quinta-feira, 4 de agosto de 2011


* “Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito”.


REFLEXÃO DE TIRAR O CHAPÉU.
***
ELIANE BRUM
Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo,da mais despreparada.
Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço.
Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida.
E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.

Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.

Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.

Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção
  e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.
Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.

É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. P
ara estes,frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações?Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento?Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?
Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.
Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.
Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.
A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.
Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado?
Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.
Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.
Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.
Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.
O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.
Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.
Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.
Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.
Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.

Mensagem de Nossa Senhora de Anguera,vamos refletir nossa vida isso é URGENTE!


 Mensagem de Nossa Senhora, transmitida em 30/07/2011Versão para impressão
Queridos filhos, afastai-vos da maldade e servi ao Senhor, pois somente assim podeis alcançar a santidade. Eu sou a vossa Mãe e venho do céu para socorrer-vos. Sede mansos e humildes de coração. Meu Filho Jesus espera muito de vós. Dobrai vossos joelhos em oração. A humanidade tornou-se infiel a Deus porque os homens se afastaram da oração. Dizei a todos que Deus tem pressa e que já não podeis viver estacionados no pecado. Arrependei-vos e voltai-vos. Meu Senhor vos ama e vos espera de braços abertos. Caminhais para um futuro de grandes dificuldades . Buscai forças em Jesus. Não quero obrigar-vos, mas o que digo deve ser levado a serio.Tula gritará por socorro e a dor será grande para os Meus pobres filhos Sofro por aquilo que vem para vós . Eu quero ajudar-vos, mas depende de vós aquilo que Eu faço. Sede dóceis. Abri vossos corações e escutai-Me. Esta é a mensagem que hoje vos transmito em nome da Santíssima Trindade. Obrigada por Me terdes permitido reunir-vos aqui por mais uma vez. Eu vos abençôo, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém. Ficai em paz. 

segunda-feira, 1 de agosto de 2011


 2011: Catolicismo e Maçonaria continuam incompatíveis.


DECLARAÇÃO DOS BISPOS CATÓLICOS DAS FILIPINAS

Apesar das muitas e repetidas sentenças de condenação da Maçonaria lançadas pela Santa Sé, parece que ainda há dúvidas se Católicos podem ou não se filiar à Maçonaria. Frequentemente se alega que várias sociedades maçônicas aqui nas Filipinas são organizações não- sectárias às quais Católicos podem aderir sem nenhum prejuízo à Fé Católica. Isto é falso e Nós queremos reafirmar nos mais fortes e solenes termos a regra emitida pela Santa Sé, a qual decreta quequalquer Católico que conscientemente e deliberadamente adere à Maçonaria automaticamente incorre em excomunhão e não pode receber os Sacramentos da Igreja e nem ser enterrado em cemitério Católico.

