHIP, Nova Jérsei, EUA, 17 de outubro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Autoridades escolares de Nova Jérsei estão investigando alegações de que uma professora criticou a homossexualidade em sua página pessoal de Facebook. Viki Knox, professora de educação especial, havia postado queixas sobre uma exibição na Escola Secundária União que reconhecia outubro como o mês da História Lésbica, Gay, Bissexual e Transgênero.
Página de Facebook de Viki Knox
De acordo com o jornal Star-Ledger, Knox postou a exibição, que incluía fotos dos ídolos homossexuais Virginia Woolf, Harvey Milk e Neil Patrick Harris, e comentou: “Estou a ponto de ter um ataque!”
Knox, que é assessora escolar para o grupo de oração estudantil da escola secundária, A Comunidade dos que Buscam, disse que embora tivesse amigos e amados que eram homossexuais, ela cria que o estilo de vida deles era “contra a natureza e o caráter de Deus” e que a escola secundária “não era o ambiente para se promover, incentivar, apoiar e fomentar a homossexualidade”.
Knox também teria dito que “a homossexualidade é um espírito de perversão que existe desde o início da criação” e que é um “pecado” que “se prolifera como câncer”. A página de Facebook dela foi removida dos olhos do público.
A Secretaria de Educação Pública da União disse que está “levando o assunto muito a sério”.
“Adotaremos todas as medidas cabíveis”, disse Patrick Martin, diretor da escola, de acordo com o jornal [esquerdista] New York Times.
Os ativistas homossexuais vincularam os comentários de Knox à lei anti-bullying de Nova Jérsei. Essa lei foi adotada depois que um estudante universitário, Tyler Clementi, se matou depois de ficar sabendo que havia sido filmado, ao vivo pela internet, beijando outro homem.
“A obrigação dos professores é serem modelos exemplares para nossas crianças, não provocadores de ódio”, disse Steven Goldstein, que é diretor do grupo de ativistas gayzistas Garden State Equality. “Não vejo como essa professora tinha condições de ser eficiente na implementação da nova lei anti-bullying do estado, feita precisamente para ensinar as crianças que o bullying, inclusive o bullying pela internet, é inaceitável”.
O grupo de Goldstein está exigindo a demissão de Knox por causa das opiniões dela.
A [organização esquerdista] União das Liberdades Civis Americanas (ULCA) de Nova Jérsei defendeu o direito de Primeira Emenda de Knox de fazer os comentários, mas também disse que a secretaria de educação deveria investigar se Knox está cumprindo suas responsabilidades de emprego de acordo com as normas da escola.
O pastor da igreja de Knox saiu em defesa da professora. “Ninguém está apontando a homossexualidade como o pecado supremo. Todos pecamos”, disse o Rev. Milton B. Hobbs, pastor da Comunidade Nova Aliança em Clark, N.J., de acordo com o jornalWashington Post. “Não significa que as pessoas que são gays pecam mais ou menos do que as outras pessoas. Mas dizer que a Bíblia não diz que é pecado seria mentira. A Bíblia diz que é”.
“Qualquer cristão que assumir uma postura que é impopular pode esperar ser perseguido. Isso também está na Bíblia”, disse Hobbs. “Mas nenhum americano deveria esperar sofrer ações legais por exercer o direito de livre expressão. Até que ponto isso vai continuar?”
Artigo relacionado:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Conversa vai, conversa vem, lei que vem




Sem esperanças de fazer aprovar leis em favor do “casamento” homossexual através do Congresso, a senadora Marta Suplicy (PT-SP), apesar de ocupar lugar de destaque no Senado como primeira vice-presidente, preferiu sair do âmbito de atuação que lhe é próprio e recorrer ao Poder Judiciário para criar leis(!).
Segundo a coluna Poder Online do site IG (11/10/2011), na reunião marcada para o próximo dia 26 com o presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Cezar Peluso, “Marta vai tratar de requerimento que apresentou ao CNJ – ainda no início de setembro – pedindo que o procedimento para converter a união estável entre homossexuais em casamento seja padronizado. Hoje, cada estado segue sua própria regra.”
Padronizar equivale a forçar a que todos os Estados da Federação aceitem converter a união estável entre homossexuais em “casamento”. Tudo arranjado numa “conversa”.
 Fonte: http://www.ipco.org.br

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Apesar do esquecimento do homem Deus permanece fiel, afirma o Papa




Ao presidir a catequese da Audiência Geral desta manhã perante 20 mil pessoas na Praça de São Pedro, o Papa Bento XVI insistiu a recordar que "enquanto o homem O esquece facilmente, Deus permanece fiel".