Uma pequena reflexão é suficiente para mostrar a justiça e a racionalidade dessa proibição, não obstante todas as alegações em contrário. A Maçonaria é hoje aquilo que ela sempre foi. Uma seita naturalista que ignora ou nega muitas das verdades contidas nas Sagradas Escrituras e definidas pela Igreja Católica como necessárias para a Salvação.
Por exemplo, a doutrina oficial da Maçonaria nega, explicitamente ou por implicação, que Jesus Cristo é o Filho de Deus no sentido exato. De acordo com o ensinamento maçônico, Cristo não passou de um simples homem, certamente um homem sábio, todavia apenas um homem; portantose Ele é chamado “Filho de Deus”, isso só pode ser tomado no sentido figurativo ou metafórico. Consequentemente, aderir à doutrina oficial da Maçonaria através da adesão como membro dessa organização, em efeito significa negar ou duvidar de pelo menos uma das verdades essenciais da Fé Católica.
É verdade que os Maçons acreditam numa espécie de divindade suprema à qual eles chamam “o Arquiteto do Universo”; mas essa divindade descrita nos livros oficiais da Maçonaria está muito longe de ser o Deus Todo Poderoso, Pai, Filho e Espírito Santo, uma só natureza em três pessoas divinas, O qual os Católicos reconhecem e adoram. De fato, o termo “Arquiteto do Universo” tem sido interpretado pelos maçons de vários modos, alguns dos quais nem podemos chamar de cristão. Além do mais, essa relatividade no que toca à natureza de Deus e nosso relacionamento com Ele, é por si só um grande perigo para a religião já que isso funciona comouma poderosa indução ao indiferentismo religioso, o qual por sua vez conduz ao ceticismo e por fim ao ateísmo.
Mas não é apenas no terreno doutrinal que a Maçonaria é inaceitável para Católicos. As condições de filiação a essa sociedade e suas práticas bem conhecidas, estão em direta violação não apenas da moralidade cristã como também da Lei Natural.
Todos os maçons, por exemplo, são obrigados a fazer um juramento solene comprometendo-se a manter segredo absoluto do que quer que seja ensinado a respeito de sua doutrina e deveres, sob a pena de sofrerem severas punições às quais incluem até mesmo a morte.
Existem muitas objeções a tal juramento. Em primeiro lugar; é claramente errado jurar manter segredo de algo que não deveria ser mantido em segredo. Em segundo, as graves consequencias de se violar tal juramento, as quais incluem tortura, mutilação das mãos de outros membros da fraternidade, quer sejam seriamente consideradas ou não, invocando a suprema majestade de Deus como testemunha de um procedimento trivial e ridículo, no mínimo faz parte da natureza do sacrilégio. Mas consideremos então que tais ameaças sejam levadas a sério, nesse caso é atribuído à sociedade maçônica o poder da pena capital, o qual Deus outorgou apenas ao Estado e sob severíssimas limitações.
Finalmente, a absoluta e irrestrita lealdade a uma organização privada e secreta, prometida através de juramento é diretamente contrária à Lei Natural, a qual prescreve que nossa adesão a qualquer sociedade privada é necessariamente limitada pela nossa obrigação primária a Deus, à Igreja, à sociedade civil e à família.
Apesar da propagada profissão de neutralidade e até mesmo de amizade da Maçonaria por todas as religiões, é um fato histórico confirmado por incontáveis exemplos, de que a Maçonaria sempre foi e continua sendo consistentemente hostil à Igreja Católica e também contra muitas denominações cristãs não-Católicas. Em vários casos, sacerdotes sofreram ameaças por ouvirem confissões e reconciliarem maçons em seus leitos de morte. A Maçonaria consistentemente advoga e ativamente promove a exclusão do Catolicismo de qualquer posição de influência, por mais legítima que seja, em qualquer campo da vida social. Tão amarga e incansável é essa hostilidade da Maçonaria pela Igreja Católica, que um proeminente maçon filipino foi efusivamente aplaudido por seus colegas maçons quando ele publicamente declarou que o maior inimigo do povo filipino não é o Comunismo ateu mas sim a Igreja Católica Romana.
Em resumo: Católicos estão proibidos de se associar à Fraternidade Maçônica. Católicos que conscientemente e deliberadamente se tornam maçons estão automaticamente excomungados; eles não podem receber os Sacramentos da Igreja; eles não podem ser convidados para serem padrinhos em cerimônias de Batismo e Confirmação e nem tampouco como testemunhas em Matrimônios Católicos onde tal participação se constituiria um grave escândalo e finalmente, maçons não podem ser enterrados em cemitérios Católicos.

[Assinado por toda a hierarquia da Igreja Católica nas Filipinas:]
+ JULIO ROSALES, D.D. Arcebispo de Cebu
+ JAMES T. G. HAYES, (sj) Arcebispo de Gagayan
+ JOSE MA. CUENCO, Arcebispo de Jaro
+ CESAR MA. GUERRERO, Bispo de San Fernando
+ MANUEL M. MASCARINAS, Bispo de Tagbilaran
+ MARIANO MADRIAGA, Bispo de Lingayen
+ JUAN SISON, Bispo Auxiliar de Nueva Segovia
+ ALEJANDRO OLALIA, Bispo de Tuguegarao
+ MANUEL YAP, Bispo de Bacolod
+ PEREGRIN DE LA FUENTE, (op) Prelazia de Batanes-Babuyanes
+ LINO GONZAGA, Bispo de Palo
+ FLAVIANO ARIOLA, Bispo de Legaspi
+ PATRICK SHANLEY, (odc) Prelatura de Infanta
+ MONSENHOR PATRICK CRONIN, Administrador Apostólico de Ozamiz
+ REV. CHARLES VAN DEN OUWELANT, Administrador Apostólico de Surigao
+ SANTIAGO SANCHO, Arcebispo de Nueva Segovia
+ PEDRO P. SANTOS, Arcebispo de Nueva Caceres
+ RUFINO J. SANTOS, Arcebispo de Manilla
+ LUIS DEL ROSARIO, Bispo de Zamboanga
+ MIGUEL ACEBEDO, Bispo de Calbayog
+ ALFREDO OBVIAR, Administrador Apostólico de Lucena
+ WILLIAM BRASSEUR, (cicm) Vigário Apostólico de Montanosa
+ VICENTE REYES, Bispo Auxiliar de Manilla
+ GERARD MONGEAU, Administrador Apostólico de Sulu
+ WILLIAM DUSCHAK, Vigário Apostólico de Calapan
+ ANTONIO FRONDOSA, Bispo de Capiz
+ TEOPISTO ALBERTO, Bispo de Sorsogan
+ MONSENHOR CLOVIS THIBAULT, Administrador Apostólico de Davao
+ GREGORIO ESPIGA, (orsa) Prefeito Apostólico de Palawan

 Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/25556-maconaria-e-catolicismo-sao-incompativeis




quarta-feira, 27 de julho de 2011



Corte Constitucional da Colômbia não aprova o mal chamado "matrimônio" gay


BOGOTÁ, 27 Jul. 11 / 02:38 pm (ACI/EWTN Noticias)

A Corte Constitucional da Colômbia negou-se no dia 26 de julho a equiparar as uniões homossexuais ao matrimônio, ratificando a definição vigente desde 1887 que estabelece que esta instituição é a união entre um homem e uma mulher, mas deixou aberta a possibilidade de que o Congresso legisle sobre o tema em um prazo de dois anos.

Entretanto a decisão unânime da Corte também estabelece que os casais homossexuais têm "direito" a formar uma família.

Há poucos dias a Igreja Católica na Colômbia junto de 300 denominações cristãs solicitaram à Corte Constitucional que não equiparasse as uniões de pessoas do mesmo sexo ao matrimônio nem lhes desse a potestade de adotar menores, pois isso "afetaria as famílias colombianas e os valores éticos da pátria".

Conforme assinala o jornal colombiano El Tiempo, o Tribunal pediu ao Congresso que legisle sobre o reconhecimento ou não das uniões homossexuais em um prazo de dois anos, após o qual "os casais homossexuais poderão ir a um escrivão para legalizar sua união", disse o juiz Juan Carlos Henao, presidente do tribunal.

"Se em 20 de junho de 2013 o Congresso não tiver legislado, os casais homossexuais podem ir a um cartório e com a mesma solenidade do matrimônio heterossexual estabelecer um vínculo, com conseqüências similares ao de um casal heterossexual", acrescentou.

Desta forma as uniões de pessoas do mesmo sexo teriam em 2013 a possibilidade de unir-se em uma figura similar à do matrimônio civil, com os mesmos deveres e direitos.

Atualmente os homossexuais declaram suas uniões livres perante escrivães para ter acesso à segurança social, a aposentadoria e a herança, faculdades que a Corte Constitucional reconhece desde ano 2007.

Na opinião do presidente do Partido Conservador, José Darío Salazar, “enviar ao Congresso uma mensagem para que legisle sobre o tema é uma maneira muito fácil de lavar as mãos. A impressão que eu tenho é que lá há magistrados que, como não podem modificar a Constituição, pressionam o Congresso para que se modifique o que eles devem guardar".

Conforme informa a agência Efe, sobre a sentença da Corte Constitucional, o Secretário Geral da Conferência Episcopal da Colômbia, Dom Juan Vicente Córdoba, assinalou que existe uma "uma discreta satisfação".

Do mesmo modo, recalcou que a Igreja Católica sempre defendeu que os homossexuais devem gozar de todos os direitos e jamais serem discriminados. "Nós não estamos contra eles, séria contraditório com o Evangelho", precisou.

O Prelado também explicou que é falso o rumor que circulou sobre uma suposta ameaça da Igreja de excomungar os magistrados que se manifestassem a favor do mal chamado "matrimônio" homossexual. "Isso não é verdade. Nunca dissemos essa frase", assinalou.

A doutrina católica não aprova o mal chamado "matrimônio" gay porque atenta contra a natureza, sentido e significado do verdadeiro matrimônio, constituído pela união entre um homem e uma mulher, sobre a qual se forma a família.

O Vaticano e os bispos em diversos países do mundo denunciaram que as legislações que pretendem apresentar "modelos alternativos" devida familiar e conjugal atentam contra a célula básica da sociedade.

 Hunky Jesus: Evento homossexual zomba do Cristianismo elegendo o “melhor e mais atraente” Jesus Cristo gay.

Todos os anos é realizado na cidade de Mission Dolares Park, em San Francisco – Califórnia, o concurso “Hunky Jesus”. Evento este que tem como objetivo eleger o melhor Jesus Cristo gay, e é realizado durante o período de celebração da ressurreição de Cristo – a Páscoa – ridicularizando e zombando do cristianismo.
O vencedor do concurso, realizado ao ar livre, é o “Jesus Cristo” gay mais atraente para o público, formado praticamente apenas de homossexuais.
Algumas imagens são inaceitáveis pelo grau de desrespeito. Sem dúvida, um evento que tem o Diabo como inspirador.
O Vídeo, com imagens muito fortes, foi retirado do You Tube hoje( Quarta, dia 27/07)
Apesar da maioria das fotos serem impublicáveis, selecionamos algumas abaixo.
Caso queira, no google tem mais em Hunky Jesus, imagens. Aviso: Algumas fotos são extremamente chulas e agressivas, quase pornográficas.
 Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/25447




 Ateus querem retirada de cruz no memorial do 11 de setembro.