O Santo Padre explicou que "a memória torna-se uma força de esperança. A memória nos diz: Deus existe, Deus é bom, eterna é a sua misericórdia. E assim a memória abre, mesmo na escuridão de um dia, de um período, a estrada para o futuro: é luz e estrela que nos guia. Também nós temos uma memória do bem, do amor misericordioso, eterno de Deus".

Através do Salmo 135, chamado o "Grande Hallel" –o hino de louvor a Deus que se cantava depois da Ceia pascoal e que provavelmente Jesus também recitou na Última Ceia– o Papa convidou a proclamar as maravilhas que Deus fez ao longo da história de salvação, respondendo a modo de litania com o motivo do louvor: "Porque é eterna sua misericórdia".

O Papa recordou que "A história de Israel já é uma memória também para nós, como Deus se mostrou e criou seu próprio povo. Depois, Deus se fez homem, um de nós: viveu conosco, sofreu conosco, morreu por nós. Permanece conosco no Sacramento e na Palavra. É uma história, uma memória da bondade de Deus, que nos assegura a sua bondade: o seu amor é eterno".

O salmo recorda estes acontecimentos, em especial o exílio na Babilônia, com a destruição de Jerusalém, "quando Israel parecia ter perdido tudo, inclusive sua própria identidade, também a confiança no Senhor. Mas Deus se lembra e liberta. A salvação de Israel e de todos os homens está ligada à fidelidade do Senhor".

"Enquanto o homem esquece facilmente, Deus permanece fiel: sua memória é o cofre precioso que guarda essa ‘misericórdia eterna’ que canta nosso salmo", acrescentou.

Bento XVI disse logo que "após o período obscuro da perseguição nazista e comunista, Deus libertou-nos, mostrou-nos que é bom, que tem força, que a sua misericórdia é para sempre. E, como na história comum, coletiva, está presente esta memória da bondade de Deus, essa ajuda-nos, torna-se uma estrela de esperança, ainda que cada um tenha a sua história pessoal de salvação, e devemos realmente valorizar essa história, ter sempre a memória das grandes coisas que Ele fez na nossa vida, para ter confiança: a sua misericórdia é eterna”.

“E se, hoje, estamos na noite escura, amanhã Ele nos liberta, porque a sua misericórdia é eterna", afirmou também Bento XVI.

O Santo Padre convidou a ver a criação como "um grande dom de Deus do qual vivemos, no qual Ele se revela em sua bondade e em sua grandeza. E portanto, ter presente a criação como dom de Deus é um ponto que une a todos".

Bento XVI explicou ademais que com a criação, Deus se manifesta em toda sua bondade e beleza, compromete-se com a vida. E este amor eterno de Deus implica "fidelidade, misericórdia, bondade, graça, ternura".

O salmo conclui recordando que Deus dá alimento a todas as criaturas, "cuidando a vida e dando pão. (…). Na plenitude dos tempos, o Filho de Deus se faz homem para dar a vida, para a salvação de cada um de nós, e se entrega como pão no mistério eucarístico para fazer-nos entrar em sua aliança que nos faz filhos. A tanto chega o amor bondoso de Deus e a sublimidade de sua ‘eterna misericórdia’".
Fonte: ACI

Lembra do Alice Cooper? Pois é, hoje ensina religião em uma igreja



O lendário roqueiro Alice Cooper (foto), 63,confirmou ao The Sun que é professor de religião de uma igreja no Arizona (EUA). “Meu pai era pastor e isso me inspirou a assumir as aulas.”
Vincent Damon Furnier (nome de batismo de Cooper) se assumiu como cristão na década de 80, mas, por usar uma  estética do horror em shows e em sua maquiagem, até hoje às vezes é associado à prática do satanismo.
Cooper disse ao tabloide britânico que o “Alice” dos palcos é um personagem e que as pessoas sabem disso.
Não é bem assim porque em 2009 um empresário da Finlândia cancelou um show por “motivos religiosos” quando soube que Cooper ia se apresentar.
Em uma entrevista de 2009, ele contou que sempre acreditou em Deus e que se aproximou da igreja quando o seu casamento estava para naufragar por causa do seu alcoolismo. Sheryl, sua mulher, o levou a um pastor, e Cooper se livrou do álcool e o seu casamento dura até hoje.
Há quem acredite que o roqueiro esteja se preparando para ser pastor.
Fonte: Blog Carmadelio