A Associação dos Ateus Americanos encaminhou a um tribunal estadual de Nova Iorque (EUA) um pedido para que o memorial do ataque às torres gêmeas do World Trade Centre, em março de 2001, deixe de exibir uma cruz por ser um símbolo religioso, incompatível com o Estado laico. A ação judicial cita como réus o governador de Nova Jersey, Chris Christie, e o prefeito de Nova Iorque, Michael Bloomberg.
Feita de vigas de aço, a cruz foi removida de uma igreja para o memorial no sábado, quando houve uma missa de benção pelo monge franciscano Brian Jordan.
Joe Daniels, presidente do memorial, defendeu a presença ali da cruz por ser uma homenagem àqueles que morreram no ataque terrorista.
Dave Silverman, presidente da associação, disse que a cruz da WTC é um ícone dos cristãos cujo Deus, acrescentou, nada fez para deter os fanáticos muçulmanos e impedir a morte de 3.000 pessoas.
Fonte: Paulopes

quarta-feira, 20 de julho de 2011

O sacerdote ministro da misericórdia divina - Subsídio para confessores e diretores espirituais   versione testuale


« É necessário voltar ao confessionário, como lugar no qual celebrar o sacramento da reconciliação, mas também como lugar onde “ habitar ” com mais frequência, para que o fi el possa encontrar misericórdia, conselho e conforto, sentir-se amado e compreendido por Deus e experimentar a presença da Misericórdia Divina, ao lado da Presença real na Eucaristia »1.
Com essas palavras o Santo Padre Bento XVI dirigiu-se aos confessores, durante o recente Ano Sacerdotal, indicando a importância e a consequente urgência apostólica de redescobrir o sacramento da reconciliação, como penitentes e como ministros.
Juntamente com a Celebração diária da Eucaristia, a disponibilidade para o atendimento das confi ssões sacramentais, a acolhida dos penitentes e, quando solicitado, o acompanhamento espiritual são a real medida da caridade pastoral do sacerdote e, com ela, o testemunho da alegre e correta assunção da própria identidade, redefi nida pelo sacramento da Ordem, reduzida a mera função.
O Sacerdote é ministro, isto é, servo e também prudente administrador da divina misericórdia. A ele é confi ada a gravíssima responsabilidade de « perdoar ou reter os pecados » (cfr. Jo. 20,23). Através dele, os fi éis podem viver – especialmente no momento atual da vida da Igreja, pela força do Espírito Santo, que é Senhor que dá a vida – a jubilosa experiência do fi lho pródigo que mesmo tendo retornado à casa do pai por interesses vis e como escravo, foi acolhido e reconstituído na própria dignidade filial.
Libreria Editrice Vaticana

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Cardeal Cañizares pede aos jornalistas que sirvam a verdade para resgatar a sociedade

Cardeal Antonio Cañizares
MADRI, 18 Jul. 11 / 11:39 am (ACI)

O Prefeito da Congregação para o Culto Divino, Cardeal Antonio Cañizares, pediu na última quinta-feira aos jornalistas que informem servindo a verdade para resgatar a sociedade da crise moral na qual se encontra, devido à ditadura do relativismo.

"Chegar à verdade é possível e é necessário para o homem. Temos que estar atentos à quebra da nossa sociedade, que sofre uma crise, que não é só econômica, mas também daquilo que sustenta a pessoa humana, uma crise moral, uma quebra de humanidade, é o homem que se quebra. Está em jogo, definitivamente, a sorte mesma do homem. Certo é que os meios não são lugares para falar de moral, mas sim de verdade", afirmou.

Durante a clausura da Escola de Verão da Universidade Católica de Ávila, o Cardeal assinalou que os meios estão configurando a sociedade e formando um novo tipo de homem. "Podem contribuir a fazer uma sociedade livre ou de escravos por não servir a verdade ou por estar sob o domínio de poderes ideológicos, econômicos, políticos", indicou.

O Cardeal reconheceu que não é fácil ser jornalista e que sua tarefa de serviço da verdade se realiza em um contexto cultural "marcado pelo relativismo ou pela ocultação da verdade".

Dom Antonio Cañizares disse que atualmente não a verdade não é apreciada e se considera "intransigência ou dogmatismo" falar dela, "quando somente com a verdade podemos levar adiante essa comunhão de pessoas".

"Apostem pela família"

Durante seu discurso, a autoridade vaticana afirmou que os meios de comunicação compartilham com a sociedade a responsabilidade de educar o homem "para que alcance a verdadeira humanidade, assim como o desafio de defender a vida desde a concepção e a família”.
"É necessário que os meios apostem pela família", assinalou.

O Cardeal Cañizares advertiu que "quando os meios atacam a família, vulneram a verdade. Apenas sobre a base da família se sustenta a verdade do homem e isto me leva a um aspecto muito concreto, como aberrações autênticas no campo da sexualidade, pois se está indo contra o próprio homem".

domingo, 17 de julho de 2011

* Nova PLC 122 será apresentada e votada em breve, afirma Marta suplicy.

Deputados e senadores que integram a Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT se reuniram nesta terça-feira, dia 12, para discutir os últimos acontecimentos envolvendo o PLC 122 e o seu possível substituto.
A longa reunião começou com a fala da senadora Marta Suplicy, que preside a Frente LGBT no Senado (na Câmara é Jean Wyllys). Ela apresentou aos parlamentares presentes (Manuella Dávilla, Jean, Janete Pietá e representantes de outros membros da Frente) todos os detalhes da série de encontros e negociações que teve com os senadores Marcelo Crivella, Demóstenes Torres e Magno Malta ( da bancada evangélica)
Em seguida os parlamentares discutiram ponto a ponto aquela que pode ser a nova lei anti-homofobia, elaborada a quatro mãos pela senadora junto ao presidente da ABGLT, Toni Reis; e os senadores Marcelo Crivella e Demóstenes Torres. Após a discussão, alguns parlamentares, entre eles o deputado Jean Wyllys e a deputada Manuela D’Ávila, apresentaram uma lista de sugestões com o objetivo de aperfeiçoar o novo texto.
Os demais membros da Frente Parlamentar também se comprometeram a lançar outras sugestões. Elas serão compiladas em um único documento que será debatido após o recesso parlamentar, na primeira semana de agosto. Depois de aprovado pela Frente Parlamentar, o texto será levado pelos deputados Jean Wyllys e Manuela D’Ávila para a Câmara, onde buscarão apoio de outros parlamentares.
Enquanto isso, a senadora Marta Suplicy levará a proposta para discussão e aval dos primeiros elaboradores: Toni Reis, Marcelo Crivella e Demóstenes Torres. Passando pelo crivo, Marta vai correr atrás de mais senadores para que eles possam subscrever o projeto, que será apensado ao PLC 122.
“Se conseguirmos avançar com esse texto, tenho certeza que poderemos aprovar um projeto contra a homofobia, porque significa que terá acordo. Paciência e determinação levarão à boa negociação. Conseguimos avançar as conversas no Senado. Tenho certeza que Manuela e Jean vão conseguir acordo desse texto embrionário na Câmara”, declarou a senadora Marta Suplicy.
Se tudo ocorrer como o previsto, deputados e senadores da Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT pretendem levar a votação a lei anti-homofobia ainda no mês de agosto.
DES MOINES, Iowa, EUA, 8 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Michele Bachmann, candidata presidencial pelo Partido Republicano, assinou um documento de compromisso pró-família de que se ela se tornar presidente, ela defenderá o direito à vida, a dignidade do casamento e se oporá “a todas as formas de pornografia e prostituição”.
Michele Bachmann, candidata republicana à presidência dos EUA
Em sua reportagem, o jornal Des Moines Register diz que Bachmann, uma deputada federal republicana de Minnesota na Câmara dos Deputados dos EUA, é a primeira a assinar o documento “The Marriage Vow – A Declaration of Dependence upon Marriage and Family” (O Voto do Casamento — Uma Declaração de Dependência no Casamento e Família), lançado por Family Leader, uma organização conservadora social com sede em Iowa.
Bachmann é a presidente do Comitê do Tea Party na Câmara dos Deputados, e tem um histórico forte de defesa de políticas públicas conservadoras sociais e fiscais, principalmente contra o aborto.
Bob Vander Plaats, ex-candidato republicano a governador, disse aos jornalistas no palácio do governo de Iowa que sua organização queria que aqueles que estarão disputando para serem os futuros líderes dos Estados Unidos “fizessem o juramento de assumir fidelidade pessoal ao próprio cônjuge e um respeito pelos laços conjugais dos outros”.
Bachmann assinou o documento de compromisso na quinta-feira. Outros candidatos republicanos ainda não fizeram uma decisão de assinar o documento. Alice Stewart, porta-voz de Bachmann, disse ao jornal Register que a deputada de Minnesota não hesitou porque, “Ela está casada há mais de 30 anos e tem um forte casamento e fé”.
O documento de compromisso admite que a instituição do casamento nos Estados Unidos “está em grande crise”.
“Permanente fidelidade conjugal entre um homem e uma mulher protege crianças inocentes, mulheres vulneráveis, os direitos dos pais, a estabilidade das famílias e as liberdades de todos os cidadãos americanos sob nossa forma republicana de governo”, declara o preâmbulo.
“Nossa sociedade excepcional e livre não pode simplesmente permanecer sem a transmissão de virtude pessoal, de uma geração à próxima, por meio de famílias nucleares que geram crianças, composta de maridos e esposas sexualmente fiéis e pais e mães”.
O documento comenta que cerca de “um milhão de crianças americanas sofre com divórcios a cada ano” e o custo para os contribuintes do imposto de renda devido à desintegração da família excede 112 bilhões de dólares por ano, principalmente quando todos os custos para o sistema judicial são reconhecidos”.
O documento de compromisso assinado por Bachmann declara que “em qualquer cargo eleito ou nomeado pelo qual eu possa ter a honra de servir meus compatriotas nos Estados Unidos, eu, o signatário, por meio deste documento solenemente me comprometo a honrar e valorizar, defender e sustentar a Instituição do Casamento como somente entre um homem e uma mulher”.
O candidato então diz que faz o compromisso de “[ter] fidelidade pessoal ao meu cônjuge”, “fidelidade oficial à Constituição dos EUA”, nomear juízes constitucionalistas estritos, defender o casamento como a união entre um homem e uma mulher, apoiar políticas públicas que se oponham ao “divórcio rápido”, fornecer “genuína defesa legal à Lei de Defesa do Casamento (LDC)”, e a “proteção humana” de mulheres e crianças “do tráfico humano, escravidão sexual, sedução para a promiscuidade, e todas as formas de pornografia e prostituição, infanticídio, aborto e outros tipos de coerção ou inocência roubada”.
O documento de compromisso também faz com que o candidato se comprometa a proteger as mulheres nas forças armadas, impedindo-as de ter papéis nas frentes de combate, e eliminando as políticas que criam situações que possam promover infidelidade conjugal.
O documento também especifica que o candidato deve agir em favor das famílias e futuras gerações e reduzir “a dívida pública de 14,3 trilhões de dólares do governo federal, seus 77 trilhões de dólares em endividamentos não financiados, seu 1,5 trilhão em déficit federal e seus 3,5 trilhões de dólares em orçamento federal”. O candidato deve também trabalhar por “imediata reforma” das leis que desestimulam o casamento, principalmente em “políticas públicas assistencialistas, políticas de impostos e as leis de casamento e divórcio”.
14 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Por que os ativistas gays instigaram a atenção dos meios de comunicação por causa dos ex-homossexuais e do marido da candidata presidencial dos EUA Michelle Bachmann?
Greg Quinlan é presidente de Pais e Amigos de Ex-Gays & Gays e diretor executivo de Igualdade e Justiça para Todos.
Ao que tudo indica, o sr. Bachmann, que tem um diploma de doutorado em psicologia clínica, administra vários centros de aconselhamento que também oferecem serviços para clientes homossexuais que buscam vencer atrações indesejadas de mesmo sexo. Mas pelo fato de que até mesmo um só ex-homossexual prova que a conduta homossexual não é inata ou imutável, o medo que os grupos gays de pressão política têm daqueles que eram seus membros traz como consequência afirmações falsas e ataques que têm como alvo impedir que os homossexuais exerçam seu direito à autodeterminação. Eles não suportam ver um único homossexual abandonando o homossexualismo. Daí, estão furiosos com o Dr. Bachmann.
Sei porque eu mesmo sou ex-homossexual. Sofro mais hostilidade como ex-homossexual do que já sofri como alguém que tinha orgulho de ser homossexual assumido.
A população de ex-homossexuais inclui milhares de ex-homossexuais como eu mesmo, que foram beneficiados por aconselhamentos. Não fizemos a escolha de ter nossos sentimentos homossexuais, mas exercemos nosso direito de buscar ajuda para mudar esses sentimentos. Como enfermeiro diplomado, vi centenas de homens gays morrerem de AIDS antes que eu finalmente tivesse deixado o estilo de vida gay.
Contrário aos mitos que são criados por homossexuais furiosos, os aconselhamentos para resolver atrações indesejadas de mesmo sexo não são proibidos por nenhuma associação médica. Homossexuais infelizes não são filhos em necessidade de permissão dos pais e podem livremente escolher seu próprio tratamento terapêutico exatamente como qualquer outra pessoa.
O incidente contra Bachmann demonstra que à medida que os homossexuais estão ganhando mais direitos civis, os heterossexuais estão perdendo os deles. Pelo fato de que são uma minoria rica e politicamente poderosa, os gays exigem acesso à atenção dos meios de comunicação, poder político e influência no meio empresarial que nem mesmo a classe média dos EUA tem.
Dependente das riquezas da comunidade gay para suas campanhas para se eleger e se reeleger, o presidente Obama resolutamente implementa políticas públicas gays, bissexuais e transgêneras em todos os níveis do governo federal, mas omite a única situação impopular da orientação sexual — a dos ex-homossexuais. Mas num gesto louvável, Obama recusou dobrar-se diante dos homossexuais quando exigiram que ele removesse Donnie McClurkin, um cantor ex-homossexual, de um evento de levantamento de fundos para sua campanha.
O presidente Obama precisa demonstrar esse tipo de coragem mais uma vez, e apoiar aqueles que mudam sua orientação sexual tanto quanto ele apoia aqueles que fazem operações para mudar de sexo. Mas quem vai lhe fazer esse pedido? Os meios de comunicação, que têm pavor de represálias dos ativistas gays, permanecem de boca fechada, uma prova a mais da influência e poder dos militantes homossexuais.
Enquanto os meios de comunicação deliberadamente ignoram o nosso lado, os ex-homossexuais estão sofrendo hostilidade e estão sendo publicamente denunciados por implacáveis ativistas gays por causa de nossa impopular orientação sexual.
Wayne Besen do grupo de ódio Truth Wins Out, e outros Sauls dos dias atuais, espreitam e expõem ex-homossexuais de forma negativa para garantir que eles batam em retirada e voltem ao armário. A organização de militância gay Lambda Legal apoia o estabelecimento de Centros GLBTs em universidades públicas, mas bloqueia toda tentativa de acesso igual por parte dos ex-homossexuais. As resoluções de acionistas de empresas para que os ex-homossexuais sejam incluídos em políticas antidiscriminação são repetidamente derrotadas pelo movimento gay.
A organização gayzista Campanha pelos Direitos Humanos exige o “casamento” de mesmo sexo para gays e ao mesmo tempo luta para que os ex-homossexuais não obtenham igualdade. Uma de suas mais recentes vitórias foi o sucesso de suas campanhas de bullying contra o Banco Mundial, pressionando-o a recusar recursos financeiros para instituições de caridade de ex-homossexuais, mas permitindo a participação de organizações gays.
Contudo, os ex-homossexuais não são tão perigosos ou iludidos quanto os extremistas homossexuais acusam. Temos nosso Comitê de Educadores Ex-Gays na Associação Nacional de Educação. Temos a organização Pais e Amigos de Ex-Gays & Gays, que com sucesso processou o governo do Distrito de Colúmbia por recusar reconhecer os ex-homossexuais em suas proteções de orientação sexual. Somos seus médicos, professores, pastores, família e vizinhos.
O Conselho de Psicologia dos EUA segue um código de ética que pede que seus membros respeitem o direito de uma pessoa à autodeterminação. Portanto, a única questão acerca das notícias envolvendo o Dr. Bachmann é esta: Deveriam os homossexuais ter o direito de determinar a heterossexualidade? Isto é, se um homem gay decide que quer viver como um heterossexual saudável, como eu mesmo decidi, deveriam os homossexuais ter o direito de vetar essa decisão?
A resposta determinará se os Estados Unidos serão governados por uma minoria poderosa como a comunidade gay, ou se a igualdade e a justiça para todos prevalecerão. Quanto a mim, anseio viver num país em que meus amigos e eu não sejamos caçados por ativistas gays porque escolhi mudar de gay para normal.
Greg Quinlan é presidente de Pais e Amigos de Ex-Gays & Gays e diretor executivo de Igualdade e Justiça para Todos.
COLUMBUS, Ohio, EUA, 15 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Num caso que lembra o agora famoso caso de Lisa Miller, uma mãe biológica reteve a custódia exclusiva de sua filha depois que um tribunal decidiu em favor dela numa disputa com sua ex-parceira de mesmo sexo.
O Supremo Tribunal de Ohio sustentou veredictos de tribunais de primeira instância na terça-feira de que Kelly Mullen não perdesse permanentemente seu direito à custódia exclusiva de sua filha. No passado, Kelly havia permitido que Michele Hobbs, sua parceira lésbica, agisse como “pai” para a menina, que nasceu por meio de fertilização artificial enquanto as duas mulheres estavam num relacionamento.
O tribunal decidiu que era um relacionamento revogável e não criou um acordo permanente de custódia compartilhada com a parceira.
“‘Fazer papel de pai’ não é sinônimo de um acordo por parte da mãe biológica de entregar de forma permanente a custódia exclusiva em favor de uma criação legal compartilhada da criança”, declarou a decisão, reconhecendo assim a necessidade de proteger os direitos constitucionais da mãe biológica de criar seu filho.
Depois de viver junto com Michele por vários anos, Kelly decidiu ter um bebê por meio da fertilização artificial em 2003. Michele foi registrada como a “parceira” de Kelly nos documentos médicos relacionados à gravidez e nascimento. Mas depois que as parceiras se separaram em 2007, Kelly decidiu que Michele não tivesse contato algum com sua filha. Michele reagiu entrando com uma ação legal para obter a custódia legal da filha de Kelly.
Embora Michele não tivesse nenhuma base legal para obter a custódia da criança, o juizado de menores do município de Hamilton decidiu que a custódia fosse concedida a Michele, pois ela agia como um pai e foi registrada como “co-pai” em alguns documentos.
Contudo, o juiz Thomas Lipps, do juizado de menores, reverteu a decisão. “O fator mais importante na determinação de se as palavras, ações e obras da mãe equivaliam a uma entrega contratual de parte de seus direitos de custódia foi sua firme recusa de entrar num acordo de custódia compartilhada”, declarou Lipps.
“Essa é uma grande vitória para os direitos dos pais”, disse o Dr. Mathew D. Staver, fundador do Conselho da Liberdade e deão da Faculdade de Direito da Universidade Liberdade, que entrou com depoimento como amigo da corte em apoio aos direitos de Kelly como mãe.
“Uma pessoa que nem é pai ou mãe biológica nem pai ou mãe por adoção não pode ser um pai ou mãe de verdade meramente por meio da alegação de um laço emocional com a criança”, disse Staver.
O caso tem semelhança surpreendente com o de Lisa Miller, uma evangélica e ex-lésbica que fugiu dos Estados Unidos com sua filha em 2009 antes que um tribunal transferisse a custódia de sua filha para sua ex-parceira lésbica.
Lisa havia dado a luz sua filha Isabella, que hoje tem oito anos de idade, enquanto estava vivendo numa união civil em Vermont com sua parceira lésbica Janet Jenkins. Isabella foi concebida por meio de inseminação artificial, e Janet nunca adotou a menina.

terça-feira, 5 de julho de 2011


Pró-vidas: OEA não deve apoiar convenção a favor de aborto e ideologia gay

REDAÇÃO CENTRAL, 05 Jul. 11 / 08:56 pm (ACI)

Grupos pró-vida dos países membros da Organização de Estados Americanos (OEA) expressaram seu total rechaço à possibilidade de que os países membros deste organismo internacional possam considerar seu apoio à chamada "Convenção Interamericana sobre os Direitos Sexuais e Reprodutivos", que busca impor o aborto e a ideologia gay.

Esta convenção foi rechaçada no início de junho deste ano, na 41ª Sessão Ordinária da OEA, depois que um pequeno grupo de ativistas do lobby abortista irrompeu na sessão de segurança, tomando por surpresa os delegados e exigindo a introdução deste documento na agenda do organismo internacional.

Em declarações à agência ACI Prensa, Julia Regina de Cardenal, presidenta da Fundação Sí a la vida (Sim à Vida), com sede em El Salvador, manifestou que "esperamos que uma proposta tão radical e extremista contra o direito à vida, à família e à soberania das nações não seja introduzida nem jamais apoiada por um Estado membro da OEA".

Julia Cardenal afirmou que as conseqüências da aprovação deste documento pela OEA, seriam "a legalização obrigatória do aborto e o acesso gratuito para todas as idades nos estados americanos, a eliminação do direito à objeção de consciência e a liberdade religiosa e uma perseguição religiosa e silenciamiento, especialmente ao cristianismo".

A aprovação desta Convenção, nas palavras da líder pró-vida salvadorenha, significaria um "grave atentado contra o matrimônio e a família e uma ameaça aos direitos dos pais como primeiros, principais e insubstituíveis educadores de seus filhos".

Cardenal também indicou à ACI Prensa que o documento vulnera o "direito das crianças (dadas) em adoção de serem acolhidos por um pai e uma mãe" e promove "o uso de uma tecnologia reprodutiva ao serviço de egoísmos mesquinhos e um poder desmedido do Estado para doutrinação obrigatória, procurando a ‘reeducação’ sobre orientação sexual, aborto, gênero e ‘direitos sexuais e reprodutivos’".

Georgina de Rivas, diretora executiva da Fundação Sim à Vida, declarou ao grupo ACI que esta convenção promove a ideologia gay, pois "em um de seus artigos se fala do direito do casal a decidir quantos filhos ter e do direito de adotar, estas opções as deixam abertas a todo ‘tipo de família’ ou seja casais de homens com homens e mulheres com mulheres".

Rivas também denunciou que a agenda dos organismos que procuram a aprovação desta Convenção na OEA "se trata de impor por todos os meios que possam exercer pressão internacional sobre os países soberanos já que sabem que não contam com a aprovação da maioria cidadã. É uma imposição internacional que obedece a interesses econômicos".

A diretora executiva da Fundação Sim à Vida desmentiu que a oposição à ideologia gay seja um assunto religioso, pois "a oposição a esta ideologia em primeira instância se deve ao fato que esta vai contra a natureza. Implica uma anarquia que redundaria em uma dominação sobre quem adote estas práticas desordenadas de libertinagem sexual, homossexualidade".

Esta anarquia "conseqüentemente produzirá uma sociedade decadente e submetida ao jugo de necessidades criadas pela desordem".

Rivas indicou à ACI Prensa que "se desejamos estados fortes e sãos, devemos velar para que nossas famílias se fortaleçam para que os filhos que vêm delas sejam pessoas com capacidade de oferecer desenvolvimento a seus países, apoiando-se em princípios e verdades universais e imutáveis".

Por sua parte, Marie Smith, da Rede Parlamentaria para Temas Críticos alertou à ACI Prensa que apesar de que muitos pensem que a Convenção sobre os Direitos Sexuais e Reprodutivos é demasiado "extremista" para ser aprovada pelo organismo interamericano, ela considera que ainda "pode ser introduzida no sistema da OEA” e que assim começaria “a pressão aos países membros para apoiá-la".

"Estes esforços não podem ser subestimados ou considerados como pouco viáveis de realização. Muitos nos Estados Unidos, antes de 1973, acreditavam que a Corte Suprema de Justiça jamais legalizaria o aborto a pedido. Tragicamente não perceberam seu erro até depois de que este tribunal legalizara o aborto por demanda, em qualquer momento durante os nove meses de gravidez", concluiu.